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12 Máscaras Misteriosas em Israel



Doze máscaras datadas com 9 mil anos foram desenterradas nos Montes da Judeia e estão expostas, pela primeira vez, no Museu de Israel.

Há nove mil anos, uma aldeia de agricultores do Neolítico estabeleceram-se no Deserto da Judeia na Antiga Terra de Israel. Usando instrumentos primitivos de pedra fizeram máscaras de pedra cujo intuito é ainda hoje desconhecido. Será deste insólito achado que vai nascer a exposição "Face to Face: The Oldest Masks in the World" que se prolonga, aliás, até dia 13 de Setembro.

O Director do Museu, James Snyder, explica que as máscaras "representam as primeiras tentativas do homem para fazer moda com suas mãos, a partir de material físico, algo que era um reflexo de si mesmo ou em relação a algo exterior a si próprio."


Originárias das montanhas da Judeia Hills e das proximidades do Deserto da Judeia, as doze máscaras partilham características estilísticas marcantes. Grandes buracos nos olhos e bocas abertas criam a expressão de um crânio humano. As perfurações na periferia podem ter sido feitas para usá-las, para a fixação do cabelo, o que darias a estas máscaras uma aparência mais humana.



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Arqueólogos encontram local da consagração de Salomão como rei


Foram 15 anos de escavação para achar a cidade bíblica de 3.800 anos em Israel


Uma das pesquisas arqueológicas mais complexas já realizadas em Israel resultou no descobrimento da chamada “Cidade da Primavera”. O local, famoso quando Davi e seu filho Salomão eram reis de Israel foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que tentavam dominá-la.

Ao mesmo tempo era usada para proteger os cidadãos que voltavam para suas casas após irem buscar água no local. O local é descrito no livro bíblico de Reis, sendo protegida pela fonte de Giom. Foi ali que Salomão foi ungido pelo sacerdote Zadoque como rei, por ordem de Davi, seu pai. O local foi escolhido pois Davi sabia que seus inimigos políticos tinham um plano para tomar a sucessão do reinado.


A escavação aconteceu na Cidade de Davi, no Parque Nacional de Davi, em Jerusalém. Foram necessários 15 anos de trabalho. O trabalho foi coordenado pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e Eli Shukrun, integrante da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Eles acreditam que a Cidade da Primavera tem pelo menos 3800 anos, sendo a maior fortaleza cananeia que resistiu ao tempo. Também seria a maior fortaleza conhecida na região antes do reinado de Herodes, após a conquista romana.



A revelação da descoberta tem um significado duplo. O primeiro é científico, já que existe uma forte corrente dentro da arqueologia a qual afirma que Salomão nunca existiu, pois não há nenhum documento histórico que fale sobre ele além da Bíblia. 

A descoberta da Cidade da Primavera é a terceira nos últimos anos que comprova relatos bíblicos sobre partes da vida de Salomão.

A segundo á profética, pois a ideia de reconstrução do templo de Salomão, um antigo sonho dos judeus ortodoxos, é fortalecida toda vez que se mostra que os relatos bíblicos sobre ele são verdadeiros. Tanto judeus liberais quanto os muçulmanos que dominam o monte do Templo afirmam que jamais houve um templo naquele local construído por Salomão, pois não existem “comprovação arqueológica” disso. 



Uma enorme fortaleza canaanita dos dias do rei David foi completamente escavada e descoberta por dezenas de arqueólogos liderados pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e por Eli Shukrun, da Autoridade para as Antiguidades de Israel.

"A Cidadela da Fonte foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que vinham para a conquistar, bem como para proteger as pessoas que desciam à fonte para buscar água e levá-la para a cidade" - afirmou um responsável pelo sítio arqueológico.
Acredita-se que a cidadela protegia a nascente de água de Giom, descrita no Livro dos Reis como o local onde Salomão foi ungido como rei de Israel - 1 Reis 1:38-40.




A Cidadela é a maior fortaleza canaanita até agora descoberta em Israel, e acredita-se ser também a maior fortaleza anterior ao rei Herodes.
Este sítio arqueológico está agora reaberto ao público e oferecerá um maior acesso a todos aqueles que querem explorar um pouco da História bíblica.






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"Alá deu Israel aos Judeus e não existe palestina no corão"

Alá prometeu Israel aos judeus - assim afirma o sheikh Ahmad Adwan, um professor muçulmano que vive na Jordânia, que declarou recentemente na sua página no facebook que a "Palestina" não existe.
O blogueiro "Elder of Ziyon" traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no passado Sábado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).


"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" - protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."
"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.
O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinianos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinianos" contra o exército jordano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.

Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).

Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."




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Rei Salomão – Inscrição traduzida comprova seu reinado descrito na Bíblia



Descoberta feita por arqueólogos confirma o reinado de Salomão descrito na Bíblia. Trata-se de uma inscrição de 3 mil anos que foi traduzida, e evidencia a passagem bíblica do reinado do Rei Salomão. Pesquisadores dizem que terão mais provas do reinado de Davi e Salomão em breve.  A mais antiga inscrição alfabética encontrada em um sítio arqueológico já registrada em Jerusalém, que data do tempo do reinado do Rei Salomão e leva a conclusões interessantes.

A inscrição foi encontrada no sitio arqueológico de Ofel ao sul do Monte do Templo, em uma escavação dirigida pela Dra. Eliat rei-salomao-inscriçao-comprova-seu-reinadoMazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade de Jerusalém.

A inscrição foi descoberta há seis meses, e contém um texto registrado nos restos do que foi um grande pote de barro, composto por oito letras. É datado da segunda metade do século X aC, ou seja, nos dias de Salomão.

Primeiros estudos indica que a escrita atesta uma administração organizada de um sistema em que pessoas eram alfabetizadas e tinha um sistema de classificação para vinhos de qualidades, os quais eram armazenados em vasos.


Gershon Galil, do Departamento de História Bíblica e Estudos Judaicos da Universidade de Haifa, em Israel disse que conseguiu a “única tradução razoável” do texto até agora. A escrita hebraica inicialmente parece ser um rótulo de vinho, de acordo com a sua interpretação, embora três das letras na peça esteja incompleta.
Há arqueólogos que não concordam com a interpretação dada ao texto por Galil , mas, no entanto, concordam que a existência desta escrita precoce é tão ou mais importante do que o que o texto em si.
Assim, a inscrição sugere que eram de escribas em Jerusalém, na segunda metade do século 10 aC, o que significa que havia pessoas que poderiam ter escrito textos históricos e literários, além de textos administrativos, como foi descoberto.


“Isso é de grande importância para reconstruir o processo de cristalização da Bíblia, e ainda mais para a compreensão da história de Israel e Jerusalém nos tempos bíblicos”, disse Galil.

O professor também disse que espera encontrar mais evidências dos reinados de Davi e Salomão, que acredita verá a tona nos próximos anos. “As evidencias que temos hoje e que a cada ano se obtém mais, demostra que Davi e Salomão foram reis reais e não só um relato mítico da Bíblia.” – acrescentou.


fonte: inforgospel

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Alethéia, Veritas e Emunah.



Existem três palavras que eu acho especiais para a Filosofia. A primeira vem do grego ‘alethéia’, a segunda vem do latim ‘veritas’ e a terceira vem do hebraico ‘emunah’. Todas elas significam o que nós chamaríamos de verdade. Porém, ainda assim, existem algumas pequenas diferenças quanto ao significado desta verdade.
A primeira, do grego ‘alethéia’, significa descobrimento. Ora, quando os gregos mencionavam esta palavra alethéia eles queriam chegar a uma verdade, mas uma verdade descoberta pela razão. 
O importante não é como as coisas começam, e sim como elas terminam.

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Romanos 12:2
Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; ... (EC 7:8)

Já a palavra de origem latina, veritas, também significa verdade, mas um tipo de verdade assumido pelos fatos, pela comprovação dos fenômenos. 

Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Tiago 2:17-18

A terceira hebraica, emunah, que também significaria verdade, porém a busca da verdade pela confiança.

Pois o evangelho mostra como é que O Eterno nos aceita: é por meio da fé, do começo ao fim. Como dizem as Escrituras Sagradas:

“Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.”
Rom 1:17

Mas o meu JUSTO VIVERÁ PELA FÉ. E, se retroceder, não me agradarei dele. Hebreus 10:38


No grego a palavra fé é "PISTIS", no hebraico é "EMUNAH".
No hebraico a palavra fé quer dizer: confirmar aquilo que está escrito, se tratando de fé, seria vivermos conforme está escrito nas escrituras Sagradas, é obedecer aos seus ensinamentos.



Existe diferença entre fé e crer
Você pode crer em qualquer coisa, mas a fé só pode ser no Senhor, pois a fé vem somente de uma maneira e é ouvindo a palavra do Eterno.

O termo destacado acima aparece em pelo menos mais três trechos das escrituras (Romanos 1:17, Habacuque 2:4, Gálatas 3:11), e em todos eles, aparece sempre como uma afirmação e nunca como indagação. O autor não demonstra dúvida no que está falando. Ele está dizendo que aquele que um dia já foi justificado por Cristo, tem um novo modo de viver, que é pela fé.

O texto afirma: “O justo viverá pela fé”. Se você aceitou a Yeshua (Jesus) como seu salvador, você foi justificado por ele. Sendo justificado por ele, se tornando justo, Deus reserva a você um novo estilo de vida. Não existe outra maneira de se viver a partir do momento que você se torna justo. É tempo de compreendermos com mais naturalidade coisas que acontecem em nosso meio por meio da fé.


Se você tem buscado certezas e não tem encontrado a não ser em Deus, maravilha! você está no caminho certo! O justo vive pela fé. Não há outra maneira de viver mais.

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