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Imagem de Jesus encontrado no Egito


Descoberta feita no Egito pode ser uma das primeiras imagens retratando Jesus Cristo

Egiptólogos catalães encontraram uma estrutura enigmática com uma possível imagem primitiva de Jesus. O achado ocorreu em Oxirrinco, uma cidade no Alto Egito, localizada aproximadamente 160 km a sul-sudoeste do Cairo, na província de Al-Minya. É uma planta quadrada, com quatro pilastras e uma dimensão de 8 metros de largura por 3,75 metros de profundidade. “Ela é toda de pedra, com placas muito bem encaixadas e alcovas onde certamente havia estátuas”, comentou o egiptólogo Padró.

As paredes estão cobertas com cinco ou seis camadas de tinta, sendo a última correspondente ao período copta dos primeiros cristãos. Há decoração vegetal e inscrições copiadas que ainda não foram traduzidas. A descoberta mais significante é a figura de um jovem, com cachos, vestindo uma túnica curta e com a mão levantada, como se estivesse benzendo. “Poderia se tratar de uma imagem muito primitiva de Jesus Cristo”, disse Padró. No momento, a representação permanece protegida e espera-se que os escritos possam dar mais alguma luz.

A tumba, intacta e muito bem conservada, continha seu pequeno tesouro – os ricos se enterravam com suas joias e os pobres com suas ferramentas de trabalho. Os arqueólogos da missão resgataram um tinteiro metálico cheio de tinta; “ele é preto e poderíamos analisá-lo para conhecer sua composição”, contou Padró. O próprio ministro de Antiguidades do Egito, Mohamed Ibrahim, se encarregou de adiantar alguns resultados dessa última campanha de escavações na antiga cidade egípcia, que é dirigida pela Societat Catalana d’Egiptologia e a Universidade de Barcelona.


Sobre a falta de inscrições na tumba, sabe-se apenas do escriba. Seu cadáver e restos arqueológicos evidenciam que ele tinha 16 anos. A escavação da estrutura resultou em um trabalho faraônico, já que estava coberta de escombros muito pesados que, sem dúvida, foram colocados propositadamente. “Queremos realizar testes com as pinturas para ver se as camadas inferiores nos dão mais informação sobre o que pode ser essa estrutura. Não sabemos o que podemos encontrar”, admitiu Padró.

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12 Máscaras Misteriosas em Israel



Doze máscaras datadas com 9 mil anos foram desenterradas nos Montes da Judeia e estão expostas, pela primeira vez, no Museu de Israel.

Há nove mil anos, uma aldeia de agricultores do Neolítico estabeleceram-se no Deserto da Judeia na Antiga Terra de Israel. Usando instrumentos primitivos de pedra fizeram máscaras de pedra cujo intuito é ainda hoje desconhecido. Será deste insólito achado que vai nascer a exposição "Face to Face: The Oldest Masks in the World" que se prolonga, aliás, até dia 13 de Setembro.

O Director do Museu, James Snyder, explica que as máscaras "representam as primeiras tentativas do homem para fazer moda com suas mãos, a partir de material físico, algo que era um reflexo de si mesmo ou em relação a algo exterior a si próprio."


Originárias das montanhas da Judeia Hills e das proximidades do Deserto da Judeia, as doze máscaras partilham características estilísticas marcantes. Grandes buracos nos olhos e bocas abertas criam a expressão de um crânio humano. As perfurações na periferia podem ter sido feitas para usá-las, para a fixação do cabelo, o que darias a estas máscaras uma aparência mais humana.



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Arqueólogos encontram local da consagração de Salomão como rei


Foram 15 anos de escavação para achar a cidade bíblica de 3.800 anos em Israel


Uma das pesquisas arqueológicas mais complexas já realizadas em Israel resultou no descobrimento da chamada “Cidade da Primavera”. O local, famoso quando Davi e seu filho Salomão eram reis de Israel foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que tentavam dominá-la.

Ao mesmo tempo era usada para proteger os cidadãos que voltavam para suas casas após irem buscar água no local. O local é descrito no livro bíblico de Reis, sendo protegida pela fonte de Giom. Foi ali que Salomão foi ungido pelo sacerdote Zadoque como rei, por ordem de Davi, seu pai. O local foi escolhido pois Davi sabia que seus inimigos políticos tinham um plano para tomar a sucessão do reinado.


A escavação aconteceu na Cidade de Davi, no Parque Nacional de Davi, em Jerusalém. Foram necessários 15 anos de trabalho. O trabalho foi coordenado pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e Eli Shukrun, integrante da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Eles acreditam que a Cidade da Primavera tem pelo menos 3800 anos, sendo a maior fortaleza cananeia que resistiu ao tempo. Também seria a maior fortaleza conhecida na região antes do reinado de Herodes, após a conquista romana.



A revelação da descoberta tem um significado duplo. O primeiro é científico, já que existe uma forte corrente dentro da arqueologia a qual afirma que Salomão nunca existiu, pois não há nenhum documento histórico que fale sobre ele além da Bíblia. 

A descoberta da Cidade da Primavera é a terceira nos últimos anos que comprova relatos bíblicos sobre partes da vida de Salomão.

A segundo á profética, pois a ideia de reconstrução do templo de Salomão, um antigo sonho dos judeus ortodoxos, é fortalecida toda vez que se mostra que os relatos bíblicos sobre ele são verdadeiros. Tanto judeus liberais quanto os muçulmanos que dominam o monte do Templo afirmam que jamais houve um templo naquele local construído por Salomão, pois não existem “comprovação arqueológica” disso. 



Uma enorme fortaleza canaanita dos dias do rei David foi completamente escavada e descoberta por dezenas de arqueólogos liderados pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e por Eli Shukrun, da Autoridade para as Antiguidades de Israel.

"A Cidadela da Fonte foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que vinham para a conquistar, bem como para proteger as pessoas que desciam à fonte para buscar água e levá-la para a cidade" - afirmou um responsável pelo sítio arqueológico.
Acredita-se que a cidadela protegia a nascente de água de Giom, descrita no Livro dos Reis como o local onde Salomão foi ungido como rei de Israel - 1 Reis 1:38-40.




A Cidadela é a maior fortaleza canaanita até agora descoberta em Israel, e acredita-se ser também a maior fortaleza anterior ao rei Herodes.
Este sítio arqueológico está agora reaberto ao público e oferecerá um maior acesso a todos aqueles que querem explorar um pouco da História bíblica.






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"Alá deu Israel aos Judeus e não existe palestina no corão"

Alá prometeu Israel aos judeus - assim afirma o sheikh Ahmad Adwan, um professor muçulmano que vive na Jordânia, que declarou recentemente na sua página no facebook que a "Palestina" não existe.
O blogueiro "Elder of Ziyon" traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no passado Sábado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).


"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" - protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."
"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.
O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinianos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinianos" contra o exército jordano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.

Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).

Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."




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Rei Salomão – Inscrição traduzida comprova seu reinado descrito na Bíblia



Descoberta feita por arqueólogos confirma o reinado de Salomão descrito na Bíblia. Trata-se de uma inscrição de 3 mil anos que foi traduzida, e evidencia a passagem bíblica do reinado do Rei Salomão. Pesquisadores dizem que terão mais provas do reinado de Davi e Salomão em breve.  A mais antiga inscrição alfabética encontrada em um sítio arqueológico já registrada em Jerusalém, que data do tempo do reinado do Rei Salomão e leva a conclusões interessantes.

A inscrição foi encontrada no sitio arqueológico de Ofel ao sul do Monte do Templo, em uma escavação dirigida pela Dra. Eliat rei-salomao-inscriçao-comprova-seu-reinadoMazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade de Jerusalém.

A inscrição foi descoberta há seis meses, e contém um texto registrado nos restos do que foi um grande pote de barro, composto por oito letras. É datado da segunda metade do século X aC, ou seja, nos dias de Salomão.

Primeiros estudos indica que a escrita atesta uma administração organizada de um sistema em que pessoas eram alfabetizadas e tinha um sistema de classificação para vinhos de qualidades, os quais eram armazenados em vasos.


Gershon Galil, do Departamento de História Bíblica e Estudos Judaicos da Universidade de Haifa, em Israel disse que conseguiu a “única tradução razoável” do texto até agora. A escrita hebraica inicialmente parece ser um rótulo de vinho, de acordo com a sua interpretação, embora três das letras na peça esteja incompleta.
Há arqueólogos que não concordam com a interpretação dada ao texto por Galil , mas, no entanto, concordam que a existência desta escrita precoce é tão ou mais importante do que o que o texto em si.
Assim, a inscrição sugere que eram de escribas em Jerusalém, na segunda metade do século 10 aC, o que significa que havia pessoas que poderiam ter escrito textos históricos e literários, além de textos administrativos, como foi descoberto.


“Isso é de grande importância para reconstruir o processo de cristalização da Bíblia, e ainda mais para a compreensão da história de Israel e Jerusalém nos tempos bíblicos”, disse Galil.

O professor também disse que espera encontrar mais evidências dos reinados de Davi e Salomão, que acredita verá a tona nos próximos anos. “As evidencias que temos hoje e que a cada ano se obtém mais, demostra que Davi e Salomão foram reis reais e não só um relato mítico da Bíblia.” – acrescentou.


fonte: inforgospel

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Alethéia, Veritas e Emunah.



Existem três palavras que eu acho especiais para a Filosofia. A primeira vem do grego ‘alethéia’, a segunda vem do latim ‘veritas’ e a terceira vem do hebraico ‘emunah’. Todas elas significam o que nós chamaríamos de verdade. Porém, ainda assim, existem algumas pequenas diferenças quanto ao significado desta verdade.
A primeira, do grego ‘alethéia’, significa descobrimento. Ora, quando os gregos mencionavam esta palavra alethéia eles queriam chegar a uma verdade, mas uma verdade descoberta pela razão. 
O importante não é como as coisas começam, e sim como elas terminam.

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Romanos 12:2
Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; ... (EC 7:8)

Já a palavra de origem latina, veritas, também significa verdade, mas um tipo de verdade assumido pelos fatos, pela comprovação dos fenômenos. 

Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Tiago 2:17-18

A terceira hebraica, emunah, que também significaria verdade, porém a busca da verdade pela confiança.

Pois o evangelho mostra como é que O Eterno nos aceita: é por meio da fé, do começo ao fim. Como dizem as Escrituras Sagradas:

“Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.”
Rom 1:17

Mas o meu JUSTO VIVERÁ PELA FÉ. E, se retroceder, não me agradarei dele. Hebreus 10:38


No grego a palavra fé é "PISTIS", no hebraico é "EMUNAH".
No hebraico a palavra fé quer dizer: confirmar aquilo que está escrito, se tratando de fé, seria vivermos conforme está escrito nas escrituras Sagradas, é obedecer aos seus ensinamentos.



Existe diferença entre fé e crer
Você pode crer em qualquer coisa, mas a fé só pode ser no Senhor, pois a fé vem somente de uma maneira e é ouvindo a palavra do Eterno.

O termo destacado acima aparece em pelo menos mais três trechos das escrituras (Romanos 1:17, Habacuque 2:4, Gálatas 3:11), e em todos eles, aparece sempre como uma afirmação e nunca como indagação. O autor não demonstra dúvida no que está falando. Ele está dizendo que aquele que um dia já foi justificado por Cristo, tem um novo modo de viver, que é pela fé.

O texto afirma: “O justo viverá pela fé”. Se você aceitou a Yeshua (Jesus) como seu salvador, você foi justificado por ele. Sendo justificado por ele, se tornando justo, Deus reserva a você um novo estilo de vida. Não existe outra maneira de se viver a partir do momento que você se torna justo. É tempo de compreendermos com mais naturalidade coisas que acontecem em nosso meio por meio da fé.


Se você tem buscado certezas e não tem encontrado a não ser em Deus, maravilha! você está no caminho certo! O justo vive pela fé. Não há outra maneira de viver mais.

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Davi e Jônatas realmente eram amantes?



HÁ UMA CERTA TEORIA DE HOMOSSEXUALIDADE ENTRE JÔNATAS E DAVI, MAS SERÁ QUE A LUZ DA BÍBLIA ISTO FOI O QUE OCORREU?

Não darei plena opinião minha aqui, mas deixarei em aberto a argumentação. Farei perguntas a os dois lados e vamos tentar chegar o mais próximo do caso.

ALGUÉM DUVIDA DA SEXUALIDADE DO REI DAVID?
o texto bíblico diz : " "E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma. E Saul naquele dia o tomou, e não lhe permitiu que voltasse para casa de seu pai. “E Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma”.

E, indo-se o moço, levantou-se Davi do lado do sul, e lançou-se sobre o seu rosto em terra, e inclinou-se três vezes; e beijaram-se um ao outro, e choraram juntos, mas Davi chorou muito mais.
1 Samuel 20:41...
Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres. 2 Samuel 1:26


No capitulo dezoito do primeiro livro de Samuel, temos um bonito relato do amor de Jônatas, ou Jonatã (filho do rei Saul) por Davi, o franzino rei que derrotará o gigante Golias. Sempre que alguns tentaram ver nesse episódio, sinais de um amor homossexual, logo os defensores da moral se apressaram para desmerecer as insinuações. Não cabe a mim dizer qual tipo de amor que os ligava, no entanto, não nos parece impossível que pudesse ter havido realmente, algo maior que amor de simples amigos:


Ora, acabando Davi de falar com Saul, a alma de Jônatas ligou-se com a alma de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma. E desde aquele dia Saul o reteve, não lhe permitindo voltar para a casa de seu pai. Então Jônatas fez um pacto com Davi, porque o amava como à sua própria vida. E Jônatas se despojou da capa que vestia, e a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua espada, o seu arco e o seu cinto.

Somos informados ainda que Davi achava-se angustiado pelo seu irmão Jônatas. A palavra irmão era comumente empregada entre amantes, razão pela qual se torna difícil avaliar em que sentido a Bíblia entende o amor desses dois personagens: “Tu me eras tao querido! – conta Davi ao lembrar do amigo - Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.

Cantares de Salomão 5:5 Venho ao meu jardim, minha irmã, noiva minha, para colher a minha mirra com o meu bálsamo, para comer o meu favo com o meu mel, e beber o meu vinho com o meu leite. Comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados.


Parece que Saul suspeitava de um amor homossexual entre seu filho Jônatas e Davi, por isso decide matar o suposto amante do filho. Tomado de violenta cólera, diz na frente do filho e de seus servos, que já sabe de seu envolvimento com o filho de Jessé, e que isso representa uma vergonha para sua mãe e toda a família. Vergonha por quê? Parece mesmo que os dois eram amantes, e disso o velho Saul e toda corte já sabiam.

Ao saber que o amigo corria perigo, Jônatas foi ao seu encontro avisá-lo para que partisse. É dito que ao ver Jônatas chegando, Davi curvou-se como era costume, e ambos se abraçaram, em prantos. Há uma versão que aponta que além de abraços, também se beijaram (possivelmente no rosto, como era o costume).

Sabemos por historiadores, que não era tão incomum casos assim, naqueles tempos. Os homens passavam muitas vezes meses e anos na guerra sem ver as famílias. Quando um sacerdote indaga a Davi, se estava se abstendo de mulheres, disse que sim. Ele e todos seus soldados.
E era bem comum soldados em batalhas terem seus amantes. Talvez Davi e Jônatas viveram um belo romance, e isso não seria nada estranho, apesar dos protestos dos conservadores. 
Mas é o leitor quem deve decidir.

Assembléia de Deus diz que Davi foi amante de Jônatas ( aqui )

DAVI E JÔNATAS: AMOR E POLÍTICA
Almas ligadas...
“A alma (néfesh, fôlego de vida) de Jônatas ligou-se com a alma de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma” (1Sm 18,1);

Melhor que o amor de mulheres...
“Maravilhoso me era o teu amor, ultrapassando o amor de mulheres” (2Sm 1,26);

Um afeição muito grande...
“Porém Jônatas, filho de Saul, estava muito afeiçoado a Davi” (1Sm 19,1);

Amor profundo...
 “Porque o amava com todo o amor da sua alma” (1Sm 20,17);

Amor e política I...
“E Jônatas se despojou da capa que vestia, e a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua espada, o seu arco e o seu cinto” (1Sm 18,4);

Amor e política II (e Saul ainda era vivo...)
“e Yahweh seja contigo, assim como foi com meu pai” (1Sm 20,13-16).

Deixando de lado a polêmica a respeito do tipo de amor que unia Davi e Jônatas, há algo muito claro na intenção do redator:

-Davi é digno da realeza;
-Saul é indigno;
-Jônatas, o herdeiro legítimo, aprova ser substituído por Davi (!).


Quer saber dos herdeiros de Saul, morto numa batalha ao lado de três de seus filhos?
Isboset, filho de Saul, foi traído por seus homens, tendo seu ventre rasgado enquanto dormia (2Sm 4). Mefiboset, neto de Saul e herdeiro legítimo do trono (aleijado e relativamente inofensivo), passou o resto dos seus dias no palácio sob os olhos atentos do rei. Quanto aos demais herdeiros, ameaças reais ao trono ocupado por Davi:
...o rei [Davi] tomou os dois filhos de Rizpa, filha de Aías, que ela tivera de Saul, [...] como também os cinco filhos de Merabe, filha de Saul, que ela tivera de Adriel, [...] e os entregou na mão dos gibeonitas, os quais os enforcaram no monte, perante Yahweh (2Sm 28,8-9).
É, não sobrou ninguém da “casa de Saul” para reivindicar o trono (exceto Mica? Cf. 2Sm 9,12). E você ainda acredita na inocência de Davi?

UMA CONCLUSÃO IMPAR:

Não, os beijos não eram fictícios mas bem reais, porém a interpretação desses beijos é que pode ser equivocada, tanto por homossexuais como por homofóbicos. Isso porque toda mente discriminatória irá sempre discriminar baseada em sua própria interpretação equivocada da realidade.

Isto é conhecido como "a lei do instrumento" ou "martelo de Maslow". Em um artigo de 1966 na "The Psychology of Science" Abraham Maslow escreveu: "Se a única ferramenta que você tem é um martelo, você será tentado a tratar tudo como se fosse prego".

Por isso um homofóbico, quando vê na rua dois rapazes de mãos dadas, logo se ira e grunhe a sentença: "São gays!". Do mesmo modo, um homossexual que veja a mesma cena poderá se alegrar e comentar com um sorriso: "São gays!". O problema é que se a cena ocorrer nas ruas de uma cidade do Oriente Médio a probabilidade de ambos estarem errados é de 100%, porque lá amigos, sejam homens ou mulheres, andam de mãos dadas.

GeorgeBush e Mahmoud Abbas passeiam de mãos dadas no Oriente Médio.

Sabe qual a diferença entre um homofóbico e você? Ao querer interpretar o relacionamento entre Davi e Jônatas com base nos beijos que trocaram, você usou as mesmas lentes discriminatórias daquele homofóbico e declarou: "Davi e Jônatas eram gays!".

Se você conhecesse a Bíblia e os usos e costumes do Oriente Médio (e de outros países), saberia que o beijo sempre foi uma prova de amor e afeto, independente do sexo das pessoas envolvidas. É preciso ter uma mente distorcida para enxergar qualquer coisa no beijo entre Davi e Jônatas além de amizade e afeição.

Alguém com tal distorção da realidade, seja qual for sua orientação sexual, corre o risco de achar que os beijos entre pais e filhos na Bíblia representem incesto, os praticados entre homens sejam homossexualismo, e entre mulheres lesbianismo. E que a ordem dada várias vezes no Novo Testamento para que os cristãos se beijassem sempre que fizessem uma saudação significa que o homossexualismo está sendo aconselhado pelos apóstolos.

Será que você não percebeu que essa sua propensão a enxergar além do que está no texto é a mesma propensão daqueles homofóbicos que agrediram um pai que abraçou seu filho adulto em público por achar que eles eram homossexuais? Homofóbicos também vêem homossexualidade em tudo, o que não é muito diferente de sua maneira de enxergar o texto bíblico. 

Veja como é abundante a prática do beijo nas Escrituras:

Gên_33:4 Então Esaú correu-lhe ao encontro, abraçou-o, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou; e eles choraram.

Gên_45:15 E José beijou a todos os seus irmãos, chorando sobre eles; depois seus irmãos falaram com ele.

Gên_50:1 Então José se lançou sobre o rosto de seu pai, chorou sobre ele e o beijou.

Êxo_4:27 Disse o Senhor a Arão: Vai ao deserto, ao encontro de Moisés. E ele foi e, encontrando-o no monte de Deus, o beijou:

Êxo_18:7 Então saiu Moisés ao encontro de seu sogro, inclinou-se diante dele e o beijou;

Rut_1:14 Então levantaram a voz, e tornaram a chorar; e Orfa beijou a sua sogra

1Sm_10:1 Então Samuel tomou um vaso de azeite, e o derramou sobre a cabeça de Saul, e o beijou,

2Sm_19:39 Havendo, pois, todo o povo passado o Jordão, e tendo passado também o rei, beijou o rei a Barzilai,

Luc_7:45 Não me deste ósculo [beijo]; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés

Rom_16:16 Saudai-vos uns aos outros com ósculo [beijo] santo. - também em 1 Co 16:20; 2 Co 13:12; 1 Ts 5:26 e 1 Pe 5:14.


A Velha Aliança é "sombra", uma alegoria para a Nova Aliança. Davi aponta para Cristo e Jonatas aponta para João Batista e também para João, o Emissário! João amou Cristo como a sua própria alma. Amou no sentido espiritual, puro não no sentido sexual. Assim também Jonatas ama Davi, não no sentido sexual! Lembra que João o Emissário recostava sua cabeça no peito de Cristo?


Todos estão BEM equivocados. Por isso acontece comentários e suposições desta forma.  É a insistência e a teimosia de se praticar gnosticismo, é a teimosia em não ler o contexto das Escrituras. Se ler TODAS as cartas do Emissário Paulo, é provável que ajude. Sempre ressaltando que eu defendo que a pessoa tem todo o direito de praticar "positivismo", gnosticismo, humanismo ou qualquer outra religião!, credo e opção sexual.Tem também o direito de realizar comentários de acordo com estas ideologias.

Tinha razão o grande historiador Heródoto quando disse:

“É SEM DÚVIDA MAIS FÁCIL ENGANAR UMA MULTIDÃO DO QUE UM  SÓ HOMEM”.


Fiquemos com a Bíblia, Deus abençoe a todos.

Graça e paz.

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Descoberta igreja do sexto século em Israel

Arqueólogos israelitas escavaram as ruínas de uma igreja cristã da época bizantina. há cerca de 1.500 anos atrás.



A equipe da "Autoridade para as Antiguidades de Israel" descobriu a igreja durante os trabalhos de escavações para a construção de casas - conforme uma lei que Israel impõe sempre que se fazem novas construções.
Os arqueólogos descobriram as ruínas do que pensam ser uma grande basílica do século sexto, com um comprimento de cerca de 22 metros e uma largura de 12 e que serviria como centro regional para o culto cristã.


"Já escavámos diversos sítios bizantinos na região e em nenhum tínhamos encontrado uma igreja" - afirmou a arqueóloga Davia Dagan à CBN News. "E aqui parece termos descoberto a primeira igreja que pode ter sido uma igreja regional para onde as pessoas das aldeias próximas vinham para orar."
O edifício agora encontrado consiste de um salão central  com dois corredores laterais divididos por pilares em mármore.
Esta igreja do sexto século está situada entre a cidade costeira de Ashkelon e a capital Jerusalém, e fazia parte de uma importante comunidade existente em toda aquela região.


Os arqueólogos afirmam que os artefactos encontrados no local mostram que a área tinha uma cultura florescente e uma comunidade dinâmica.
Desenvolvia-se ali uma florescente produção e comercialização de vinho e de vasos de cerâmica. O vinho era dali exportado por mar para toda a região do Mediterrâneo.
Segundo eles, o mosaico encontrado no pavimento é magnífico, uma vez que inclui videiras formando medalhões ao centro, com imagens de animais (zebra, leopardo, tartaruga, javali, aves), inscrições, e símbolos cristãos.


"Temos aqui um histograma que parece uma monografia do nome de Jesus, o que é pouco habitual"
- prosseguiu Dagan - "É muito grande, e temos ali pássaros segurando-o com uma grinalda de flores."




Os corredores têm também mosaicos coloridos exibindo temas botânicos e geométricos e também símbolos cristãos.
O mosaico principal será meticulosamente preservado, removido do local e depois exposto ao público num museu da região. O resto do sítio será coberto, uma prática habitual dos arqueólogos para preservação dos achados para gerações futuras.


Interessante notar nestas imagens de simbologia cristã a ausência de qualquer figura humana, mas a abundância de imagens de animais e de plantas e flores, uma clara demonstração do respeito que os primeiros cristãos tinham pela Palavra de Deus e seus mandamentos.

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'Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais', diz o Papa Francisco



O artigo “Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais”, diz Papa Francisco foi retirado de um site espanhol na qual a fonte encontra-se no final do texto. Me surpreende algumas atitudes desse Papa. Não é de hoje que ele gera polemica com suas revelações.  Colocarei os texto do artigo e da minha opinião em cores diferentes para melhor compreensão.

Artigo traduzido:
Um homem que está lá para abrir muitos “segredos ” antigos na Igreja Católica é o Papa Francisco. Algumas das crenças que são realizadas na igreja, mas que são contra a natureza amorosa de Deus, estão sendo revistas pelo Papa, que foi recentemente nomeado o ‘Homem do Ano‘ pela revista TIME .

Em suas últimas revelações, o Papa Francisco disse:

” Por meio da humildade , da introspecção e contemplação orante ganharam uma nova compreensão de certos dogmas . A igreja já não acredita em um inferno literal , onde as pessoas sofrem . Esta doutrina é incompatível com o amor infinito de Deus. Deus não é um juiz , mas um amigo e um amante da humanidade. Deus nos procura não para condenar, mas para abraçar . Como a história de Adão e Eva , nós vemos o inferno como um artifício literário . O inferno é só uma metáfora da alma exilada (ou isolada), que, como todas as almas em última análise, estão unidos no amor com Deus. “

Pelo menos o papa falou de lendas criadas para ter respostas humanas para o fim com medo ou o inicio do erro. Já se sabe que o gênesis é uma compilação de outra lendas de outros povos.


Em um discurso poderoso que está repercutindo em todo o mundo , o Papa Francisco declarou:
” Todas as religiões são verdadeiras , porque elas são verdadeiras nos corações de todos aqueles que acreditam nelas. Que outro tipo existe realmente ? No passado , a igreja considerava muitas coisas como pecado que hoje já não são julgadas dessa maneira . Como um pai amoroso, nunca condena seus filhos. Nossa igreja é grande o suficiente para heterossexuais e homossexuais , por pró-vida e pró- escolha! Para os conservadores e liberais , até mesmo os comunistas são bem-vindos e se juntaram a nós . Todos nós amando e adorando o mesmo Deus . “Nos últimos seis meses , os cardeais, bispos e teólogos católicos têm debatido na Cidade do Vaticano sobre o futuro da Igreja e da redefinição das doutrinas católicas e seus dogmas.”

Acho que ele emendou 2 assuntos controverso mas com a noticia do primeiro sobre a homossexualidade para encobrir um erro grave no passado, a união da igreja com o nazismo. 


O Terceiro Conselho do Vaticano com o Papa Francisco concluiu anunciando que …
O catolicismo é uma religião agora “moderno e razoável , que passou por mudanças evolutivas. Hora de deixar toda intolerância. Devemos reconhecer que a verdade religiosa evolui e muda . A verdade não é absoluta ou imutável. Mesmo ateus reconhecem o divino. Através de atos de amor e caridade ateu reconhece Deus , bem como, redime a sua alma , tornando-se um participante ativo na redenção da humanidade. “

Ele errou ai, a verdade sempre é absoluta e imutável, a diferença que a igreja nunca pregou ela, por isso mudou a "verdade" deles,  por isso extingue. Ele também demostra que a obra é melhor que a graça de cristo, mesmo que não aceite e nem conheça a cristo, é possível ter a redenção e justificação.


A declaração sobre o discurso do Papa enviou os tradicionalistas a um ataque de confusão e histeria .

Deus está mudando e evoluindo como nós somos, porque Deus habita em nós e em nossos corações. Quando espalhar o amor e bondade no mundo , nós reconheceremos nossa divindade . A Bíblia é um livro sagrado bonito, mas como todas as grandes obras antigas , algumas passagens estão desatualizadas. Algumas passagens chamam mesmo para intolerância ou julgamento. É o tempo de ver estes versos como interpolações posteriores , contra a mensagem do amor e da verdade , caso contrário, irradiando através da Escritura chegou. Com base em nossa nova compreensão , vamos começar a ordenar mulheres como cardeais, bispos e sacerdotes. No futuro , é minha esperança de que , um dia , um papa feminino não permita que qualquer porta que está aberta para um homem seja fechada para uma mulher.

Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos. Malaquias 3:6

Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. Hebreus 13:8

"Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação." (Tiago 1:17)

Sobre passagens desatualizadas ou estão sendo mau interpretadas? 

Alguns cardeais da Igreja Católica são contra as recentes declarações do Papa Francisco.

Acredito que se continuar dessa forma logo esse Papa abrir mais coisas que estão ocultas a séculos! Falando sério, ele já revelou outras opiniões polemicas que a própria igreja logo desmentiu, dizendo não ser essa a verdade. Mas dessa vez será que vamos ter outra retratação ou realmente havará mudanças nos dogmas católicos?


Outro ponto de vista que tenho em relação a declaração dele referente a alguns versos da Biblia não serem literais, causa não só uma mudança de paradigma, mas uma possível descredibilidade da própria história apresentada ali. 



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Existe mesmo o demônio devorador, migrador e destruidor?




Neste artigo, quero tratar de um assunto que é muito ensinado nas igrejas, onde a imaginação humana toma o lugar da hermenêutica no que diz respeito a interpretação de alguns textos. É o caso dos gafanhotos que está registrado em Joel 1:4, que diz – “O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta  o comeu, e o que ficou da locusta , o pulgão o comeu". Em algumas traduções os termos lagarta, gafanhoto, locusta e pulgão são substituídos por; cortador, migrador, devorador e destruidor. Estes insetos, na interpretação de alguns teólogos sofrem uma espécie de metamorfose diabólica, onde os mesmos se transformam em terríveis demônios e que só existe um meio de combatê-los, é o pagamento de indulgencias na forma de dizimo e ofertas, e quanto maior a paga maior sera sua benção.

O devorador, segundo os pastores neopentecostais e pentecostais afirmam, e também muitos cristãos influenciados e ensinados por estes pastores, é um tipo de "demônio" que devora as finanças e causa os mais variados tipos de prejuízos em diversas áreas da vida do cristão que não dizima ou é infiel nos dízimos e ofertas. Este tipo de demônio, dizem eles, nem a oração têm o poder de repreendê-lo, porém, somente o dízimo pode neutralizar o seu poder contra os cristãos. Os que creem no “demônio devorador” utilizam como base para a existência destes um texto muito conhecido de todos, a saber, Malaquias 3.10-12 em paralelo com Joel 2.25-27. Senão vejamos:

Malaquias 3.10-12 – "Trazei todos os dízimos ao tesouro do templo, para que haja mantimento “na minha casa” [“no templo” ênfase minha], e provai-me nisto, diz o Senhor dos exércitos, e vede se não vos abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós tantas bênçãos, que não conseguireis guardá-las. Por vossa causa também repreenderei “a praga devoradora” [ou o devorador ARA], e ela [ou o devorador ARA] não destruirá os frutos da vossa terra, nem as vossas videiras no campo perderão o seu fruto, diz o Senhor dos exércitos. E todas as nações vos chamarão bem aventuradas; pois a vossa terra será aprazível, diz o Senhor dos exércitos." (Almeida Século 21)

Joel 2.25-27 – "Assim vos restituirei os anos consumidos pelo “gafanhoto” migrador, pelo assolador, pelo destruidor e pelo cortador, meu grande exército que enviei contra vós. Comereis à vontade e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que agiu em favor de vós de maneira maravilhosa; e o meu povo nunca será envergonhado. Vós sabereis que eu estou no meio de Israel e que eu sou o Senhor vosso Deus, e não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado." (Almeida Século 21)


Antes, porém, de analisarmos exegeticamente estes dois textos em pauta e chegarmos celeremente à conclusão, é essencial e de suma importância para obtermos uma logre compreensão do tema entendermos, ainda que em um breve resumo, o contexto do livro de Malaquias e Joel.

O profeta Malaquias surgiu no cenário de Israel num tempo em que imperava a tepidez espiritual. Israel estava desmotivado e em profundo desânimo. E por que? Acerca disso, Augustus Nicodemus Lopes, escreve:


"Fazia cerca de 100 anos que os judeus tinham regressado do cativeiro. Deus havia mandado o povo de Israel para o exílio, por volta de 600 ou 500 a.C, em razão reiterada idolatria e falta de arrependimento. (...) Parte do povo foi para o Egito, outra se dispersou e muitos outros morreram. Durante 70 anos, o povo permaneceu cativo na Babilônia.
Tempos depois Deus trouxe de volta [o povo] à terra prometida. Esse período está registrado nos livros de Esdras e Neemias, dois homens levantados por Deus para liderar o retorno da nação à terra prometida. Porém, nem todos regressaram; parte do povo ficou na Babilônia; outra permaneceu no Egito. Mas um grande contingente voltou para a terra de Israel...

Quando regressaram, os judeus pensavam ter chegado o tempo do cumprimento das grandes promessas que os profetas de Israel haviam feito. Isaías, Ezequiel e Jeremias profetizaram um tempo maravilhoso para o povo de Deus após a restauração, e o povo acreditava que aquele seria o tempo em que essas promessas se cumpririam.

Só que cem anos se passaram desde a volta do cativeiro, e as coisas não estavam acontecendo conforme a expectativa. Promessas tinha sido feitas, mas a realidade não estava de acordo com elas. (...) Por meio dos profetas o Senhor prometera uma grande restauração de seu povo na terra, mas somente parte dele retornou da Babilônia. Os profetas haviam mencionado um período de paz, mas eles ainda estavam cercados por inimigos".[1]
 

Sendo assim, a dedicação e o amor para com Deus havia se esvaído do coração do povo (1.1-5). Os sacerdotes estavam corrompidos (1.6 – 2.9). O povo havia se casado com mulheres estrangeiras que cultuavam deuses pagãos (2.10-15; Ed 9 – 10; Ne 13.23-27). Estavam cometendo injustiças sociais (3.5; Ne 5.1-13). E, finalmente, vemos a infidelidade do povo para com Deus retendo os dízimos e as ofertas (3.6-12; Ne 13.10-14). Augustus Nicodemus Lopes ainda diz que os cultos a Deus viraram mero formalismo, rituais mecânicos e sem vida. O coração do povo não estava mais neles. Cada um dava prioridade a seus assuntos pessoais, em vez de se dedicar a terminar a reconstrução do templo e prestar culto a Deus.[2]

Não obstante, Joel, por sua vez, um dos mais antigos profetas do Antigo Testamento, aparece em meio a um período de seca prolongada em Judá durante o reinado do rei Joás, provavelmente por volta do ano 835-796 a.C,. Todavia, uma grande invasão de gafanhotos destruiu quase toda a plantação que havia na Terra Prometida, afetando toda a terra, resultando, assim, numa grave crise econômica (1.7-20), o que afetou o Reino do Sul deixando-o muito enfraquecido economicamente. Entretanto, esse desastre natural enviado por Deus e executado pelos gafanhotos, serviu para Joel de ilustração a despeito do cerne de sua mensagem, ou seja, o castigo de Deus em virtude dos pecados dos sacerdotes e do povo (2.1-17). Contudo, é bem possível que, assim como o povo de Israel na época de Malaquias, a causa do castigo de Deus ao povo de Judá foi também devido à tepidez espiritual. O profeta Joel convoca este povo que havia deixado de amar a Deus acima de tudo para um sincero arrependimento descrito em (2.13).

Portanto, entendido um pouco do contexto da mensagem de Malaquias e Joel, resta-nos saber, então, o que é o devorador, se é uma espécie de “demônio” que atua causando prejuízos na vida daquele que não dizima e se existe mesmo este “demônio”. O “devorador” (ARA, ARC), ou a “praga devoradora” (Almeida Século 21), ou ainda as “pragas” (NVI), é simplesmente a descrição de um inseto chamado gafanhoto! Existem alguns tipos de gafanhotos nos quais o profeta Joel descreve. Senão vejamos:

1) O Cortador (gazam) é um tipo de gafanhoto que se instala ou habita na plantação. Ele destrói uma parte dos frutos apenas. Sendo assim, o agricultor na época da colheita sofre certo prejuízo financeiro perdendo uma parte dela que fica imprópria para o consumo alimentar. 1) Gazam (traduzida como gafanhoto cortador). Essa palavra hebraica só aparece de novo em Am 4,9:
“Feri-vos com crestamento e ferrugem; a multidão das vossas hortas, e das vossas vinhas, e das vossas figueiras, e das vossas oliveiras, foi devorada pela locusta (gazam); contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor”.
 Da raiz “gazar” – cortar. O verbo aparece em 2 Rs 6,4 – “e, chegando eles ao Jordão, cortavam [do verbo gazar] madeira”.

2) O Migrador (arbeh), diferente do cortador que habita nas plantações, é um tipo de gafanhoto que voa em bando por diferentes lugares e que aparece de repente na plantação destruindo mais a colheita aumentando mais o prejuízo do agricultor. 
2) 'arbeh (traduzido como gafanhoto migrador). Ocorre mais de vinte vezes na Bíblia. É um dos insetos que o livro de Levítico (Lv 11,22) permite comer.
“Deles, comereis estes: a locusta ('arbeh), segundo a sua espécie...”.

3) O Devorador ou Infestante (jelek), por sua vez, é o tipo mais devastador de gafanhoto que, assim como o migrador, voa também em bando que chega a cobrir o céu dando o aspecto de tempo fechado. Esta nuvem, contudo, é composta de muitos gafanhotos que, quando pousa sobre uma plantação, infesta e a destrói quase que por completo em cerca de meia hora, apenas, levando o agricultor a ter mais prejuízos, pois não se dá para aproveitar muita da colheita. 3) yekeq (traduzido por devorador). Menos de dez ocorrências, como em Jr 51,14.
“Jurou o SENHOR dos Exércitos por si mesmo, dizendo: Encher-te-ei certamente de homens, como de gafanhotos (yekeq), e eles cantarão sobre ti o eia! dos que pisam as uvas”.

4) O Destruidor (chasel), por fim, é o tipo de gafanhoto que possui o maior poder de destruição. Quando uma plantação sofre o ataque destes insetos, ela é completamente destruída levando o agricultor praticamente ou quase à falência. 4) hasiyl (traduzido por destruidor). Larva de gafanhoto ou alguma praga que atingia a lavoura, cf. 1 Rs 8,37.
“Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas (hasiyl)...”.

O ataque de gafanhotos literais que Judá sofreu na época do profeta Joel foi o castigo de Deus! Conforme vimos anteriormente, esta nação havia pecado gravemente contra o Senhor, e o castigo que resultou numa assoladora crise econômica de toda a nação era o meio de Deus levar o povo ao arrependimento de seus pecados e a se voltar para ele. Este mesmo entendimento se aplica também no caso de Malaquias, onde o povo de Israel que sobrevivia da agricultura, pois era a profissão de praticamente todos eles, também sofreu financeiramente com a praga de gafanhotos devoradores.


Portanto, a ideia de que existe um demônio chamado devorador é uma falácia criada no laboratório das heresias! 

Embora não vemos nenhuma menção que o devorador seja um demônio nos evangelhos por Jesus e nas cartas por Paulo, Pedro, João, Tiago, Judas e Hebreus, todavia, o pastor ou pregador equivocado que ensina sobre o devorador, além de ser ganancioso e um tipo de estelionatário religioso, também engana o povo de Deus ensinando eles a contribuírem financeiramente na igreja por medo do devorador e por ganância (o que é pecado) de receber de Deus bênçãos financeiras duplicadas ou outras bênçãos quaisquer (1Tm 6.6-11; Mt 6.19-21). O devorador não é um demônio que causa prejuízos financeiros na vida daquele que é infiel nos dízimos e nas ofertas, mas, simplesmente, um inseto [gafanhotos] de acordo com as Escrituras que Deus utilizou para executar o seu juízo disciplinador sobre o seu povo que estava vivendo em pecado. Deus, indubitavelmente, utiliza meios para nos disciplinar e nos levar ao arrependimento ainda hoje quando não estamos vivendo a vida que ele requer de nós, quer seja uma doença, uma crise financeira ou no casamento, a morte de um ente querido dentre outras coisas. A disciplina é simplesmente o cuidado e o amor de Deus para com os seus filhos (veja Hb 12.4-14). Portanto, não existe o devorador, mas, sim, o falso pastor enganador que é o próprio devorador financeiro dos incautos!

Mateus 7.15 - "Cuidado com os falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em pele de ovelha, mas interiormente são lobos DEVORADORES!" (Almeida Século 21)





fonte (Aqui )

_____________________
Notas:

[1] Augustus Nicodemus Lopes. O Culto Espiritual, pág 11-12.
[2] Ibid, pág 13-14.

[3] Hernandes Dias Lopes. Malaquias, pág 103.

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Descia um anjo realmente no tanque de Betesda?



descia um anjo Realmente no tanque de Betesda? Descrito na Palavra de Deus no Evangelho de João 5.1-15,

A cidade de Jerusalém sempre foi muito importante por ser considerada à cidade sagrada. Por judeus, cristãos e muçulmanos.

Nessa cidade havia uma fonte de água que ficava próximo da “porta das ovelhas”, ou seja, próximo a um mercado de animais. Talvez por essa cidade, ser reconhecida como sagrada, e, portanto, mística.

Nasceu a história de que essa fonte possuía águas miraculosas. Dizia-se que um anjo vinha do céu uma vez por ano, agitava as águas e o primeiro doente que mergulhasse, seria curado.

Muitas pessoas se aglomeravam aguardando um milagre. Na verdade uma multidão de pessoas inválidas: cegos mancos e paralíticos.

Foi construído nessa fonte um pavilhão para abrigar tanta gente, este possuía um alpendre com cinco pavimentos. O lugar foi denominado, ironicamente, de Betesda – que em hebraico significa “casa de misericórdia”.

“Conta-se que muitas famílias, para se verem livres dos doentes, os abandonavam nos alpendres do tanque de Betesda. Os ricos compravam escravos para os ajudarem a entrar nas águas.

Alguns alugavam as bordas mais próximas, que possibilitavam melhor acesso. Todos queriam o seu milagre e, lógico, os mais abastados, sagazes e famosos, se sentiam perto da graça”.

É óbvio que se os mais abastados ficavam nos lugares de melhor acesso para entrar na água, os pobres e miseráveis ficavam sempre no fundo do pavilhão, sempre por último.

Eu sei que é difícil, mas imaginemos a situação: Um lugar que se acreditava que um anjo descia uma vez por ano, mas ninguém sabia a data exata.


De repente alguém grita: “o anjo agitou as águas”, e a confusão estava feita, doentes se jogando por todos os lados na tentativa de ser o primeiro a entrar, e novamente aconteceu que, ninguém sabe ao certo quem foi o primeiro e, portanto, não houve cura. Mais um ano de frustração.
As pessoas afirmavam que o anjo descia até o tanque anualmente, mas ninguém sabia a data exata. Irrequietos, os doentes mais hábeis saltavam, esporadicamente, para se anteciparem ao anjo. A confusão era constante. Os que se sentiam melhor, corriam pelos corredores gritando “aleluia” e outros, nervosos e frustrados, desmentiam os milagres. Vez por outra, levantavam-se profetas prevendo o dia preciso em que o anjo visitaria o local.

A passagem de Jesus pelo tanque de Betesda aconteceu num sábado, o dia sagrado dos judeus, porque ele tinha um propósito: mostrar que a religião se preocupa, prioritariamente, com a sua estabilidade. Os religiosos sobrevivem da ilusão e não têm escrúpulos de gerar falsas expectativas em pessoas fragilizadas.

A Jerusalém do século I a.C. reunia vários elementos das culturas anteriores, como babilônicos, persas e helênicos, que as tinha conquistado. O helenismo profundamente difundido pela alta sociedade encontrava forças nas suas bases culturais principalmente quando estava relacionado à cura de doenças, estas eram entendidas pelos povos semíticos como provenientes de demônios crença essa difundida desde períodos remotos.


Mas, essa piscina, descoberta quando da ampliação de uma casa no contexto de Jerusalém no final do século XIX, foi escavada em meados do século XX.

Para surpresa dos arqueólogos, alguns dados vieram à tona: o primeiro deles é que essa piscina faz parte de um complexo ligado ao santuário de Serápis (Asclépio) que era o deus associado à cura.

Ela tem muito pouco (pelo menos o que foi escavado) haver com o ambiente estritamente judaico. Talvez, por isso, Jesus não mandou o homem mergulhar na piscina; ele o curou ali mesmo na borda.

Este era um santuário do deus da cura, Asclépio, e parece ter muito mais relação com as guarnições multiétnicas romanas estacionadas em Jerusalém, o que não quer dizer que ele também não possa ter atendido a judeus helenizados”.


Foram encontradas no local colunatas do estilo romano e uma pintura de um anjo agitando as águas que segundo os especialistas responsáveis pelo achado comprovam que essa pintura é do período dos imperadores romanos cristãos, fato esse comprovado pelos profissionais químicos atuais, responsáveis por estudos mais profundos utilizando a técnica do carbono 14.

Os romanos reutilizaram a estrutura e a aumentaram consideravelmente. Acrescentaram cisternas, bancos nas salas cobertas e, possivelmente, um altar para sacrifícios. O lugar era claramente um santuário onde se tomavam banhos de cura, sob a proteção de Serápis, como mostra as peças arqueológicas descobertas.

Afrescos murais representando a cura; ex-voto comemorando as duas funções de Serápis (curas e salvamentos no mar); moedas reproduzindo a efígie de Serápis e da deusa Hígia, filha de Esculápio; uma representação mostrando Serápis como serpente com a cabeça de homem barbado.

O Tanque de Betesda ficava localizado próximo a uma fonte que segundo registros, já tinha a função de abastecimento desde o período de Salomão como os mapas utilizados pela autora Karen Armstrong. A primeira menção de ocupação da atual área de Jerusalém, remonta do século X a.C. pelo povo Jebuseu nesse período não tinha referências de águas subterrâneas a parte ocupada pelos Jebuseu se resumia a um elevado bem protegido e com a fonte de Gion.


Contudo, constatamos que, o tanque nada mais era que uma espécie de “Aparecida do Norte” de sua época. Judeus que acreditavam em algo obviamente inexistente. O Tanque de Betesda é símbolo do formalismo e misticismo religioso, onde jazem milhões e milhões de pessoas ao redor de um símbolo, aguardando que um dia aconteça alguma coisa que os tire desta situação!

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Um zodíaco na bíblia e em uma sinagoga

UM ZODÍACO EM NÚMEROS 2,2-3?
Depois de uma releitura do Antigo Testamento. A partir de Ex 25, diante das tão detalhadas descrições do tabernáculo e das vestes sacerdotais, peguei um lápis e me pus a representá-los num pedaço de papel. E assim foi. Quando cheguei ao livro de Números fui despertado por uma descrição um tanto curiosa: Doze tribos (cada qual com sua bandeira) reunidas ao redor do tabernáculo, que por sua vez era rodeado por quatro grupos: Meraritas (norte), Coatitas (sul), Arão/Moisés/levitas (leste) e Gersonitas (oeste).  O rascunho, agora melhorado num editor de imagens, me fez pensar num... veja você mesmo:




É, um zodíaco. Quem escreveu Números parece ter se inspirado em elementos da cultura mesopotâmica ou egípcia. Abaixo um antigo zodíaco egípcio reproduzido na tampa do sarcófago da deusa Nut (início do II séc.). A deusa no centro, os signos ao redor. Coincidência?



UM ZODÍACO NA SINAGOGA

No final de dezembro 1928 uma equipe estava cavando um canal de drenagem no vale de Jezreel (norte de Israel) quando uma pá começou a arrancar pedaços de um mosaico. Quando foi completamente exposto o mosaico (28 x 14 metros) revelou uma roda dividida em 12 partes, cada qual com uma figura e um nome identificando-o como um sinal do zodíaco. No centro, aparecia o deus Helios dirigindo uma quadriga (carro de quatro cavalos), através da lua e das estrelas. Ocorre que mais tarde descobriram que o zodíaco pertencia a uma sinagoga datada para 520 d.C. Surpreso?



fonte: Aqui

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