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babilônia


Babilônia (português brasileiro) ou Babilónia (português europeu) foi a capital da antiga Suméria e Acádia, no sul da Mesopotâmia (hoje no moderno Iraque, localiza-se a aproximadamente 80 km ao sul de Bagdá). O nome (Babil ou Babilu em babilônico) significa "Porta de Deus", mas os judeus afirmam que vem do Hebraico Antigo Babel ( בבל ), que significa "confusão". Essa palavra semítica é uma tradução do sumério Kadmirra.

História


O Império da Babilónia, que teve um papel significativo na história da Mesopotâmia, foi provavelmente fundado em 1950a.C. O povo babilônico era muito avançado para a sua época, demonstrando grandes conhecimentos em arquitetura, agricultura, astronomia e direito. Iniciou sua era de império sob o amorita Hamurabi, por volta de 1730 a.C., e manteve-se assim por pouco mais de mil anos. Hamurabi foi o primeiro rei conhecido a codificar leis, utilizando no caso, a escrita cuneiforme, escrevendo suas leis em tábuas de barro cozido, o que preservou muitos destes textos até ao presente. Daí, descobriu-se que a cultura babilônica influenciou em muitos aspectos a cultura moderna, como a divisão do dia em 24 horas, da hora em 60 minutos e daí por diante.

De entre os seus soberanos, o mais famoso foi Hamurabi (1792 a 1750 a.C.). O mais antigo e completo código de leis que a história registra foi de realização sua. Hamurabi também nomeou governadores, unificou a língua, a religião e fundiu todos os mitos populares em um único livro: a Epopéia de Marduk - que era lido em todas as festas de seu reino. Também cercou sua capital, fortificando-a. Ele criou o Código de Hamurabi, cujas leis, em resumo, seguem um mesmo princípio: Olho por Olho, Dente por Dente. Veja algumas leis:

218-Se um médico fizer uma larga incisão com uma faca de operações e matar o paciente, suas mãos deverão ser cortadas;

219-Se um médico fizer uma larga incisão no escravo de um homem livre, e matá-lo, ele deverá substituir o escravo por outro;

221-Se um médico fizer curar um osso quebrado melável do corpo humano, o paciente deverá pagar ao médico cinco shekels;

229-Se um construtor construir uma casa para outrem, e não fizer a casa bem feita, e se a casa cair e matar seu dono, então o construtor será condenado à morte;

230-Se morrer o filho do dono da casa, o filho do construtor deverá ser condenado à morte;
A expansão do Império se iniciou por volta de 1800 a.C., logo, o rei Hamurabi unificou toda a região que ia da Assíria (no norte), à Caldéia (no sul). A partir dessa unificação, surgiu o Primeiro Império Babilônico.

A Queda


Teve início com o declínio do império de Sargão I. Era a capital dos amoritas (semitas, vindos do deserto da Arábia), que até então, era uma pequena cidade do Eufrates. Graças ao enfraquecimento dos Acadianos e posteriormente dos Sumérios, a Babilônia cresceu e evoluiu, tornando-se então, um império e um cobiçado centro comercial.
O poder cai nas mãos dos cruéis assírios, que formavam um poderoso império que se iniciou em 1200 a.C., até 612 a.C. quando Nabopolasar (da Babilônia), aliado aos Medos (povo que vivia no planalto iraniano), atacou Nínive, capital do Império Assírio, retomando o poder para a Babilônia, e se iniciando assim o Segundo Império Babilônico (ou Caldeu), que se tornou a mais notável cidade do Oriente.
Os arameus, assírios e os caldeus lutaram durante séculos pelo controle da Babilônia. O Rei assírio Assurbanípal venceu a luta em 648 a.C., e foi sucedido por Nabucodonosor II.

A cerca de 90 km da capital do Iraque, Bagdá, encontram-se as ruínas da bíblica cidade da Babilônia, condenada, segundo a Bíblia, a permanecer em ruínas pela eternidade.

Os textos sagrados do cristianismo afirmam que nunca mais construiriam outra cidade sobre a antiga Babilônia, após sua destruição, em 322 a.C. Desde então, a paisagem teria mudado pouco, apesar de algumas tentativas frustradas do ex-ditador Saddam Hussein de reconstruir a cidade. Seria a maldição verdadeira? :)

Na antiguidade, Babilônia era conhecida por seu refinamento, beleza e poder. E os seus “Jardins Suspensos” eram considerados uma das Maravilhas do Mundo.

Da Babilônia também ficou muito conhecido o Código de Hamurabi, um dos conjuntos de leis mais antigos que existem, datado de 1700 a.C.).

veja o documentário


















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A Ciência Contida na Bíblia Inventos da Antiguidade







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A Epopeia de Gilgamesh e o Dilúvio



A epopeia de Gilgamesh é datada, segundo arqueólogos, de aproximadamente 2600 a.C., sendo desta forma, a obra, escrita, mais antiga do mundo, anterior, mesmo, a “Odisseia”e “Ilíada” de Homero.

O texto mais importante sobre o personagem é a chamada Epopeia de Gilgamesh, um longo poema cuja versão "padrão" foi compilada no último terço do segundo milênio AC em acádio, baseada em histórias mais antigas. Na obra, o rei é apresentado como filho de Lugalbanda e uma deusa, Ninsuna (ou Nimat Ninsun). Gilgamesh era, assim, um semi-deus, descrito como dois terços deus e um terço humano, dotado de força sobre-humana.


No início do poema, o herói é apresentado como o protetor de Uruk e construtor da magnífica muralha da cidade. Era, porém, um líder de personalidade arrogante e tirânica, que recrutava violentamente os jovens para o serviço militar e violava as virgens. Para contrabalançar o rei, os deuses criam Enkidu, um homem selvagem que torna-se inseparável amigo de Gilgamesh. Juntos os dois passam por várias aventuras como a viagem à Floresta dos Cedros, onde combatem e vencem o monstro Humbaba. Após retornar a Uruk com a madeira da floresta e a cabeça do monstro, a deusa do amor Ishtar tenta seduzir Gilgamesh. Este recusa-se, e Ishtar como vingança convence Anu - o deus sumério supremo - a enviar o Touro Celestial, que causa grande devastação. Gilgamesh e Enkidu matam o touro.
Enkidu é marcado pelos deuses para morrer, e adoece gravemente. Gilgamesh lamenta-se amargamente mas não pode ajudá-lo. Após a morte de Enkidu, Gilgamesh desespera-se ao tomar consciência de sua condição de mortal. Lança-se então numa busca pela imortalidade. Nesta busca o herói encontra Utnapishtim, sobrevivente de um grande dilúvio que acabou com toda a humanidade. Esta parte da história, com grande semelhança ao dilúvio narrado na Bíblia, é baseado no antigo épico acádio Atrahasis. Utnapishtim conta a Gilgamesh sobre uma planta que cresce sob o mar e que confere a imortalidade; com grande dificuldade o herói a consegue obter mas, num momento de descuido, a planta é roubada por uma serpente. Gilgamesh retorna a Uruk, encontrando as grandes muralhas construídas por ele, que seriam sua grande obra



Ela foi descoberta no século XIX, por um jovem inglês que fazia escavações em Nínive, na forma de doze placas de argila escritas em sumério acádico, contendo em torno de 300 versos cada uma. Sua tradução mais completa foi encontrada por volta do século VII a.C., pertencente a biblioteca de Assurbanipal - o último grande rei do Império Assírio - com cerca de 3000 a 3500 versos .


Na obra são contadas as aventuras vividas por Gilgamesh (significa "o velho que rejuvenesce"), rei e fundador de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. Reza a lenda, que ele possuía dois terços de origem divina, por ser filho da deusa Ninsun e do sacerdote Lugalbanda. Em suas aventuras ele tem a companhia de Enkidu, um homem selvagem criado pelos deuses para combater Gilgamesh, pois, como despótico, e com uma luxúria desenfreada, ele tomava qualquer mulher no qual desejasse, solteira ou casada, e isso, desagradava o povo que pediu a deusa para criar um ser capaz de derrotá-lo, assim,criou-se Enkidu, e que por ironia do destino acabou se tornando seu melhor amigo. Em suas missões, nas quais buscavam sabedoria e imortalidade, vão descontentando os deuses mesopotâmicos, começando suas aventuras pelas Montanhas de Cedro, onde têm um embate com Humababa, um monstruoso guardião, e depois matam o Touro dos Céus. A história transcorre com muitas aventuras até a parte final do épico que é centrada na reação de Gilgamesh pela morte de seu amigo, e desta forma, se sente mais compelido ainda, na busca da imortalidade.


Um ponto que desperta muito o interesse de pesquisadores, é o relato do dilúvio que possui uma certa similaridades ao descrito no Gênesis. É contado ni livro, que os deuses avisam Utnapishtim, que como Noé na Bíblia é poupado, sobre uma gigantesca onda que viria e com isso, deveria construir um barco, embarcar nele sua família, mulheres e crianças, alguns artesãos de todas as formas de arte, e levar, também, animais e sementes das mais variadas espécies.
As chuvas na Bíblia foram quarenta dias e quarenta noites, já na epopeia é descrito que foram sete dias de chuva e mais sete dias até a chuva parar. Depois, a deriva num mar sem fim, numa montanha o barco acabou encalhando e sete dias mais Utnapishtim soltou uma pomba, onde, não encontrando lugar para pousar, retornou; depois, também sem sucesso, ele soltou uma andorinha; e, até que numa outra tentativa, um corvo encontra terra.
Muitos estudiosos veem grande semelhança entre as duas histórias, mas não há um consenso de que uma derive de outra. Uns dizem que a história já existia na tradição oral de povos mais antigos, e que com o tempo esses povos foram esquecidos, mas alguns supõem que este evento citado na obra, pode ter tido origem no final da última era glacial, ou então, pelo tombamento do eixo da Terra, causado ou pela gravidade de um meteoro que passou perto durante a época, ou pela inversão do polo magnético do planeta que acontece de tempos em tempos.


veja também a explicação no vídeo:







veja também  O Épico de Atrahasis

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PERGUNTAS ACERCA DE JESUS CRISTO



Jesus é Deus?


Vários grupos negam a absoluta divindade de Cristo. Os testemunhas de jeová, por exemplo, negam que Jesus seja Deus com d maiúsculo. Segundo eles, ele é um deus, um arcanjo muito elevado, mas não é igual a Deus Pai. Os teólogos modernos muitas vezes ensinam que Jesus era um grande homem, um mestre maravilhoso e um grande profeta , mas não Deus na verdade. A Bíblia ensina que Jesus é Deus.

Há vários "porém" que devem ser ligados a essa afirmação. Quando Jesus se fez carne, passou a ser humano. Participou da nossa natureza; submeteu-se à experiência humana. Assim, experimentou a fome, a sede, o cansaço. Nas palavras de Paulo: "pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz" (Filipenses 2:6-8). É importante entendermos que, quando Jesus se fez homem, não deixou de ser Deus. Ele era Deus vivendo como homem. Mas restringiu-se a forma e a limitações muito diferentes da natureza de sua existência eterna. Ao afirmar que Jesus é Deus, então, não estamos tentando negar a realidade de Jesus ter-se tornado um ser humano verdadeiro.

Afirmar que Jesus é Deus não é afirmar que ele é o Pai.


Seria válido admitir já de início neste estudo que se acha revelada nas Escrituras uma nítida diferença entre o papel do Pai e o do Filho. Uma delas é que foi o Filho que se fez carne, não o Pai. Mas, o que é mais fundamental, o Pai parece ser revelado na Palavra como o planejador e diretor, e o Filho, como o concretizador. O Filho submeteu-se à vontade do Pai. Nesse sentido, Jesus afirmou: "O Pai é maior do que eu" (João 14:28). Entendemos que, de acordo com as Escrituras, o marido deve ser o cabeça da esposa, e ela deve submeter-se ao marido. Mas isso não significa que o marido seja superior em essência; simplesmente tem um papel de autoridade. Tanto marido quanto mulher são plena e igualmente humanos. Da mesma forma, a liderança do Pai e a submissão do Filho não implicam diferença de natureza. Ambos são plena e igualmente divinos.

O que a bíblia diz sobre a divindade de Jesus

A Bíblia deixa bem claro que Jesus é Deus. "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaías 9:6). O menino que haveria de nascer se chamaria "Deus Forte".1

Em João 1:1: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus". Aqui o Verbo é Jesus (veja João 1:14). Jesus não só estava com Deus, mas era Deus. Isso parece confuso a princípio. Mas analise este exemplo simples. Meu nome é Gary Fisher. O nome de minha esposa é Sandra Fisher. Se ela estivesse aqui comigo agora, seria possível dizer: "Sandra está com Fisher e Sandra é Fisher". No primeiro caso, Fisher refere-se a mim especificamente; no segundo, é usado como o nome da família em que (no meu caso) há quatro membros. Jesus estava com Deus (o Pai) e era ele mesmo Deus (também compartilhava da natureza de ser Deus).

"Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!" (João 20:28). Tomé dirigiu-se a Jesus dizendo: "Senhor meu e Deus meu". Tomé estava errado? Jesus não achou que estivesse, pois disse: "Porque me viste, creste? Bem-aventurados são os que não viram e creram" (João 20:29). Essa passagem é uma comprovação tão forte da divindade de Cristo, que já se inventaram inúmeras explicações para recusá-la. Por exemplo, Tomé estava apenas manifestando o seu espanto, como alguém hoje, que talvez dissesse: "Ó, meu Deus do céu". Mas isso implicaria dizer que Tomé estava usando o nome de Deus em vão. No entanto, Jesus o elogiou por isso. Outros acreditam que Tomé estava chamando Jesus seu Senhor e depois voltando-se ao Pai, dizendo "Deus meu". Mas o texto diz: "Respondeu-lhe Tomé". Tomé estava reconhecendo que Jesus era seu Deus.

Examine estes textos: "Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre" (Romanos 9:5). "Aguardando a bendita esperança e a manifestão da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tito 2:13). "Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo" (2 Pedro 1:1). Todos se referem a Jesus como Deus.

Jesus afirmou ser Deus em várias ocasiões. Em João 5:17, ele disse: "Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também". Os judeus entenderam devidamente a afirmação de Jesus como uma indicação de que ele era igual a Deus (João 5:18). Em João 10:30, Jesus declarou: "Eu e o Pai somos um". Jesus fez a ousada declaração em João 14 de que vê-lo significava ver o Pai: "Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (João 14:7-9).


Veja também as afirmações:



" Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?
Respondeu Deus a Moisés: eu sou o que sou. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SOU me enviou a vós." ( Exodo 3:13-14)

"Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia; viu-o, e alegrou-se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU. Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo." (João 8:56-59)


A atitude desses judeus em não aceitarem a divindade de Jesus se repete nos dias atuais


Créditos www.estudosdabiblia.net




Jesus é filho de José e Maria?

Jesus é o filho de Maria, gerado soberanamente pelo Espírito Santo, antes de seu casamento ter sido consumado (Mt 1:18-25; Lc 1:26-38; cf. Is. 7:14). Por causa do ser especial que Maria estava gerando, ela tem sido chamada por teólogos católicos e evangélicos de theotokos (mãe de Deus). Este vocábulo ensina, simplesmente, que a encarnação aconteceu na concepção de Jesus. Ele não se tornou Cristo mais tarde. José é pouco mencionado nos Evangelhos, mas estes mostram que ele agiu como um pai para Jesus (Lc 2.22, 41).


Jesus ora se apresenta como Filho do Homem, outras vezes como Filho de Deus. Afinal, de quem Ele é Filho?

A expressão “Filho do Homem” é uma expressão idiomática hebraica que significa “participante da natureza humana”. Jesus foi verdadeiramente homem. Mas Jesus também é verdadeiramente Deus. Os credos antigos confessaram unanimemente, seguindo as Escrituras (Jo 1.1-14; Rm 1.1-6; Fp 2.5-11), que Jesus Cristo é a pessoa única, tendo a natureza divina e humana, “em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, inseparáveis e indivisíveis”. Somente um Cristo que é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem pode salvar os homens (1Tm 2.5).


Jesus tinha doze anos quando conversou com os mestres do templo (Lc 2.46) e cerca de trinta quando começou o seu ministério (Lc 3.23). Nesse longo período de dezoito anos, o que se sabe a respeito dele?

A Bíblia não menciona nada do que ocorreu neste longo período. Um aspecto interessante das religiões orientais que tem entrado no ocidente pós-cristão (apoiando-se em documentação extra-bíblica, como o Evangelho de Tomé, ou interpretações esotéricas) é a noção de que Jesus gastou entre os doze e vinte e nove anos estudando misticismo no Tibet e na Índia, e que sua mensagem central era o ensino dos Vedas. Devemos notar que há vários relatos sobre estes supostos eventos – e todos eles têm se revelado fraudulentos, sem nenhuma base histórica ou arqueológica. Eles servem apenas para dar uma desculpa aos adeptos de religiões orientais para inventar um Jesus panteísta e reinterpretar o Novo Testamento em termos de pressupostos ocultistas.


Jesus é com certeza o Messias que havia de vir?


Messias, em hebraico, significa “o ungido” (Christos é a palavra grega com o mesmo significado). O Evangelho de Mateus parece ter sido escrito especialmente para este fim: demonstrar que Jesus era o messias prometido no Antigo Testamento. Daí a frase que ocorre dezesseis vezes: “tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta…” Jesus Cristo é apresentado neste Evangelho como o Rei Messiânico, Filho da casa real de Davi, o leão da tribo de Judá (Mt 1.6, 16, 20; 9.17; 12.23; 15.22; 20.30; 21.9, 15, etc).


Na época de João Batista o batismo significava arrependimento. Se Jesus não tinha de que se arrepender, por que procurou João para ser batizado (Mt 3.13)?

Para cumprir “toda a justiça” (frase que pode ser traduzida como “fazer tudo o que é direito”), identificando-se com seu povo, como aquele que leva seus pecados. Esta identificação incluiu seu batismo e morte, sua unção com o Espírito e sua vitória sobre a tentação. Submetendo-se ao batismo, Jesus estava aceitando seu destino – pois seu batismo aponta para sua morte como um “resgate por muitos” (Mt 20.28). Devemos notar que ele não se tornou Filho de Deus no batismo, como alguns mestres heréticos afirmaram no passado, antes, seu batismo marcou o começo do seu ministério terreno – é significativo saber que quando um sacerdote judeu começava seu ministério, com a idade de trinta anos, lavava-se com água.


Se Jesus sabia de antemão que Judas “estava destinado à perdição” (Jo 17.12 NVI) e que o trairia (Jo 13.21), por que o chamou para ser um dos doze apóstolos (Mc 3.13-19)?

O papel de Judas na morte de Jesus muitas vezes nos causa desconforto. Mas os discípulos entenderam, posteriormente, que a morte sacrificial de Cristo não foi obra do acaso, ou de mera permissão divina. Deus, o Pai, predestinou a morte de Seu único Filho, desde antes da fundação do mundo (Atos 2.22-24; 4.24-28), usando soberana e livremente, sem ser o autor do mal (Tg 1.12), a corrupção (do sinédrio), a covardia (de Pôncio Pilatos) e a traição (de Judas) de homens pecadores. Nos Evangelhos, tanto quanto nas Epístolas, a morte de Jesus é central para o propósito divino (Mc 10.45; Jo 3.16; Hb 2.9,14; 9.26; I Jo 3.5; Lc 9.31; Ap 5.8s) e ele mesmo disse repetidamente que iria morrer como o cumprimento de sua obra na terra (Mt 16.21; 17.22; 20.18s; Mc 9.31; Lc 9.44; ss.21s; Jo 10.18; 12.32s; 15.20).


O que João Batista queria dizer quando apresentou Jesus aos seus discípulos como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29)?

No Antigo Testamento, o sistema sacrificial exigia o contínuo sacrifício de cordeiros sem defeito e sem mancha pelos pecados do povo. Jesus é o sacrifício definitivo pelos nossos pecados (Hb 9.11-10.18). Este sacrifício é suficiente não apenas para João e sua comunidade imediata, mas é válido em qualquer lugar do mundo, para “homens de toda raça, tribo, língua e nação” (Ap 7.9-10). É um sacrifício que não precisa de qualquer acréscimo. Este foi o tema de um clássico cristão, escrito em 1648, por um puritano chamado John Owen. Este livro era intitulado “A morte da morte na morte de Cristo”.


Qual o significado desta declaração de João: “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado” (1Jo 1.7)?

Este texto ensina que Deus faz mais que nos perdoar: ele apaga a mancha do pecado. E este é um processo contínuo. A morte de Cristo é um sacrifício de valor infinito para perdoar os que crêem, pois satisfez completamente a ira de Deus contra o pecado – este é o significado da palavra “propiciação”, usada em 1Jo 2.2.


Parece que a ressurreição do Senhor foi uma enorme surpresa para os apóstolos e para as mulheres da Galiléia que o serviam com seus bens (Lc 8.1-3). Por quê?


Parece que os discípulos não entenderam todas as implicações dos ditos de Jesus. A ressurreição faz parte essencial da pregação da igreja em todos os tempos. A esperança da futura ressurreição corporal dos crentes depende da ressurreição corporal de Cristo (1Co 15.1-19).


A aparição de Jesus a mais de 500 irmãos de uma só vez, a Tiago e a Paulo (1Co 15.6-8) foi antes ou depois da ascensão?


Antes da ascensão. Neste texto Paulo demonstrou a veracidade da ressurreição corporal de Jesus Cristo, ao apelar para testemunhas oculares confiáveis, que viram nosso Senhor ressurreto. A expressão “por mais de quinhentos irmãos de uma só vez” é significativa, pois exclui qualquer idéia de que a ressurreição tenha sido uma mera alucinação pessoal. No caso específico de Paulo a aparição de Jesus Cristo foi depois da ascensão – a frase “e, afinal” indica que estas aparições já tinham cessado, sendo concedido ao apóstolo o privilégio de ver o Senhor ressurreto, por ocasião de sua conversão.


Paulo diz que Jesus está reinando e colocando, agora, todos os inimigos debaixo de seus pés (1Co 15.25). Que inimigos são esses?

Esta é uma referência ao Salmo 110.1. É significativo que, no contexto, o único inimigo mencionado é a “morte”, que ainda não foi derrotada. Talvez esta exceção indique que os inimigos que Paulo tem em mente não são homens maus, mas os poderes espirituais da maldade. Uma implicação é que muitas vezes parece aos cristãos que os ímpios irão triunfar, mas esta aparência é temporária, pois, no fim, no clímax da história, Cristo Jesus, e mais ninguém, terá que reinar.


A Epístola aos Hebreus ensina que Cristo “aparecerá pela segunda vez, não para tirar pecados, mas para salvar os que estão esperando por ele” (9.28 BLH). Trata-se de um acontecimento literal ou não?

Sua volta será literal, num tempo desconhecido e inesperado, vista por todos, com conseqüências extraordinárias. Seu propósito é ressuscitar os santos, julgar o mundo e os ímpios, destruir os poderes malignos e restaurar a criação – este ensino é tão importante que é mencionado cerca de duzentas e cinqüenta vezes no Novo Testamento.


Créditos http://creationsciencenews.wordpress.com


Read more: http://rochaferida.blogspot.com/p/sobre-jesus.html#ixzz1Sg982Ju9

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entrevista com "lúcifer"






11 perguntas feitas para lúcifer:
Esta é uma entrevista fictícia, baseada em passagens da bíblia, mais é algo bem próximo da realidade para que todos fiquem de olhos bem abertos.





QUEM O CRIOU?
lúcifer: Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem.
(Ezequiel 28:15)

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas.
(Ezequiel 28:12,13)

ONDE VOCÊ MORAVA?
lúcifer: No Jardim do Éden, e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus.
(Ezequiel 28:13)

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
lúcifer: Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando.
(Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4)
ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
lúcifer: (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada.
(Ezequiel 28:13)

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
lúcifer: Isso não aconteceu de repente. Um dia, eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei, então, a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus.
(Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17)

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
lúcifer: Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por consequência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei, então, os verdadeiros propósitos do meu coração. ([Isaías 14:12-14)

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. (Apocalipse 12:3,4)

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus.
(1Pedro 5:8)

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu os estimulo a praticar o mal e confundo suas ideias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, dinheiro, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho.
(1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 corintios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9)

E SOBRE O FUTURO?
lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco.
(Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15)
"COMO DIZ O ESPÍRITO SANTO: HOJE, SE OUVIRDES A SUA VOZ, NÃO ENDUREÇAIS OS VOSSOS CORAÇÕES."
(HEBREUS 3:7,8)

agora veja a verdade sobre quem é lúcifer, quem é satanás e diabo, você vai se surpreender. veja o estudo completo em 
Lúcifer não é satanás: a verdadeira origem do mal 





fonte: rocha ferida

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A casa do Oleiro

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amizade verdadeira (o melhor amigo do homem)

o que um animal irracional pode ser tão mais fiel do que nós homens.
são exemplos como esse faz agente pensar 2 vezes em nossos atos.
em muitos momentos são melhores que nós



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O Tabernáculo


A PORTA
Todas as vezes que era armado, sua única porta (10m x 2,5m) ficava para o nascente. As 12 tribos faziam acampamento ao redor do Tabernáculo, formando grupos de 03 tribos à frente, 03 do lado direito, 03 do lado esquerdo e 03 na retaguarda. O Tabernáculo ficava sempre no meio do acampamento, indicando que Deus deseja estar no centro do nossas vidas. "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão pôr mim. - João 14:6.

"Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria." - Malaq. 4:2.


Uma cortina muito bonita, também chamado de "reposteiro" nas cores púrpura, carmesim, estofo azul e fundo branco, davam as boas vindas para os judeus ao adentrarem no átrio. Estas cores falam da santidade, realeza, servidão e divindade de Jesus Cristo.

Jesus Cristo é a única porta para se chegar a Deus.

Disse Jesus em João 10:9: "Eu sou a porta; se alguém entrar a casa; o filho fica entrará e sairá, e achará pastagens."

Outras referências: Ex. 27:9-19, 38:9-20, Hb 10:19-22, Ef. 2:11-13, Sl. 65-4, 96:8, Lv. 9:1-6, 6:9.

O Altar de Bronze' (Êx 27:1-5)

Quando o Israelita se aproximava do tabernáculo com o seu sacrifício e atravessava aquele portão de entrada ele encontrava entre ele e o tabernáculo um altar com um sacerdote ao lado. O altar de forma quadrada. Sua largura e comprimento era exatamente igual à altura da cerca de linho branco ao redor do átrio com 5 cúbitos (2,25 metros). Sua altura era de 3 cúbitos (1,35 metros) e foi feito de madeira de acácia revestida com bronze com chifres em cada canto.

Fora do altar de bronze não havia outro modo de se aproximar de Deus. A aliança com Yahweh, era uma aliança de sangue e então o animal inocente representava o pecador, e tomava o lugar dele no altar. É por isso que se colocava as mãos na vítima inocente, a seguir o violento corte na garganta. Uma imagem que faria sua pele se arrepiar, que trazia uma incrível consciência do pecado, e do seu salário que é a morte. Só então ele seria aceito e declarado limpo. O sangue do animal cobriria até o próprio Deus (O Cordeiro de Deus) que levaria o pecado de uma vez por todas.

O sacerdote então pegaria o sangue em uma bacia, e despejava o sangue ao pé do altar, e fazia o sacrifício, e o pecador iria para casa perdoado até o próximo pecado. Eram feitos sacrifícios ao longo do ano, mas o sacrifício anual era feito pelo sumo sacerdote no Dia da Expiação (Yom Kippur), uma vez por ano .para expiar os pecados da nação.

A Pia de Bronze' (Ex 30:17-21)



Era aqui, na Pia de bronze que os sacerdotes lavavam as suas mãos e seus pés antes de entrarem e saírem do Santo Lugar. A Pia foi feito com os espelhos de bronze das mulheres, e enchidas de água, para limpeza constante dos sacerdotes que ministravam na Casa do Senhor.

Seu Nome

A palavra "pia" significa um lavador, ou bacia de lavagem que contém água para lavagem. Os sacerdotes judeus foram ordenados a lavar as suas mãos e pés continuamente durante o serviço do tabernáculo.

Sua Posição

A pia foi colocada entre a porta do Santo Lugar e o altar.

(1) Ela estava depois do altar (primeiro o sacrifício)

O sacerdote em serviço, que entrava no portão do átrio exterior, tinha à frente o altar onde ele sacrificava como qualquer outro Israelita. Uma vez além do altar ele estava pronto para agir como sacerdote, pois na pia ele se preparou para o serviço de Deus. Então ele poderia ministrar no altar ou no Santo Lugar porque ele estava limpo.


O altar sempre veio primeiro para o sacerdote. Salvação e então o serviço. Deus se aproximou por meio do sangue e da água.

(2) Ela estava antes da porta (lave-se antes de entrar)

Dentro da porta do Santo Lugar haviam vasos que representavam o próprio Deus. Nenhum sacerdote ousaria entrar com qualquer rastro de impureza. " Sede santos como eu sou santo " foi ordenado aos sacerdotes.

(3) Ela vinha logo após a saída do Santo Lugar (lave-se antes de sair)


No átrio exterior tudo era de bronze. Dentro do Santo Lugar tudo era de ouro. Como o sacerdote saía da Presença de Deus após o serviço ele se lavava na pia.

Seu tamanho (Imensurável)

Nenhuma instrução acerca da medida, ou da forma e do tamanho são determinadas sobre a pia. A única coisa mencionada é que tinha uma base (Êx 31:9) o que facilitava o lavar, e foi feita de bronze sólido, sem nenhuma madeira. Também foi feito de espelhos:

Os sete candelabros de ouro (memorah)


O menorah dentro do Santo Lugar do tabernáculo era uma obra de beleza extraordinária e consistia em três partes principais: a base, a haste principal e as hastes filiais. Acima da base surgia uma haste vertical e dos dois lados desta haste, saíam três hastes filiais que se encurvam para o lado e acima. Cada uma das seis hastes filiais e a haste central terminavam em um pote feito em forma de uma flor de amêndoa aberta. No mesmo topo as pétalas abertas da flor seguravam uma luminária de óleo. Foram decoradas habilmente a haste central as filiais com aquele mesmo desenho de flor de amêndoa abertos com três em cada haste e quatro na haste central.

Nenhuma medida é determinada acerca do seu tamanho exato (quem pode medir a luz de Deus?). As sete luminárias de óleo que descansam nas pétalas de flor estavam como pequenos potes. Uma linha ou pavio de linho eram colocados na luminária, e o fogo nunca poderia apagar (Lv. 24:2).
1 Revelação do Mistério
Depois de toda essa explicação sobre o Candelabro vem a revelação do que seria exatamente os Sete Candelabro de Ouro, eles representam as Sete Igrejas da Ásia. Em Daniel 2.22 diz que “Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.” , e assim se fez foi revelado para nós o que significa os candelabro em Ap 1.20 “O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas.”, outro detalhe interessante é que haviam outras igrejas estabelecidas exemplo: Jerusalém, Antioquia da Síria, Colossos, Tessalônica, Roma, Filipos etc.

A MESA DO PÃO NO TABERNÁCULO


A mesa de pão, um dos instrumentos existentes dentro do Tabernáculo, era feito de madeira de acácia, e revestida com ouro puro. Medindo dois cúbitos (90 cm : 3 pés) de comprimento, um cúbito e meio (67.5 cm : 2.2 pés) de altura, e um cúbito (45 cm : 1.5 pés) de largura. Na mesa de pão 12 pedaços de pães cozidos eram sempre colocados, e este pão podia ser comido só por sacerdotes (Levítico 24:5-9).

Entre as características da mesa de pão estão: tinha uma armação de uma moldura ao redor dela; uma moldura de ouro estava ao redor desta armação; quatro argolas de ouro foram colocadas nos quatro cantos; e as argolas seguraram as varas de madeira de acácia revestida com ouro que eram usadas para transportar a mesa. Os utensílios na mesa - suas tigelas, copos, vaso, e cântaros para despejar - também

O Altar de Incenso


O altar de incenso era feito de madeira de acácia, e ele era quadrado, medindo um cúbito (45 cm : 1.5 pés) em ambos seu comprimento e largura, e 2 cúbitos em sua altura. Colocado dentro do Santo Lugar, o altar de incenso era revestido com ouro completamente, com uma borda de ouro ao redor deste. Quatro argolas de ouro foram colocadas debaixo de sua moldura para segurar as varas usadas para levá-lo. Neste altar de incenso, nada mais, mas só o santo óleo ungido e o doce incenso estavam para serem usados (Êxodo 30:22-25).

O altar de incenso estava onde o incenso de oração era oferecido a Deus. Mas antes de orarmos no altar de incenso, nós devemos primeiro descobrir se estamos qualificados orar a Deus neste altar ou não. Quem busca ser qualificado a clamar ao Deus santo deve primeiro estar sem pecado limpando seu pecado pela fé. Para fazer isso, deve se ser limpo de todos seus pecados pela fé do holocausto e da pia.

Deus não ouve as orações dos pecadores (Isaias 59:1-3). Por que? Porque Deus aceita só aqueles que foram lavados de todos os seus pecados crendo no evangelho da água e o Espírito. Porque Deus limpou todos os nossos pecados pela verdade manifestada nos fios azul, púrpura, e escarlate e o tecido de linho retorcido. Deus, em outras palavras, se agrada em ouvir somente as orações dos justos (Salmos 34:15, 1 Pedro 3:12).


A Arca da Aliança


Segundo se lê em Êxodo, 25:10:22, o Senhor instruiu os hebreus para construírem a Arca da Aliança

Mistério

Porque tantas estranhas e esotéricas instruções para a construção de um recipiente que se destinava a guardar as instruções de Deus aos seus eleitos? Algum motivo haveria de ter.
Em primeiro lugar, é sabido que a Arca deveria servir para depósito de três objetos de suma importância religiosa para os israelitas, porque representavam manifestações divinas de primeiro grau junto aos seus eleitos. Esses objetos eram as tábuas da Lei, contendo os Dez Mandamentos escritos diretamente pelas mãos de Deus; o outro era um pote contendo o Maná (alimento que Deus fez cair do céu para alimentar o faminto povo hebreu no deserto), e o terceiro objeto era o cajado de Arão, um pedaço de pau que floresceu milagrosamente, como prova de sua indicação para Sumo-Sacerdote da nascente religião hebraica. Esses três objetos eram símbolos da graça de Deus, manifestada para organização (a lei), o sustento (o maná) e o governo (o cajado) do povo de Israel.

Segredos Arcanos : Mas tanto a Arca da Aliança quanto o Tabernáculo construído para hospedá-la são claras alegorias que estão conectadas com ensinamentos iniciáticos do mais alto significado.
Em primeiro lugar os materiais de que ela era feita denotam um simbolismo estreitamente ligado ao ensinamento arcano: ouro e madeira de acácia. O ouro, desde as mais remotas eras é o metal sagrado por excelência. Considerado metal incorruptível, ele é o símbolo da perfeição entre os elementos da natureza e o corolário da mais fina obra universal. Dai a sua importância na arte da alquimia, por exemplo, onde a transformação do metal comum em ouro significa também o ideal do aperfeiçoamento espiritual no mais alto grau. Já a madeira de acácia era o símbolo da regeneração. Consta que os faraós, ao sentirem a aproximação da morte pediam para serem colocados aos pés de uma acácia para que ela os encontrasse embaixo dessa árvore sagrada. Essa providência ajudava o espírito a se libertar e encontrar o caminho da regeneração. Na Maçonaria a acácia também é cultuada como símbolo da regeneração espiritual.(1)

Quanto às características de tamanho da Arca, estas tinham a ver com a geometria sagrada. Dois côvados e meio de comprimento por um côvado e meio de largura, e a mesma medida da largura para a altura. Um côvado media aproximadamente 44,45 cm, o que perfaz cerca de 1,11cm para o comprimento e 66,6 cm para a largura e a altura da Arca. Esses números, na tradição cabalística, são representativos de verdades iniciáticas. Primeiro, os números ímpares são considerados divinos, enquanto os números pares são humanos. Na simbologia do oriente eles são positivos (Yin) e negativos (Yang). Na geometria sagrada o 1 é o número da divindade, enquanto o 6 é “número de homem”.(2)

Um gerador de energia?

Assim, as medidas pares e ímpares da Arca denotam a aliança entre o humano e o divino e condensam o segredo da manifestação da energia universal. Sua disposição geométrica, em termos arquitetônicos, foi especialmente planejada para servir como uma espécie de “pilha”, onde a energia universal seria acumulada. Segundo antigas tradições, esse era um artefato já conhecido pelos sacerdotes egípcios, que costumavam construir equipamentos semelhantes em seus templos.

Uma tradição egípcia muito antiga sustentava que esse tipo de artefato era proveniente da cultura Atlântida, que o usava como sendo um equipamento capaz de gerar a energia vital. Essa energia, chamada pelos Kahunas (indígenas da Polinésia) de Mana (Maná) é a mesma que os hindus denominam prana, os japoneses ki e os chineses chi. Ela é captada a partir das propriedades dos alimentos e do ar que respiramos. Dai o desenvolvimento de práticas iogues destinadas a captar essa energia através de exercícios apropriados. Dessa forma se entende a alimentação dos hebreus no deserto com o maná que caia do céu como um exercício por eles praticado para captar essa energia, capaz de mitigar inclusive a fome. Jesus também se referiu a essa energia em uma passagem do seu Evangelho quando ele diz aos seus discípulos: “eu para comer, tenho um manjar que vós não conheceis.”(3)

Tradições cabalistas também ensinam que as Tábuas da Lei, que Moisés guardou dentro da Arca, não continha somente os Dez Mandamentos. Estes eram, na verdade, apenas regras escritas acerca de comportamentos que Deus teria ditado aos hebreus. A energia que fluía da Arca Sagrada, entretanto, não provinha diretamente das pedras que continham a lei, mas sim do testemunho que Deus deu a Moisés, ou seja, o ensinamento secreto que Ele lhe comunicou. Esse ensinamento seria a correta interpretação e a utilização da Árvore da Vida, fórmulas sagradas que lhe permitia invocar o Nome Sagrado de Deus para ativar a energia que essa fórmula mágica encerrava. Daí a ênfase colocada nos comandos “porás na Arca o testemunho que eu te dei”, que aparecem duas vezes no texto que ensina como a Arca deve ser construída. (4)
Por isso somente os sacerdotes levitas (consagrados) poderiam transportá-la ou tocá-la. E apenas o Sumo-Sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz da Shekinah se manifestava, entrava no Altar do Santo dos Santos, onde ela estava depositada, para invocar o Santo Nome.(4)

A história e o mito

O Mito da Arca da Aliança sempre excitou a imaginação dos povos. Não é toa que todos os inimigos de Israel, ao invadir Jerusalém, tinham em mente se apossar desse glorioso artefato. Segundo a narrativa bíblica, a Arca da Aliança desapareceu após a pilhagem do Templo de Jerusalém, feito pelos soldados de Nabucodonosor, em 587 a.C. Alguns historiadores acreditam que os próprios judeus a esconderam ou a destruíram para evitar que caísse em mãos inimigas. Outros acham que ela foi levada para a Babilônia onde desapareceu entre os tesouros capturados pelos caldeus .

Já o segundo livro dos Macabeus informa que o profeta Jeremias teria ordenado que a Arca fosse levada até o Monte Nebo, para ali ser escondida em uma caverna. Esse lugar, segundo o profeta, deveria ficar desconhecido até que Deus reunisse novamente seu povo e dele tivesse misericórdia. Mas segundo acredita a maioria dos historiadores, a Arca foi capturada pelos egípcios por ocasião da guerra travada entre o Egito do faraó Necao e o rei Josias, de Judá, no século VII a. C. Nesse caso, ela teria sido levada para o Egito e depositada no templo de Amon-Rá. Mais tarde, quando os persas conquistaram o Egito ela teria sido levada para a Etiópia, onde até hoje estaria depositada, numa capela da cidade de Aksum.(5)

O Arquétipo

Arca da Aliança não era, como se pensa, uma criação originariamente israelita. Ela era um artefato utilizado por muitas civilizações antigas como símbolo da Matriz Natural, onde se guardava o Segredo da Criação. Nesse sentido, a Arca da Aliança também é um símbolo compartilhado pelo inconsciente coletivo da humanidade. Na mitologia grega ela simboliza a Caixa de Pandora, onde todas as energias do Universo estavam encerradas na forma das virtudes e desejos humanos. Na mitologia japonesa ela aparece na lenda de Urashima Taro, como o invólucro que encerra o tempo. Em alquimia ela simboliza o athanor (recipiente hermético) onde o “ovo filosófico” é chocado. Simbolicamente ela é o inconsciente do homem, onde a sabedoria(a energia do universo) está depositada, mas só é revelada a quem dela se faz merecedor. Dessa forma, a Arca da Aliança é um dos mais fascinantes arquétipos que o inconsciente coletivo da humanidade já desenvolveu.
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A TENDA


Era o Tabernáculo propriamente dito. Composto de dez cortinas e dez cobertas, sustentadas pôr uma armação de tábuas de cetim (acácia) recobertas de ouro. Eram todas iguais no comprimento e largura.

Montada, a tenda formava um retângulo 15m de comprimento, 5m de largura e 5m de altura.

Em sua entrada encontrava-se um novo reposteiro (cortina) com as mesmas cores do reposteiro da entrada do átrio: púrpura, carmesim, azul e branco. Este, igualmente à porta do átrio, media 10m de comprimento. Esta porta dava acesso ao primeiro compartimento da tenda que se chamava "santo".


Você está na porta da tenda, já passou pelo altar do holocausto, pela pia de bronze com a água, agora está diante de toda a riqueza do tabernáculo.

Observe à sua esquerda e veja o candelabro (candeeiro) todo de ouro e à sua direita a mesa com os pães da propiciação. À frente, próxima à cortina (véu) que dividia o Santo do Santíssimo (Santo dos Santos), podia-se localizar o Altar de Incenso.

Após a Cortina (véu), ficava o Santo dos Santos. O único imobiliário do Santíssimo era a Arca da Aliança e seu Propiciatório (tampa), que estava justamente no santíssimo, cujas medidas formava um cubo perfeito (5x5x5m). A Nova Jerusalém tem a mesma característica.


Compare com Ap. 21:16 - "A cidade era quadrangular; e o seu comprimento era igual à sua largura. E mediu a cidade com a cana e tinha ela doze mil estádios; e o seu cumprimento, largura e altura eram iguais."


Observe a seqüência dos mobiliários procurando visualizar tudo de uma só vez, desde o Altar até a Arca. Não lhe lembra algo muito familiar? Não formaria uma cruz esses objetos?

"os quais servem àquilo que é figura e sombra das coisas celestiais" - Hebreus 8:5.


MATERIAL

Todo material usado no Tabernáculo constituem tipos que merecem destaque.

Madeira
Madeira de lei, chamada de cetim ou acácia foi a usada para a construção. A Madeira simboliza a humanidade de Jesus. Todas as tábuas do tabernáculo e seus móveis eram feitos com essa madeira, exceto a pia (cobre) e o castiçal que era de ouro maciço. A árvore que dava esta madeira crescia no deserto e faz-nos pensar na humanidade do Senhor Jesus como diz o profeta Isaías: "raiz duma terra seca" (Is 53:2).

Linho
O Linho Branco fala-nos da pureza e santidade de Jesus, homem perfeito.

Cobre
Era usado para revestir as colunas do pátio, suas bases e o altar para holocausto. A pia (ou lavatório) e os cravos (pregos) eram de cobre maciço. Este metal nos fala do juízo e julgamento do pecado.

Prata
Este metal foi usado para confeccionar os ganchos de sustentação das cortinas e nos capitéis que as ornamentavam e as bases das tábuas. Simboliza o resgate, redenção pelo sangue de Jesus

Ouro
Metal mais precioso empregado no Tabernáculo. Foi usado para recobrir a mesa dos pães, o altar do incenso, a Arca, e as cinco colunas que sustentavam o cortinado da entrada. De ouro maciço era o Candelabro, o Propiciatório (tampa da arca) e os dois querubins. Simboliza a glória de Deus, sua realeza e divindade de Cristo.


AS CORES

Nos dois reposteiros (cortinas) do átrio e da tenda, aparecem as mesmas cores: púrpura, carmesim, branco e azul. Todas essas cores apontam para Jesus e são descritas nos quatro evangelhos.

Púrpura
Cor da realeza. O evangelho de Mateus cita Jesus como o "Filho de Davi", enfatizando que Jesus é o nosso Rei. Todo soberano deve provar sua descendência real, e isto é feito em sua genealogia.

Carmesim
Cor de sangue e aponta para Jesus como "servo sofredor". Marcos destaca esta condição em seu evangelho. Aqui não há genealogia, o destaque é para o "servo".

Branco
Lembra a pureza e a santidade de Cristo, salientado pôr Lucas. Este é o evangelho do Filho do Homem. Jesus é mostrado como o "homem perfeito", e seu caráter justo. Apresenta a genealogia do homem ilustre e nobre.

Azul
Aponta para o Céu, de onde veio e para onde retornou o Senhor Jesus Cristo. Tipifica sua "divindade" e está presente no livro de João. A genealogia não é apresentada, pois Deus não tem ascendência. Ele existe para sempre.

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O Monte Ebal junto a Siquém na Bíblia: É este fato altar de Josué?

O Altar de Josué sobre o Monte Ebal
No início de fontes israelitas Siquém é considerado um lugar central sagrado para as tribos que vem para tomar a terra. Além disso, a santidade de Siquém também encontra expressão nas histórias dos Patriarcas. Quando Abraão e os seus emigraram da Mesopotâmia para a terra de Canaã, Siquém apareceu em primeiro:

"E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até o carvalho de Moré. E estavam então os cananeus na terra. E o Senhor apareceu a Abrão, e disse: "À tua descendência darei esta terra", e edificou ali um altar ao Senhor, que lhe apareceu"(Gênesis 12:6-7).

Esta tradição foi continuada por Jacó: "E chegou Jacó em paz à cidade de Siquém, que está na terra de Canaã, quando veio de Padã-Arã, e acamparam em frente da cidade. E ele comprou a parte do terreno, onde ele tinha a sua tenda, ao lado dos filhos de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata. E ele ergueu ali um altar, e invocou a Deus, o Deus de Israel "(Gênesis 33:18-20) .


O livro de Josué descreve o desempenho deste mandamento: "Então, Josué edificou um altar ao Senhor, o Deus de Israel, no monte Ebal, como Moisés, servo do Senhor, ordenara aos filhos de Israel, como está escrito no livro da lei de Moisés, um altar de pedras brutas, sobre o qual ninguém tinha levantado qualquer ferramenta; e ofereceram sobre ele holocaustos ao Senhor, e sacrificaram ofertas. E ele escreveu ali em pedras uma cópia da lei de Moisés, que ele escreveu diante dos filhos de Israel "(Josué 8:30-32).

Nenhum estudioso contesta o fato de que esta é uma tradição extremamente importante e autêntica que trata de um acontecimento central na vida das pessoas daquele povo. Todos concordam que este evento teve lugar no Monte Ebal. Quanto à data do evento e a data em que foi gravado, no entanto, há pontos de vista diferentes. Outra tradição, em Joshua 24, atribui especial importância a Siquém. Josué fez uma aliança com o povo ", e definiu-lhes um estatuto e direito em Siquém" (Josué 24:25). De acordo com o relato bíblico, Siquém e seus arredores foram de grande importancia para a união emergente das tribos de Israel. O altar central foi erguida no monte. »Ebal, e então Israel tornou-se um povo para o Senhor teu Deus "(Deuteronômio 27:9) e o estatuto e ordenança"(seja lá isso significa expressão obscura) foi dada ao povo em Siquém.


Até agora, a pesquisa arqueológica não foi abundante no período da colonização israelita. Na maioria dos lugares importantes mencionados nas histórias conquista, como Jericó, 'Ai', Arad, e outros, nenhum não foi encontrado sinais da destruição no final da Idade do Bronze, que estaria de acordo com o relato bíblico.

Pesquisas arqueológicas intesas e recentes na região montanhosa central, porém, revelam claramente o processo de colonização israelita como um movimento de conquista importante da época (1250-1100 aC). Centenas de recém-fundadas colônias, pequenos povoados que foram estabelecidas em curto prazo, loteamentos na região montanhosa das tribos de Manassés, Efraim e Benjamim. Os colonizadores usaram um tipo de cerâmica característica da época e as suas casas eram geralmente construídas em três ou quatro planos de sala. Apesar da cerâmica israelita e a arquitectura terem sido influenciadas pelos cananeus, eles apresentam algumas características importantes e originais. Em nossa pesquisa da região montanhosa de Manassés, fomos capazes de estudar a ecologia da colonização israelita e, utilizando novos métodos de investigação, conseguimos reconstruir o processo pelo qual o povo penetrou na região montanhosa central da Transjordânia oriental.

Evidentemente, o início da penetração ocorreu em algum momento do século 13 AC, e foi feito por grupos de pastores semi-nômades a partir da fronteira do deserto, por meio de um canal "ecológico" de Wadi el Far'a (Nahal Tirza). Muitos locais com cerâmica antiga típica do período de conquista foram descobertos ao longo do fértil e bem regado vale deste riacho, que é cercada por pasto amplo. Na próxima fase os israelitas se estabeleceram ao longo das bordas dos vales internos na região montanhosa de Manassés, Tebes, Tubas (bíblico), Zebabdeh, Sanur, Dothan, e outros. Com uma economia baseada na cultura da oliveira e uva, que doravante iria caracterizar habitação dos israelitas da região montanhosa, não surgiu até o processo final de conquista, ao fim no final do século XII AC. Como este processo é complexo e fascinante e era desenvolvimento, as pessoas religiosas e práticas rituais tomavam sua forma. O local de culto no Monte Ebal cumpria os três critérios necessários para identificar um local bíblico: cronológico (início da colonização israelita), geográfica, bem como a natureza do local (centro de um culto com um altar de holocausto). Perante esta análise, a identidade da história bíblica e este local como o primeiro inter-tribal centro das tribos israelitas não se pode ter duvida alguma.

Esta é a primeira vez que um centro de culto israelita completo, incluindo um altar para holocaustos, está disponível para estudo. Graças ao rei Josias e atividades do rei Ezequias para acabar com a "lugares altos", apenas dois pequenos altares para holocausto foram descobertos em Israel, um em 'Arad e outro (descoberto não intacto) em Berseba, e ambos datam de um período relativamente tardio.

O altar do Monte Ebal não é apenas o mais antigo e completo, como também o protótipo do altar israelita para oferta queimada nos períodos do Primeiro e do Segundo Templo. A influência mesopotâmica arquitetônica(Abraão vei da Mesopotâmia) sobre a estrutura do altar também é muito interessante, tanto na sua construção e reforço como na orientação de seus cantos para o norte, sul, leste e oeste.

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Pai, o que é uma Sarça?

Estes dias eu estava contando a história de Moisés para meu filho, ele constantemente me interrompia fazendo perguntas as vezes lógicas e outras vezes absurdas.

Uma destas perguntas foi;

_ Pai, o que é uma Sarça?

Eu respondí que era uma espécie de espinheiro. E então ele me perguntou o que era um espinheiro, e me fez ainda mais umas três perguntas ligadas a este tema.

Bom, para ele e para os blogueiros que tem um filho curioso como o meu, vai aí algumas informações sobre a tal da Sarça.


A Sarça ("Seneh" em hebraico, origem do topônimo "Sinai") é uma planta espinhosa da família das fabáceas, gênero Acácia, o mesmo das árvores conhecidas genericamente no Brasil pelo vernáculo "Jurema" .

Esta árvore, também conhecida pelo nome de "Shittim", é citada na Bíblia várias vezes.

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O bezerro de Ouro ( Êxodo 32:2-5 )


V:2
Se o irmão de Moisés tivesse tido fé e firmeza de caráter, este triste incidente da história de Israel poderia ter sido evitado.

Durante sua permanência no Egito, os hebreus tinham se acostumado com as formas materiais da deidade.

Por isso era tão difícil para eles confiar num Deus invisível.

Alarmado pela loucura desenfreada do povo, e vendo em perigo sua própria segurança, Arão se rendeu diante as exigências da multidão ao invés de defender, com toda nobreza e valor, a honra de Deus.

_ Tudo bem, agora escutem todos! Vocês querem deuses? Então tirem os brincos de ouro que as suas mulheres, os seus filhos e as suas filhas estão usando e tragam para mim.

V:3
Então os israelitas tiraram das orelhas os brincos de ouro e os trouxeram a Arão.

V:4
Ele pegou os brincos, derreteu, derramou o ouro dentro em um molde e fez um bezerro de ouro.

O bezerro era algo natural aos israelitas, pois estavam acostumados ao culto ao deus Apis no Egito.


Também os cananeus representavam Baal (Senhor), ou Moloque, como um touro, símbolo para eles de força e fertilidade, em cujo culto eles praticavam atos de imoralidade sexual.

Então alguns disseram:
_Estes sim é o nosso deus, que nos tiraram do Egito!

A foto abaixo mostra o altar do bezerro de ouro feito por Arão (Êxodo 32.5) que foi reconhecido pelas autoridades árabes como um tesouro arqueológico, sendo vigiado por guardas.


Muitos desenhos (petroglífos) de vacas e touros no estilo egípcio foram encontrados no altar. Os árabes ficaram admirados com a descoberta pelo fato deste estilo não ter sido achado em qualquer outro lugar na Arábia Saudita. Aqui estão alguns deles:




Todo esse tesouro arqueológico foi encontrado conservado e praticamente intacto devido ao fato da região ser no meio do deserto, longe de oásis como o de Elim, ainda existente.

V:5
pois bem, então Arão construiu um altar diante do bezerro de ouro e anunciou ao povo:

_ Amanhã haverá uma festa em honra de Deus, o SENHOR que nos tirou do Egito.

Sentindo a aprovação popular, Arão se identificou ainda mais com esta apostasia declarando do que fariam "festa", vejam só.

Note neste versículo que a festa era para ser dedicada ao SENHOR (Jeová).

Israel não estava planejando abandonar Deus totalmente.

Eles simplesmente desejaram uma imagem visível dEle.

Arão deu um lamentável espetáculo quando vacilou tão rapidamente diante da multidão.

Os por sua vez, israelitas acharam natural fazer a estátua de um novilho, para representar o Deus que os havia levado até ali.

Mas, ao fazer isso, eles se esqueceram dos primeiros dois mandamentos do SENHOR.

Eles podiam ter boas intenções, podiam ser sinceros, podiam mesmo pensar que estavam cultuando a Deus, mas isso não desculpava a sua desobediência.

Mesmo se não fazemos ídolos, podemos ser culpados de procurar moldar nosso Deus à nossa imagem para ajustá-lo às nossas expectativas, desejos e circunstâncias.

Devemos sempre recorrer à sua Palavra para nos lembrar de como Ele realmente é, qual é a Sua vontade, como devemos nos aproximar dEle, com que espécie de sacrifícios Ele se agrada e de que forma Ele deve ser adorado.

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O santo graal ( mito ou verdade)

O Cálice Sagrado em que Jesus teria bebido é um mistério muito maior do que uma simples leitura de romances arthurianos pode revelar. Ele teria realmente existido? Resistiu ao tempo? Quem eram seus guardiões?


Em um país de maioria católica como o Brasil, a figura do Graal é tida, comumente, como a da taça que serviu Jesus durante a Última Ceia e na qual José de Arimateia teria recolhido o sangue do Salvador crucificado proveniente da ferida no flanco provocada pela lança do centurião romano Longino ("Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados perfurou-Lhe o lado com uma lança e logo saiu sangue e água" - João19:33-34). A Igreja Católica não dá ao cálice mais do que um valor simbólico e acredita que o Graal não passa de literatura medieval, apesar de reconhecer que alguns personagens possam realmente haver existido. É provável que as origens pagãs do cálice tenham causado descontentamento à Igreja. Em Os mistérios do Rei Artur, Elizabeth Jenkins ressalta que "no mundo do romance, a história era acrescida de vida e de significado emocional, mas a Igreja, apesar do encorajamento que dava às outras histórias de milagres, a esta não deu nenhum apoio, embora esta lenda seja a mais surpreendente do ponto de vista pictórico. Nas representações de José de Arimateia em vitrais de igrejas, ele aparece segurando não um cálice, mas dois frascos ou galheteiros". Alguns tomam o cálice de ágata que está na igreja de Valência, na Espanha, como aquele que teria servido Cristo mas, aparentemente, a peça data do século XIV. Independente da veneração popular, esta referência é fundamental para o entendimento do simbolismo do Santo Graal já que, como explica a própria Igreja em relação à ferida causada por Longino, "do peito de Cristo adormecido na cruz, sai a água viva do batismo e o sangue vivo da Eucaristia; deste modo, Ele é o cordeiro Pascal imolado".


Origem - A etimologia da palavra Graal é um tanto duvidosa, mas costuma-se considerá-la como oriunda do latim gradalis - cálice. Com o brilho resplandecente das pedras sobrenaturais, o Graal, na literatura, às vezes aparece nas mãos de um anjo, às vezes aparece sozinho, movimentando-se por conta própria; porém a experiência de vê-lo só poderia ser conseguida por cavaleiros que se mantivessem castos. Transportado para a história do Rei Arthur, onde nasce o mito da taça sagrada, encontramos o rei agonizante vendo o declínio do seu reino. Em uma visão, Arthur acredita que só o Graal pode curá-lo e tirar a Bretanha das trevas. Manda então seus cavaleiros em busca do cálice, fato que geraria todas as histórias em torno da Busca do Graal. É interessante notar que a água é uma constante na história de Arthur. É na água que a vida começa, tanto a física como a espiritual. Arthur teria sido concebido ao som das marés, em Tintagel, que fica sob o castelo do Duque da Cornualha; tirou a Bretanha das mãos bárbaras em doze batalhas, cinco das quais às margens de um rio; entregou sua espada, Excalibur, ao espírito das águas e, ao final de sua saga, foi carregado pelas águas para nunca mais morrer. Certo de que sua hora havia chegado, Arthur pede a Bedivere que o leve à praia, onde três fadas (elemento ar) o aguardam em uma barca. "Consola-te e faz quanto possas porque em mim já não existe confiança para confiar. Devo ir ao vale de Avalon para curar a minha grave ferida", diz o rei. Avalon é a mítica ilha das macieiras onde vivem os heróis e deuses celtas e onde teria sido forjada a primeira espada de Arthur - Caliburnius. Na Cornualha, o nome Avalon - que em galês refere-se à maçã - é relacionado com a festa das maçãs, celebrada durante o equinócio de outono. Acreditam alguns que Avalon é Glastonbury, onde tanto Arthur quanto Guinevere teriam sido enterrados. A abadia de Glastonbury, onde repousaria o casal, é tida também como o lugar de conservação do Graal.


José de Arimateia era assim conhecido por ser de Arimateia, cidade da Judeia. Homem rico, senador da época, era membro do Sinédrio, o Colégio dos mais altos magistrados do povo judeu. Também conhecido como `Sanhedrin´, formava a suprema magistratura judaica. A Bíblia relata que ele era discípulo de Cristo, mesmo que secretamente (Joao 19:38)




Segundo os evangelhos, José de Arimateia, juntamente com Nicodemos, providenciou a retirada do corpo de Cristo da cruz após solicitação feita a Pôncio Pilatos. Era o dono do sepulcro onde Jesus Cristo, seu amigo, foi embalsamado, numa esplanada a cerca de 30 metros do local da crucificação e de onde ressuscitou três dias depois da morte. Após a retirada do corpo de Jesus, foi preso por seguir a doutrina dele; ficou muitos anos preso. Caifás queria que ele ficasse preso até morrer, mas como José era muito inteligente para negócios lucrativos , o governador depois de Pôncio Pilatos, conversou com os membros do Sinédrio e convenceu a soltá-lo; ambiciosos pelos lucros que ele traria, libertaram Arimateia. José de Arimateia além de trazer riquezas para a sua região, aproveitou as viagens para divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo. Atribui-se também a José o lençol de linho em que Jesus foi envolvido, conhecido como Santo Sudário.



De acordo com algumas lendas, José de Arimateia, , teria ficado de posse do cálice da Santa Ceia, levando-o para a Europa. Este cálice ficou conhecido como o Santo Graal, tão mencionado nas Lendas Arturianas.

Diz-se que durante sua permanência na Cornualha, Jesus havia recebido em dádiva um cálice de um druida convertido ao cristianismo (isto entendido como "o que era pregado por Cristo"), e por aquele objeto Jesus tinha um carinho especial. Após a crucificação, José de Arimatéia quis levá-lo, santificado pelo sangue de Cristo, ao seu antigo dono, o druida, que era Merlin, traço de união entre a religião celta e a cristã. É na obra de Robert de Boron, José de Arimatéia, que o mito retrocede no templo até chegar a Cristo e à última Ceia. José de Arimatéia era um judeu muito rico, membro do supremo tribunal hebreu - o Sinédrio. É ele que, como visto nos evangelhos, pede a Pilatos o corpo de Jesus para ser colocado em um sepulcro em suas terras.



José de Arimateia, um "judeu-cristão"
Robert de Boron conta que os judeus, ao descobrirem José de Arimateia  prendem-no em uma cela sem janelas onde todos os dias uma pomba se materializa deixando-lhe uma hóstia, seu único alimento durante todo o cárcere, graças ao qual sobrevive. José esconde a taça que Jesus usou na Última Ceia, a mesma que ele próprio usou para recolher o sangue de Cristo antes de colocá-lo na tumba. Ao ser libertado, viaja para a Inglaterra com um grupo de seguidores e funda a Segunda Mesa da Última Ceia, ao redor da qual sentam doze pessoas (conforme a Távola Redonda). No lugar de Cristo é colocado um peixe. O assento de Judas Escariotes fica vazio e quando alguém tenta ocupá-lo é "devorado pelo lugar" de forma misteriosa.

A partir desse momento esse assento é conhecido como a Cadeira Perigosa (mesmo nome do assento da Távola Redonda que também ficava vazio e só poderia ser ocupado pelo "cavaleiro mais virtuoso do mundo". Em algumas versões, é o assento de Lancelot que sempre fica vazio. Lancelot, o mais dedicado cavaleiro, que assim como Judas em relaçao a Jesus, era o que mais amava Arthur e também o que o traiu).


José de Arimateia fundou sua congregação em Glastonbury. No lugar onde teria edificado sua igreja com barro e palha há os restos de uma abadia muito posterior. A mesma onde se diz estarem enterrados Arthur e Guinevere e onde estaria o Santo Graal.




José de Arimateia foi, portanto, o primeiro custódio do Graal. O segundo teria sido seu genro, Bron. Algumas seitas sustentam que o ciclo do Graal não estará fechado enquanto não aparecer o terceiro custódio. Esta resposta parece vir com A Demanda do Graal, de autor desconhecido, que coloca Galahad como único entre os cavaleiros merecedor de se tornar guardião do Graal.



Até século 12, cálice da Santa Ceia não era famoso; poetas deram início à saga.
Trama de 'Código da Vinci' envolvendo Graal mistura fraudes e erros históricos.



Recipientes de cerâmica usados na Judéia durante o século 1 da Era Crista Graal usado na Santa Ceia teria aspecto parecido. 



A lenda do Santo Graal virou, nos últimos tempos, uma espécie de ímã para quase todo tipo de lixo cultural e teorias estapafúrdias. Por isso, é bom colocar as coisas em pratos limpos: o famoso objeto não tem absolutamente nada a ver com Maria Madalena, com os Cavaleiros Templários ou com a sociedade secreta fictícia conhecida como Priorado de Sião. E, aliás, o Graal também não tem nada a ver com Jesus Cristo.

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A lança do destino, a lança que furou o lado de Jesus






"Um soldado tomou uma lança e furou-lhe o lado, e saiu sangue e água. Novamente Jesus clamou com alta voz e entregou seu fôlego. E eis que a cortina do Santuário rasgou-se em dois, do alto a baixo, e a terra tremeu, e as rochas se fenderam"

(Mateus - Cap. 27, Vs. 49/51)


"A Lança do Destino - O Poder Oculto Por Trás da Lança que Feriu o Lado de Cristo" - é o título que absolutamente não aborda uma ficção ou lenda. A História tem, de fato, não só as suas sutilezas como também as suas mais estranhas nuances. Que mistério guardaria a lança que um centurião romano cravou no peito de Jesus durante os momentos da sua crucificação?



Impiedosamente, o centurião romano cujo nome era Gaius Cassius Longinus, capitão da guarda do templo, cravou a sua lança no peito de Jesus. O sangue e a água que verteram do ferimento espirraram nos seus olhos - que eram virtualmente cegos devido às cataratas que lhe tolhiam quase que completamente a visão. Como um milagre, Longinus limpou os olhos e imediatamente recuperou totalmente a faculdade da visão! Sabe-se que, mais tarde, o centurião, profundamente arrependido do seu ato insano e cruel, convertera-se ao Cristianismo.


Nesta antiga tapeçaria medieval, datada do ano 1175, vemos uma cena alusiva ao fato.












Os romanos, interventores e governantes de quase todo o mundo antigo, foram os primeiros a se apoderarem da lança que feriu Jesus, pelo fato de a considerarem dotada de poderes mágicos, guardando-a como um valioso troféu.








A lança que feriu o peito de Jesus (foto), conhecida pelos nomes de "A Lança do Destino", "A Lança Sagrada", ou ainda "A Lança de Longinus", transformou-se através dos tempos, juntamente como o Santo Graal, a Coroa de Espinhos e o Sudário de Turim, em um dos símbolos místicos máximos do Cristianismo. Diziam as antigas Tradições que aquele que a possuísse tornar-se-ia o senhor do mundo, invencível e dotado dos mais ilimitados poderes. Porém, não é mesmo verdade que todas as coisas têm o seu preço?





Detalhes da ponta e de parte do corpo da Lança. Mais apropriadamente um gládio, era um temível artefato bélico romano, extremamente cruel e letal, elaborado de modo a causar severas lesões e graves hemorragias nas suas vítimas.









Herodes, cognominado "O Grande", rei da Judéia entre 37 A.C e 4 D.C, é tido como um dos seus primeiros proprietários. Em 570 D.C., os registros históricos dizem que ela esteve exposta na Basílica de Mont Sião - em Jerusalém - juntamente com a coroa de espinhos. Justamente por isso, pelo caráter considerado sagrado da Lança, os Cruzados receberam a missão de recuperar esse valioso tesouro, levando-o desde a Terra Santa diretamente aos domínios da Igreja Católica, em Roma.




Através dos tempos, a Lança do Destino despertou a cobiça e a ambição de várias personalidades históricas (aqui não necessariamente dispostas na ordem cronológica). Os Imperadores Constantino e Justiniano (mosaico, acima) foram algumas delas.






O Papa Inocêncio VIII foi um outro detentor da Lança Sagrada. Não se conhece a exata razão, e tampouco os obscuros motivos, de ela ter saído dos domínios e também da posse do Vaticano, vindo a cair posteriormente nas mãos de vários governantes, guerreiros e soberanos leigos. Dizem que a Lança do Destino, pelo fato de ter tocado o corpo e o sangue sagrado de Cristo, possuía a faculdade de curar. Mas, infelizmente, somente veio a cair em mãos erradas e ambiciosas que assim possivelmente perverteram a sua maior e mais sublime característica.




...... Assim como Carlos Magno (ilustração) que a transportou como talismã mágico por 47 batalhas, e também Otto "O Grande"; Theodosius; Alarico (o rei visigodo que saqueou Roma);.











o general Charles Martel Frederick Barbarossa e também muito outros. Contudo, a Lança do Destino parecia levar consigo uma espécie de maldição. Todos aqueles que a possuíram, de fato obtiveram a glória e o poder - porém extremamente temporários - vindo a morrer misteriosamente um pouco depois de obtê-la. Alguns deles morreram imediatamente após tê-la deixado cair ao chão. Sabe-se também que ela desapareceu misteriosamente da Biblioteca Nacional de Paris, durante a Revolução Francesa.



Napoleão Bonaparte foi mais um daqueles que tudo fizeram para se apoderar da Lança Sagrada. Não se sabe se foi graças ao místico poder por ela dispensado que o Corso quase dominou o mundo com os seus poderosos exércitos, vindo, contudo, repentinamente a sofrer uma grande derrocada - morrendo exilado, desprezado, debilitado e além de tudo totalmente louco.





O Kaiser Wilhelm, igualmente um outro governante que se apoderou da Lança. Teve o mesmo trágico destino dos outros. E assim, por cerca de mil anos, pelo menos 45 imperadores detiveram a sua posse.











De mão em mão, a Lança de Longinus finalmente chegou à propriedade dos Hapsburgs, na Áustria, tendo passado por vários dos seus soberanos, os quais abriram mão da sua posse e guarda......






.... Até finalmente ter sido cuidadosamente guardada no Hofsburg Treasure Museum, em Viena.








Contudo, mais modernamente, a tradição mágica e oculta da Lança do Destino chegou ao conhecimento de mais alguém:












Richard Wagner, era um dos compositores nacionalistas favoritos de Hitler. A sua música ardente promovia os ideais de uma nova sociedade e fortemente insinuou as bases do Partido Nacional Socialista. E foi exatamente na sua ópera denominada "Persival" que o tema da Lança de Longinus foi enfocado, despertando assim a atenção do jovem Adolf Hitler. Sabe-se que Hitler fez inúmeras visitas ao Museu Hofsburg, detendo-se fascinado por longos períodos de tempo diante daquele sagrado artefato. Segundo aquilo que escreveu:


- "Eu percebi de imediato que este era um momento importante em minha vida.... Fiquei lá, silenciosamente contemplando-a por vários minutos alheio a tudo ao meu redor. Ela me pareceu conter um significado secreto e profundo que fugiu a minha compreensão, um significado que senti em meu íntimo que ainda não poderia fazê-lo vir à tona de meu inconsciente... Senti como se eu próprio a tivesse segurado em minhas mãos há alguns séculos atrás e que eu próprio uma vez a reclamei como meu talismã do poder e mantive o destino do mundo em minhas mãos. Que espécie de loucura era essa que invadia a minha mente e crescia como um tumor em meu peito?".



E não tardou muito para que Hitler ascendesse ao poder supremo da Alemanha, tornando-se um líder - um ditador poderoso e plenipotenciário.







Heinrich Himmler, membro da Gestapo e, por assim dizer, um dos "mestres espirituais de Hitler", era um profundo estudioso das Ciências Ocultas. Por sua vez, Hitler, mantinha um grande interesse por artefatos e relíquias religiosas e logo não tardou a ambicionar a posse da Lança de Longinus. E foi por forte influência sua, que a primeira providência de Hitler ao invadir com os seus exércitos a Áustria, em abril de 1938, foi exatamente determinar a apreensão e o imediato confisco da Lança do Destino.


O Dr. Walter Stein, relembrando os momentos de setembro de 1912 em que Hitler constantemente visitava Casa do Tesouro em Viena, declarou: - - "Naquela ocasião em que primeiro ficávamos de um lado para outro na frente da Lança do Destino, me pareceu que Hitler se encontrava num transe tão profundo que passava por algum tipo de catarse e um total eclipse de seu subconsciente". E justamente referindo-se a esses acontecimentos, o próprio Hitler revelou durante uma entrevista à Imprensa: - "Vaguei como um sonâmbulo por onde a Providência me conduziu".


O fato é que, obtendo o poder da Lança do Destino - e assim como todos os outros que ambicionavam por seu intermédio a força ilimitada e a conquista do mundo - Hitler tornou-se um dos maiores guerreiros da História e os seus exércitos tornaram-se tão ou mais poderosos do que o antigo Império Romano, chegando mesmo a quase conquistar o poder temporal do globo. Uma fantástica tecnologia súbita e inexplicavelmente lhes foi concedida e assim a Alemanha nazista prosseguia implacável nos seus sonhos ilimitados de conquista e glórias.


E assim, mais uma vez, a águia, a marca dos conquistadores - tanto nos velhos tempos do Império Romano quanto nos dias de hoje - percorreu o mundo invadindo países e expandindo a sua sombra atemorizante. Por trás de tudo, porém, existia uma seita hermética voltada para seus rituais mágicos de iniciação, tendo como suporte certos objetos e simbolismos originários dos mais recuados tempos e das perdidas civilizações do planeta Terra. A Lança de Longinus era, também, um elevado objeto de culto do nazismo!



Contudo, assim como aconteceu a todos os demais conquistadores detentores da Lança, após vários e inexplicáveis revezes, subitamente o poder de Hitler lhe foi implacavelmente retirado. Em 30 de abril de 1945, as tropas aliadas invadiram, arrasaram e tomaram Nuremberg e Berlim - a outrora toda poderosa capital da Alemanha nazista. O General George S. Paton (na foto, à direita) comandante norte-americano, era também um fascinado pela Lança do Destino e imediatamente providenciou o seu confisco, diretamente em uma espécie de santuário subterrâneo, em Nuremberg, altamente protegido e onde Hitler zelosamente a guardava. A partir de então, os Estados Unidos tornaram-se os seus provisórios guardiães.


Neste mesmo dia, a maldição da Lança do Destino parece ter se cumprido. Hitler e a sua esposa, Eva Braun, teriam, segundo consta, cometido o suicídio. Essa foto supostamente mostraria o cadáver do führer, sendo nitidamente visível o orifício na testa, causado por um projétil de arma de fogo. Essa foto é a única coisa que sobrou, pois os corpos de ambos oficialmente teriam sido incinerados pelos aliados. Existem, todavia, controvérsias, uma vez que o rosto acima mostrado em NADA se parece com Hitler. Há, por outro lado, suspeitas que isso tenha sido uma farsa - uma bem montada manobra de propaganda - forjada pelas forças aliadas e seus respectivos governos, de modo a dar uma satisfação à opinião pública mundial.


A Lança do Destino finalmente chegou aos EUA, transformando-os repentinamente em uma das maiores potências mundiais. Em poucos meses desenvolveram e utilizaram a sinistra bomba atômica e, de fato, se tornaram uma espécie de "governantes" do planeta. A saga se repetia. Contudo, uma decisão final (e talvez muito sábia) do General Dwight D. Eisenhower, tomada em 1946, fez com que todas as jóias da Casa Real dos Hapsburg, aí incluída a Lança de Longinus, retornassem ao seu local de origem - a Casa de Tesouro de Hofsburg, em Viena.....



..... Onde até hoje permanece (foto), cuidadosamente preservada da ambição dos loucos e dos megalomaníacos - mesmo após a passagem de quase dois milênios, guardando consigo um mistério profundíssimo. A lança que de maneira blasfema profanou o corpo de Jesus, em contrapartida e APENAS UMA VEZ, concedeu o dom de um milagre àquele que a com ódio a empunhou. Contudo, ela também guarda consigo uma suprema lição, uma grande e severa advertência: NADA, nem ninguém nos pertence! Não se pode jamais ambicionar aquilo a que todos têm direito - a morada universal, a Terra que somente a Deus pertence, e da qual somente Ele poderá verdadeiramente dispor e governar. Todo o poder e toda a glória do mundo jamais serão dados aos homens. Essas coisas são, por sua vez, extremamente fugazes, transitórias. Por conseguinte, a cegueira jamais virá novamente a ser curada. Todo gládio será inapelavelmente ineficaz na mãos dos fracos. A César o que é de César! E, assim sendo, a Suprema Lei, pregada pelo próprio Mestre, invariavelmente e para sempre se cumprirá: toda mão que o empunhar para ferir, um dia - e forçosamente - virá a ser ferida!

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