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Israel o Termômetro de Deus


A FORMAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL EM 1948


Vocês já notaram como Israel e toda a região da Palestina têm estado todos os dias nos noticiários mundiais?


Israel hoje possui cerca de 7 milhões de habitantes. Para efeito de comparação: A grande São Paulo possui 20 milhões de habitantes. A Grande Cidade do México possui cerca de 33 milhões. E você muito raramente vê São Paulo ou Cidade do México nos destaques principais dos noticiários.


Mas Israel funciona há tempos como um termômetro do mundo. Quando a região está em paz, o mundo fica em paz. Quando a região está em conflito, o mundo inteiro é afetado colateralmente por isso. Por que então os conflitos de Israel merecem tanto destaque? Simplesmente, porque o Espírito Santo de Deus, por intermédio do profeta Zacarias, já havia estabelecido que isso aconteceria nos finais dos tempos:


Zacarias 12:2-3
“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para Judá, durante o sítio contra Jerusalém. Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra.”
A “pedra pesada” assim referida é sentida por todos os povos que estão em conflito com Israel. Os conflitos que vemos hoje entre os árabes (palestinos) e judeus são também frutos dessa profecia.


O profeta Ezequiel previu que o povo judeu iria restabelecer seu território no fim dos tempos. Vejamos Ezequiel 37:1-14:  


“Veio sobre mim a mão do Senhor; e ele me levou no Espírito do Senhor, e me pôs no meio do vale que estava cheio de ossos;  
e me fez andar ao redor deles. E eis que eram muito numerosos sobre a face do vale; e eis que estavam sequíssimos.  
Ele me perguntou: Filho do homem, poderão viver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes.  
Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.  


Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que vou fazer entrar em vós o fôlego da vida, e vivereis.  
E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, e sobre vos estenderei pele, e porei em vós o fôlego da vida, e vivereis. Então sabereis que eu sou o Senhor.
Profetizei, pois, como se me deu ordem. Ora enquanto eu profetizava, houve um ruído; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, osso ao seu osso.


E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles fôlego.
Então ele me disse: Profetiza ao fôlego da vida, profetiza, ó filho do homem, e dize ao fôlego da vida: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó fôlego da vida, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.
Profetizei, pois, como ele me ordenara; então o fôlego da vida entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo.
Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que eles dizem: Os nossos ossos secaram-se, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo cortados.


Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu vos abrirei as vossas sepulturas, sim, das vossas sepulturas vos farei sair, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel.
E quando eu vos abrir as sepulturas, e delas vos fizer sair, ó povo meu, sabereis que eu sou o Senhor. 
E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o Senhor, o falei e o cumpri, diz o Senhor.”


A profecia do vale dos ossos secos também nos diz muito espiritualmente. Mas a essência desta profecia foi justamente mostrar que o povo judeu retornaria dos países em que viviam para novamente formar sua nação.


Desde que os judeus foram expulsos de Israel pelos romanos em 70 d.C, eles jamais regressaram até 1948. O Estado de Israel foi oficialmente idealizado depois que o cientista Chaim Weizmann, durante a Primeira Guerra Mundial, inventou uma tecnologia para se produzir pólvora rapidamente para a Inglaterra. Isto foi a chave para a Inglaterra vencer seus inimigos.




Como gratidão a Chaim, os ingleses decidiram recompensá-lo com o que ele quisesse pedir. Porém, Chaim pediu aos ingleses para negociarem com os outros países vencedores da Primeira Guerra a volta dos judeus à região da Palestina. Foi então criado o primeiro tratado da criação do Estado de Israel, chamado de Declaração de Balfour, que se concluiu em 1948, quando então David Ben-Gurion, judeu nascido na Polônia em 1886, fundou oficialmente o país Israel, sendo seu primeiro ministro. Hoje, o aeroporto internacional de Tel Aviv leva o nome de Ben-Gurion.


Basta verificarmos com mais atenção os versículos 11 a 14, para concluirmos que foi exatamente o que aconteceu em 1948.


Dizem que devemos olhar pra Israel pois quando o tempo de Salomão for reerguido será a volta de Jesus



sim eh verdade


Mateus 21:19 “… E disse-lhe: nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente.”


Mateus 24:2 “… Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.”


* Figueira = Israel


* Jerusalém destruída – Ano 70 d.C – General Tito destruiu totalmente a cidade


*Judeus dispersos – sem pátria, perseguidos


Mateus 24:32 “Aprendei pois esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.”


* 14 de Maio de 1948: Israel se torna nação.


* David Ben-Gurion anuncia a criação da nação de Israel em Tel–Aviv, 14 de maio de 1948. (Ezequiel 37:11 a 14)


* 1878 anos sem pátria.


* Comemoração 60 anos de Israel – maio 2008




5.0 - OS PAPÉIS DE ISRAEL E DA IGREJA



Sempre ouvi diferentes pregadores dizendo que Israel é o termômetro de Deus para os tempos do fim. Isso certamente é verdade, principalmente nos dias atuais, depois que ocorreu, em 1948, a recriação do Estado de Israel em cumprimento à profecia de Ezequiel 37. Antes dessa data tudo parecia muito distante, mas cumprido o evento mais difícil, ocorrido no momento mais crítico 
da história do povo de Israel, todas as demais profecias assumiram um caráter de iminência.


Ao mesmo tempo em que temos os olhos fixados nos eventos que ocorrem com Israel, não podemos esquecer que o Apocalipse de João é uma carta dirigida à Igreja de Jesus Cristo, pelo que o plano último de Deus é para a Igreja à qual Israel um dia se agregará.


A pergunta principal que gostaríamos de responder neste momento é: “até quando essas duas entidades, que hoje coexistem, manterão sua independência no futuro apocalíptico?”. Infelizmente, contudo, a resposta a essa pergunta passa por vários pontos de disputa, dando margem a um leque de respostas, dependendo das alternativas escolhidas.


É fato que a Bíblia contém muito mais profecias para Israel do que para a Igreja. É claro, também, que muitas delas são aplicáveis igualmente à Igreja, mas constitui-se num erro grave achar que todas elas o são por ser a Igreja o “Novo Israel” de Deus. Paulo deixa muito claro em  Romanos 11:25-27 que Deus ainda tem planos específicos em relação à nação israelita:
“Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado e assim todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador, e desviará de Jacó as impiedades e este será o meu pacto com eles, quando eu tirar os seus pecados.”


Gostaria de ressaltar neste ponto algumas dificuldades que eu tenho e que não parecem preocupar os principais escritores futuristas:


a) Conversões pós-Arrebatamento
Independente de quando o arrebatamento se dará, me causa estranheza que se possa prever conversões após a realização do mesmo. Entre Mateus 24:37 e 25:30, Jesus fala a respeito da iminência de Seu retorno, advertindo os Seus 
servos para que estejam preparados, pois aqueles que não o estiverem, “serão lançados fora, onde haverá choro e ranger de dentes”. 


O texto não dá margem a uma segunda chance. No caso específico dos pré-tribulacionistas, que separam o arrebatamento da “Manifestação Gloriosa”, a conversão pós-arrebatamento é claramente prevista (/3/, pág. 58, por exemplo), incluindo a 
conversão da nação israelense;b) Nascimento de Filhos no Reino Milenar


O profeta Isaías, ao tratar do Reino Milenar no capítulo 65, fala dos filhos que nascerão naquela era e que viverão, pelo menos, 100 anos (versículo 20). Ora, Jesus ao falar com os saduceus, disse a eles que “aqueles que chegarem à ressurreição dos mortos não casam e nem se dão em casamento” (Lucas 20:35). Segue que a Igreja, já arrebatada a essa altura, tanto de acordo com os 
pré-tribulacionistas, como os pós, já terá corpos celestiais (I Coríntios 15:52 e I Tessalonicenses 4:13-18), pelo que  seus membros já  não mais terão filhos. 


Segue que estes serão filhos da nação israelita ou dos gentios, que procurarão os israelitas de acordo com Isaías 11:9-10. Além disso, eles têm corpos físicos ainda não transformados.
Como sabemos que Satanás, solto ao final do milênio, vai arrebanhar um novo exército de não convertidos, segue que muitos desses gentios ou seus descendentes não serão convertidos, ao mesmo tempo em que isso abre a probabilidade para que muitos outros se convertam durante o milênio, o que sequer parecia uma possibilidade;


c) Convivência de Pessoas com Corpos Celestiais e Físicos
Um dos aspectos mais intrigantes desse Reino Milenar talvez seja tentar visualizar a convivência de pessoas de naturezas diferentes e que deveriam se tornar um só povo (Efésios  2:16). Tim LaHaye (/3/, pág. 71) apresenta uma declaração muito curiosa em relação ao Reino Milenar: 
“As condições físicas das pessoas mudarão drasticamente para melhor. As pessoas viverão por muito mais tempo e muitas enfermidades físicas e preocupações de saúde serão erradicadas (Isaías 29:18 e 33:24). A ausência de doenças e deformidades  - juntamente com a maior longevidade  -minimizarão as diferenças entre aqueles que ainda têm corpos mortais e aqueles que têm corpos ressurretos.” 


Trata-se de uma declaração, no mínimo, ousada, porque sabemos muito pouco a respeito de nossos futuros corpos  celestiais. Os exemplos que temos são apenas de anjos e do próprio Senhor Jesus Cristo, já que nós mortais só vamos recebê-los por ocasião do arrebatamento. Se pensarmos, por exemplo, no anjo que veio falar com Manoá para explicar a ele como cuidar de Sansão (Juízes 13:9-21), então estamos lidando com seres capazes de se materializar quando bem entendem, subir através de chamas de fogo e desaparecer sem deixar vestígios. Tentar entender mortais convivendo com espirituais é impossível com nosso atual conhecimento. É mais fácil admitir, por ora, que a Igreja em corpos celestiais estará reinando com Cristo, sem necessariamente interagir com israelitas e gentios mortais;




d) Construção do Templo Milenar e Restabelecimento dos Sacrifícios Já vimos antes, no estudo das profecias de Ezequiel (item 3.5), que o profeta descreve, com detalhes, um templo a ser construído no Reino Milenar, aqueles que oficiarão os sacrifícios e as ofertas a serem oferecidas pelos mesmos (Ezequiel 40-46). Este templo será o centro do culto da nação israelita restaurada, cujo príncipe será Davi (Ezequiel 37:24-28). Admitimos, anteriormente, que o propósito desse culto, exclusivamente para a nação israelita, será similar ao que tem a ceia para a Igreja hoje, ou seja, um 
memorial do sacrifício remidor do Senhor Jesus Cristo.


Com relação ao fato de Davi reinar sobre eles, devemos reconhecer que ele foi arrebatado juntamente com a Igreja, pelo que terá, naquela ocasião, um corpo celestial, que obviamente reveste o seu reinado de alguma dificuldade, pelos “superpoderes” dos quais é dotado. Outra alternativa seria imaginar que Davi é, na realidade, apenas um descendente legal do mesmo.


As dificuldades citadas acima, nos mostram que  não é fácil compatibilizar os eventos descritos no texto bíblico, mantidas todas as restrições entendidas pelo autor. É necessário, portanto, usar de alguma imaginação para fazer encaixar as peças do nosso quebra-cabeça apocalíptico. Essa é, sem dúvida a fase “tentativa e erro”.


Parece necessário reconhecer que continuará a haver conversões após o arrebatamento da Igreja (veremos isso com mais detalhe ao discorrermos sobre o Reino Milenar) e, além disso, tendo em mente a nossa pergunta sobre a junção de Israel e da Igreja, tudo indica que esta só há de ocorrer nos “Novos Céus e Nova Terra”, ou seja, após o Milênio.


É interessante chegar à conclusão de que a chamada da Igreja é para um Reino celestial (com ascendência sobre Israel), ao passo que a de Israel é para um Reino terrestre, que terá a duração literal ou simbólica de 1.000 anos. 


Somente findo esse tempo é que se imagina que Israel seja transformada e receba corpos espirituais, para então entrar como parte da Igreja nos Novos Céus e Nova Terra.  


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