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Arqueologia Crítica do Êxodo



PRIMEIRAMENTE QUERO DEIXAR CLARO QUE ACREDITO NA LUZ DA BÍBLIA E CREIO EM JESUS, NÃO ESTOU ATACANDO NINGUÉM, MAS OBSERVANDO ALGUNS PONTOS CONTRADITÓRIOS NESTA PASSAGEM QUE JÁ ESTAR TÃO DIFUNDIDA PELO MUNDO. NÃO PRECISO DA ARQUEOLOGIA COMPROVAR, PARA EU ACREDITAR. E SE NÃO COMPROVAR JAMAIS DEIXAREI DE ACREDITAR NA HISTORIA BÍBLICA.


MAS NEM POR ISSO VOU ENGOLIR QUALQUER COISA, SEM ANTES PESAR E/OU INVESTIGAR MAIS AFUNDO  O QUE É DIFUNDIDO NESTE MUNDO.


A arqueologia tem sido a maior amiga dos historiadores e estudiosos bíblicos na procura de locais e objetos que possam evidenciar o trajeto dos hebreus. Já são muitas as evidências encontradas no Egito e na Arábia Saudita.


 No último século arqueólogos redescobriram evidências sobre a vida dos hebreus, as pragas e a saída do Egito. A pintura abaixo é uma entre outras encontradas nas paredes da tumba de um comandante chamado  Khnumhotep II (século XIX a.C.) onde está registrada a entrada de um grupo de 37 palestinos (de barba) trazendo suas mulheres, crianças, arcos, flechas, lanças, harpas, jumentos e cabras, caracterizando que não se tratava de uma invasão.


OBS:Khnumhotep II FOI COMANDANTE DE 3 FARÓS DA 12° DINASTIAS. EX. AMENEMHAT 1, SESÓSTRIS 1  E AMENEMHAT 2.ENTÃO NÃO PODE SER PROVA DO ÊXODO. MAS ESSA IMAGEM ESTAR FALANDO DE SEUS EMPREGADOS E ESCRAVOS PARTICULARES SENDO CHAMADOS PARA SUAS OBRAS QUE Khnumhotep II TINHA COMO OBRIGAÇÃO NOS REINADOS.  mais? click aqui



A figura abaixo, tirada da publicação The Ancient Near East in Pictures (Pritchard), mostra inscrições do Egito sobre o trabalho de operários (século XV a.C.) na fabricação de tijolos e na construção 
(Êxodo 1.11-14). Alguns textos egípcios mencionam cotas de tijolo e uma falta de palha, como em Êxodo 5.6-19. 

OBS: (século XV a.C.) DATA DE 1600 A 1500 A.C. ANTES DO ÊXODO E DAS PRAGAS, ESTA IMAGEM NÃO É PROVA DO ÊXODO OU ESCRAVOS HEBREUS, POIS SE VOCÊ NOTAR NA IMAGEM SÓ HÁ EGÍPCIOS TRABALHANDO, E EM QUALQUER CONSTRUÇÃO HÁ FALTA DE MATERIAL, PRINCIPALMENTE NAQUELE TEMPO QUE OS MATERIAIS USADOS ERAM OS MESMOS. A BÍBLIA CONFIRMA TODO O MATERIAL.


Há sinais das pragas nas ruínas da antiga cidade de Avaris e no chamado "papiro de Ipuwer", encontrado no Egito no início do século passado, levado para o Museu Arqueológico Nacional em Leiden na Holanda, sendo decifrado por A. H. Gardiner em 1909. O papiro completo está no Livro das Advertências, de um egípcio chamado Ipuwer. Este descreve motins violentos no Egito, fome, seca, fuga de escravos com as riquezas dos egípcios e morte ao longo da sua terra. Pela descrição ele foi testemunha de pragas como as do Êxodo. 

Papiro de Ipuwer

O “Papirus Ipuwer” é a primeira vista um papiro simples, mas que contém um conteúdo extraordinário.Na superfície deste papel estão escritas um antigo poema egípcio, intitulado “Lamentações de Ipuwer” ou também conhecido como o “Diálogo entre Ipuwer e o Criador”.No Século 19, um papiro incompleto, que data o final da Idade Média foi encontrado no Egito e levado para o Museu de Leiden, na Holanda, onde está até hoje. Lá foi interpretado por A.H Guterman que comentou que o documento descrevia violentos levantes, fome, seca, fugas de escravos (com as riquezas dos egípcios) e mortes por toda a terra. O papiro é uma fiel descrição, escrita por um egípcio chamado Ipuwer que testemunhou e viveu os acontecimentos, do que ocorreu e todos os efeitos das pragas lançadas.

Especificamente, o Ipuwer Papyrus descreve as aflições e desastres naturais que acometeram o Egito na época do Êxodo. Um país dominado pelo caos e completamente as avessas onde os pobres se tornaram ricos, os ricos pobres. Um mundo onde a Guerra, fome e morte estavam por todas partes.

De acordo, com os historiadores, um dos causadores deste colapso era o abandono dos serventes da escravidão e suas atitudes revoltantes.




OBS: FOI ESQUECIDO DE MENCIONAR QUE O SR.A.H Guterman ELE NÃO DEU O CRÉDITO PARA DEUS,ELE FALOU QUE AS PRAGAS ERA OBRA DA NATUREZA E NÃO DE DEUS.TÁ PURA BABOSEIRA  DELE TAMBÉM, E QUEM FEZ E TEM TODO O CONTROLE DE TUDO NÉ DEUS?O PAPIRO DE IPUWER É DO SÉCULO XIII A.C. E PODE SER UMA TRANSCRIÇÃO DE UM OUTRO POSSÍVEL DO SÉCULO XVII . NESTE EU CREIO E JÁ FOI PROVADO.PONTO POSITIVO.

A PARTIR DAQUI HÁ MUITAS INCERTEZAS
Outra evidência da passagem dos hebreus pelo Egito foi a descoberta do Vale das Inscrições (Wadi Mukattab), na Península do Sinai. 



OBS:GRAVE BEM ESTA LOCALIZAÇÃO
Uma das inscrições efetuadas pelos hebreus descreve, com detalhes, a fuga pelo Mar Vermelho. As inscrições foram feitas em hebraico antigo e arqueólogos e pesquisadores ainda não sabem dizer 
quem as escreveu. Há também hieróglifos egípcios a respeito das minas de turquesa da região de Serabit El Khadim, inscrições de mineiros Canaãnitas e Nabateanos, em grego, latim e árabe, ao longo do vale. 

O explorador Charles Forster publicou estes achados em seu livro "Sinai Photographed", em 1862. Ele concluiu que estas inscrições eram uma combinação de alfabetos hebreus e egípcios que descrevem o Êxodo. A foto abaixo foi tirada em 1857 por Francis Frith. 



OBS: HÁ NENHUM MOMENTO ESTAS INSCRIÇÕES FALAM DO ÊXODO, O EXPLORADOR Charles Forster ELE MESMO ACHOU QUE PODERIA SER MAS NÃO É. ESTES ESCRITOS FALAM MUITO POUCO POR DIFÍCIL TRADUÇÃO ANTIGA, POR ESTAR EM LINGUAGEM SEMITA CANAANITA E DATAM DA 12° DINASTIA E FALAM DE NOMES DE TRABALHADORES. AINDA NÃO FOI DESSA VEZ .  LINK1 OU LINK2



A mais recente descoberta, sobre a passagem dos hebreus no Egito, foi apresentada em 2003, quando 2 arqueólogos israelitas concluíram estudos dos anos 30, na parte ocidental do Nilo, onde a Universidade do Instituto Oriental de Chicago estava fazendo escavações em Medinet Habu, área do sul da necrópole de Tebas. Arqueólogos descobriram evidências de algumas cabanas semelhantes às casas de 4 quartos predominantes na Palestina, durante toda a Idade do Ferro (1200-586 a.C.). 

OBS: ESTA INFORMAÇÃO ESTA INCOMPLETA, POIS NÃO INFORMA OS NOMES DOS ARQUEÓLOGOS E NÃO TEM NADA FALANDO SOBRE O MESMO ACHADO NESTA LOCALIZAÇÃO, A NÃO SER A TUMBA DE RAMSÉS III.ENTÃO É VAGA E SEM CRÉDITO.


Historiadores antigos e famosos também relataram a passagem dos hebreus no Egito: 



Flavio Josefo, historiador judeu

Flavio Josefo, historiador judeu do século I d.C., em sua obra Josefo contra Apion, menciona dois sacerdotes egípcios: Maneto e Queremon que em suas histórias sobre o Egito nomearam José e Moisés como líderes dos hebreus. Também confirmaram que migraram para a "Síria sulista", nome egípcio da Palestina. 


Diodoro Siculo, historiador grego

Diodoro Siculo, historiador grego da Sicília (aproximadamente 80 a 15 a.C.) escreveu que "antigamente ocorreu uma grande pestilência no Egito, e muitos designaram a causa disto a Deus, que estava ofendido com eles, porque havia muitos estranhos na terra, por quem foram empregados rito estrangeiros e cerimônias de adoração ao seu Deus. Os egípcios concluíram então, que a menos que todos os estranhos se retirassem do país, nunca se livrariam das misérias".

 OBS:A obra de Diodoro é uma compilação frequentemente contraditória, confusa e repetitiva de fontes mais antigas. A cronologia é, via de regra, confiável, mas a narrativa contém afirmativas ingênuas e, às vezes, erros grosseiros, além da ausência de qualquer análise dos fatos . Por isso, Diodoro é geralmente apontado como um compilador competente, mas um mau historiador. REPETIR HISTORIAS NÃO É PROVA. LINK AQUI


Heródoto, historiador grego

Herodoto, historiador grego intitulado o Pai da História, escreveu o livro "Polymnia". Na seção c.89 escreve: "Essas pessoas (hebreus), por conta própria, habitaram as costas do Mar Vermelho, mas migraram para as partes marítimas da Síria, tudo que é distrito, até onde o Egito é denominado Palestina". São localizadas as costas do Mar Vermelho, em parte, hoje o Egito, enquanto são localizadas as partes marítimas da Síria antiga, em parte, o atual Estado de Israel.

OBS:É SERIA UMA ÓTIMA HISTORIA SE FOSSE VERDADE, VOU LHE POSTAR O ORIGINAL.

LXXXIX — O número de trirremes que compunham a frota persa subia a mil duzentos e sete, fornecidos por várias nações que tornavam parte na expedição. Os Fenícios e os Sírios da Palestina forneceram trezentos. Os Fenícios, segundo eles próprios afirmam, habitavam outrora as margens do mar da Eritréia, mas, passando para as costas da Síria, ali se estabeleceram. Essa parte da Síria, com toda a região que se estende até as fronteiras do Egito, chama-se Palestina. As tropas fenícias traziam capacetes parecidos com os dos Gregos, couraças de linho, dardos curtos e escudos sem guarnições de ferro nas bordas.
Os Egípcios tinham fornecido duzentos navios. Suas tropas traziam capacetes de junco tecido, escudos convexos, cujas bordas eram guarnecidas de ferro, lanças apropriadas para a luta no mar, e grandes machados. E ELE TA FALANDO DOS FENÍCIOS E NÃO DE HEBREUS.LINK AQUI


AGORA O BICHO PEGA, LEMBRA DA LOCALIZAÇÃO QUE PEDI PARA MEMORIZAR?
COMO ELES DIZEM DEPOIS DA PASSAGEM, ENTÃO ELA DEVERIA FICAR NA ARABIA DEPOIS DA PASSAGEM DO MAR E NÃO ANTES.

A Rota 

O caminho para a terra dos filisteus (faixa de Gaza) era o mais curto, mas para não haver confrontos, a ordem foi seguir pelo caminho do deserto próximo do Mar Vermelho (Êxodo 13.17). Mesmo assim, até hoje a verdadeira rota do Êxodo é discutida e as 3 principais teorias são:





Teoria Tradicional - Normalmente aceita por católicos, judeus e evangélicos. Com algumas variações com relação ao lugar exato da travessia do Mar Vermelho, defende que os hebreus teriam contornado a península do Sinai, sem sair do Egito. 

Localizado no Egito por indicação do Imperador Justiniano, o tradicional Monte Sinai vem sendo usado como ponto turístico. As Bíblias atuais mostram mapas indicando lugares por onde poderia ter passado o povo Hebreu, mas sem nenhuma comprovação ou evidência arqueológica. A sua localização é longe de Midiã, região noroeste da Arábia Saudita. 

Teoria de Ronald Eldon Wyatt , NOTA-SE QUE FALA POUCO DA ANTERIOR E ENTRA DANDO EVIDÊNCIA A ESTA. ENTÃO PRESTE BEM ATENÇÃO QUE VAI MEXER COM SUA CABEÇA. 

Teoria de Ronald Eldon Wyatt -Já aceita por muitos atualmente pela sua quantidade de evidências. Acredita que até o Mar Vermelho os hebreus caminharam pelo tradicional "Caminho dos Reis" atravessando o Golfo de Ácaba. 

Anestesista, arqueólogo amador americano e adventista. Foi o pesquisador mais contestado, criticado e até perseguido principalmente por não ser formado em arqueologia. Contudo, o único que realmente conseguiu reunir o maior número de evidências. Em 1984 fotografou (cerca de 400 fotos) e filmou (12 horas de gravação) a região árabe, mas foi preso por 78 dias, tendo o material apreendido pelas autoridades locais (suspeitavam ser um espião judeu), pois não queriam que suas descobertas fossem divulgadas. Após 8 anos de oração conseguiu reaver todo o material enviado pelos próprios árabes! Naquele momento estava hospedado num hotel na praia de Nuweiba, Egito. Morreu em agosto de 1999. 

OBS: SE VOCÊ PROCURAR OUTROS MATERIAIS DELE VAI VER QUE SEMPRE DEU ALGO ERRADO.PARA DIVULGAÇÃO OU PROVAR.

Teoria de Emanuel Anaty - A mais recente, a mais rejeitada e a menos conhecida. Acredita que os hebreus teriam seguido o caminho para a Palestina. 

Arqueólogo italiano que descobriu no deserto do Neguebe o Monte Carcom, que em hebraico significa "Monte de Deus". Sua localização é longe de Midiã. Pode ter sido um dos acampamentos hebraicos durante os 40 anos de peregrinação, mas sem provas suficientes para afirmar. Situa-se entre Edom e o Egito, caminho para o Delta do Nilo, utilizado por muitos quando havia fome na atual região Jordaniana. 

A Travessia do Mar Vermelho 

Durante muito tempo dizia-se que a travessia teria sido num lago ao norte do Mar Vermelho, chamado de Mar de Juncos ou Lagos Amargos, onde hoje encontra-se o Canal de Suez. Mas acredita-se que se dava este nome ao Golfo de Ácaba, um dos braços do Mar Vermelho. Em 1988 o explorador americano Bob Cornuke defendeu a teoria de que a travessia teria sido no Estreito de Tiran, na entrada do Golfo de Ácaba, onde existe uma "ponte de terra" ("landbridge" em inglês) no nível do mar entre o Egito e a Arábia Saudita. 

Para ele a maré baixou e mais tarde subiu afogando os egípcios, ou seja, um evento natural. Porém, não foram encontradas evidências para comprovar sua teoria e o local é relativamente raso não sendo suficiente para afogar um exército de mais de 600 homens!. Moisés foi claro em relatar o que viu: um vento oriental penetrou no mar formando "muros de água". 

OBS:É ATÉ EU NÃO ENGULO ESSA. OUTRAS TEORIAS QUE VOCÊS PODEM ENCONTRAR NA NET FEITA POR GRANDES CANAIS DE TV, É DAR UM EXEMPLO DENTRO DE UMA BANHEIRA COM UMA PASSARELA NO NÍVEL DA ÁGUA E COLOCAR UM JATO DE AR PARA A ÁGUA DEIXAR AMOSTRA A PASSARELA.TÁ ENTÃO PARA TRANSFORMAR EM ESCALA REAL, TERIA QUE SER UM TORNADO DE CLASSE F5 OU MAIS.  OK E SE FOSSE ESTE TORNADO NÃO TERIA LEVADO TAMBÉM OS HEBREUS JUNTO PELA GRANDEZA. FALTA MUITO PARA CHEGAR AO MILAGRE QUE DEUS FEZ. 

É bem diferente de uma "ponte de terra"! Um evento sobrenatural provado pela arqueologia! O local onde se obteve mais indícios da travessia foi a praia de Nuweiba no Golfo de Ácaba, no Egito. É a única praia no Mar Vermelho com área suficientemente grande para suportar a quantidade de hebreus acampados (mais de 2 milhões além dos animais e objetos). Até este ponto, calcula-se que o povo hebreu teria caminhado mais de 300km, durante 6 dias, praticamente sem parar! Havia alimentos para apenas 7 dias (Êxodo 13.6-8). 





A imagem abaixo mostra uma vista aérea da praia onde está a pequena cidade de Nuweiba.



Foto de satélite ampliada da região. Os caminhos brancos são estradas entre os montes. Os hebreus e os egípcios vieram do norte (Êxodo 14.2). 




Outra evidência é a planície do fundo do mar nesta área. As imagens abaixo foram montadas por mapeamento batimétrico, e mostram que o mar é profundo ao sul (1700 m) e ao norte (900 m) da praia, formando uma espécie de ponte submersa (cerca de 110 m de profundidade)! No fundo foram encontradas rochas agrupadas em linha reta na beira desta planície fazendo-a parecer uma estrada. 

A distância entre a costa egípcia e a árabe é de 18 km e calcula-se que a largura do caminho feito pelo afastamento das águas tenha aproximadamente 900 m. Levando-se em consideração o forte vento nas laterais e que uma pessoa a passos largos (sem correr) leve 3 horas e meia para percorrer essa distância, se estima que a travessia de quase 3 milhões de pessoas e de muitos animais (Êxodo 12.38) possa ter levado umas 6 horas. 







Nesta foto de satélite os dados sobrepostos das medidas de profundidades são relacionadas entre si (os valores são razões). As linhas paralelas traçam a estrada submarina por onde as águas secaram.



Neste mapa a distância está em metros. A parte mais profunda da travessia assinalada é de 109m. Notar que ao norte tem 948 metros e ao sul 1720 metros, formando assim uma "ponte submersa". 



A foto abaixo mostra a vista, ao nível do mar, para a praia de Nuweiba ao entardecer. A travessia foi feita durante a noite e ao amanhecer (Êxodo 14.20;24) os hebreus teriam visto imagem semelhante a esta logo após o afogamento dos egípcios. 



Possivelmente teria sido aqui ou um pouco mais para o lado esquerdo, a festa dos hebreus (Êxodo 15.1-21), pois foi neste local onde foi encontrada uma coluna comemorativa, erguida por Salomão. Ao fundo está a praia onde estavam acampados antes da travessia.



Esta outra mostra o local onde o Faraó teria avistado o acampamento dos hebreus na praia, antes da travessia (Êxodo 14.910). É o único caminho para a praia. 



Foram encontradas duas colunas, em estilo fenício, sendo uma na praia do lado egípcio (Nuweiba) e outra do lado árabe. A primeira encontrada foi no lado egípcio, em 1978, onde havia uma inscrição em hebraico destruída pela erosão (a parte inferior estava no mar) praticamente ilegível. 


A segunda, em 1984, no lado árabe é idêntica, tem a mesma inscrição em hebraico e tem legíveis as palavras: Egito; Salomão; Edom; morte; faraó; Moisés; e Jeová, significando que foi erguida por Salomão, em honra a Jeová, e dedicada ao milagre da travessia do Mar Vermelho por Moisés e a destruição do exército egípcio. Semanas depois a coluna foi retirada e foi colocado um marcador-bandeira em seu lugar.


 Os árabes não apreciam estrangeiros pesquisando em sua terra, principalmente judeus e americanos. Durante o reinado de Salomão, Israel foi uma potência no Oriente Médio onde obteve o controle marítimo da região (1 Reis 9.26 e II Crônicas 8.17). Há uma referência em Isaías 19.19 que se acredita ser a coluna do lado egípcio.

A coluna do Egito

A Coluna da Arábia antes.


E o Marcador depois...


OBS: NÃO TEM NADA DE ERRADO NAS FOTOS NÃO? VEJA DE NOVO. LOCAL DIFERENTE E A DISTANCIA DO MAR É DIFERENTE.O TERRENO ANTES E DEPOIS SÃO DIFERENTES.DE TODAS ELAS NADA BATE.

O local da praia onde se iniciou a travessia: A base da coluna estava sob a água e foi removida por soldados israelenses para atrás da estrada que beira a praia. Israel ocupou a região da península do Sinai entre 1967 e 1982.

O vento com força sobrenatural veio do lado árabe (das montanhas ao fundo) na direção do povo, mas se dividiu em duas correntes de ar, separando as águas sob a forma de muros que, afastados, criaram um caminho sem água (Êxodo 14.22). Dependendo da altura da maré no dia, esses muros de água chegavam a cerca de 100m na parte mais profunda, no meio da travessia. Quando o vento parou, a pressão do retorno das águas foi suficiente para matar e afogar os egípcios. Os capitães nos carros e os cavaleiros do Faraó se afogaram (Êxodo 15.4). Notar no mar a pouca profundidade no início da travessia pela sua tonalidade mais clara e a parte mais escura onde é mais profundo. 

Periódicamente pesquisadores mergulham no local da travessia buscando materiais como ossos, cascos, rodas, restos dos carros egípcios entre outros objetos. É normal o mergulho de turistas em busca das belas paisagens submarinas e alguns até encontram esses materiais.Abaixo estão alguns dos achados no fundo do mar em profundidades de até 60m a partir de 1978,por Wyatt:

OBS: ONDE ESTÃO ESTES MATERIAIS HOJE E DATAÇÃO DOS MESMOS? JÁ É NATURAL O TURISMO DE MERGULHO NA REGIÃO E NINGUÉM MAIS DESCOBRIU MAIS NADA? OU OUTROS NADA DE CONFIRMAR TAMBÉM. OK ISSO EU ENTENDO FALTA HOMENS DE CORAÇÃO SEM ORGULHO PARA REAVALIAR O MESMO LOCAL E COMPROVAR OS FATOS AI O NOME SERIA PARA O PRIMEIRO. ENTÃO SABENDO DISSO NÃO FAZEM,POIS QUEREM A GLORIA PARA SI MESMO.

Agrupamento de ossos humanos



Alinhamento das rochas, localizado na lateral da travessia. Naquele dia, o afastamento das águas criou um caminho limpo de obstáculos que parcialmente existe até hoje. Neste local, as formações de corais são bem diferentes das outras áreas do golfo.




A VISIBILIDADE DO LOCAL É MUITO BOA, PODE VER ATE 45M COM BOA CLARIDADE, APÓS ISSO A ÁGUA FICA ESCURA . VEJA ACIMA DO MERGULHADOR TA MUITO CLARO.NO FIM ELES FALAM QUE FORAM MERGULHOS DE ATE 35M NO MAR. E ELES FALAM ACIMA QUE A PASSAGEM É DE 109M.PODE VOLTAR E VER.

Rodas com eixos incrustados de corais.Foram encontradas rodas de 4, 6 e 8 raios. As rodas de 8 raios só foram fabricadas na 18a dinastia dos faraós. O rei do Egito usou toda a sua frota de carros (Êxodo 14.6-7) com todos os tipos de rodas existentes. Estas foram encontradas próximas da costa árabe. 

Rodas incrustadas de corais

Roda com eixo incrustado de corais



OBS: CORAIS PODE TER VÁRIAS FORMAS, VALE DA SUA IMAGINAÇÃO CRIAR ELAS E DIZER EM QUE SE PARECEM, É COMO BRINCAR DE OLHAR PARA AS NUVENS.

As rodas folheadas com metal (ouro com prata) cuja madeira se decompôs com o tempo, provavelmente eram dos carros dos oficiais, praticamente não foram cobertas pelos corais. Uma relíquia arqueológica! 


OBS: NOSSA ELE VIU DEBAIXO DA TERRA A RODA, COM UM CORAL EM CIMA .

Presença de uma roda 

OBS: AI ELE TIRA A TERRA DE CIMA PARA MOSTRAR MELHOR A RODA E O CORAL LÁ.
Parte metálica da roda de carruagem

OBS: AI  SAI A TERRA E O CORAL TAMBÉM SAI E FICA DE LADO,OBSERVE .   ONDE ESTAR ESTE MATERIAL EXEMPLAR QUE PODERIA FECHAR COM CHAVE DE OURO, JÁ QUE OS OSSOS FORAM RETIRADOS E ESTE LOGO ESTE NÃO PODE SER RETIRADO DO MAR. E VERIFIQUE QUE SÃO DE 4 RAIOS ESTA E AS OUTRAS SÃO MAIS. PORQUE FAZER DIFERENTE A QUANTIDADE DE RAIOS PARA O MESMO BATALHÃO. TÁ ENTENDO QUE FORAM PASSANDO AS DINASTIAS E FORAM AUMENTANDO, E ESSAS JÁ NÃO VIRARAM SUCATAS PERANTE AS NOVAS TECNOLOGIAS DAS NOVAS RODAS.

Parte metálica de uma roda de carruagem

As rodas folheadas com metal (ouro com prata) cuja madeira se decompôs com o tempo, provavelmente eram dos carros dos oficiais, praticamente não foram cobertas pelos corais. Uma relíquia arqueológica! 


Reconstituição retirando os corais de uma roda de 8 raios. Nota-se a ausência de um deles


OBS: VOCÊ VER O QUE QUER VER?


Roda de 6 raios com eixo. Um detector de metais submarino acusou presença de ferro nesta formação próxima da costa egípcia


OBS: ESTA CARRUAGEM É DE TUTANCÂMON E AS RODAS SÃO COMPLETAMENTE DIFERENTES E NÃO VEJA SOMENTE OS RAIOS MAS TAMBÉM A FORMA AREDONDADA E NÃO ACHATADA DA RODA METÁLICA DE 4 RAIOS A CIMA. OBSERVE. 


Foto de um carro egípcio da época. Era da 18a dinastia dos faraós e é notável a semelhança com as rodas encontradas no mar.


OBS: VEJA COM MAIS DETALHES



Em 1997 uma equipe de pesquisadores filmou o fundo do mar comprovando a descoberta de Wyatt. As imagens foram exibidas num programa de TV.


OBS: NÃO CONFERE A FILMAGEM E O PROGRAMA, POIS NÃO TEM NOMES E ENTIDADES. FALAR TODOS PODEM FALAR. ISSO NÃO É PROVA

Os Hicsos, povo semita que conquistou e dominou parte do Egito durante cerca de um século, introduziram os carros de guerra no país. Foram expulsos pelo faraó Amósis (1540-1515 a.C.) alguns séculos antes do Êxodo. Esta mudança levou os hebreus à escravidão.


OBS: MISTURANDO FATOS, PARA PODER DAR UM TOM DE REALIDADE  E CREDITO PARA O SEU ASSUNTO.

Passagem por Mara, Elim e Refidim 

Depois de 3 dias chegaram a um local chamado Mara onde as águas eram amargas (Êxodo 15.23). Em 1988 o explorador Bob Cornuke e seu amigo Larry Williams encontraram uma fonte de águas amargas próximo ao Mar Vermelho, no lado da Arábia Saudita. 


O oásis de Elim onde havia 12 fontes e 70 palmeiras (Êxodo 15.27)


OBS: EITA POVO INCRÉDULO OU DESINFORMADO DA BÍBLIA

Êxodo 15:23E chegaram a Mara, mas não podiam beber das suas águas, porque eram amargas; por isso chamou-se o lugar Mara.
Êxodo 15:24E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?
Êxodo 15:25Então clamou Moisés ao Senhor, e o Senhor mostrou-lhe uma árvore, e Moisés lançou-a nas águas, as quais se tornaram doces. Ali Deus lhes deu um estatuto e uma ordenança, e ali os provou,
Êxodo 15:26dizendo: Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, sobre ti não enviarei nenhuma das enfermidades que enviei sobre os egípcios; porque eu sou o Senhor que te sara.

E O MILAGRE DE DEUS VOLTOU ATRAS? 

Nos montes deste local, arqueólogos Sauditas encontraram cavernas como a da foto acima. Informaram ao explorador Bob Cornuke que encontraram escrituras sobre a passagem de Moisés pelo local bem como as tumbas de Jetro e Zípora. Porém esta informação não foi confirmada.

OBS: SABE PORQUE A INFORMAÇÃO NÃO CONFIRMADA? NÃO TINHA PROVA, FOI NO MERO ACHOMETRO.


A rocha em Horebe (Massá e Meribá), em Refidim, e uma vista da fenda por onde saía a água (Êxodo 17.6). Nota-se a erosão e o alisamento provocados pela nascente. Sua localização é próxima ao Monte Sinai (Êxodo 3.1), a menos de 24h a pé (Êxodo 19.1-2) 


Na foto, o altar de Moisés "Jeová-Níssi" (O Senhor é Minha Bandeira) localizado cerca de 200m da rocha (Êxodo 17.15) 

Ficaram alguns dias em Refidim. Foi aqui que Zípora, mulher de Moisés e seus 2 filhos (Gérson e Eliezer, nascidos em Midiã) voltaram para casa contando a seu pai Jetro, como foi a fuga do povo. Em seguida, com seu pai e seus filhos, retornou para Moisés (Êxodo 18.14). Também neste local ocorreu a guerra contra os amalequitas (Êxodo 17.8-13). 


OBS: AGORA O CALDO ENTORNA

O Monte Sinai 

A nomeação do tradicional Monte Sinai no Egito surgiu quando o Imperador Justiniano edificou o Monastério de Santa Catarina, no ano de 527, dois séculos depois de Helena, mãe do Imperador Constantino, ter construído uma pequena igreja no mesmo vale, na península do Sinai, embora não tenha indícios arqueológicos nem relatos bíblicos do local. Mas em Êxodo 3.12 deixa claro que o monte verdadeiro fica fora do Egito e que Moisés esteve lá pastoreando quando vivia com seu sogro em Midiã. 


A foto acima mostra o tradicional Monte Sinai que é visitado durante séculos por turistas e religiosos. O vale é pequeno e não tem espaço para acomodar mais de 2 milhões de hebreus (600 mil eram de homens que foram a pé) com seus animais e objetos.

O mapa abaixo mostra a sua posição geográfica e o trajeto (em vermelho) defendido por pesquisadores durante anos. Mapas semelhantes estão nas Bíblias atuais: 


A foto de satélite e o mapa mostram o trajeto defendido e em grande parte comprovado por Ronald Wyatt. O local chamado Etham (ou Etã) é próximo da cidade conhecida hoje como El Thamad.



O mapa abaixo mostra o trajeto pós-travessia. Notar que os hebreus 

voltaram a acampar em outro local do Mar Vermelho (Golfo de Ácaba) 

após terem saído de Elim (Números 33.10).






Em Êxodo 3.12 confirma que o Monte Sinai localiza-se fora do Egito e que Moisés esteve no local quando apascentava as ovelhas de Jetro, seu sogro e sacerdote de Midiã, região noroeste da Arábia (Êxodo 3.1). Portanto o Monte Sinai não poderia ser tão distante do local onde 
Moisés vivia, como vem sendo informado durante séculos. 

Depois de realizadas buscas nas áreas da rota do Êxodo a partir de 
1761, foi então encontrado na Arábia Saudita, o que se chama hoje de 

o verdadeiro Monte Sinai. Neste lugar, bastante amplo, existem evidências mostradas nos livros de Moisés como se pode ver nas fotos 
abaixo tiradas em 1984. Em Gálatas 4.25 confirma que o Monte Sinai 
fica na Arábia! Em árabe a região montanhosa se chama "Jebel El 
Lawz" e os árabes beduínos da região a chamam de "Jebel Musa" 
(Montanha de Moisés). 





O local é até hoje conhecido como Horebe (Wadi Hurab)! Na verdade uma cadeia de montes que formam um "C" semelhante a um anfiteatro conforme mostra o mapa abaixo: 


Mapa da região -Horebe em cor laranja


O pico do monte está "queimado" (carbonizado) conforme descrito 
em Êxodo 19.18-20, 24.17 e Deuteronômio 4.11. Exploradores 
quebraram algumas rochas e comprovaram que são de granito e 
escuras apenas por fora! É o local mais alto da região (mais de 60 
metros de altura). Fica ao centro e na parte traseira da montanha. 


*Vista do pico para Refidim.* 

A rocha com a fenda está localizada no monte menor no centro da 

foto. 


A foto de satélite acima mostra a diferença geográfica entre o tradicional Monte Sinai, em AZUL (na península do Sinai), e o 
encontrado com evidências, em AMARELO (na Arábia Saudita). Em 
VERDE a praia onde acamparam os hebreus e a travessia do Mar 
Vermelho (no Golfo de Ácaba) 





OBS: TA ESSA EU POSSO ATÉ CONCORDAR EM ALGUNS PONTOS, MAS, ANTES TEM QUE RESPONDER ENTÃO, SE A LOCALIZAÇÃO FOR VERDADEIRAMENTE ESSA, MOISÉS ENTÃO ATRAVESSOU O MAR VERMELHO 3 VEZES. 1° IDA PARA MORAR NA TERRA DE MIDIÃ E 2° A VOLTA PARA A TERRA DO EGITO E 3° O ÊXODO A PASSAGEM PELO MAR. CONCORDA? VAMOS VER NA BÍBLIA...




Êxodo 2:15E quando Faraó soube disso, procurou matar a Moisés. Este, porém, fugiu da presença de Faraó, e foi habitar na terra de Midiã; e sentou-se junto a um poço.


PERCEBEU? MOISÉS MATA O EGÍPCIO E FOGE PARA TERRA DE MIDIÃ, ENTÃO, OU ELE NADOU 24km IDA E VOLTA OU DAS 3 VEZES O MAR ABRIU PASSAGEM A PÉ EM CHUTO.




Outra foto de satélite com detalhes

A Primeira Terra Santa dos Hebreus (Êxodo 3.5) 

Outras evidências encontradas no local onde os hebreus teriam 
permanecido por cerca de 2 anos, recebendo as leis e os estatutos. A 
foto mostra a vista para a área sagrada e para o arraial. 

A: Casa da Guarda Árabe. Ao tomarem conhecimento das descobertas 
os árabes reconheceram a importância do local, declarando-o um sítio 
arqueológico. 

B: Altar do Bezerro de Ouro (Êxodo 32.5,19). Situado ao pé de um 
monte pertencente a Horebe em frente ao Sinai a cerca de 1500 m 
deste. 

C: As doze colunas (Êxodo 24.4). 

D: Altar de terra ao pé do monte (Êxodo 20.24 e 24.4). 

E: Barreira de poços feita por Moisés para delimitar a área sagrada 
(Êxodo 19.23). O arraial dos hebreus situava-se atrás, da esquerda 
para a direita cobrindo toda a área entre os montes. 
É evidente o contorno (em azul) da marca deixada pelo ribeiro que 

descia do monte até o arraial (Deuteronômio 9.21).


A água descia e se acumulava nos poços, dando condições ao povo 
de viver no local. Foram encontrados diversos vestígios desses poços 
conforme a foto acima (ver "well").


OBS: PROVÁVEL, VOCÊ VER O QUER VER. 




Platô de onde foi tirada a foto da área sagrada e do arraial em 1984.


No monte, em frente ao pico, existem pedras em forma de tábuas 
(Êxodo 24.12). Notar que há uma árvore crescendo entre as pedras. 
Logo abaixo destas existe uma caverna (parte escura um pouco abaixo 
do centro da imagem). Acredita-se ser a mesma na qual Elias se 
refugiou quando temeu a Jezabel (1 Reis 19.8-9), esposa do rei 
israelense Acabe. 


Vista de dentro da caverna. Talvez tenha sido usada por Moisés



Mapa arqueológico do local



As partes restantes das doze colunas e do altar (Êxodo 24.4). Os 
árabes o desmontaram levando parte das pedras para uma mesquita na cidade de Hagl assim que as autoridades tomaram conhecimento das descobertas de Ronald Wyatt. Moisés é reconhecido pelos árabes como profeta. 


OBS: SEMPRE TEM UM PROBLEMINHA, SERÁ QUE ELES NÃO LEVARIAM TODAS SABENDO QUE ERA DE MOISÉS.



O altar do bezerro de ouro feito por Arão (Êxodo 32.5) que foi 
reconhecido pelas autoridades árabes como um tesouro arqueológico, 
sendo vigiado por guardas. 



OBS: NÃO VEJO ALTAR, VOCÊ VER? É UMA FRONTEIRA...

Muitos desenhos (petróglífos) de vacas e touros no estilo egípcio 
foram encontrados no altar. Os árabes ficaram admirados com a 
descoberta pelo fato deste estilo não ter sido achado em qualquer outro 
lugar na Arábia Saudita. Aqui estão alguns deles: 




Todo esse tesouro arqueológico foi encontrado conservado e 
praticamente intacto devido ao fato da região ser no meio do deserto, 
longe de oásis como o de Elim, ainda existente. 

Al Bad - Moradia de Jetro? 

Um antigo mapa encontrado na Arábia mostra que a cidade de Al 
Bad teria sido o local onde o sogro de Moisés morava, provando que o 
sacerdote de Midiã era conhecido e respeitado. 

Está localizada a sudoeste do Monte Sinai e no mapa maior está 
assinalada pela seta inferior. 


A foto abaixo mostra a região onde Moisés viveu 40 anos com sua 

nova família depois de fugir do Egito. 




OBS: SE A LOCALIZAÇÃO FOR VERDADEIRAMENTE ESSA, MOISÉS ENTÃO ATRAVESSOU O MAR VERMELHO 3 VEZES. 1° IDA PARA MORAR NA TERRA DE MIDIÃ E 2° A VOLTA PARA A TERRA DO EGITO E 3° O ÊXODO A PASSAGEM PELO MAR. CONCORDA? VAMOS VER NA BÍBLIA...




Êxodo 2:15E quando Faraó soube disso, procurou matar a Moisés. Este, porém, fugiu da presença de Faraó, e foi habitar na terra de Midiã; e sentou-se junto a um poço.


PERCEBEU? MOISÉS MATA O EGÍPCIO E FOGE PARA TERRA DE MIDIÃ, ENTÃO, OU ELE NADOU 24km IDA E VOLTA OU DAS 3 VEZES O MAR ABRIU PASSAGEM A PÉ EM CHUTO.







Outro Monte Sinai? 

Recentemente foi sugerido um "terceiro Monte Sinai" no deserto 
do Neguebe na fronteira entre Israel e o Egito, chamado de Monte 
Carcom que em hebraico significa "Monte de Deus" e fica entre o Golfo 
de Ácabe e o Mediterrâneo. Foram encontrados acampamentos 
circulares feitos com pedras, um desenho com 10 retângulos em uma 
pedra e 12 pedras posicionadas lado a lado em forma de colunas. 


Mas em Êxodo 13.17-18 relata que os hebreus foram para o 
oriente pelo caminho do sul, próximo ao Mar Vermelho, basicamente a 
mesma direção que tomou Moisés quando fugiu do Egito. A diferença é 
que desta vez Deus mandou Moisés voltar e ir até a praia. 

 O monte Carcom pode ter sido lugar de um dos acampamentos 
de Moisés como nos dos montes Sefer e Hor (Números 33.23 e 37), 
por exemplo. Todos esses montes podem ter outros nomes nos dias de 
hoje. Além disso o que contraria as descobertas é a datação feita do 
local: 2200 a.C., ou seja, cerca de quase mil anos antes do êxodo, 
antes até mesmo de Abraão! Não há evidências suficientes para afirmar 
que o povo hebreu tenha acampado naquele local. 

Imagens de Satélite da Região 





Conclusão 

De todos os achados e descobertas estas são incontestáveis: As 
colunas comemorativas no local da travessia, os restos dos carros dos 
egípcios a mais de 30m de profundidade e o pico do monte 
carbonizado.




OBS: TEM MUITO QUE ACHAR E COMPROVAR,NÃO É PORQUE EU SOU CRENTE EM JESUS E NA LUZ DA BÍBLIA, QUE VOU ENGOLIR QUALQUER COISA DIZENDO QUE FOI COMPROVADO SEM TER SIDO.


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