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Um modo diferente de ver o pecado!



PECADO= errar o alvo = em hebr. hhatá, só pode haver pecado se existir LEI!

O Eterno criou um JARDIM (Gan Eden), e colocou nele O HOMEM (ishi).
PERGUNTA: na criação,quem é alvo, foco para ele, o jardim ou o homem?
RESPOSTA: homem.

PERGUNTA: o que o Eterno fez com o alvo dele? (o fez errar...)
porque?: porque ele plantou a arvore do conhecimento.

(E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Gênesis 2:9)

PERGUNTA: você ter a intensão de fazer alguém errar, é pecado ou não?
O Eterno sendo UNICIENTE, e sabendo que o homem ia ERRAR, porque ele plantou a arvore e porque ele criou o mal?

(Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas. Isaías 45:7)

RESPOSTA: para que o homem desenvolva o livre arbítrio, mas se o Eterno criou a condição de errar o torna altor do erro, porque criou o mal, e o homem desenvolveu o mal com sua escolha.

( E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente,
Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Gênesis 2:16-17)

PERGUNTA: como o homem entendeu a ordem do Eterno da questão da morte se não existia morte no jardim?

A PRIMEIRA LEI: Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás;

A MORTE JÁ EXISTIA NO JARDIM
(...., certamente morrerás.) - como é que o homem compreendeu o termo morte? com a cadeia alimentar dos animais no jardim, ele via animais morrerem e via como ficava os corpos depois de dias.

NO CRISTIANISMO APRENDEM ASSIM:
a morte do homem foi espiritual, porque a morte é tirar o contato do Eterno com o homem!


REFUTAÇÃO: logo depois da queda, o Eterno teve e continuou a ter contato com o homem!

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A descendência de Abel esquecida pela historia.



Adão viveu 930 anos e teve muitos filhos, 
porém só relata nome de 3, Caim, Abel e Sete.

Nóe teve 3 filhos: Sem, Cão e jafé.

O judaísmo tem como referencia sua linhagem em SEM- filho de Nóe. e toda escritura amaldiçoa todos que estão na linhagem de Cão.

Veja bem: NÓE é descendente de SETE. e porque não de ABEL?
resposta: porque ABEL morreu!

CUTUCANDO: e ele não teve filhos?
veja o que as escrituras falam: E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra. Gênesis 4:10

PERGUNTO: onde liquido clama?

Isso é uma figura de linguagem, sangue é descendência, família. a família de ABEL queria matar CAIM, veja a prova:

Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará. Gênesis 4:14


E porque a Historia esqueceu a família de ABEL? onde estão?



colaboração de meu amigo Yossef Ben Judah

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TORAH - A LEI



Entre os judeus é chamado de Torá, uma palavra da língua hebraica com significado associado ao ensinamento, instrução, ou especialmente Lei, uma referência à primeira secção do Tanakh, os primeiros cinco livros da Bíblia Hebraica, atribuído a Moisés.

Os judeus também usam a palavra Torá num sentido mais amplo, para referir o ensinamento judeu através da história como um todo. Neste sentido, o termo abrange todo o Tanakh, o Mishnah, o Talmud e a literatura midrash. Em seu sentido mais amplo, os judeus usam a palavra Torá para referir-se a todo e qualquer tipo de ensino ou filosofia.

No entanto, na torah, na verdade, se encontra narrações de histórias vividas pelos judeus. Quando Moisés perguntou a Deus pelo seu Nome, Ele respondeu: "Eu Sou Aquele que Age", isto é, pela tua história, pelo que Eu Serei contigo e com o teu povo, descobrirás quem Eu Sou.

À primeira vista, esta obra nos parece homogênea, isto é, uma só. Entretanto, ela foi escrita por vários autores, é composta de diversas camadas escritas em épocas diferentes.


A Teologia tradicional atribui a autoria a Moisés, entretanto existem outras teorias.

A estudiosos da Bíblia sustenta que a torah tem origem na Tradição oral e foi escrito durante seis séculos, reformulando, adaptando e atualizando tradições antigas e criando novas.

Julius Wellhausen (1844-1918) sustenta que é uma obra redacional, composta de quatro diferentes tradições (documentos): a Javista com textos compostos na época da Monarquia (950 AC), a Eloísta com textos posteriores ao ano 750 AC, a Deuteronomista com textos escritos aproximadamente no ano 600 AC e a Sacerdotal com textos escritos no exílio babilônico (por volta do ano 500 AC)4 5 .

Apesar da História de Israel ter começado bem antes, vamos tomar como ponto de partida o Século X, porque foi a partir dele que se escreveram as primeiras unidades literárias e também porque foi nele que israel começou a ler suas histórias.

Há uma hipótese documentária que diz que a Torah é uma obra composta em cinco partes, baseada em quatro documentos erigidos em épocas diferentes. Esta hipótese é a mais aceita pelos Teólogos e pelos estudiosos da Bíblia. Ela fala que a Torah foi escrita por quatro grupos com Tradições diferentes:

a) tradição Javista (J);
b) tradição Eloísta (E);
c) tradição Sacerdotal (P);
d) tradição Deuteronomista (D).


O documento Javista foi escrito no final do Século X e narra toda a história do Rei Salomão e da Corte de Jerusalém.
O documento Eloísta já foi escrito no final do Século IX ou meados do Século VIII, narra os acontecimentos dos meios proféticos do Reino do Norte, onde encontramos Elias, Eliseu, Oséias...
O documento Sacerdotal narra todos os acontecimentos e as preocupações dos meios sacerdotais saídos de Jerusalém. Foi composto também durante o Exílio da Babilônia, mas por volta do Século VI.

Enfim, o documento Deuteronomista retrata a história de Moisés e a ligação do povo à Lei de Deus. Este documento foi composto no Reino do Norte e doi somente no reinado do Rei Ezequias que sua redação terminou. A edição final se deu no Exílio da Babilônia, entre os anos 587 e 538 aC, portanto, no Século V.

Para que estes cinco livros, de quatro tradições, pudessem se tornar uma única obra literária, foi preciso fazer algumas fusões.
A fusão J-E aconteceu por volta do ano 700aC, no reinado do Rei Ezequias. Estes dois documentos são narrações de histórias paralelas, de modo que é possível fazer uma sinopse entre ambos.
O documento D tem muito em comum com a tradição E.
Já no Século IV, houve a fusão J-E com P.


Nasce então a Torah na forma de conco livros. Provavelmente, o responsável por este magnífico trabalho foi Esdras, porque era considerado "secretário da Lei do Deus do Céu" (Esd 7,12). O Rei Persa, Artaxerxes II, em 398aC, incumbiu Esdras de faze um Estatuto para os judeus, tando aos que tinham voltado do Exílio como aqueles que tinham permanecido no País.

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Jesus teria celebrado a Santa Ceia com Pôncio Pilatos



Decifrado recentemente, um texto egípcio de 1,2 mil anos conta que Jesus teria celebrado a Santa Ceia com Pôncio Pilatos (o juiz que autorizou sua crucificação, de acordo com os Evangelhos Canônicos), numa terça-feira e não numa quinta, e que Jesus era capaz de mudar sua aparência (uma explicação para a maneira que Judas teria usado para ajudar soldados romanos a identificá-lo na hora da prisão).
De acordo com o pesquisador Roelof van den Broek, que publicou a tradução em seu livro “Pseudo-Cyril of Jerusalem on the Life and the Passion of Christ” (“Pseudo Cirilo de Jerusalém sobre a Vida e a Paixão de Cristo”, sem edição no Brasil), é importante ressaltar que, embora a existência do relato não possa garantir que as coisas ocorreram dessa maneira, poderia haver pessoas na época que acreditavam nele.


 Há pelo menos duas cópias do texto, escrito na linguagem copta (do povo egípcio do período helenístico e do período sob dominação romana): um na Biblioteca e Museu Morgan em Nova York e outro no Museu da Universidade da Pensilvânia (ambos nos EUA). Boa parte da tradução foi feita a partir da cópia que se encontra em Nova York, mais conservada.


Café com Pilatos

Sem maior tumulto, Pilatos preparou a mesa e comeu com Jesus no quinto dia da semana. E Jesus abençoou Pilatos e toda a sua casa (…) [depois, Pilatos disse a Jesus] bem, observe, a noite chegou, levante-se e bata em retirada, e quando a manhã chegar e eles me acusarem por sua causa, eu devo dar a eles o único filho que tenho para que eles possam matá-lo em seu lugar”.
De acordo com o texto, Jesus teria agradecido a Pilatos por sua boa vontade, mas recusado a oferta e mostrado que, se desejasse, poderia escapar de outras formas, desaparecendo em seguida.
Van den Broek lembra que, na Igreja Copta e em igrejas da Etiópia, Pilatos é considerado um santo, e isso explicaria o retrato mais amigável que ele recebeu nesse e em outros textos.


Jesus metamorfo

Então os judeus disseram a Judas: como vamos prendê-lo [Jesus], pois ele não tem uma única forma, sua aparência muda. Às vezes ele é corado, às vezes ele é branco, às vezes ele é vermelho, às vezes ele tem cor de trigo, às vezes ele é pálido como um asceta, às vezes ele é um jovem, às vezes um velho…

Se Jesus era capaz de mudar radicalmente de aparência, uma simples descrição física não bastaria para que os guardas romanos o identificassem, o que teria motivado Judas a escolher um sinal (um beijo no rosto, de acordo com os Evangelhos Canônicos).
Embora muitos leitores possam ter achado a ideia curiosa, ela é ainda mais antiga do que o texto egípcio. “Essa explicação do beijo de Judas foi encontrada primeiro em Orígenes [um teólogo que viveu de 185 a 254]“, explica o pesquisador. Na obra Contra Celsum, Orígenes escreveu que “para aqueles que o viam, [Jesus] não aparecia da mesma forma para todos”.


(Tipo) São Cirilo

O autor do texto assina como São Cirilo de Jerusalém, um santo que viveu no Século 4 – da mesma forma que ocorre com diversos outros textos antigos, segundo van den Broek. Além disso, o autor alega que teria encontrado em Jerusalém (atualmente no território de Israel) um livro com relatos feitos pelos apóstolos sobre a vida e a morte de Jesus.
Van den Broek considera que essa alegação seria um recurso para “aumentar a credibilidade das visões peculiares e dos fatos não canônicos que ele vai apresentar, atribuindo-os a uma fonte apostólica”, estratégia que seria encontrada “frequentemente” na literatura copta.
Outro aspecto intrigante do texto é o fato de ele apontar que a “Última Ceia” teria ocorrido com Pilatos e, além disso, em um dia da semana diferente do que é celebrado há quase dois mil anos. “[...] É fora do comum que Pseudo-Cirilo relate a história da prisão de Jesus na noite de terça-feira, como se a história canônica de sua prisão na noite de quinta não existisse”, diz van den Broek.
Van den Broek explicou que “no Egito, a Bíblia já havia se tornado canônica no quarto/quinto século, mas histórias apócrifas e livros permaneceram populares entre cristão egípcios, especialmente entre monges”.

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Templo com mais de 2500 anos descoberto por acaso no Iraque.


 São restos de um passado muito longínquo que nos transportam à Idade do Ferro. A descoberta aconteceu no Iraque. Um grupo de estudantes encontrou, por acaso, um templo com mais de 2500 anos.
Dlshad Zamua Marf viajou até ao Iraque sem qualquer expectativa, quando ainda era um jovem estudante de doutoramento na Universidade de Leiden, na Holanda. Estávamos em 2005. Era uma viagem exploratória a uma zona montanhosa no Curdistão, no norte do país.

Sem fazer uma única escavação encontrou um património valioso. Os restos de um templo construído na Idade do Ferro, numa altura em que vários grupos disputavam aquele território, que corresponde agora ao norte do Iraque.
Numa antiga aldeia encontrou as bases das colunas do templo. Mais a sul, onde as fronteiras com o Irão e a Turquia se cruzam, avistou uma estatueta de uma cabra selvagem em bronze.



Mas a descoberta que este arqueólogo destaca é outra. «Um dos melhores resultados da minha pesquisa de campo foi a descoberta da base de uma coluna do templo dedicado ao deus Haldi». Zamua Marf, em entrevista ao site LiveScience explicou que «Haldi era o deus supremo do reino de Urartu. O seu templo era tão importante que o rei Rusa I admitiu ter-lhe tirado a coroa antes de o matar».

Do conjunto de peças descobertas fazem, ainda, parte estátuas humanas de calcário e basalto, com mais de dois metros de altura, comuns na época dominada pelos nómadas. Apesar dos resultados obtidos, o local do templo continua envolto em mistério. A descoberta deste arqueólogo é a ponta de um iceberg, garante Dlshad Zamua Marf.

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