Tecnologia do Blogger.

A morte do Messias e as Contradições (3)


DOIS SÁBADOS NAQUELA SEMANA

     Com uma simples comparação de textos, podemos provar que na semana da morte de Yahushua, ocorreram dois sábados: o primeiro dia dos ázimos, que caia no dia 15 de Nisan (Abib) e que neste caso, foi na quinta-feira e o sábado sétimo dia da semana. Para melhor entendermos, tomaremos um fato ocorrido neste período, ou seja, a compra de material e o preparo das especiarias, para se ungir o corpo do Mashiach. Vejamos quando isto ocorreu, segundo o relato de Lucas 23:54-56: “E era o dia preparação, e amanhecia o sábado. E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galileia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos, e no sábado repousaram, conforme o mandamento”. Por esta passagem fica certa a ordem de acontecimento das coisas:

a) Já estava terminando o dia da preparação, com o pôr-do-sol e começando o sábado. Já não havia mais tempo para comprar e preparar as especiarias para ungir o corpo do Mashiach, pois já era sábado (o feriado da festa dos pães asmos).

b) O verso 54, no entanto, fala que elas, as mulheres, preparam tudo antes do sábado e que repousaram neste dia, conforme ordenava o mandamento.

Como entender isto? Se já estava iniciando o sábado, como e quando elas compraram e fizeram os preparativos se o verso final nos prova que elas observaram o sábado. Difícil, não?


Comparemos agora o mesmo assunto com o descrito em Marcos 16 verso 1: “E, passado o sábado, Maria Madalena e Maria mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo”. Este texto parece complicar mais, todavia é aqui que se esclarecem os fatos, pois fala que as mulheres foram comprar as especiarias DEPOIS do sábado. Lucas, no verso 54 nos disse que este preparo ocorreu antes do sábado e Marcos disse que foi depois! Como harmonizar as coisas? A grande esclarecedora verdade é que naquela semana houveram dois sábados: um cerimonial, ocorrido na quinta-feira, ou seja, o primeiro dia da grande festa dos ázimos e o outro, o sétimo dia da semana, ou o sábado citado pelo quarto mandamento do decálogo divino. Assim que Yahushua morreu no dia 14 de Abib, uma quarta-feira, também considerado dia da preparação; foi sepultado no final deste dia, próximo ao pôr-do-sol, portanto já quase na virada para a quinta-feira, que por sua vez era o dia 15 de Abib quando iniciava a festa dos ázimos, um sábado (feriado) cerimonial e festivo. Foi depois deste sábado cerimonial ou quinta-feira, que as mulheres compraram e prepararam as especiarias (na sexta-feira), o que harmoniza com Marcos 16:1. Uma vez preparado o material para ungir o corpo do Mashiach, o que certamente se aprontou na sexta-feira, no sábado, sétimo dia da semana, repousaram conforme o preceito da Lei (o que prova que os primitivos discípulos eram sabatistas) e no primeiro dia da semana foram cedo para fazer a santa unção. Isto harmoniza também Lucas 23:54 e 24:1 com Marcos 16:1-2. Portanto fica claro que naquela semana houveram dois sábados, dissipando-se assim quaisquer possíveis dúvidas no assunto.


OUTROS DIAS CHAMADOS “SÁBADOS”  

Observe-se que a Bíblia fala de outros dias que não sendo o sétimo dia da semana, também recebem o nome de “sábados”. Por exemplo, encontramos um dia diferente chamado sábado no seguinte versículo: “... fala aos filhos de Yisrael e diz-lhes: No sétimo mês, ao primeiro do mês tereis descanso (SÁBADO), uma comemoração ao som de trombetas e uma santa convocação...” (Levítico 23:24), se lermos o versículo 39 encontraremos mencionado outro sábado: “porém aos 15 dias do sétimo mês, quando tiverdes recolhido o fruto da terra, celebrareis a festa de YHWH por sete dias, o primeiro dia será descanso (SÁBADO); descanso (SÁBADO) será o oitavo...”, um texto que em nossas versões esclarece melhor os dias de descanso nas festas fixas, eram chamados sábados, se acha em Levítico 23:32, ao dizer que o dia 10 do sétimo mês seria um sábado para Israel: “ Sábado de descanso vos será...aos nove do mês á tarde, duma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado”. Se esta era uma data fixa, é óbvio que podia cair em qualquer dia da semana e que seria um sábado, um sábado cerimonial.

     Poderíamos ainda elucidar este assunto, com uma passagem que menciona um sábado denominado segundo primeiro. Que seria isto? Certamente que este sábado não era o semanal, sétimo dia, mas um sábado cerimonial. Por que segundo primeiro? Porque era um sábado secundário (não o principal, o de YHWH), mas que caia primeiro, na semana, antes do sábado de YHWH. Ver Lucas 6:1. Assim é evidente e fácil de compreender que estas festas em datas fixas eram celebradas em qualquer dia da semana e que os dias em que não se trabalhavam eram considerados sábados (feriados).

     Quando verificamos algumas passagens da primeira aliança, pertencentes à instituição da Páscoa (14 de Abib) e da festa dos pães sem fermento (15 de Abib) que vem em seguida, encontramos, porém, outro dia chamado sábado e este é precisamente o SÁBADO ou “grande dia” a que João se referiu no capítulo 19:31, citado anteriormente. Assim, é indispensável determinar com que significado as Escrituras citadas pode-se ver que o sábado que veio no dia seguinte ao que HaMashiach foi morto no madeiro, não foi o semanal dia de sábado (o sétimo dia da semana), de acordo com o quarto mandamento. (Neste ano da morte de Yehoshua foi uma quinta-feira (15 de Abib – a festa dos pães ázimos) e biblicamente chamou-se sábado ou “o grande dia”).


O SÁBADO DE PÁSCOA

     HaMashiach foi morto no dia 14 do primeiro mês Hebreu, chamado de Nisan ou Abib (o mesmo dia no qual o cordeiro da Páscoa era sacrificado sob a antiga aliança – Leia Êxodo 12:1-6)   e isto podia acontecer em qualquer dia da semana. O dia seguinte á morte do cordeiro da Páscoa, sempre era chamado de “sábado”. Isto determinamos com os seguintes versículos: “...No primeiro mês, aos quatorze do mês, pela tarde, é a Páscoa de YHWH. E aos quinze deste mês é a festa dos ázimos. No primeiro dia tereis a santa convocação: nenhuma obra servil fareis...” (Levítico 23:5-7)

     Aqui o décimo quinto dia chama-se sábado, e era “uma santa convocação”, o qual contrasta com o versículo 24 ”... ao primeiro do mês terei sábado, uma comemoração ao som de trombetas”. Uma santa convocação significa um descanso.

     Era um tempo em que (nenhum trabalho de qualquer natureza) deveria ser feito. Isto era um sábado. Por isso pode se ver que o dia seguinte da morte de HaMashiach, o  qual Lucas chama “o sábado” (Lucas 23:54), teria por necessidade que corresponder ao dia seguinte da Páscoa, de acordo com Levítico 23, e sendo sábado, não era sétimo dia – o sábado semanal.


      O dia da morte no madeiro foi chamado de “a preparação” para o Sábado dos Pães Ázimos que imediatamente seguia a festa da Páscoa (a qual os judeus juntaram com a dos pães ázimos e assim o fazem até o dia de hoje, contrariando o mandamento de YHWH) que imediatamente lhe seguia, e não foi necessariamente uma sexta feira da semana. Neste ano particularmente, o dia da “preparação” foi quarta feira. (Mais tarde o verificaremos).

     Yahushua morreu por volta das três horas da tarde deste dia, e justamente antes do crepúsculo deste mesmo dia foi posto no túmulo. Setenta e duas horas mais tarde (ou três dias e três noites) cumpriram-se antes do crepúsculo do sétimo dia - sábado semanal, o qual foi o tempo (de acordo com Mateus 28:1) em que o anjo abriu o túmulo e disse: “Não temais vós, porque eu sei que procurais a Yahushua, que foi morto no madeiro. Não está aqui porque já ressuscitou como disse. Venham, vede o lugar onde foi posto o Mashiach”. [versos 5, 6]


igreja de Deus em são paulo

Read more...

A morte do Messias e as Contradições (2)


Assim, o verbo está claramente usado. Compare Lucas 23:54 e João 19:31 com Deuteronômio 21:22-23 e com a mesma visão pode-se compreender o relato de Mateus 28:1. Ou seja, NA TARDE DE SÁBADO, quando os judeus estavam esperando o princípio do primeiro dia (domingo) da semana.

     A palavra “amanhecer” ou “ao entrar” consiste em um forte obstáculo á ideia de uma ressurreição no domingo de manhã, já que Mateus nos diz que sucediam estas coisas enquanto estava amanhecendo ou aproximando-se o primeiro dia da semana e isto nos prova que o primeiro dia da semana não havia chegado. A ressurreição aconteceu na parte final do sábado.

     Neste ponto, seria conveniente notar como outros homens traduziram Mateus 28:1, ou ao menos uma parte do verso:


A SEGUIR CONSIDEREMOS UM POUCO DESTAS TRADUÇÕES:

Versão revisada e versão americana:”Na tarde de sábado...”

Almeida – Ver. E Atualizada: “No findar do sábado...”

Peshita Syriac:”E no encerrar do sábado...”

Novo testamento da União Americana da Bíblia (Publicada pela Sociedade Publicadora Batista Americana): “Era tarde no sábado...”

Dena Alfred: “E no fim do sábado...”

Rotherman: “Na tarde da semana, quando estava a ponto de amanhecer o primeiro dia da semana...”

Georg Ricker Berry (em seu Novo Testamento Grego Interlinear): “Na tarde de sábado, quando estava escurecendo para o primeiro dia da semana...”

James Moffatt: “No encerramento do sábado, quando o primeiro dia da semana estava amanhecendo...”

A tradução grega (mais antiga que qualquer outro texto grego conhecido), The Sinaitic Palimpset, confirma as traduções citadas: “Na tarde do sábado, quando o primeiro dia da semana amanhecia...”

A cópia grega mais antiga original revela que não há erro na versão do Rei Tiago (Inglês) em Mateus 28:1. O livro de Mateus foi escrito originalmente em hebraico e o que segue é uma tradução imediata dos Versos 1-7: “Na tarde de sábado, quando estava escurecendo para o primeiro dia da semana, vieram Maria Madalena e a outra Maria para ver o sepulcro. E eis que houve um grande terremoto, porque um anjo de YHWH, vindo, tirou a pedra da porta e estava sentado sobre ela. E sua aparência era como de um relâmpago e seu vestido branco como a neve. E com temor dele, os guardas que cuidavam tremeram e estavam como mortos. Porém o anjo respondendo, disse as mulheres: Não temais, porque sei que procurais Yahushua que foi morto no madeiro. Não está aqui, porque ide logo, dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos”.

     Isto fica confirmado que com a “tradução interlinear do Novo Testamento Grego” por George Ricker Berry, Ph.D., Universidade de Chicago e Universidade Colgate, Departamento de Línguas Semíticas.


     Assim, a primeira visita, poderíamos estranhar que a ressurreição tivesse ocorrido antes do pôr-do-sol. No entanto, pensando mais detidamente, descobrimos que é exatamente neste momento do dia em que deveria acontecer (e tinha que ser assim) para que as palavras proféticas de Yahushua se cumprissem exatamente.

     Até aqui encontramos o tempo aproximado da ressurreição. No fim do sábado semanal. Porém, quando o comparamos com o tempo em que se presume que HaMashiach foi posto no túmulo, a investigação que fizermos sobre o elemento tempo em nosso estudo, aparece ainda confusa. Se HaMashiach, como se diz, foi colocado no túmulo antes do crepúsculo de sexta-feira, e ressuscitou antes do crepúsculo de sábado, Logo esteve no túmulo somente 24 horas, ou seja um dia e uma noite. Isto não pode ser verdade, porque então não teria sentido nenhum dizer que “o terceiro dia desde que aconteceu...” (Lucas 24:21).

     Yahushua disse que estaria no túmulo três dias e três noites. Portanto visto que ele ressuscitou no fim do sábado, temos somente que contar para trás até o tempo que ele profetizou que estaria ali, para determinar quando foi posto no sepulcro. Esta conta para trás nos leva precisamente ao crepúsculo de quarta-feira, o que significa que Yahushua foi morto no madeiro neste dia e não na sexta-feira. Agora se pode ver claramente porque trabalhamos tanto com perguntas referentes ao tempo em que HaMashiach saiu do túmulo, para poder dar a resposta a pergunta anterior: quando Yahushua HaMashiach foi posto no túmulo?


     Porém... poderia perguntar-se: Como pode isso? Como poderia HaMashiach ser morto no madeiro na quarta-feira, quando está claramente o dia da preparação para o sábado?

     João, o Evangelista – nos dá a resposta: “Então os judeus, porque era véspera da Páscoa, para que os corpos não fossem retirados da cruz no sábado, pois era o grande dia de sábado [embora os judeus realizassem a sua Páscoa no dia errado 15 de Abib], rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas e fossem retirados” (João 19:31). Isto mostra que HaMashiach foi morto no madeiro um dia antes do chamado “grande dia de sábado” pelos judeus até o dia de hoje. Este era o sábado, sétimo dia da semana? Não, não era. Não podia ser, porque o sábado semanal designava como descanso nas Dez Palavras, nunca se lhe chamou ou referiu como sendo “um grande dia”.

     E importante notar que a Palavra menciona outros dias como “sábado” e que estes não correspondem ao sétimo da semana, dos quais nos ocuparemos mais adiante.

     Alguns argumentam que esse “grande dia sábado” especial ocorreu no mesmo dia do sábado semanal. Não pode ser este o caso, porque pode se provar simplesmente pelos registros astronômicos, que a lua cheia aconteceu, no ano da morte do Mashiach, na terça-feira – 13 de Abib, às 2 da tarde (este dado foi comprovado e corroborado pelo Observatório Naval dos Estados Unidos, e pelo Astronomer Real Britânico).

     Agora, é de suma importância recordar que a PÁSCOA sempre ocorreu no dia seguinte da noite de lua cheia. E o dia seguinte da lua cheia neste ano da morte do Mashiach foi precisamente na quarta-feira, 14 de Abib. Portanto a Páscoa não pode ter sido neste ano em um sábado semanal.

     Abib é o mês bíblico que corresponde à parte do mês de Março e uma parte do mês de Abril do nosso calendário. Os dias da semana são os mesmos nos dois calendários. Quarta-feira no hebreu é quarta-feira no Gregoriano.



Igreja de Deus em São paulo

Read more...

A morte do Messias e as Contradições (1)


A MORTE DE YAHUSHUA NO QUARTO 
DIA DA SEMANA  

O ELEMENTO TEMPO NA MORTE E RESSURREIÇÃO DE YAHUSHUA

     A Palavra de YHWH nos ensina o caminho da salvação (o livramento da pena de morte imposta sobre a raça humana pelo pecado) por meio de Yahushua o Mashiach de YHWH. Esta verdade constitui o centro das escrituras. O plano da salvação foi proclamado, uma vez e outra, pelos escritores da Bíblia, quando foram dirigidos pela inspiração divina. Tem-se utilizado muitos métodos para enfatizá-lo, fazê-lo compreensível e comunicá-lo a nós, tais como: histórias, incidentes, eventos, parábolas, exemplos, ilustrações, alegorias, símbolos e por ensinamento direto. Estes métodos estão habilmente mesclados para revelar claramente a vontade e o desejo de YHWH para o homem. Um caminho de vida que prepara homens e mulheres para o glorioso e eterno Reino do Pai Celestial e de seu Mashiach Yahushua.



YAHUSHUA HAMASHIACH E 
O SINAL DE JONAS

     Um dos incidentes interessantes da antiga aliança e que está ligado ao tema da salvação, é o que envolve Jonas e o grande peixe.  Esta é uma história com uma grande lição: “a lição de obediência”. Porém é mais do que isto. É uma ilustração ou tipo de Mashiach, não em sua rejeição de fazer o que YHWH ordenou, mas na experiência de permanecer muito tempo dentro do grande peixe que UL preparou. Certamente, ninguém havia imaginado alguma relação entre a obra e vida de Yahushua e a experiência de Jonas, de ser jogado de um barco agitado pela tempestade, ao mar, para ser engolido por “um grande peixe”. Porém, Yahushua não podia deixar de fazer uso desta história em sua pregação, porque não foi um incidente casual. YHWH o planejou, e seria fator de vital importância para elucidar o plano da salvação. Sem o relato do mencionado incidente existiria grave dúvida sobre a veracidade da salvação para o homem, porque se Yahushua, o homem que foi declarado como o centro do plano da redenção, que deu sua vida no madeiro do calvário, não fosse realmente o Mashiach de YHWH, não poderia haver segurança de salvação para ninguém. Sem contar com a história de Jonas e seu peixe captor, não haveria uma prova positiva com a qual refutar o protesto de que o Mashiach da Palavra de YHWH era um impostor; porque ele mesmo disse a alguns incrédulos escribas e fariseus (os quais haviam duvidado de sua verdadeira identidade, embora o haviam visto fazer grandes milagres), que não seria dado outro sinal além do de Jonas, para provar sua afirmação de ser o MASHIACH. “Então alguns dos escribas e dos fariseus, tomando a palavra, disseram: Mestre, queremos ver da tua parte algum sinal. Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas; pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o filho do homem três dias e três noites no seio da terra”. [Mateus 12:38-40]

     Assim, parte do plano da salvação está contido nesta história. Se HaMashiach não permanecesse no túmulo o tempo exato especificado neste relato de Jonas, não seria o verdadeiro Mashiach. Portanto, o elemento tempo exato, especificado nos ensinamento das Escrituras, concernentes a morte no madeiro e ressurreição do Mashiach é vital, como o mostraremos.

    Ao iniciar uma investigação na Palavra de YHWH sobre este assunto, assinalamos que Yahushua se referiu a história mencionada, como uma coisa que realmente aconteceu. É importante também notar que o relato feito por Mateus do que especificou, ensina que depois de sua morte, HaMashiach estaria no túmulo por três dias e três noites, ou seja, um total de exatamente 72 horas. O mesmo tempo, portanto, que Jonas ficou confinado dentro do grande peixe. Assim, Jonas foi um tipo de Yahushua no túmulo terreno.


UMA PERGUNTA DIFÍCIL DE RESPONDER  

     Ser-nos-ia de grande ajuda, enquanto continuamos o estudo do elemento tempo na morte no madeiro e ressurreição do Mashiach, determinar quando Yahushua foi posto no túmulo. Ele foi colocado ali no mesmo dia que foi morto no madeiro; precisamente na tarde deste dia, próximo ao pôr-do-sol. Com relação a isto, citamos o relato do seu sepultamento como está registrado em Marcos 15:42: “e quando já era tarde (pois era a preparação, isto é, a véspera de Sábado), foi José de Arimateia, membro ilustre do Sinédrio, que também esperava o Reino de YHWH, apresentou-se corajosamente a Pilatos e pediu-lhe o corpo de Yahushua”. O mesmo relato encontra-se em Lucas 23:52-54: “Este foi ter com Pilatos e pediu-lhe o corpo de Yehoshua. Tendo descido envolveu-o num lençol e depositou-o num sepulcro aberto na rocha, no qual ninguém ainda tinha sido sepultado. ... e estava por raiar o Sábado”. Estes versos logicamente fixam uma questão: que dia da semana era este chamado “Sábado”? Que dia era este chamado de “preparação”?

     De acordo com o quarto mandamento do decálogo, como se encontra em Êxodo 20:8-11, o sétimo dia da semana está designado como sábado, o qual segue-se chamado até hoje de sábado. Portanto, se o sábado mencionado em Lucas 23:54 era o sétimo dia da semana (de acordo com o 4º mandamento) bem poderia ser determinado que a sexta-feira (o dia anterior ao sábado) fosse o dia da preparação, mencionado neste mesmo verso. Assim que, por este raciocínio e relato da Escritura, parece que HaMashiach foi crucificado e sepultado na sexta-feira, precisamente antes do pôr-do-sol.

     Esta é a conclusão comumente aceita e, aparentemente, tem fundamento bíblico. Se esta conclusão é correta, HaMashiach não cumpriu a profecia que disse, relacionada a si mesmo. Porque se ressuscitou no domingo de manhã, como geralmente se crê, ele esteve no túmulo somente duas noites e um dia: sexta-feira de noite (uma noite), o dia de sábado (um dia) e sábado de noite (duas noites). Ainda se contássemos o curto período entre o tempo que foi posto no túmulo e o pôr-do-sol como mais um dia, a conta só mudaria para dois dias e duas noites, ou seja, um dia e uma noite menos que o tempo que HaMashiach disse que permaneceria no túmulo. E se não esteve ali o tempo completo que ele prometeu, foi um impostor, porque ele assegurou que este seria o único sinal dado. Qualquer tentativa de contar alguma parte do dia de domingo como outro dia completo, no qual HaMashiach poderia ter estado no túmulo antes de ressuscitar, teria que ser rejeitada, porque o anjo (de acordo com o relato de João 20:1) disse as mulheres que foram ao túmulo antes da saída do sol, que Yahushua já havia ressuscitado e já havia saído. João especifica no seu evangelho que a visita foi feita “... Quando ainda estava escuro”. Portanto, devemos estar seguros de que há algum equívoco com a teoria da morte no madeiro na sexta-feira e da ressurreição no domingo pois Yahushua é o verdadeiro Mashiach e sempre disse a verdade. Assim, é necessário investigar mais profundamente, para encontrarmos uma explicação harmoniosa e real para estes acontecimentos.


QUANDO YAHUSHUA HAMASHIACH DEIXOU
O TÚMULO


     Antes de responder a pergunta do subtítulo, faremos outra: quando HaMashiach foi colocado no túmulo?

     Procederemos desse modo para melhor entendermos e obtermos respostas claras, porque o tempo em que HaMashiach foi posto no túmulo pode ser determinado considerando-se primeiramente o momento em que ele rompeu sua sepultura. A ressurreição do Mashiach, levantando-se dos mortos foi um acontecimento maravilhoso. Todos os escritores, inspirados pelo espírito de santidade de YHWH,  dos evangelhos, testificam o fato da ressurreição, porém, surpreendentemente, nenhum deles menciona o minuto exato em que houve este acontecimento. Não é correto dizer que a Palavra não nos dá bastante informação sobre o tempo da ressurreição, ou seja, o dia e a parte exata do dia em que ocorreu.

Transcrevamos exatamente o que cada escritor do evangelho nos diz sobre a ressurreição:

MARCOS:
“... no primeiro dia da semana, de manhã cedo, chegaram ao sepulcro quando o sol já havia saído. Mas olhando, viram revolvida a pedra, a qual era muito grande. Entrando no sepulcro, viram um jovem sentado do lado direito, vestido de uma túnica branca, e ficaram assustadas. Ele disse-lhes: Não está aqui, eis o lugar onde o depositaram”. [Marcos 16:2-6] 
Nota-se que Marcos não da nenhuma indicação do tempo em que Yehoshua saiu do túmulo. Somente diz que algumas mulheres fizeram uma visita ao túmulo “ao sair do sol”, unicamente para saber que HaMashiach não estava ali.

JOÃO:
“E no primeiro dia da semana, foi Maria Madalena ao sepulcro, de manhã, sendo ainda escuro, e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu então e foi Ter com Simão Pedro e com outro discípulo, a quem Yehoshua amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde o puseram. Partiu então Pedro com outro discípulo e foram ao sepulcro. Corriam ambos juntos, mas o outro discípulo corria mais do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. Tendo-se inclinando viu os lençóis postos no chão e o sudário que estivera sobre a cabeça de Yehoshua, o qual não estava com os lençóis, mas dobrado num lugar a parte”. (João 20:1-7)
Que nos ensina esta passagem de Escritura? Deixa claro que João também não revela quando HaMashiach deixou o túmulo. Limita-se a dizer que os que foram ali antes da luz do sol (quando estava ainda escuro) viram tão somente “a pedra retirada” e que Yahushua já não estava. Note que esta visita foi feita mais cedo que a relatada por Marcos.

LUCAS:
“E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado. E acharam a pedra do sepulcro revolvida. E entrando, não acharam o corpo do Senhor Yahushua. E aconteceu que, estando elas perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois varões, com vestidos resplandecentes. E estando elas atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Porque procurais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia”. [Lucas 24:1-6]
Tão pouco Lucas dá algum indício de quando HaMashiach partiu do sepulcro. Somente confirma o relato dos outros escritores: que HaMashiach já havia saído quando as mulheres chegaram. Porém devemos observar que não lemos o relato da ressurreição que nos mostra Mateus no seu evangelho.

MATEUS revela o tempo:
“No findar do Sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste alva como a neve. E os guardas tremeram espavoridos, e ficaram como se estivessem mortos. Mas o anjo, dirigindo-se ás mulheres, disse: Não temais; porque eu sei que buscais a Yahushua, que foi morto no madeiro. Ele não está aqui: ressuscitou, como havia dito. Vinde ver onde ele jazia”. [Mateus 28:1-6]
Nestes versos encontramos que Mateus acrescenta uma informação muito importante referente ao acontecimento, não encontrando contradição alguma no seu relato. Mateus é o único escritor de Evangelho que assinala o tempo de ressurreição. Ele escreve de uma visita feita ao túmulo antes de começar o primeiro dia da semana: “No findar do Sábado, ao entrar o primeiro dia da semana...” Ele não diz exatamente quanto tempo antes que o dia seguinte começasse, porém está definido que foi á tarde, na última hora do Sábado semanal.

Isto explica completamente porque HaMashiach não estava no túmulo quando o visitaram de manhã ou de madrugada, depois do sábado (ao começar o primeiro dia da semana, hoje chamado domingo).
As mulheres, no relato de Mateus, estavam ali (nas redondezas pelo menos) no tempo da ressurreição, porque Mateus relata que “houve um grande terremoto: porque o anjo do Senhor, descendo do céu e chegando, havia revolvido a pedra e estava sentado sobre ela...”. Elas, no entanto, não viram realmente que HaMashiach foi levado do túmulo.
Note-se que Mateus detalha o tempo de ressurreição com duas expressões diferentes: “no fim do sábado” e “quando começava a amanhecer o primeiro dia da semana” ou “ao entrar o primeiro dia”. Estes são sinônimos, já que o sábado termina no pôr-do-sol. (Leia Gênesis 1)


O SIGNIFICADO DA PALAVRA “AMANHECER”

     A palavra amanhecer em Mateus 28:1 merece uma explicação. Embora seja aplicada usualmente como “manhã”, na linguagem bíblica neste caso específico, não indica o tempo de saída do sol, mas o começar de um dia completo de 24 horas.

     Primeiramente, Mateus acaba de dizer que era “No fim do sábado...”, isto porque, o sábado termina no pôr-do-sol, portanto, seria impossível neste caso, a palavra “amanhecer”, significar o romper do sol, porque o sol não se levanta senão 12 horas mais tarde. Não poderia ser o fim do sábado e a manhã de domingo ao mesmo tempo.

     Em segundo lugar, a palavra “amanhecer” foi usada aqui como um verbo e não como um sujeito.
Note-se que as palavras não são: “... no amanhecer” mas “...quando começava a amanhecer...” ou “...ao entrar o primeiro dia...” Como verbo, o dicionário de Webster define a palavra amanhecer: ”começar a aparecer, desenvolver, dar promessa, primeira aparência, princípio...”

     Portanto, devemos entender que a ressurreição aconteceu quando o primeiro dia da semana estava perto, iniciando, começando a aparecer, quando o crepúsculo e a grande escuridão deram promessa de um novo dia que iria começar; porém definitivamente antes do findar do sábado semanal.

     O termo amanhecer nesta passagem deriva-se da palavra grega “epiphosko”. O “Greek and English Lexicon of the New Testament” de Parkhurst define: “aproximar-se, como o sábado israelita, que começa na tarde”. Para confirmá-lo consulte Levítico 23:32 e Neemias 13:19.



Igreja de Deus em são paulo



Read more...

a palavra inferno não tem um significado estrito




I- HADES E SHEOL - SEPULTURA

1 - Definição de Hades: Segundo a mitologia, Hades era o deus das regiões dos mortos. Hades é uma transliteração comum para o português da palavra grega correspondente “hades”. A palavra é inúmeras vezes traduzida por inferno, mas o sentido próprio não significa isso, e sim: “o mundo subterrâneo como lugar dos mortos” ou ainda “o lugar não visto”.

2 - Como é empregada esta palavra na Bíblia: A palavra “Hades”, ao todo, ocorre dez vezes nos mais antigos manuscritos das Escrituras Gregas Cristãs (Mt. 11:23; 16:18; Lc. 10:15; At. 2:27,31; Ap. 1:18; 20:13,14). Na versão Almeida (revista e corrigida), a palavra inferno é traduzida 28 vezes de “Sheol” e 7 vezes de “Hades”. Porém, nesta versão “Sheol” também é traduzido 27 vezes por “sepultura”, 5 vezes “sepulcro”, 1 vez “terra”, 1 vez “enterrados”, 1 vez “mundo invisível”, e 2 vezes é transliterado “seol”.

3 - O uso correto da palavra Hades: É um grande erro ter o inferno como lugar de tormento, pois seu sentido único, nesse caso, é “sepultura”, ou seja, o lugar onde os mortos são colocados após a morte. Inferno também quer dizer “lugar de silêncio, parte inferior, lugar dos mortos”. Observe o que diz a Bíblia em Jonas 2:1,2: “E orou Jonas ao Senhor, seu Deus, das entranhas do peixe, e disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e Ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz.” Observe que, aqui, inferno não dá idéia de suplício, nem de fogo, nem de punição, tormento ou agonia, mas simplesmente de um lugar inferior; as profundezas do Mar Mediterrâneo.


II- GEENA – LUGAR DE JUÍZO

1 - Definição de Geena: É a forma grega do hebraico Geh Hinnóm, significando “Vale de Hinom”. Este nome aparece 12 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, e embora muitos tradutores tomem a liberdade de traduzir a palavra por “inferno”, diversas traduções modernas transliteram a palavra grega “geena” (Mt. 5:22,29,30; 10:28; 18:8,9; Mc. 9:43-48; Lc. 12:5). O estreito e fundo vale pertencia aos filhos de Hinom, por isso foi mais tarde conhecido por esse nome. Era um vale ao sul e ao sudoeste de Jerusalém. Nos dias dos reis judeus Acaz e Manassés, o Vale de Hinom serviu como local para ritos religiosos idólatras, inclusive era usado para sacrificar crianças vivas em honra ao deus Moloque (II Cr. 28:1,3; 33:1,6; Jr. 7:31-34; 19:6,7; 32:35). Mais tarde o Rei Josias acabou com a adoração idólatra realizada ali e tornou o vale impróprio para o uso na adoração (II Re. 23:10).

2 - A Geena nos dias de Jesus O Vale de Hinom era usado no tempo de Jesus como depósito de lixo, detritos, cadáveres de malfeitores, corpos de animais e toda sorte de imundícies existentes na cidade. Era um depósito de lixo. Ali era acendido um “fogo que nunca se apagava”, isto é, estava constantemente aceso, haja visto o povo abastecê-lo com seu lixo. Em Mateus 5:30, a versão de J.B. Phillips, verte “Geena” como “montão de lixo”. Os condenados à pena Marcial eram esquartejados e jogados na Geena para serem queimados; assim também os condenados por Jesus, no dia do grande juízo, serão levados ao lago de fogo para serem consumidos.

3 - O uso correto do termo Geena Os escribas e fariseus, como classe iníqua, foram denunciados como “filhos para o inferno (Geena)”, (Mt. 23:13-15,33). Jesus, ao fazer uso da palavra, usa-a sempre como símbolo de juízo final, associando o fogo com a Geena. Tiago, irmão de Jesus, também fez uso dessa palavra de uma forma figurada em sua carta (Tg. 3:6). O comentador judeu David Kimhi (1160-1235? d.C.), no seu comentário sobre o Salmo 9:17, dá a seguinte informação histórica a respeito de “Gehinnom”: “E é um lugar no terreno adjacente a Jerusalém, e é um lugar repugnante, e eles lançam ali coisas impuras e cadáveres. Havia ali também um fogo contínuo para queimar as coisas impuras e os ossos dos cadáveres. Por isso, o julgamento dos iníquos é simbolicamente chamado de Gehinnom.”
--4 - Como Jesus usava o termo Geena (Mc. 9:43-47): Jesus, segundo o evangelho de Marcos, faz alusão a Isaías 66:24 ao descrever a “Geena” como lugar “onde o seu bicho não morre e o fogo não se apaga”. O profeta Isaías falando sobre a vida futura dos salvos na nova terra relata: “E sairão, e verão os corpos mortos dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu bicho nunca morrerá, nem seu fogo se apagará; e serão um horror para toda a carne”. Que este quadro figurativo não é de tortura, mas, antes, de destruição completa, é evidente no fato de que o texto de Isaías não trata de pessoas vivas, mas de cadáveres de homens que transgrediram contra Deus. Conforme a evidência disponível indica, se o Vale de Hinom, era um lugar de eliminação de lixo e de cadáveres, então o fogo, talvez aumentado em intensidade pelo acréscimo de enxofre (Is. 30:33), seria o único meio adequado para eliminar tal refugo. Onde o fogo não alcançava, proliferariam os vermes, consumindo tudo o que não fora destruído pelo fogo. Nesta base, as palavras de Jesus significariam que o efeito destrutivo do julgamento adverso de Deus não cessaria até se ter alcançado a destruição total. Nesse caso o uso bíblico de Geena corresponde ao “lago de fogo” no livro de Apocalipse 20:14,15. Dessa forma podemos dizer que “Geena” é o único termo significando inferno existente na Bíblia, mas nunca no sentido de tormento eterno, todavia no de aniquilamento eterno. Dizer que é o lugar de castigo sempiterno é ir contra a Bíblia, ao que ela afirma.

III- TÁRTARO – LUGAR DE PRISÃO

--1 - Definição de Tártaro: Conta-nos a mitologia grega, que “os Titãs rebelaram-se contra Zeus, e a sua guerra - a Titanomaquia - foi terrível; mas Zeus venceu-os e precipitou-os no Tártaro.” Tártaros, no contexto do Novo Testamento, passou a ser o termo clássico para indicar a esfera intermediária onde os anjos caídos aguardam o julgamento final.

2 - O uso bíblico do termo (II Pd. 2:4): Já no tempo do apóstolo Pedro, sabia-se que a palavra “tártaro” designava prisão. Assim, quando Pedro fez uso dessa palavra (veja Judas v.6), que é a única vez em que esse termo é empregado na Bíblia, o sentido da mesma quer abranger a própria terra, no sentido de prisão onde as hostes das trevas estão a aguardar o juízo. Apocalipse 12:7-12 retrata o arcanjo Miguel e seus anjos lutando contra Satanás (o dragão) e seus anjos, e precipitando-os na terra. Esta passagem de Pedro reflete a opinião comum da época neotestamentária de que havia anjos que haviam caído do seu lugar, outrora exaltado, do serviço de Deus. Aqui é declarado que Deus lançou-os no inferno. Assim a palavra traduzida como “inferno” aqui não é a Geena dos evangelhos, mas sim a palavra grega, “tártaro”, que, na mitologia grega, era o lugar de prisão.

IV. EXPLICANDO O QUE É TORMENTO ETERNO

Temos alguns textos bíblicos que nos dizem claramente que o fogo eterno do inferno resultará em total aniquilação. Vejamos apenas alguns exemplos.
--1 - A destruição de Sodoma e Gomorra (II Pd. 2:6): Parece que o destino de Sodoma e Gomorra é um exemplo do destino dos maus no fim dos tempos. Estão essas cidades ainda em chamas? Estão os ímpios cidadãos de Sodoma e Gomorra sendo atormentados ainda? Claro que não, seria ridículo pensar isto. Leia o verso 7 de Judas; aqui o escritor nos fala que Sodoma e Gomorra: “... são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição.” Qual foi o resultado disso? Aniquilação total dos habitantes. Eles pereceram. Isto é o que devemos concluir sobre o inferno, se entendemos a Bíblia literalmente.

2 - O lago de fogo e o tormento eterno (Ap. 19:20; 20:10): Aqui está aparentemente a maior prova a favor do tormento eterno. Duas passagens em Apocalipse falam sobre o lago de fogo. João descreve aqueles que adoram a besta sendo consumidos pelo fogo e enxofre, e diz: “a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos” (Ap. 14:11). Apocalipse 19 fala da besta e do falso profeta e do diabo sendo atormentados para todo o sempre no lago de fogo. Esses textos certamente parecem descrever um inferno de sofrimento eterno. Há uma coisa, porém, que deveríamos manter em mente. O livro de Apocalipse está cheio de linguagem simbólica. Não é uma narrativa literal. É literatura apocalíptica, um tipo de escrito profético que mostra eventos através de imagens, vívidas, mas simbólicas. O Apocalipse nos apresenta um cordeiro que abre um livro, fala de escorpiões movendo-se num abismo sem fundo, um dragão fazendo guerra com uma mulher grávida, e bestas horrendas saindo do mar. Nenhum teólogo estuda estas imagens literalmente. O dragão e a besta que são atirados no lago de fogo são figuras simbólicas. A fumaça do tormento subindo pelos séculos dos séculos também é simbólica. É uma forma poética de falar sobre uma terrível conclusão, a natureza irrevogável do julgamento final. Afinal de contas, o profeta Isaías usou a mesma linguagem para falar do julgamento de Deus contra a ímpia Edom. Ele usou a expressão “para sempre” (Is. 34:9,10). A terra (isto é, Edom) se tornaria “em piche ardente”, ele disse, e não se apagaria de dia nem de noite; sua fumaça subiria para sempre. Hoje, porém, a terra de Edom não está em chamas. O fogo se apagou muito tempo atrás. O que Deus queria dizer, então? Ele estava usando linguagem poética para enfatizar a meticulosidade da destruição total. Ele estava falando de um julgamento que seria final. Isto é o que o lago de fogo bíblico quer dizer. Destruição completa e total. Apocalipse 21:8, nos diz claramente que o lago que queima com fogo e enxofre é a “segunda morte”. Os ímpios serão totalmente consumidos, morrerão, perecerão, serão aniquilados.
Se a Bíblia diz claramente, nos ensinos de Jesus, ou nas cartas de Paulo, que os ímpios perecem, são destruídos, são aniquilados, experimentam a morte, então devemos usar estas passagens para entender as vívidas imagens do Apocalipse, e, não o contrário.

Conclusão:
No caso de Jó ele fala da sepultura e não do castigo do inferno de fogo.

Read more...

Homens de Deus pedindo a morte



As vezes nos deparamos com situações de nossas vidas que ate duvidamos dos objetivos de DEUS.
chegamos em nosso limite e brigamos com DEUS pedindo a morte, pois não enxergamos o proposito de tudo isso acontecer e nem o fim com a solução chegar.

É difícil entender como alguém de relacionamento tão íntimo com Deus, cheio do Espírito Santo, chegue a tal situação. 
vemos também exemplos disso com homens de DEUS na bíblia a passar por tal pressão chegando ao ponto de pedir a morte, mas DEUS com sua misericórdia nos ensina uma solução para tudo isso. vamos a ela.

MOISÉS
E vejo muitas pessoas fazendo isso.  tem gente que o primeiro mar que surge na frente já quer voltar para as mãos do Faraó, preferindo serem escravos.

Leremos agora Números 11.23
Porém o Senhor disse a Moisés: seria, pois, encurtada a mão do Senhor? Agora verá se a minha palavra te sucederá ou não.

Vamos saber do que se trata o texto lido acima, se lerem desde o verso 1 do mesmo capitulo 11 veremos o povo israelita murmurando no deserto se queixando e no verso 4 vimos os filhos de Israel chorando: quem nos dará carne a comer?
Lembrando eles no verso 5 dos peixes que comiam de graça no Egito.

Meninice espiritual!
Mas caia o maná para o seu alimento como falava no verso 6. Água brotava da rocha e o povo ainda chorava. Então vendo isso Moisés pediu até a morte, pois não sabia ele de onde tiraria carne para alimentar 600 mil homens. O Senhor então fala com Moisés nos versos 18 em diante do capitulo 11 de números.


E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do SENHOR, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Pois íamos bem no Egito; por isso o SENHOR vos dará carne, e comereis;
Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;
Mas um mês inteiro, até vos sair pelas narinas, até que vos enfastieis dela; porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito?
E disse Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo, no meio do qual estou; e tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro.
Degolar-se-ão para eles ovelhas e vacas que lhes bastem? Ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem?

Moisés apavorado. Como daria carne para 600 mil homens no meio do deserto durante 30 dias. Foi isso que Moisés perguntou ao Senhor, mas Deus respondeu a Moisés com uma pergunta.
Números 11.23
Porém, o SENHOR disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do SENHOR? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não.

CONFIE CEGAMENTE.


Jó implora a Deus a morte


Jó disse que já sabia tudo o que seus amigos sabiam, e não lhe disseram nada que não soubera antes.

Também acusou-os de serem forjadores de mentiras e médicos inúteis, pois faziam suposições falsas sobre ele e recomendavam o remédio errado. Eram incapazes de fazer o diagnóstico certo, por isso inventaram algo e lhe deram o tratamento errado .

Muitas das suas ideias sobre Deus eram verdadeiras, mas não se aplicavam à situação de Jó. Estavam certos ao dizer que Deus é justo, bem como ao asseverar que Deus pune o pecado. Mas erravam ao supor que o sofrimento de Jó fora um castigo justo para o seu pecado.

Tomando um princípio verdadeiro fizeram uma aplicação de forma errada, não levando em conta as enormes diferenças de situações humanas. Devemos ter cuidado e compaixão na maneira em que aplicamos a condenação bíblica aos outros, evitando precipitação em fazer julgamento.


Jó suplicou pelo favor de Deus, tendo em vista a brevidade da vida e a certeza da morte (13:20 - 14:06)

Jó pediu a Deus que fizesse duas coisas:

Que retirasse a Sua mão para longe dele.- A mão de Deus ou do homem, na Bíblia, é uma figura literária que significa ação de qualquer tipo. Jó, em desespero, estava pedindo a Deus para deixá-lo sozinho, porque sabia que sua aflição vinha de Deus.

E que não deixasse que o temor de Deus o amedrontasse.- Jó era um homem corajoso, e sempre confiou em Deus, a Quem ele servia e obedecia. Agora que enfrentava esses terríveis acontecimentos em sua vida, chegara à beira de ter medo do Deus em Quem confiava. Pediu então a Deus que não permitisse que isso viesse a acontecer, para que a sua comunicação com Ele pudesse ser restabelecida. Jó poderia obedecer os mandamentos de Deus, e Deus responder as orações de Jó. Jó sentira que a tribulação a que estava sendo submetido se tornara em barreira à sua comunhão com Deus, da qual gozava antes.

Jó, com a consciência tranquila, mas pensando que nenhum inocente devia sofrer como ele, exigiu saber o que Deus tinha contra ele para tratá-lo desta forma. Poderia ser algo que fez na sua juventude? Será que Deus estava mexendo com ele devido a cada coisinha que fez?

Jó então voltou para os seus pensamentos sombrios quanto ao túmulo, a palavra "mas" marcando a transição das suas esperanças mais brilhantes. Mesmo a montanha sólida cai e desmorona; o homem, portanto, não pode esperar escapar da decadência ou viver novamente no mundo atual, pois Deus destrói essa esperança .

Então o Senhor respondeu a Jó do meio da tempestade e disse:
"Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento?Prepare-se como simples homem; vou fazer-lhe perguntas, e você me responderá.

"Onde você estava quando lancei os alicerces da terra? Responda-me, se é que você sabe tanto.
Quem marcou os limites das suas dimensões? Talvez você saiba! E quem estendeu sobre ela a linha de medir?
E os seus fundamentos, sobre o que foram postos? E quem colocou sua pedra de esquina,enquanto as estrelas matutinas juntas cantavam e todos os anjos se regozijavam?

"Você já foi até as nascentes do mar, ou já passeou pelas obscuras profundezas do abismo?
As portas da morte lhe foram mostradas? Você viu as portas das densas trevas?
Você faz idéia de quão imensas são as áreas da terra? Fale-me, se é que você sabe.
"Como se vai ao lugar onde mora a luz? E onde está a residência das trevas?
Poderá você conduzi-las ao lugar que lhes pertence? Conhece o caminho da habitação delas?

Você conhece as leis dos céus? Você pode determinar o domínio de Deus sobre a terra?

Mesmo na morte Jó sabia que Deus iria chamá-lo, e que ele iria responder ao chamado. Em outras palavras, Deus não acabou conosco na nossa morte. Morte não é o fim de tudo. Ouviremos Jó dizer mais tarde : ". . . eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida esta minha pele, então fora da minha carne verei a Deus; vê-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão, e não mais como adversário. O meu coração desfalece dentro de mim!" Jó 19:25-27.


A depressão do 

profeta Elias



"Elias, foi sentar-se embaixo de um pé de zimbro e pediu a morte" I Rs 19:4

É difícil entender como alguém de relacionamento tão íntimo com Deus, cheio do Espírito Santo, chegue a tal situação. Elias, não foi o primeiro, e não será o único. Por todos os dias, desfrutamos de misericórdia e fidelidade Divina, porém, quando as tribulações nos chegam, a falibilidade humana, tende a esquecer a infalibilidade de Deus. Elias, estava desanimado, angustiado e cheio de dúvidas:Ameaçado de morte, foge da terrível Jezabel e refugia-se no deserto, embaixo de um pé de zimbro, pedindo a morte.

Ele preferia ser morto por Deus, a ser entregue a uma ímpia . Elias, havia presenciado a morte, de muitos profetas, não esperava, contudo, que sua vez chegaria. Afinal, ele era amigo de Deus, com muitas promessas a serem realizadas. Isto já aconteceu com você? Acreditou firmemente nas promessas Divinas e de repente viu tudo conspirar contra? Deus, havia esquecido de Elias? Haveria Deus, esquecido de mim e de você? Dos que O buscam e confiam em Sua providência?


Elias, caminhou solitário, por um dia, em direção ao deserto, sem comida, nem água, em silêncio, conversou com Deus, porque sequer tinha forças para falar. Ao encontrar a sombra, contemplou a aridez do solo, o céu, sem nuvens, e erguendo sua voz, orou, a Deus. Não era a oração que Deus, queria ouvir. Mas que Deus, sabia ser possível e previsível a todo e qualquer homem limitado e oprimido.

Satanás, ataca-nos em nossos momentos de fraqueza. Foi assim, com Jesus, no deserto. Jesus, teve fome, o inimigo, lhe ofereceu pão. Ele se apresenta, como a solução mais rápida e fácil. Foi assim com Elias: "Pede a morte, você, não merece mais viver dessa forma", essa voz, "martelava" na cabeça do profeta. Assim, como martelou na de Moisés, Jonas e Jô. Exatamente, quando se acharam em grande aperto, eles, também, pediram a morte. Ao nos sentirmos derrotados, o inimigo, tem a vitória.


Quando você estiver caminhando para o deserto, lembre-se, refugie-se no zimbro: "E deitou-se e dormiu debaixo do zimbro; eis então que o anjo o tocou, e lhe disse: levanta-te come" I Rs 19:5. Elias, estava tão desanimado que comeu bebeu, mas dormiu novamente. Isto, pode acontecer conosco. Elias, recebeu o Rhema de Deus. Deus, falando especificamente para Ele. Uma palavra viva, tão viva, que moveu o céu. Um anjo, visível, lhe animando. Elias, tornou a dormir. E pela segunda vez ouviu: "Levanta e come, te será muito longo o caminho"I Rs 19:7. O caminho foi realmente longo, o profeta, caminhou por quarenta dias no deserto, fortalecido por Deus.

Talvez, Elias desejasse, comer e dormir para sempre, mas, é impossível, permanecer inerte, quando Deus nos fala fazendo-nos saber que está conosco. Quando Deus fala, tudo se transforma. Quando Ele diz: "Não temas, pois, porque estou contigo" Is 43:5, impossível não se levantar. O profeta, seguiu, porém, após os quarenta dias, tornou a se sentir fraco. Se refugiou em uma caverna, e Deus, novamente, o falou, através de uma brisa "mansa e delicada". Elias estava obstinado. Deus, porém, não desistiu de Elias. Ele nunca desiste de nós. Por isso, "saia da caverna". Não se intimide pelas ameaças do inimigo. Coma e beba no "zimbro" e não desista.

A história de Elias, teve um final feliz. Ele venceu em vida, até ser arrebatado aos céus. Seus inimigos, tiveram um fim trágico. Elias, com todas as suas falhas, foi agradável a Deus. Conosco, não é diferente. Deus nos ama. Mais do que nossa finita mente possa alcançar. Ele, não quer que desistamos, mas que nos refugiemos Nele. No "zimbro", onde Àgua e Comida, nos fortalecerá rumo a vitória. Que as lições de Elias "homem sujeito ás mesmas paixões que nós"Tg 5:17, fale, profundamente aos nossos corações, amém.




Read more...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

links

os melhores blogs evangélicos

2leep.com

top visitas

agregadores

About This Blog

  © Blogger template Shush by Ourblogtemplates.com 2009

Back to TOP