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Títulos Errados na Bíblia


O título antes de Mateus 25:14 na Versão Revista e Corrigida é o seguinte: "O Sermão Con­tinua: A Parábola dos DEZ Talentos." Vamos con­tar? O homem deu CINCO talentos para um ser­vo, deu DOIS para outro e ao último deu apenas UM. Muito bem. Se fizermos um rápida soma, teremos que mudar imediatamente o título para ''A Parábola dos OITO Talentos". Exato! Porque 5+2+1=8.


Ah! Mas, pode ser que o titulista estivesse re­ferindo-se aos talentos depois de multiplicados. Va­mos ver: O que recebeu CINCO, granjeou mais CIN­CO, o que recebeu DOIS, batalhou e conseguiu mais DOIS, e o outro, o pusilânime, apenas escondeu o dinheiro, o qual não rendeu juros, nem correção mo­netária. Ficou, portanto, com apenas UM.

Fazendo-se novamente a soma, teremos que mudar o título para" A parábola dos quinze talen­tos, porque 5+5+2+2+1=15!


Na Edição Revista e Corrigida antes de Lucas 6: 17, está estampado este título: O SER­MÃO DA MONTANHA". Assim que o versículo começa, Jesus está DESCENDO com os discípu­los e "parou num LUGAR PLANO" (Lucas 6: 17).

Onde o titulista foi buscar essa montanha?

Além de estar descendo, ainda parou num lugar plano. Isto só pode ter sido falta de atenção, ou então o titulista deduziu que o evangelista esta­va citando o mesmo sermão do monte que Jesus havia pregado.

O famoso Sermão do Monte, pregado por ­Jesus, segundo está registrado nos Capítulos 5, 6 e 7 de Mateus, foi realmente pregado em um mon­te, pois lemos:

"Vendo Jesus as multidões, SUBIU A MONTE ... " (Mateus 5:1). 

O outro sermão que foi pregado por Jesus relatado por Lucas, apesar de conter palavras bem parecidas e vários conceitos serem repetidos, foi pregado não em um monte, como o primeiro, mas em lugar bem diferente.


Na RA o título do Capítulo 25 de Jó é o seguinte: "DEUS NÃO OUVE OS AFLITOS PORQUE ES­TES NÃO TEM FÉ". Não está um pouco forte a gene­ralização? É verdade que muitos aflitos não têm fé, mas será que nenhum aflito têm fé?

É a própria Bíblia que nos manda ficar aflitos, para podermos receber as bênçãos de Deus. Tiago dá como mandamento o seguinte ''AFLI­GI-VOS, lamentai e chorai." (Tiago 4:9).

Também no Velho testamento o povo era concitado, de vez em quando, a afligir suas almas, para receber o perdão de Deus. (v. Levítico 16:29).

Na Versão Revista e Corrigida e na Revista e Atualizada temos o título do livro de Salomão como "Cantares de Salomão". No primeiro versículo, lemos o verdadeiro título: "Cânticos dos Cânticos". Somente a tradução brasileira tem o tí­tulo correto.

No título que encima o Capítulo 5 de Jui­zes, todas as traduções que consultei têm escrito assim: "O Cântico de Débora". Houve aqui um injustiça quanto aos direitos autorais, pois a música de louvor ao Senhor não é de Débora, apenas, mas foi feita de parceria com Baraque. Leia:

"E cantou Débora e Baraque, filho de Abinoão, naquele mesmo dia, dizendo .... " (Juizes 5:1). 

O tradutor também cochilou na concordân­cia verbal. Uma tradução mais correta está na RA: "E CANTARAM Débora e Baraque ... " Ou é porque ele queria mesmo puxar a brasa para o lado de Débora?


No título que antecede Lucas 24:36 na Ver­são Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo), lemos: ''Aparição de Jesus aos Doze". 

Perguntamos: Onde foi que o titulista foi tomar emprestado o décimo segundo apóstolo, visto que Judas já tinha se suicidado? É claro que só havia mesmo ONZE e não doze! Matias só foi eleito depois da ascensão de Jesus e Paulo só foi chamado muito depois. Não existe qualquer motivo para o título errado, a não ser mesmo o cochilo.

Agora, algo que é realmente de pasmar. é que o apóstolo Paulo também por força do hábito, ao citar o texto em questão, parece não ter obser­vado bem o número dos apóstolos existentes, Ele citou assim:

"E apareceu a Cefas, e depois, AOS DOZE," (I Coríntios 15:5).

Só podemos pensar que "OS DOZE" era como uma espécie de instituição. Contudo, um evangelista mais cuidadoso, escreveu desta maneira:

"E OS ONZE discípulos partiram para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes tinha designa­do. E, quando o viram, o adoraram. mas alguns duvidaram." (Mateus 28:16,17).

Marcos corrobora tal afirmação. quando afirma:

"Finalmente apareceu AOS ONZE, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração ..."­(Marcos 16: 14).

Será que Paulo não disse ONZE e algum copista dos manuscritos originais cochilou e escre­veu DOZE?

Nos evangelhos encontramos muitas vezes Jesus contando histórias da época para ilustrar al­guma verdade e encontramos, ao mesmo tempo, títulos afirmando que são PARÁBOLAS, quando são apenas histórias.



Paulo de Aragão Lins
fonte: rocha ferida

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Fazer sexo antes do casamento traz maldição?


Fazer sexo antes do casamento traz maldição? Saiba como ser abençoado na sua vida sexual. Por Pr Marcio Valadão.

“Sexo: Bênção ou Maldição” é um dos livros online do Pastor Márcio Valadão da Igreja da Lagoinha, dando uma noção aos cristãos responderem a pergunta “fazer sexo antes do casamento traz maldição?”

Ele começa o livro falando primeiramente sobre a obediência: “Obediência traz bênção e desobediência traz maldição.”“Se sua vida não decola, seus sonhos quanto ao casamento, carro, à casa própria etc., não se realizam, pode ser que esteja faltando alguma coisa.”
Ele aponta para muitos males que vem da desobediência, trazendo toda sorte de maldições ao homem. Entre as desobediências, podemos citar o adultério que se encontra nos Dez Mandamentos – “Não adulterarás” (Êx 20.14) .
“Creio que o impulso sexual não controlado é o maior impedimento na vida espiritual de um homem e de uma mulher. Ele faz com que os céus sejam de bronze e a terra de ferro.”
Segundo ele, estamos vivendo num período em que a lascívia, a pornografia e o erotismo não apenas são reclamados, como também são instrumentos de marketing. “A mídia divulga questões sexuais sem medir as consequências que causam às famílias de modo geral.”



Para ele, o maior problema é que isso está entrando nas Igrejas, e que muitos dos que se dizem tementes a Deus, não conseguem discernir.
Em seguida, o livro aponta para as Armadilhas de Satanás, que segundo ele tem o objetivo de matar, roubar e destruir (Jo 10:10).

Muitos agem como se fossem imunes aos enganos do maligno, diz ele, dizendo que não tem problemas na área sexual, que podem assistir filmes pornográficos que não vão se contaminar.

Mas existem marcas que ficam no nosso espírito, ele afirmou, “principalmente na área sexual.” Deus fez o sexo, e ele é “bom, prazeroso, saudável e divino.” Entretanto, ele continua, Deus estabeleceu um princípio de que a relação sexual só pode ser expressa no casamento.
“Fora dele [do casamento] é pecado, é desobediência, quebra do princípio de Deus para com o homem, sendo ele Cristão ou não.”
“Vivendo essa prática fora do casamento, certamente o homem cairá em desgraça e maldição.”
Desta maneira, aqueles que se rendem às tentações para, de forma ilícita, exploram os desejos sexuais que Deus determinou, estão desobedecendo a Deus.
“Quantas pessoas cedem para seus namorados só porque eles ameaçam terminar um relacionamento que nunca foi de Deus? Quantos rapazes, só para provar ao seus amigos que eles são machos, passam a ter uma vida sexual fora dos limites de Deus?”

O pastor adverte que se as respostas dos crentes para o mundo não forem realmente guiadas pelo Senhor, “os céus serão de bronze e a terra de ferro.”
“A vida ficará estagnada, não haverá paz dentro de casa e nem mesmo prosperidade.”
Assim ele urge que, “Não nos esqueçamos que devemos praticá-lo apenas dentro do casamento.”




Para os que já entregaram a sua vida a Jesus Cristo, já foram lavados, purificados, agora precisam conservar-se puros, diz Valadão.
“Hoje muitas pessoas vêm para o Senhor machucadas, feridas na alma com decepções no casamento, na área sexual, e por isso muitas portas que ficaram abertas no passado, precisam ser destruídas.”

Ele compara o nosso espírito com um filme numa câmera fotográfica em que o filme contém várias imagens, mas quando aberto “diante da luz, diante do sol da Justiça,” todas as imagens são apagadas.

“No momento em que você entrega a sua vida a Jesus, o Senhor brilha com tanta intensidade em sua vida que as imagens que estavam no mundo espiritual são queimadas e aniquiladas no nome de Jesus.”

E completa que “nem todos que chegam ao Senhor Jesus vieram com esses princípios bíblicos. Porém, Deus nos dá a chance de um novo recomeço. O arrependimento e a libertação são fundamentais para uma nova vida em Cristo Jesus.”

“É essencial para uma nova vida em Cristo Jesus o arrependimento antes do casamento no sentido de se ter uma vida correta, pura, santa, diante do Senhor, e, então, o homem e a mulher terão os céus abertos e a terra frutífera dentro do matrimônio.”

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Fracassos na Família de Jacó




A família de Jacó continua sendo uma fonte de grande sofrimento nesse período de sua vida. Primeiro, há o escândalo envolvendo sua filha Dina. Depois que Hamor, o heveu, desonra a moça, Simeão e Levi, irmãos de Dina, atacam a cidade de Hamor e massacram todos os homens. 


Em seguida, a família de Jacó passa por grande sofrimento pessoal. Depois de retornar a Betel, Débora, a ama da mãe de Jacó, morre. Essa perda é seguida da trágica morte de Raquel, que ocorre ao dar à luz Benjamim. Depois, o pai de Jacó, Isaque, morre. Para tornar as coisas ainda piores, durante esse período, Rúben, o filho mais velho de Jacó, dorme com Bila, a concubina de seu pai, que era mãe de dois meio-irmãos de Ruben: Dã e Naftali. 




As desgraças da família de Jacó apenas se intensificam quando ele demonstra evidente favoritismo por seu filho José, inflamando intenso ciúme entre os irmãos. E o sonho de que um dia os irmãos de José se curvariam perante ele apenas estimula uma inveja infernal. Essa rivalidade cresce até que os irmãos de José o traem, vendendo-o para certos mercadores. Depois, os filhos de Jacó enganam o pai trazendo o casaco de José coberto de sangue, insinuando que José tinha sido morto. Há uma grande ironia nesse ato, pois agora Jacó é enganado de forma semelhante à que havia usado para tapear seu pai. Sem dúvida, há muita coisa nesta história que deixaria perplexos até mesmo terapeutas familiares profissionais. 



II. ENSINANDO A HISTÓRIA 
 
A Bíblia dá esta promessa aos jovens: “Filhos, o dever cristão de vocês é obedecer ao seu pai e à sua mãe, pois isso é certo. Como dizem as Escrituras: ‘Respeite o seu pai e a sua mãe’. E esse é o primeiro mandamento que tem uma promessa, a qual é: ‘Faça isso a fim de que tudo corra bem para você, e você viva muito tempo na terra.’” Efésios 6:1-3. Na lição desta semana, observamos uma família que deixou de seguir esse conselho. Nosso estudo retrata uma família tão desestruturada que mereceria seu próprio programa de TV (semelhante a Casos de Família!). Isso nos leva de volta a uma época em que a maioria dos casamentos era arranjado; porém, muitos dos fatores que desestruturaram a família de Jacó prevalecem da mesma forma ainda hoje.


Apresentando o Contexto e o Cenário 
 Aqui estão algumas descobertas culturais que esclarecem as principais histórias de Gênesis 34-37: 




Dina e a Pressão de Grupo – Em sua abordagem da história do estupro de Dina, Josefo, historiador judeu do primeiro século, menciona o antigo costume que as moças de Siquém tinham de participar em festividades licenciosas. Dina, que, segundo os estudiosos, devia ter uns 15 anos de idade na época do incidente, provavelmente tinha o hábito de andar com as mulheres siquemitas.  “Dina tinha curiosidade de conhecer os hábitos e costumes do povo circunvizinho. Isso a levou a uma intimidade imprudente com eles, que terminou em sua desgraça. Ela se colocou em perigo quando procurou se ver livre do controle e da supervisão paterna, menosprezando a admoestação quanto a permanecer longe dos idólatras e de seus maus hábitos.” 
– . Nos tempos antigos, assim como hoje, a pressão de grupo é uma importante questão para os adolescentes. 
“As más companhias corrompem os bons costumes.” 1 Coríntios 15:33. 


Jacó Como Pai – Há vários indícios no texto de que Jacó era passivo demais em seu papel de pai e líder espiritual de sua família. 
Por exemplo, quando Jacó soube que Rúben tinha cometido incesto com Bila, mãe de dois dos meio-irmãos de Rúben, Jacó não confrontou o pecado. Note que, em Gênesis 35:22 e 23, quando o escritor revela esse sórdido caso amoroso, ele de repente suspende a história e continua com a lista dos nomes dos doze filhos de Jacó. Um outro exemplo da passividade de Jacó está registrado em Gênesis 34, quando ele deixa de tomar uma atitude após sua filha ser estuprada. Conhecendo esse defeito de caráter de Jacó, fica mais fácil explicar a farsa, a raiva e o ciúme descontrolado que envenenaram os filhos de Jacó – todos esses atributos foram moldados pelo pai. 


O Casaco Colorido de José – O estudioso do Antigo Testamento H. C. Leupold ressalta que o casaco colorido de José era com mangas e ia até o tornozelo. Essa conclusão se baseia na palavra hebraica passeem, usada para descrever o casaco de José, que significa “tornozelo” ou “punho”. Considerando as implicações da afirmação de Leupold, constatamos que era uma vestimenta da nobreza. Não era uma roupa que costumava ser usada pela classe trabalhadora. 
As vestes dos trabalhadores naqueles dias consistiam de uma túnica curta e sem mangas. 
Esse traje permitia ao trabalhador movimentar livremente seus braços e pernas. 
Vestindo José com uma “túnica ricamente ornamentada”, Jacó estava dizendo: “Você pode usar essa linda vestimenta porque você não precisa trabalhar como seus irmãos.” 


Resumo 


Embora as famílias tenham mudado através dos anos, em muitos sentidos elas continuam iguais. A família de Jacó viveu mais de 4.000 anos atrás. Apesar de a cultura ter mudado, algumas das falhas morais e dos desafios de relacionamento predominantes na família de Jacó ainda são comuns hoje. 


A partir da experiência de Jacó, é importante lembrar estes princípios: 
• As consequências do pecado podem afligir uma família por várias gerações. 
• O pecado deve ser confrontado na família. Ignorar problemas apenas os torna maiores. 
• A pressão de grupo e as amizades externas à família têm grande potencial para o bem ou para o mal. 
• Se deixadas sem ser reprimidas, as rivalidades, a inveja e a raiva podem destruir uma família. 
• Você foi criado para viver em comunidade. Essa é uma condição inegociável para se prosperar como ser humano. 
• Deus pode trazer graça e cura, mesmo para as famílias mais terríveis e desestruturadas. 

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A Mulher de Caim e o Incesto





Quem foi a mulher que casou com Caim, já que só existiam Adão, Eva e Caim? (Abel já tinha sido morto).




Caro leitor, essa pergunta costuma deixar muitas pessoas em dúvida. Alguns afirmam que esta questão prova que a Bíblia contém erros. No entanto, como demonstrarei a seguir, a Bíblia nos indica uma resposta bastante satisfatória a essa pergunta. Vejamos:
A primeira consideração a se fazer é a respeito de um versículo que nos mostra que Adão e Eva não tiveram apenas filhos homens, mas também filhas. “Depois que gerou a Sete, viveu Adão oitocentos anos; e teve filhos e filhas.” (Gn 5. 4). É importante observar a ênfase do texto no plural “filhos e filhas”.




A Bíblia normalmente foca suas narrativas nos principais personagens da história ou naqueles que tiveram alguma participação efetiva e importante naquilo que ela quis mostrar. Assim, a narrativa de Gênesis é um resumo e não a totalidade dos fatos. Não encontramos, por exemplo, as *genealogias de todos os filhos e filhas de Adão e Eva, mas somente de Caim e Sete (Gn 4. 17-24; Gn 5. 1-32). Os outros “filhos e filhas” existiram, mas não foram incluídos na narrativa bíblica.


Outra coisa a se considerar é que os filhos e filhas de Adão e Eva foram crescendo e multiplicando-se. Não ficaram estacionados debaixo da “barra-da-saia” de Eva. Eles tinham a missão de cumprir a palavra de Deus dada aos seus pais. “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a…” (Gn 1. 28)




Observe como Caim, após ter matado seu irmão Abel, fica preocupado em ser encontrado por “alguém” que lhe poderia fazer alguma mal: “Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua presença hei de esconder-me; serei fugitivo e errante pela terra; quem comigo se encontrar me matará.” (Gn 4. 14). Caim demonstra por essa fala que já havia certo número de seus parentes espalhados pela região. E fica receoso de sofrer uma vingança.
Observe também que Deus colocou “um sinal em Caim para que o não ferisse de morte quem quer que o encontrasse.” (Gn 4. 15). Isso demonstra que a terra a essa altura já tinha um bom número de pessoas, todas vindas de Adão e Eva e de seus filhos e filhas. Se não houvesse mais ninguém na terra além de seus pais, por que Caim estaria preocupado e por que Deus colocaria esse sinal nele?
Podemos então inferir: Se Caim poderia encontrar com alguém que o pudesse matar, por que não poderia encontrar-se também com uma mulher que viesse a se casar com ele?
Assim, o texto bíblico nos explica que a mulher de Caim não é uma invenção ou um erro da Bíblia, mas que ela de fato existiu.





GÊNESIS 4:17 - Como foi que Caim conseguiu uma esposa?




PROBLEMA:  Não havia mulheres com quem Caim se casasse. Havia apenas Adão, Eva (4:1) e seu irmão morto, Abel (4:8). Contudo, a Bíblia diz que Caim casou-se e teve filhos.


SOLUÇÃO:  Caim casou-se com uma irmã (ou talvez com uma sobrinha). 
A Bíblia diz que Adão
"teve filhos e filhas" (Gn 5:4).  Com efeito, como Adão viveu 930 anos (Gn 5:5),  ele teve muito tempo para ter muitos filhos e filhas! Caim pode ter se casado com uma de suas muitas irmãs ou, 
quem sabe, com uma sobrinha, se quando se casou seus irmãos e irmãs já tivessem filhas crescidas.
Neste caso, obviamente, um de seus irmãos teria se casado com uma irmã.


GÊNESIS 4:17- Como Caim pôde casar-se com uma mulher de seu parentesco, sem cometer incesto?




PROBLEMA: Se Caim casou-se com uma irmã, isso é incesto, o que a Bíblia condena (Lv 18:6).
Além disso, casamentos incestuosos com freqüência geram filhos geneticamente defeituosos.


SOLUÇÃO:  Em primeiro  lugar,  não havia  imperfeições genéticas no começo da  raça humana. Deus criou um homem (Adão) geneticamente perfeito (Gn 1:27). Os defeitos genéticos resultaram
da queda e somente ocorreram com o passar de longos períodos de tempo.


Em  segundo  lugar,  nos  dias  de Caim não havia mandamento de Deus  para que não  se casassem com um parente próximo. Este mandamento (Lv 18) veio milhares de anos depois, nos
dias de Moisés (cerca de 1500 a.C).


Finalmente, já que a raça humana começou com um casal único (Adão e Eva), Caim não teria com quem se casar, a não ser com alguém de parentesco bem próximo, do sexo feminino (uma
irmã ou sobrinha).


fonte: também falho

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Por que os Animais eram Sacrificados no Antigo Testamento?




Deus exigia sacrifícios de animais para que a humanidade pudesse receber perdão dos seus pecados (Levítico 4:35; 5:10). Para começar, sacrifício de animal é um tema importante encontrado por todas as Escrituras. Quando Adão e Eva pecaram, animais foram mortos por Deus para providenciar vestimentas para eles (Gênesis 3:21). Caim e Abel trouxeram ofertas ao Senhor. A de Caim foi inaceitável porque ele trouxe frutas, enquanto que a de Abel foi aceitável porque ele trouxe “das primícias do seu rebanho e da gordura deste” (Gênesis 4:4-5). Depois que o dilúvio recuou, Noé sacrificou animais a Deus. Esse sacrifício de Noé foi de aroma agradável ao Senhor (Gênesis 8:20-21). Deus ordenou que Abraão sacrificasse seu filho Isaque. Abraão obedeceu a Deus, mas quando Abraão estava prestes a sacrificar a Isaque, Deus interveio e providenciou um carneiro para morrer no lugar de Isaque (Gênesis 22:10-13). 




O sistema de sacrifícios atinge seu ponto máximo com a nação de Israel. Deus ordenou que essa nação executasse inúmeros sacrifícios diferentes. De acordo com Levítico 1:1-4, um certo procedimento era para ser seguido. Primeiro, o animal tinha que ser perfeito. Segundo, a pessoa que estava oferecendo o animal tinha que se identificar com ele. Então, a pessoa oferecendo o animal tinha que infligir morte ao animal. Quando feito em fé, esse sacrifício providenciava perdão dos pecados. Um outro sacrifício chamado de dia de expiação, descrito em Levítico 16, demonstra perdão e a retirada do pecado. 




O grande sacerdote tinha que levar dois bodes como oferta pelo pecado. Um dos bodes era sacrificado como uma oferta pelo pecado do povo de Israel (Levítico 16:15), enquanto que o outro bode era para ser solto no deserto (Levítico 16:20-22). 




A oferta pelo pecado providenciava perdão, enquanto que o outro bode providenciava a retirada do pecado.




Por que, então, não oferecemos mais sacrifícios de animais nos dias de hoje? O sacrifício de animais terminou porque Jesus Cristo foi o sacrifício supremo. João Batista confirmou isso quando O viu pela primeira vez: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29). Você pode estar se perguntando: “por que animais? O que eles fizeram de errado?” Esse é justamente o ponto: já que os animais não fizeram nada de errado, eles morreram no lugar daquele que estava executando o sacrifício. Jesus Cristo também não tinha feito nada de errado, mas voluntariamente entregou-Se a morrer pelos pecados da humanidade (1 Timóteo 2:6). Muitas pessoas chamam de substituição essa idéia de morrer no lugar de outra pessoa. Jesus Cristo tomou para Si o nosso pecado e morreu no nosso lugar. 2 Coríntios 5:21 diz: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” Através de fé no que Jesus Cristo cumpriu na cruz qualquer pessoa pode receber perdão.




Em resumo, os sacrifícios de animais foram ordenados por Deus para que tal pessoa pudesse experimentar do perdão dos pecados. O animal servia como um substituto – quer dizer, o animal morreu no lugar do pecador. Sacrifício de animais parou com Jesus Cristo. 
Jesus Cristo foi o substituto sacrificial supremo e é agora o mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5). Sacrifícios de animais serviam como um sinal do que estava para vir – o sacrifício de Cristo a nosso favor. A única base sobre a qual o sacrifício de um animal providenciaria perdão dos pecados é o fato de que Cristo iria Se sacrificar pelos nossos pecados, providenciando o perdão que aqueles animais podiam apenas ilustrar e prenunciar. 


fonte: também falho

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