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O povo de Israel: seu nome




 Em geral, entre os semitas, os nomes próprios significavam a vocação que a pessoa havia recebido de Deus, ou alguma intervenção de Deus na vida da pessoa, como no nascimento providencial ou mudança de profissão por ordem divina.


Assim, por exemplo,Isaque em Hebraico: "Yit-Shhaq", Isaque significa "sorriso"...     “Isaac” quer dizer: “Ele Ri”, porque quando Deus disse a Abraão que iria dar-lhe um filho, Sara começou a rir, visto que estava com quase 100 anos de idade. Isaac foi o único patriarca bíblico cujo nome não foi mudado e também o único que não deixou Canaã. a pronuncia do nome dele em hebraico é o barulho que o sorriso faz. não é exatamente uma tradução, mas sim uma onomatopeia.


 “Jesus” ou o certo seria Yehoshua ou yeshua e quer dizer ”Deus é Salvação”.

 “Malaquias”  ou Mal'akhi  quer dizer : “Meu Mensageiro”. 

“Moisés”  ou Moshê quer dizer: “Tirado da água”.

Quando uma pessoa mudava de profissão por intervenção divina, mudava-se também o seu nome. Por exemplo, “Abrão” ( Abrâm) significava: “Pai Elevado”. Mas quando Deus o chamou para dar origem ao seu povo, ele passou a chamar-se “Abraão” ( Abrahâm ), que quer dizer: “Pai das Multidões”( Gn 17, 5 ).

Assim também aconteceu com Pedro. Seu nome de família era Simão ( Mt 10,2 ). Depois , Jesus mudou-lhe o nome para “Kefâ”, que quer dizer “Pedra” ou “Rocha”. ( Jo1,42 ) porque em grego : Πέτρος, Pétros, "pedra", "rocha" pequena.

Com Jacó ou ya 'acov e yaakov, filho de Isaac, deu-se  coisa parecida. Seu nome de origem era Jacó, o usurpador. mas depois que lutou com um personagem misterioso no vale de Jaboc e saiu vencedor, seu nome mudou para “Israel”  ou Yisraʾel que quer dizer: “Deus é forte” ou então  “ele luta com Deus.     ( Gn 32,25-30)
Yisraʾel: ish: homem, ra: lutar, el: Deus.

Esse novo nome de Jacó passou depois para sua descendência, que ficou chamada de “Povo de Israel”.  Muitas vezes a Bíblia se referindo ao povo de Israel , fala-se simplesmente “Israel” como se tratasse de uma pessoa. ( Is 27,6 )
 O povo de Israel é também chamado “Povo Hebreu” ou ainda “Povo Judeu”.

A palavra Judeu vem de “Judá” , que era o quarto filho de Jacó, do qual se  formou a tribo de Judá.
A partir do cativeiro na Babilônia, a prática religiosa dos judeus passou a chamar-se “Judaísmo”.





E um complemento sobre o nome de Deus nas escrituras:



Não vamos encontrar na bíblia um “nome próprio” para Deus, mas encontraremos certas expressões que designavam a Pessoa Divina. Eis as mais conhecidas:

Elôhim: é o plural de “EL”. Ao pé da letra significa: os deuses. Mas o sentido que se dá é este: o Senhor ( Ex 18,11 ).

ADONAI: quer dizer - meu Senhor; ou meu Deus; ou o meu Mestre. Como no caso anterior, é uma forma plural de “Adôni” ( meu Senhor ) - ( Dt 3,24 )

ELYON: a palavra “El - Elyon”, traduzida ao pé da letra, significa: a parte mais alta de algum lugar. É usada para dizer “o Deus Altíssimo” de Abraão ou dos arameus ( Gn 14, 18-22; Nm 24,16 ).

SADDAI: uma palavra que significa: “o Todo Poderoso”, “O Senhor”. Exemplo: “Pelo Deus de teu pai que te socorre. Por El Saddai, que te abençoa” ( Gn 49,25 ). O livro de Jó emprega 31 vezes o nome “Saddai”.

JAVÉ: quer dizer “Eu sou aquele que sou” ou “Eu sou aquele que é “ ( yahweh ) e o javé vem da união da palavra hashem ( o nome ) com o YHWH e juntos fica yahweh - Ex 3, 14 . É o nome que Deus deu a si mesmo, quando Moisés lhe perguntou qual o Seu nome. No entanto não é propriamente um nome. Alguns veêm nessa expressão, ”Eu sou o que sou”, uma afirmação de que Deus existe por si mesmo, enquanto os deuses dos pagãos não passam de estátuas feitas pelas mãos do homem. Também tem o sentido de um Deus-Presente, que é fiel e está sempre junto do seu povo.

JEOVÁ: é uma tradução errônea de “Yahweh” ( Javé ) e o jeová vem da união da palavra ADONAI ( meu senhor ) com o YHWH e juntos fica yehowah. 

ADONAI + YHWH = yehowah, no latim ficou jeová
HASHEM + YHWH = yahweh, no latim ficou javé

Isso tem uma explicação: os judeus tinham excesso de respeito com o nome de Deus. O segundo mandamento do Decálogo não permitia que se pronunciasse o nome de Deus em vão ( Ex 20,7; Lev 24,16 ). Então por medo de usar indevidamente um nome tão sagrado, os judeus passaram a escrever “Javé” somente com as 4 consoantes, sem as vogais. Então ficou: YHWH. Posteriormente eles colocaram nessas 4 consoantes as vogais da palavra “Adonai”, que quer dizer Senhor. E nessa transcrição, o “a” passou a ser “e” , de onde surgiu “Yehowah”( Jeová ) em lugar de Yaheweh ( Javé ). Portanto o significado é o mesmo de Javé, ou seja, “o Senhor” ou simplesmente “Deus”.

Os israelitas tinham muito respeito pelo nome de Deus, e evitavam até de pronunciar a palavra “Deus”. São Mateus em seu evangelho quando fala especialmente aos judeus, não fala “Reino de Deus”, mas “Reino dos Céus”. ( Mt 4,17)




fonte:no facebook Hebreu Messiânico

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O primeiro computador e o mistério da máquina de Anticítera


Máquina de Anticítera: um mistério sem resposta


Máquina de Anticítera um mistério sem resposta1 Máquina de Anticítera: um mistério sem resposta
Máquina de Anticítera: um mistério sem resposta, Peças coletadas do fundo mar em 1901 revelam mecanismo de 2 mil anos atrás e que pode ter sido o verdadeiro avô dos computadores.
No início do século 20, um mergulhador encontrou uma embarcação naufragada próximo à ilha de Anticítera, ao sul da Grécia. Além de diversas estátuas, joias, louças, móveis e até vinho, o que chamou mesmo a atenção foram pedaços de bronze esverdeados pelo tempo e que compunham um mecanismo analógico bastante complexo.

Que mistérios estariam por trás desta Máquina ?

Durante muito tempo esses resquícios de tecnologia de 2 mil anos atrás permaneceram um grande mistério para os pesquisadores. Mas, recentemente, esse cenário começou a mudar e, hoje, acredita-se que aquelas peças encontradas fazem parte do mais antigo computador de que temos notícia.

Computador para cálculos astronômicos

Batizado de Máquina de Anticítera, o mecanismo ficava protegido por uma armação de madeira do tamanho de uma caixa de sapato, com um disco na parte da frente e um conjunto complexo de pelo menos 30 engrenagens de bronze em seu interior.
Em entrevista para a The Economist, o historiador da Universidade de Yale, Derek Price, concluiu com seus estudos que o dispositivo era nada menos do que um computador analógico capaz de prever a posição do Sol e da Lua em uma data específica. Novas análises não apenas reforçaram a teoria de Price, como também demonstraram que esse “PC” dos gregos antigos era muito mais impressionante do que se pensava.

Novas análises, novas descobertas

Novas imagens criadas pelo curador de engenharia mecânica do Museu de Ciência de Londres, Michael Wright, com uma técnica detalhista de raios X conhecida como tomografia linear, foram analisadas pelo cientista da computação Allan Bromley, da Universidade de Sidney. Com isso, a dupla chegou à conclusão de que Price estava equivocado em diversos aspectos de sua análise.
Para começar, o historiador parece ter ignorado propositalmente o número de dentes de algumas engrenagens, com o propósito de fazer com que os movimentos dessa peça pudessem atender às necessidades do cálculo astronômico previsto por Price. A análise antiga também indicava a existência de um mecanismo reverso que faria com que algumas engrenagens girassem em uma direção específica. Em outras palavras, o cientista foi “seletivo” demais nas evidências que encontrou.
Máquina de Anticítera um mistério sem resposta2 Máquina de Anticítera: um mistério sem resposta

A nova dupla de pesquisadores acredita que uma engrenagem central e fixa eliminava a existência desse mecanismo reverso sugerido por Price e, mais do que isso, os novos estudos indicam que a Máquina de Anticítera foi especificamente desenvolvida para modelar uma forma muito particular de movimento epicíclico.
Os gregos daquela época acreditavam que a Terra era o centro do universo e que estava rodeada de corpos celestes que se movimentavam em epiciclos, com cada astro traçando um círculo ao redor de um ponto que se move ao redor da Terra.
O que Wright e Bromley descobriram é que a máquina seria capaz de reproduzir os movimentos do Sol e da Lua de maneira muito precisa, usando um modelo epicíclico concebido por Hiparco, astrônomo nascido em 190 a.C., em Alexandria. Mas não é só: o equipamento também calculava a trajetória dos planetas Mercúrio e Vênus com base em outro modelo epicíclico, desta vez construído por Aplônio de Pérgamo.
Máquina de Anticítera um mistério sem resposta3 Máquina de Anticítera: um mistério sem resposta

Peças perdidas revelariam mais detalhes

Com tão poucas peças disponíveis, os pesquisadores precisam, inevitavelmente, recorrer à técnica da suposição, mas sempre com uma base científica. Apesar de o funcionamento do dispositivo não fazer muito sentido para a época, é provável que ele tivesse mais camadas que auxiliassem no cálculo de trajetória dos planetas Marte, Júpiter e Saturno, já conhecidos naquele período.
Todos os indícios levam a crer que esse computador analógico era capaz de calcular, com um grau de precisão muito respeitável, a posição de diversos corpos celestiais em uma data definida pelo usuário da máquina. Para isso, era usado um ponteiro de bronze dentro de um disco, com as constelações do zodíaco ao redor dele.
Com base em sua pesquisa, Wright conseguiu recriar em laboratório o que ele acredita ser uma réplica da Máquina de Anticítera. A reconstrução do dispositivo rendeu um artigo no “Horological Journal”, e a peça ficou exposta em um museu de Atenas.


Máquina de Anticítera um mistério sem resposta4 Máquina de Anticítera: um mistério sem resposta

Mesmo assim, não é possível saber se a máquina construída por Wright reflete com fidelidade o funcionamento do objeto original. Tampouco se a função era realmente essa, apesar de Wright estar muito convencido da explicação que descobriu com a ajuda de Bromley.

Referências escritas

E ao que tudo indica, as suposições desses pesquisadores não são tão absurdas. No século 1 a.C., Cícero escreveu sobre um instrumento “construído recentemente por nosso amigo Posidônio, que a cada volta reproduz os mesmos movimentos do Sol, da Lua e de cinco planetas”. Arquimedes também cita um pequeno planetário em alguns escritos e o resgate de dois aparelhos semelhantes em 212 d.C., durante a queda de Siracusa.

veja o documentário completo sobre o achado:

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Quem foi o príncipe de Tiro, um homem mortal ou Satanás?



Muitos eruditos conservadores relacionam o príncipe de Tiro com Satanás. Entretanto, algumas afirmações, tais como "não passas de homem e não és Deus" (28:2) denotam que esta é uma referência a um príncipe humano, e não a Satanás.

Quem foi então, o príncipe de Tiro?

http://www.oucaapalavradosenhor.com/
"Faltava-le humildade, sobrava-lhe
orgulho"
Podemos notar que o orgulho é um mal peculiar da natureza humana caída. Nenhuma sabedoria poderá conduzir o homem à felicidade neste mundo ou no vindouro, salvo pela aquela que o Senhor nos dá. Percebe-se que o rei altivo pensou que poderia proteger o seu povo por seu próprio poder deixando o seu coração se elevar, considerando-se igual aquele que vive nas alturas. Faltava-lhe a humildade, sobrava-lhe orgulho, e todo orgulho espiritual é especialmente diabólico, daí pensar que apesar de ter sido um homem, o agente por trás de sua soberba era o próprio satanás, que o instigava a agir assim.

Todos os que permitem o orgulho cego entrar em suas vidas, com certeza acabarão como o rei de Tiro, perecerão.

Os eruditos evangélicos têm sustentado diferentes posições com relação à identidade do príncipe de Tiro. Alguns consideram que a linguagem do capítulo 28 é altamente poética, com figuras de expressão que têm o propósito de enfatizar a arrogância do príncipe de Tiro. Esses comentaristas entendem que se trata de um príncipe humano, embora haja divergências quanto a quem seja exatamente tal pessoa. Alguns o identificam como tendo sido Ethbaal III, que reinou de cerca de 591 a 572 a.C. Outros o identificam como Ithobal II, que pode ter sido a mesma pessoa, com um nome diferente.

Alguns comentaristas propõem que a linguagem empregada não pode ser aplicada a nenhuma pessoa especificamente, mas que há uma personificação da própria cidade. O "rei" serviria assim como um símbolo do governo e do povo como um todo.

Outros comentaristas argumentam que os versículos de 1 a 10 referem-se a um príncipe humano, mas que os versículos de 11 a 19 referem-se a Satanás. Os que defendem esta posição apontam para a mudança de referência de "príncipe (nagid) de Tiro", do versículo 2, para "rei de Tiro" (melek), no versículo 12. Esta mudança, de príncipe para rei, considerada em conjunto com certas afirmações, tais como "estavas no Éden" (v. 13), "tu eras querubim da guarda ungido" (v.14), e "perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado" (v. 15), podem indicar que esta seção seja sobre Satanás. Não sendo assim, outros entendem tais frases como simples referências hiperbólicas (a expressão de um exagero como figura para enfatizar algo) aplicáveis ao príncipe humano e ao rei.

Encontramos um comentário muito interessante no livro "O Novo Comentário da Bíblia" que diz o seguinte:

"Ezequiel parece haver adotado para sua elegia uma história popular, presumivelmente corrente em Tiro e noutros lugares, sobre um ser primitivo que habita no Jardim de Deus em esplendor e pureza mas que subsequentemente foi expulso dali por causa do pecado de orgulho; assim também o rei de Tiro haveria de cair dentro em breve de sua glória. Parece que a história era uma versão altamente mitológica da história do terceiro capítulo de Gênesis; mas o profeta não hesitou em usá-la, visto que era bem conhecida e se prestava admiravelmente para seu propósito. Tua cobertura (13); isto é, "vestes"; Os deuses babilônicos eram frequentemente vestidos em mantos ornamentados de jóias. Nove pedras preciosas são aqui enumeradas; a Septuaginta nomeia doze, idênticos às pedras das vestes do Sumo Sacerdote (Êx 28.17-20)..."

Aparentemente, o orgulho do rei de Tiro estava sendo comparado à atitude daquele ser antigo que habitava no jardim de Deus e que de lá foi expulso por causa de seu orgulho.

Todos os comentaristas conservadores concordam, entretanto, que o capítulo 28 é uma profecia contra a cidade de Tiro e seu governante, não importando quem tenha sido ele. A moral da história é aplicada primeiramente ao rei (v.17) e em seguida à cidade (v.18), pois ambos cairiam em completa ruína. Este rei exaltara-se acima de Deus e merecia o juízo que o Senhor lhe traria. Embora a identidade desse príncipe e rei seja uma questão controvertida, a aplicação desta passagem estende-se a todos os que se exaltam em orgulho e arrogância contra Deus, não importando se são reis, demônios ou pessoas comuns. E, é claro, Satanás é o caso de maior destaque entre todas essas orgulhosas criaturas e que já tem o seu decretado, assim como também o seu lugar de perdição já está reservado.


veja a continuidade deste estudo aqui em: 

Lúcifer não é satanás: a verdadeira origem do mal



Fonte:ouça a palavra de Deus
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
DAVIDSON, F. O Novo Comentário da Bíblia. 3ª Ed. São Paulo: Ed. Vida Nova, 1990.
HENRY, Mattew. Comentário Bíblico de Mattew Henry: 4ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

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A cidade de Sardes

Sardes “Canção de Alegria”

Nome de uma cidade que pertenceu aos meónios e que veio a ser capital da Lídia. Estava situada ao pé do monte Tmolo, e nas margens do rio Pactolo, afluente do Hermo. A maior parte da cidade ocupava uma planície pantanosa, mas a cidadela ficava sobre um outeiro flanqueado por grande precipício. Era a capital de uma região muito fértil. Um dos seus reis chamava-se Creso, famoso pelas suas imensas riquezas. No ano 546 A.C., foi tomada por Ciro, o Grande, que fez dela a sede de uma satrapia. O incêndio de Sardes pelos atenienses em 499 A.C., provocou a invasão da Grécia pelos persas, nos reinados de Dario e Xerxes. No ano 334 A.C., entregou-se a Alexandre, o Grande, depois da vitória de Granico. …no ano 129 A.C., organizada que foi a província da Ásias, a cidade de Sardes ficou dentro dos seus limites. Havia nela uma colónia de judeus, Antig. 14.10,24. O Apocalipse menciona a existência de uma igreja cristã nesta cidade, Ap. 1:11; 3:1,4.
Dicionário da Bíblia, p. 450, John D. Davis

 A Acrópole
Conhecida biblicamente como a casa da igreja, que recebeu a quinta das cartas para as sete igrejas do Apocalipse, Sardes era a capital do império lídio e uma das maiores cidades do mundo antigo.
Localizado às margens do Rio Pactolo, Sardes estava a 60 milhas para o interior de Éfeso e Esmirna. A cidade foi a casa do bispo Melito famoso no século 2.


Templo de Artemis
Artemis era a deusa principal da cidade e do templo a ela dedicado em Sardes foi um dos sete maiores templos gregos (mais que o dobro do tamanho do Partenon).
Artemis, conhecida como Diana pelos romanos, era filha de Zeus e gémea de Apolo. Ela era a deusa da caça, da lua e da fertilidade.


 Sardes Cidade Baixa
"Ao anjo da igreja em Sardes escreve ... Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morta Sê vigilante, e confirma os restantes, que estão prontos para morrer:. Porque eu não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, portanto, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e se te arrependeres. ... Se não vigiares, virei a ti como um ladrão "(Ap 3:1-3 )


Ginásio com Sauna
Um grande complexo construído no centro da cidade baixa, no século 2 incluía um ginásio com sauna.
O complexo tinha mais de cinco hectares de tamanho e a parte ocidental era caracterizada por grandes salões abobadados para banhos. A parte oriental era um espaço para palestras, um grande pátio aberto para o exercício.






 A Sinagoga
A sinagoga de Sardes era notável pelo seu tamanho e localização. Em tamanho, é uma das maiores sinagogas antigas. No local em que se encontra no centro urbano, em vez de na periferia como era habitual para as sinagogas. Isso comprova a força e a riqueza da comunidade judaica na cidade. Esta sinagoga entrou em uso no século 3.









fonte: bíblia e arqueologia

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João Batista, a biografia do ultimo profeta.





João nasceu numa pequena aldeia chamada Aim Karim, a cerca de seis quilômetros lineares de distância a oeste de Jerusalém. Segundo interpretações do Evangelho de Lucas, era um nazireu de nascimento. 

Outros documentos defendem que pertencia à facção nazarita de Israel, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos, um homem consagrado. De acordo com a cronologia neste artigo, João teria nascido no ano 7 a.C.; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data do ano 1º, apontando-a para 2 a.C.

Como era prática ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimonia da circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino. A sua educação foi grandemente influenciada pelas ações religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos importantes na sociedade religiosa da altura.

Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem "escolar". Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas atividades regulares.

Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedi(atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita.

João terá efetuado os votos de nazarita que incluíam abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao templo de Jerusalém como caracterizava o ritual.
Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome Ebner.

O pai de João, Zacarias, terá morrido no ano 12 d.C.. João teria 18-19 anos de idade, e terá sido um esforço manter o seu voto de não tocar nos mortos. Com a morte do seu pai, Isabel ficaria dependente de João para o seu sustento. Era normal ser o filho mais velho a sustentar a família com a morte do pai. João seria filho único. Para se poder manter próximo de Engedi e ajudar a sua mãe, eles terão se mudado, de Judá para Hebrom (o deserto da Judeia).


Ali João terá iniciado uma vida de pastor, juntando-se às dezenas de grupos ascetas que deambulavam por aquela região, e que se juntavam amigavelmente e conviviam com os nazaritas de Engedi.

Isabel terá morrido no ano 22.d.C e foi sepultada em Hebrom. João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita e aliviou-se de todas as responsabilidades sociais, iniciando a sua preparação para aquele que se tornou um “objectivo de vida” - pregar aos gentios e admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria o “Reino do Céu”.

De acordo com um médico da Antioquia, que residia em Písia, de nome Lucas, João terá iniciado o seu trabalho de pregador no 15º ano do reinado de Tibério. Lucas foi um discípulo de Paulo, e morreu em 90. A sua herança escrita, narrada no "Evangelho segundo Lucas" e "Atos dos Apóstolos" foram compiladas em acordo com os seus apontamentos dos conhecimentos de Paulo e de algumas testemunhas que ele considerou. Este 15º ano do reinado de Tibério César terá marcado, então, o início da pregação pública de João e a sua angariação de discípulos por toda a Judeia em acordo com o Novo Testamento.


É perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido o registros que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias. Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas ações de João.

O Discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com achegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros.


Importante notar que João não introduziu o batismo no conceito judaico, este já era uma cerimonia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimonia à conversão dos gentios, causando assim muita polemica.

Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). 

Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.
João batizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem do rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns fatores fundamentais no sentimento da experiência de João. 

Nesta altura João encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre 25 a 30 discípulos e batizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do castigo de toda a nação. 

O baptismo para muitos dos judeus não era o resultado de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia .
Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complacência . Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas.

O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução. Herodias, por intermédio de sua filha, tradicionalmente chamada de Salomé, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata.Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.

João era um judeu de educação. Toda a filosofia judaica foi-lhe incutida desde criança. No tempo de João Baptista o povo vivia subjugado à soberania dos chamados gentios havia quase cem anos. A desilusão nacional levantava inúmeras questões a respeito dos ensinamentos de Moisés, do desocupado trono de David e dos pecados da nação.

Era difícil de explicar na religião daquele povo a razão pela qual o trono de David se encontrava vazio. A tendência do povo era justificar os acontecimentos adversos com um provável “pecado nacional”, tal como tinha acontecido anteriormente no cativeiro da Babilônia  e outros mais.


Os judeus acreditavam na previsão de Daniel a respeito do Messias, e consideravam que a chegada desse prometido iniciaria uma nova época – a do Reino do céu. A pregação de João é fortemente influenciada pela antevisão do "Reino dos Céus". E os ouvintes acreditavam que o esperado Messias estaria para chegar e restaurar a soberania do povo que eles definiam como escolhido, e iniciar uma nova época na Terra: a época de justiça.

A pergunta era quando. A fé de todos defendia que seria ainda naquela geração, e João vinha confirmar o credo. A fama da sua pregação era o facto deste pregador ser tão convicto ao anunciar o Messias para breve. Milhares de pessoas, na sua ânsia pela liberdade acreditavam devotamente em João e nas sua admoestações.

Muitos judeus acreditavam que o Reino dos Céus iria ser governado na terra por Deus em via direta. Outros acreditavam que Deus teria um representante – o Messias, que serviria de intermediário entre Deus e os Homens. Os judeus acreditavam que esse reino seria um reino real, e não um reino espiritual como os cristão mais tarde doutrinaram. Foi esse o motivo da negação de Jesus como o Messias, por parte da maioria do povo Judeu.
João pregava que o "Reino de Deus" estaria "ao alcance das mãos" e essa pregação reunia em sua volta centenas de pessoas sedentos de palavras que lhes prometessem que o seu jugo estava próximo do fim.

João escolheu o Vau de Betânia para pregar. Este local de passagem era frequentada por inúmeros viajantes que levavam a mensagem de João a lugares distantes. Isto favoreceu grandemente o espalhar das suas palavras. Quando ele disse "até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão" ele referia-se à 12 pedras que Josué tinha mandado colocar na passagem do rio, simbolizando as doze tribos, na primeira entrada do povo na Terra Prometida.
João era um pregador heroico  Ele falava ao povo expondo os líderes iníquos e as suas transgressões. Quando o assemelhavam a Elias, era porque este tinha o mesmo aspecto rude e admoestador do seu antecessor. João não queria simpatia. Ele pregava a mudança, chamava "raça de víboras" e com o indicador apontado, tal como Elias o tinha feito anteriormente, e isto o categorizou como profeta.

João tinha discípulos. Isto significa que ele ensinava. Ele tinha aprendizes com quem dispensava algum tempo em ensinar. Havia interesse nas suas palavras e filosofia nos seus ensinamentos.



fonte: pregador eddy

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