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A Bênção dos Cohanim (Sacerdotes)


 Ilustração representando os Cohanim (Sacerdotes) fazendo a benção (beracha) nos tempos do Templo

כהנים Cohanim (pluram de כהן Cohen, palavra hebraica que significa "sacerdote"), durante alguns cultos religiosos judaicos. Os Cohanim são descendentes genealógicos dos sacerdotes judeus que serviam no Templo de Jerusalém. Judeus modernos não possuem sacerdotes conduzindo os serviços religiosos como nos tempos antigos, nem temos mais sacrifícios de animais. (Sim, as pessoas realmente me perguntam sobre isso!) 

O sistema sacrificial terminou com a destruição do Templo pelos romanos no ano 70. E.C. No entanto, um remanescente do serviço do Templo vive no ritual Birkat Kohanim ברכת כהנים (bênção dos sacerdotes), também conhecida como Nesiat Kapayim ("estender as mãos"), Os judeus ashkenazi chamam de  Dukhanen (Da palavra em Iídiche "dukhan" - Platforma - Por que a benção é dada de uma tribuna mais elevada) e é realizada em certos em algumas ocasiões específicas. 

No Templo Sagrado, os cohanim pronunciavam o nome de D'us em cada versículo da bênção da maneira como é escrito o Nome, por extenso: Yud, Hê, Vav, Hê. Isto é proibido fora do Templo Sagrado.

Atualmente, em Israel ou numa sinagoga sefaradita fora de Israel, podemos ouvir a bênção dos cohanim todos os dias. Entretanto, numa sinagoga askenazita fora de Israel, a bênção dos cohanim é recitada somente em datas especiais como Pêssach, Shavuot, Sucot, Rosh Hashaná e Yom Kipur.

Quando o chazan (cantor litúrgico) termina a bênção de "Modim" na prece mussaf, ele proclama: "Cohanim!" Todos os cohanim presentes se dirigem à frente da sinagoga.

O chazan é o primeiro que pronuncia cada palavra da bênção que inclui três versículos vagarosamente. Os cohanim a repetem:



Ilustração do  Birkat Kohanim. Nos tempos modernos após a destruição do templo.

Eis a benção:

“Que D'us te abençoe e te guarde!
Que a face de D'us brilhe sobre ti e que Ele faça que encontre graça (a Seus olhos)!
Que D'us erga Sua face para ti e te dê a paz!”


Em hebraico:
יְבָרֶכְךָ יהוה, וְיִשְׁמְרֶךָ
יָאֵר יהוה פָּנָיו אֵלֶיךָ, וִיחֻנֶּךָּ
יִשָּׂא יהוה פָּנָיו אֵלֶיךָ, וְיָשֵׂם לְךָ שָׁלוֹם

Transliterado:
Yevarechecha Adonai veyishmerecha
 Ya'er Adonai panav eleicha vichunecha
Yissa Adonai panav eleicha veyasem lecha shalom

Português
Que o Senhor te abençoe e te guarde.
Que  o Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti.
Que  o Senhor Eterno sobre ti levante o rosto e te dê a paz.


O sinal usado pelos Cohanim
forma a letra hebraica Shim
.


Na verdade, a bênção é feita com ambos os braços estendidos horizontalmente para frente, na altura dos ombros, com as mãos se tocando, para formar a letra hebraica ש (shim). Isso significa a palavra hebraica שדי (Shadai) escritas com a letra (Shim, Dalet e Yud) que significa "Todo Poderoso [Deus]" e também é o acrônimo de (ש)Shomer (ד)Daltot (י)Yisrael (Guardão das Portas de Israel).

Durante o culto da sinagoga, os espectadores não devem olhar para os Cohanim enquanto a bênção está sendo dada. A razão para isso é focar toda nossa atenção nas palavras da própria oração, ao invés de olharem para os Cohanim. Os Cohanim são apenas os canais, e não a  origem, da bênção, que vem de Deus. Infelizmente, todos os tipos de superstições tolas surgiram sobre este ritual, como "Não olhe para os Cohanim, ou você vai ficará cego!" e outras bobagens. A verdadeira razão é simplesmente a de se concentrar em receber as bênçãos diretamente de Deus, e não de seres humanos.


Além da própria saudação, o uso cerimonial de "Vida longa e próspera", e sua resposta menos conhecida, "Paz e vida longa", também mostram uma forte influência judaica. O formato é semelhante a uma tradicional saudação em hebraico: שלום עליכם "Shalom Aleichem" (a paz esteja com você)  e a resposta, "Shalom Aleichem" (a paz esteja sobre vós.) Os muçulmanos têm uma saudação semelhante em árabe que é "Salaam Aleikum" e a resposta "Aleikun Salaam".


A Torá descreve na Parashá de Nassô que D'us fala a Moshê que ordene aos cohanim: "Assim abençoarão os filhos de Israel..."

De que forma? De pé e de mãos erguidas em direção ao céu.

Por que os cohanim também estendem os dedos? Quando os judeus souberam que os cohanim os abençoariam, protestaram. "Mestre do Universo," disseram, "por que Tu nos abençoas através de terceiros? Desejamos que Tu nos abençoe diretamente!" D'us replicou: "Apesar de ter ordenado aos cohanim que os abençoe, Eu também estarei presente." Por este motivo, ao recitar estas bênçãos, os cohanim deixam espaços entre os dedos que indicam que o Todo Poderoso, Ele próprio está presente “atrás de nós."

No Templo Sagrado, a Shechiná encontrava-se atrás dos ombros dos cohanim, e irradiava através das aberturas entre seus dedos. As pessoas estavam proibidas de olhar para a Shechiná, Presença Divina, durante a recitação da bênção sacerdotal. O costume atual é de não olhar para os cohanim durante a bênção dos cohanim.

Ao recitar a bênção, os cohanim ficam de frente para a congregação, pronunciam as palavras em Hebraico e antes dela fazem uma berachá: "Bendito és Tu, D'us, nosso D'us, Rei do Universo, Que nos santificou com a santidade de Aharon e nos ordenou abençoar Seu povo de Israel com amor."

Os cohanim, descendentes de Aharon, receberam a honra de conceder a bênção da paz pelo mérito de Aharon, que amava a paz e trazia paz onde quer que percebesse discórdia e obtinha sucesso.

D'us introduziu a bênção dos cohanim com a expressão "Assim", aludindo ao patriarca Avraham, a quem Ele abençoou: "Assim será tua semente." (Bereshit 15:5)

D’us falou a Avraham: "Avraham, que bênção posso te dar? Que você seja um tsadic perfeito? Você o é. Você foi lançado à fornalha ardente para santificar Meu Nome; abriu uma pousada para acomodar viajantes e trazê-los parar sob as asas da Shechiná; e disseminou Meu Nome pelo mundo inteiro.

Que sua esposa seja uma tsadeket? Ela já o é.
Que os membros de sua casa sejam tsadikim? Eles já o são.
Tenho apenas uma bênção para você: 'Assim será sua semente' - que sua semente seja exatamente como você!"

Esta vai como homenagem ao meu amigo e irmão Yossef

Viva o Judaísmo! O Judaísmo faz bem! Judaísmo é Atitude!
Apaixone-se pelo Judaísmo, pratique Torá!

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A palavra amem



REAL SIGNIFICADO DA PALAVRA AMÉM

Ani Maamim El Melech Neeman.

AMÉM אָמֵן (AMEN) é a palavra hebraica que indica uma afirmação ou adesão às vezes matizada de desejo, e pela qual terminam muitas orações no Cristianismo, no Islamismo e no Judaísmo.

Pode traduzir-se em português, pelas expressões "assim seja", "verdadeiramente" etc, ainda que Amém seja um anagrama da frase hebraica “Ani Maamim” que a tradução literal para a língua portuguesa é “Eu Acredito”.

Tendo também adquirido como o passar do tempo o significado na vulgata popular de concordância de pensamento ou sinônimo de expressão em relação à esperança futura como por ex. "Que assim seja".

AMEN, além destes significados já descritos, também vem a ser uma sigla. A palavra é composta de 3 letras em hebraico: אָמֵן Esta sigla sintetiza a frase "Deus, Rei, Fiel", que em hebraico se lê El Melech Neeman.


Ou seja, אָמֵן, que pode ser escrita em hebraico com as mesmas letras de amem. Esta palavra é de força incalculável durante as orações judaicas, e é cobrada como parte essencial na resposta da comunidade durante o rito diário.

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O erro de Caifas ao rasgar as roupas



O antigo costume judaico da keriah (קְרִיעָה), é um sinal de luto que é feito rasgando as roupas (ou corte de uma fita preta usada na roupa). Na Parashá Emor, em Lv 21:10 diz que o Cohen Gadol não poderá rasgar as suas vestes. Mas Caifás ao rasgar suas vestes em reação à resposta de Yeshua , quebrou a Torá e se desqualificou para o sacerdócio!

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Levando Nossas Cargas



"...e lançaram ao mar as cargas, que estavam no navio, para
o aliviarem do seu peso" (Jonas 1:5).


"Não é a carga que quebra você; é o modo como você a leva ."
(Lena Horne - Artista)


Como temos lidado com as cargas que, muitas vezes,
precisamos carregar? Temos nos queixado? Temos murmurado?
Temos lamentado cada passo dado sob o peso de nossos fardos?
Qual a melhor maneira de conviver com isso?


No caso de Jonas, relatado em nosso versículo inicial, a
solução foi jogar a carga ao mar. E no nosso caso, qual a
melhor solução? Fazer o mesmo? E se isso não for possível?
Como podemos levar a nossa carga sem sentir cansaço, sem
perder as forças, sem desistir durante a caminhada?


A melhor maneira de levar nossos fardos, sem nos livrar
deles, é deixar que o Messias e Senhor nos ajude a carregá-los.
Quando abrimos o nosso coração para o Senhor, tudo se torna
mais fácil, tudo se torna mais tranquilo. As dificuldades
são sanadas, as dores são atenuadas, os caminhos são
aplainados, as cargas se tornam muito mais leves.


A força vem do Senhor, a motivação vem do Senhor, a direção
é dada pelo Senhor. Nós seguimos com alegria e nossos passos
são dados com satisfação. Cristo é a nossa companhia e nem
nos lembraremos das cargas que estamos levando.


Se temos de levar cargas,vamos levá-las com submissão e
obediência. Estejamos certos de que o Senhor tem algo a nos
ensinar e a nossa vida espiritual será edificada para a
glória de Seu nome.


As nossas cargas não podem impedir que amemos como o Senhor
nos ensinou a amar. Elas não podem nos fazer desviar os
olhos de nosso Senhor e Salvador. Elas não podem ofuscar a
fé que nos conduzirá às vitórias almejadas.

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve."



Levemos nossas cargas...!

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Bebê "propaganda" usada pelos nazis como modelo de "raça pura ariana" era afinal judia.








A História tem destas ironias. Aquilo que os nazis tanto abominavam, acabou por ser o prêmio da sua própria propaganda...
Certamente a mão de Deus está em tudo isto, para provar o quão estúpido e inútil é lutar contra os desígnios e propósitos divinos relacionados com o povo judeu e a nação de Israel!

BEBÊ DE RAÇA ARIANA "PURA" ERA AFINAL JUDIA...



Hessy Taft, agora com 80 anos, judia, atualmente em Nova Iorque, é a "bebê modelo" da raça pura ariana tão propagandeada pelos criminosos nazis nos seus esforços para a erradicação das "raças inferiores", como era o caso dos judeus, dos ciganos, dos deficientes, dos homossexuais, etc, e consequente criação da raça ariana, pura, exibida na foto da bebê Hessy Taft como o verdadeiro exemplo a seguir e procriar.

Entrevistada recentemente, esta nobre senhora agora professora de Química em Nova Iorque, confessou sentir "um pouquinho do gosto da vingança, um pouquinho de satisfação."


O hediondo criminoso nazi Joseph Goebbels, principal promotor desta "raça pura" deve andar a dar muitas voltas no túmulo...é que nem por sombras ele imaginou que a "bebê perfeita" era afinal uma judia, filha de pais judeus com o apelido Levinsons, ambos cantores de ópera oriundos de Lavtia e deslocados para a Alemanha em 1928. No ano de 1935 os nazis proibiram no entanto os dois de atuarem, devido à lei anti-judaica. O pai da bebê, Jacob Levinsons, passou então a trabalhar como vendedor de porta a porta para uma empresa agrícola, tendo tanto ele como a mulher conseguido juntar o dinheiro necessário para que o fotógrafo profissional Hans Ballin pudesse tirar o retrato da sua querida bebê.


JUDIA CAPA DE REVISTA NAZI...
Passados alguns meses, o casal ficou chocado quando viu a face da sua filha na capa da revista nazi "Sol na Casa", editada por Kurt Herrman, amigo de Hermann Goering, e um fervoroso nazi.
O fotógrafo Ballin tinha deliberadamente apresentado a foto da bebê para um concurso que premiaria o mais bonito bebê ariano. Quando a mãe de Taft questionou a intenção do fotógrafo, este respondeu-lhe: "Eu sei, mas eu quis ridicularizar os nazis." A fotografia acabou por ser a escolhida e premiada pelo próprio Goebbels.

Em 1938, a família fugiu da Alemanha para Paris, partindo depois para Cuba, onde residiram até à mudança final para os Estados Unidos, em 1949.
Os nazis nunca descobriram que a sua "bebê perfeita", cuja imagem tão convictamente disseminaram, era de facto judia...!

São as tais ironias do destino... kkkkkkkkkkkk



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