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ARQUEOLOGIA DA BABILÔNIA

CIDADE DA BABILÔNIA


Babilônia era uma das cidades mais importantes da antiguidade, cuja localização é assinalada atualmente por uma região de ruínas a leste do rio Eufrates, a 90 km ao sul de Bagdá, no Iraque. Sua construção deveu-se em grande parte aos esforços de Hamurabi (1728-1686 a.C.) e Nabucodonosor II (604-562 a.C.). Babilônia foi capital do Império Babilônico durante os milênios II e I a.C. Na antiguidade, a cidade se beneficiava de sua posição na importante rota comercial terrestre que ligava o golfo Pérsico ao Mediterrâneo.

IMPÉRIO BABILÔNICO
Antigo império localizado entre os rios Tigre e Eufrates no sul da Mesopotâmia. A Babilônia desenvolveu as ciências e um panteão mitológico com base no panteão sumério-acadiano. Com quase 12 mil quilômetros quadrados, fazia fronteira ao norte com a Assíria e a leste com Elam, ao sul e a oeste com o deserto da Arábia e ao sudeste com o Golfo Pérsico.

O rei mais importante da Babilônia foi Hamurabi. Esse monarca conquistou todas as cidades e tribos ao redor e dirigiu sabiamente o seu reino. Essas cidades passaram a ser governadas por homens de confiança de Hamurabi. Toda pagavam impostos para a Babilônia, que se tornou a cidade mais importante da Mesopotâmia. Uma das coisas mais notáveis da civilização babilônica foi a criação do Código de Hamurabi. O Código era uma lista de leis que determinavam como deveriam viver os habitantes do reino.


Depois da morte de Hamurabi, a Babilônia foi conquistada sucessivamente por muitas tribos; Em 626 a.C., Nabopolassar foi intronizado na Babilônia quando os babilônios declararam independência do Império Assírio. Aliou-se aos medos no leste e começaram a testar a força dos assírios. Até 612. a capital Nínive caiu e, com o colapso do governo após a queda de Carquêmis em 605, os assírios antigamente poderosos só ficaram na lembrança do povo do Oriente Médio ao qual aterrorizaram durante quase 150 anos.

Com a morte de Nabopolassar, o trono foi ocupado com habilidade por seu filho, o general Nabucodonosor, em 605. Na época ele assumiu o controle de todos os territórios perdidos pela assíria, incluindo Judá. O reinado longo e próspero de Nabucodonosor chegou ao fim em 562, e pouco depois os persas começaram a construir seu império sob a liderança de Ciro, o Grande.

Nas duas décadas seguintes, os sucessores de Nabucodonosor foram tão imcompetentes que em 539, Ciro foi bem recebido na capital, após derrotar sem luta o incompetente co-regente Belsazar. Foi saudado como salvador da pátria em vez de conquistador.

Um ano após assumir o controle do Império Babilônico, Ciro instaurou sua política de governo benevolente ao permitir que muitos povos deportados retornassem seus lugares de origem e reconstruissem suas casas, seus templos e santuários de adoração. Para o povo judeu que nesse período se encontrava exilado na Babilônia, este fato foi o cumprimento das profécias.

"Bem-vindo, peregrino, tenho estado à tua espera.
Perante ti jaz Ciro, Rei da Ásia, Rei do Mundo.
Tudo o que resta de mim é pó.
Não me invejes."
Inscrição no túmulo de Ciro, o Grande, em Pasárgadas


RELIGIÃO BABILÔNICA
Na religião, possuiam um sistema de deuses, cada um com um templo central nas cidades do império. Alguns dos seus deuses mais conhecidos eram Anu, deus do céu; Xemesh, deus do Sol; Xim, deus da Lua; Ixtar, deusa do amor e da guerra; Hadad, deus da tempestade; Enlil deus do ar; Enki ou Ea, deus dos subterrâneos marítimos. Por volta de 1100 a.C., os amorreus promoveram o deus Marduq como a principal divindade da religião oficial da Babilônia. Na intectualidade, os relatos mitológicos e lendários predominavam. Entre els constam o relato da criação chamado Enuma Elish e o relato do dilúvio chamado epópeia de Gilgamés.


Entre os habitantes mais antigos estavam os Sumérios. A origem de sua cultura é suméria.


ARQUEOLOGIA

Niebuhr, Rich e Rassam sondaram suas ruínas em ambos os lados do rio Eufrates. Porem, as honras são para Robert Koldewey e seus homens, pelos 14 anos de cuidadoso trabalho de escavações em Babilônia, desde 1899 até 1913.

As descobertas em Babilônia não foram menos que fenomenais. Entre os achados mais importantes estavam:

- Um muro de mais de 22 quilômetros de extensão e 42 metros de largura, rodeando a parte principal da cidade;


- Muitas portas da cidade, a mais destacada das quais era a de Ishtar, com seus 575 dragões, touros e leões esmaltados;

Gina Haney observa uma fundação em decomposição no Portão de Ishtar

- A “Rua da Procissão”, que entrava pela porta de Ishtar ao norte, passava pelo palácio real e atravessava diretamente a parte principal da cidade até o templo de Marduk, “o Criador e rei do Universo”;


- O magnificamente decorado palácio de Nabucodonosor, com seu salão onde se encontrava o trono e uma sala de banquetes de 17 metros de largura por 51 metros de comprimento;


- A base e o contorno da torre de Babel, conhecida como “E-teme-na-ki” (a casa plataforma-base do céu e da terra), a qual acredita-se que sejam as ruínas da desafortunada Torre de Babel;

- Os Jardins Suspensos, ou as grandes ruínas de uma área quadrangular, composta de criptas abobadadas ou sótãos reforçados com arcos de ladrilhos, e cobertos de terra e escombros. Os escavadores acreditavam que estas ruínas eram os restos da estrutura da base dos famosos Jardins Suspensos (uma das sete maravilhas do mundo antigo);

- Quase 300 tabuinhas cuneiformes que relatam principalmente a distribuição de azeite e de cevada aos trabalhadores especializados, oriundos de muitas nações, que viviam em Babilônia e seus arredores entre os anos 595 e 570 a.C. Entre os mencionados estava “yow keen” (Joaquim) “rei da terra de Yehud” (Judá) e seus cinco filhos jovens que estavam nas mãos de Quenias, seu assistente.

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