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Não julgueis? ou julgueis corretamente e justo?



Quando Paulo apareceu, os judeus que tinham chegado de Jerusalém se aglomeraram ao seu redor, fazendo contra ele muitas e graves acusações que não podiam provar.

Então Paulo fez sua defesa:
"Nada fiz de errado contra a lei dos judeus, contra o templo ou contra César".

Festo, querendo prestar um favor aos judeus, perguntou a Paulo:

"Você está disposto a ir a Jerusalém e ali ser julgado diante de mim, acerca destas acusações?

Paulo respondeu:

"Estou agora diante do tribunal de César, onde devo ser julgado. Não fiz nenhum mal aos judeus, como bem sabes".

Se, de fato, sou culpado de ter feito algo que mereça pena de morte, não me recuso a morrer.

Mas se as acusações feitas contra mim por estes judeus não são verdadeiras, ninguém tem o direito de me entregar a eles. Apelo para César!

(Atos 28:7-11)

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Muitos cristãos sofreram e até morreram pela causa do cristianismo e seus testemunhos estão registrados na história, mas hoje em dia a exortação parece estar proibida e todo tipo de correção é rejeitada com base na deturpação do "Não Julgueis"..


Que Deus tenha misericórdia!!

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Desiderata



Mensagem encontrada na velha igreja
De Saint Paul em Baltimore, USA. E datada de 1.692

D E S I D E R A TA
do Latim desiderato: aquilo que se deseja aspiração.
Caminha placidamente em meio ao ruído e à pressa e pensa na paz que pode existir no silencio. Mantém boas relações com todas as pessoas, a qualquer preço menos o da tua abdicação. Fala a tua verdade com serenidade e clareza; e escuta os outros, mesmo os enfadonhos e os ignorantes, pois eles também tem a sua história.

Evita as pessoas espalhafatosas e agressivas; elas causam vexames ao espírito. Se te comparas com os outros, podes tornar-te vaidoso ou amargo; porque encontrarás sempre pessoas de mais e de menos importância do que tu. Deleita-te com as tuas realizações, bem como com os teus planos. Conserva-te interessado em tua própria carreira, por mais humilde que ela seja; é um bem real em meio às fortunas transitórias do tempo. Sê cauteloso em teus negócios; porque o mundo está cheio de trapaças.

Mas não permitas que isso te faca cego às virtudes; muitas pessoas lutam em prol de altos ideais; e por toda parte a vida está plena de heroísmo. Sê tu mesmo. Especialmente, não finjas afeiçoes. Nem sejas cínico no amor, porque, apesar de toda aridez e desencanto, ele é perene como a relva. Aceita com indulgência o conselho da idade, renunciando com graça às coisas da mocidade. Alimenta a fortidão de espírito para que ela te sirva de escudo contra uma súbita desventura. Não te angusties, porém, ante coisas imaginarias.


Muitos medos nascem da fadiga e da solidão. À parte uma saudável disciplina, sê bondoso contigo mesmo. És um filho do universo, não menos que as árvores e as estrelas; tens o direito de estar aqui. E, quer compreendas isso quer não, o universo se vai expandindo como deve. Vive, portanto em paz com Deus, seja qual for a idéia que d’Ele tenhas e, sejam quais forem teus labores e aspirações na ruidosa confusão da vida, procura ficar em paz com a tua alma. Com todas as suas imposturas, lidas servis e sonhos desfeitos, este é ainda um belo mundo. Sê cauteloso. Esforça-te por ser feliz.

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Batalhas, morte e sangue em nome de Deus



 As 3 grandes religiões monoteístas - cristianismo, judaísmo e islamismo - pregam a paz, a tolerância, a compaixão e o amor ao próximo. Mesmo assim, elas deixaram suas marcas em guerras e banhos de sangue ao longo da história. Para alguns pesquisadores, uma explicação estaria na própria lógica do monoteísmo: se apenas o "meu" Deus é verdadeiro, os "outros" certamente são falsos - e seus seguidores, infiéis. "As religiões são diferentes, mas todas elas exigem a mesma exclusividade", diz o historiador britânico Christopher Catherwood, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Foi assim com os judeus, os primeiros monoteístas, que reivindicaram uma aliança especial com Deus há 4 mil anos. Sua noção de "povo eleito" foi atacada por João Crisóstomo e outros patriarcas da Igreja Católica, que no século 4 qualificaram os seguidores do judaísmo de filhos do Diabo e inimigos da raça humana. Em 325, o 1º Concílio de Nicéia culpou-os pela morte de Jesus - uma acusação só retirada em 1965, no Concílio Vaticano 2º, e que insuflou 2 mil anos de injúrias e matanças. Durante a Inquisição, por exemplo, milhares de judeus foram parar na fogueira; outros tantos se converteram em massa à fé cristã, já que o batismo era a única chance de salvação.

No século 7, foi a vez de o islã tentar impor a primazia de seu Deus sobre os demais. Os exércitos de Maomé partiram da Arábia para invadir o Oriente Médio, o norte da África e a Espanha. "O objetivo da expansão não era tanto econômico ou político, como no imperialismo ocidental do século 19, mas a conquista em nome da fé, que eles acreditavam ser a verdadeira", diz Catherwood. Reconhecidos como "povos do livro", judeus e cristãos puderam manter sua fé desde que pagassem altos tributos - e, dependendo do governo em exercício, sofriam perseguições.



Assim, quando o papa Urbano 2º lançou as cruzadas para tentar recuperar a Terra Santa, em 1096, os espanhóis já vinham lutando contra os muçulmanos havia quase 400 anos. Urbano prometeu apagar para sempre os pecados de quem embarcasse na empreitada, que fracassou depois de transformar Jerusalém em um cemitério a céu aberto. "Cabeças, mãos e pés se amontoavam nas ruas", escreveu Raymond de Aguiles, um dos cruzados.

Em 1215, o 4º Concílio de Latrão proibiu os judeus de exercer funções públicas e os obrigou a usar um distintivo de identificação sobre as roupas - medidas que seriam reeditadas no século 20 por Adolf Hitler e o regime nazista. É certo que o Holocausto foi executado no auge da sociedade moderna e racional. Mas a força motriz do genocídio - o antissemitismo - se nutriu dos mitos religiosos arraigados durante séculos na Europa.

Da mesma forma, só é possível entender os conflitos dos anos 90 nos Bálcãs tendo em conta as heranças religiosas do passado. No século 14, a região foi invadida pelos turcos-otomanos - o último império muçulmano, que determinava a identidade das pessoas pela religião a que pertenciam. A maioria delas pôde continuar acreditando no Deus do cristianismo, sem os mesmos direitos dos "fiéis". Muitos, no entanto, se converteram ao islamismo - e veio o problema. "Os atuais bósnios muçulmanos descendem daqueles que se converteram durante a conquista turca", diz Catherwood. "Para os sérvios, eles são traidores."

Cristãos ortodoxos, os sérvios até hoje celebram o ano de 1389 - quando Lazar, chefe das tropas sérvias, morreu enfrentando os muçulmanos e virou mártir. O líder sérvio Slobodan Milosevic invocou esse sacrifício em seus discursos de 1989, acendendo a chama dos confrontos que levariam a uma matança desenfreada.

Nas palavras do historiador americano Mark Juergensmeyer, da Universidade da Califórnia, a linguagem religiosa tem o poder de "trasladar o conflito humano a uma dimensão cósmica". Traduzindo: no dia-a-dia, não matamos gente; mas, se Deus ordena, podemos. Nesse caso, a violência não seria um ato selvagem, mas o cumprimento da vontade divina.



Fundamentalismos

O século 20 viu crescer uma devoção militante nas principais religiões, chamada popularmente de fundamentalismo. "Alguns fundamentalistas não hesitam em fuzilar devotos numa mesquita ou matar médicos que fazem aborto. A maioria não é violenta, mas rejeita conquistas da modernidade, como a democracia, o pluralismo, a tolerância religiosa e a separação entre religião e Estado", diz a pesquisadora inglesa Karen Armstrong, autora do livro Em Nome de Deus.

Para esses radicais, nossa sociedade racional e pecadora tem levado a uma crise moral. "O fracasso da modernidade seria causado pela ausência de Deus", diz o sociólogo francês Jean-Louis Schlegel. Essa reação ocorre não apenas nas religiões monoteístas mas também no hinduísmo e no budismo.

Apesar das enormes diferenças entre os grupos fundamentalistas, eles geralmente buscam reconduzir sua religião ao caminho "puro e verdadeiro" de seus ancestrais. Por isso, os alvos principais são os seguidores moderados de sua própria crença. Foi o caso dos protestantes americanos que, no início do século 20, quiseram se distinguir dos protestantes liberais e se denominaram "fundamentalistas" - daí o nome. Eles queriam voltar aos fundamentos da tradição cristã, o que incluía interpretar a Bíblia da forma mais literal possível e parar de ensinar a Teoria da Evolução nas escolas - uma campanha que ainda divide os EUA.

Dentro do judaísmo foi criado o grupo ultraortodoxo Naturei Karta, que é contra a existência do moderno Estado de Israel. Para esse grupo, o regime israelense é herético porque sua ideologia fundadora - o sionismo - rejeitaria Deus e a Torá (o livro sagrado). Rabinos do Naturei Karta apoiam o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que prega a destruição de Israel.

Já o fundamentalismo islâmico vem do grupo Irmandade Muçulmana, fundado em 1928 no Egito. Para ele, o islã entrou em decadência ao adotar o modo de vida ocidental. Portanto, é preciso derrubar os governos moderados e substituí-los por regimes baseados na sharia - a lei islâmica. São essas ideias que inspiram terroristas como os da Al Qaeda.

Mas o radical islâmico que joga um avião contra um prédio não acredita no mesmo Deus que um muçulmano moderado? Como o Deus de um pode condenar esse crime, se o Deus do outro promete transformá-lo em herói? Aí é que está: o Deus é o mesmo, mas as interpretações de sua mensagem são distintas. O suicídio, por exemplo, sempre foi pecado na tradição islâmica. Hoje, no entanto, é interpretado como martírio pelos fundamentalistas - e usado como arma por terroristas.



Pomos da discórdia
Um resumo de 4 conflitos recentes, sanguinários e de fundo religioso

CONFLITO - Judeus x Muçulmanos
ONDE - Oriente Médio
QUANDO - Em curso desde 1947
RESULTADO - Mais de 7,5 mil mortos de 2000 para cá
O conflito começou como disputa territorial, por causa da criação do Estado de Israel, mas assumiu caráter religioso. Hoje, fundamentalistas judeus e islâmicos são o maior entrave para a paz. Um não aceita a existência do outro e quer varrer o oponente do mapa para sempre.

CONFLITO - Hindus x Muçulmanos
ONDE - Índia e Paquistão
QUANDO - Fim da década de 1950
RESULTADO - 500 mil mortos
A violência eclodiu com o fim do domínio colonial britânico sobre a Índia, em 1947. Os muçulmanos se negaram a integrar um país com os hindus, foram à guerra e criaram o Paquistão. De lá para cá, outros dois conflitos já ocorreram, por causa da disputa pela região da Caxemira.

CONFLITO - Católicos x Protestantes
ONDE - Irlanda do Norte
QUANDO - Décadas de 1960 a 1980
RESULTADO - Quase 4 mil mortos
A rixa histórica entre cristãos irlandeses descambou para a violência embalada por um componente político: de um lado, a maioria protestante (chamada unionista) quer continuar ligada ao Reino Unido; do outro, a minoria católica (nacionalista) almeja pôr fim ao domínio britânico.

CONFLITO - Cristãos x Muçulmanos
ONDE - Bálcãs
QUANDO - Décadas de 1980 e 1990
RESULTADO - Mais de 100 mil mortos

Durante décadas, o ditador comunista Josip Tito manteve as províncias da Iugoslávia unidas à força. Com sua morte, em 1980, o nacionalismo religioso explodiu numa espécie de luta de todos contra todos - incluindo sérvios (ortodoxos), bósnios (muçulmanos) e croatas (católicos).

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Ichthus e peixe



Ichthys ou Ichthus (do grego antigo ἰχθύς, em maiúsculas ΙΧΘΥΣ ou ΙΧΘΥC, significando "peixe") é o símbolo ou marca do cristão. Trata-se de um acrônimo, utilizado pelos cristãos primitivos, da expressão "Iēsous Christos Theou Yios Sōtēr", que significa "Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador" (em grego antigo, Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ ͑Υιός, Σωτήρ). Foi um dos primeiros símbolos cristãos, juntamente com o crucifixo e continua a ser usado principalmente pelas denominações evangélicas.


O Ichthys também era utilizado para marcar catacumbas cristãs na época da perseguição aos cristãos, pois era um símbolo que não era tão explicitamente cristão (como a cruz, por exemplo). Outra utilidade era o uso para comunicação: um cristão marcava um lugar com uma meia-lua para baixo, se o outro também fosse cristão, marcava a meia lua para cima, formando o símbolo.


A ortografia é grego para ichthus  - Estas são as primeiras letras das palavras gregas Iesous (Iota), Christos (Chi), Theou (teta), Uios (Upsilon) e Sotor (Sigma). A tradução é IXOYE. Os cinco palavra grega representam as palavras em que significa "Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador" ou "Filho do Salvador Jesus Cristo, Deus".

Este símbolo foi utilizado principalmente entre os cristãos dos anos da igreja primitiva (1 º e 2 º século dC) O símbolo foi introduzido a partir de Alexandria, Egito, que, na época, era um porto muito densamente povoada. Era o porto em que muitos bens foram trazidos do continente europeu. Devido a isso, foi utilizado pela primeira vez pelos povos do mar como um símbolo de uma divindade familiar, neste caso, Jesus Cristo.

O símbolo foi usado mais tarde como um meio de identificar ou reconhecer um companheiro crente em Cristo, sem a necessidade de qualquer comunicação verbal sendo trocadas. Por que isso foi necessário?

Durante o reinado do imperador Nero (54 dC-68 dC), e durante todo o reinado dos imperadores maus subsequentes do Império Romano, os cristãos eram comumente perseguidos, torturados e condenados à morte por causa de sua fé em Cristo Jesus. Imperador Nero pessoalmente desprezava os cristãos. Ele culpou-os pelo grande incêndio de 64 dC, que queimou cerca de metade de Roma. 


Para evitar essa captura e perseguição desnecessária, cristãos, muitas vezes desenhar um ichthus na sujeira, lama, areia ou nas paredes das cavernas para deixar outro cristão sabe que ele também era um irmão de Cristo e que era seguro falar sobre sua fé.


Por volta de 307 dC durante o reinado de Constantino, que os cristãos não eram mais perseguidos. Durante o seu reinado (307 dC - 337 dC) declarou o cristianismo como religião oficial do Estado, que foi um resultado direto de sua própria conversão ao cristianismo, embora sua perspectiva do cristianismo foi um pouco poluído com ideologia pagã. No entanto, os cristãos, em geral, foram poupados da perseguição - pelo menos por enquanto. Logo após a dinastia Constantino acabou, um sucessor, Juliano, o Apóstata (360 dC - 363 dC), viria a restabelecer as religiões pagãs de Roma como a religião do Estado e a proteção dos cristãos foi anulado.

Hoje, todos os cristãos em todo o mundo têm trazido de volta à vida este símbolo mais interessante e histórico. Os cristãos de hoje exibem orgulhosamente o símbolo que os seus antepassados ​​espirituais, uma vez ousada e corajosamente mostrou-companheiros de fé séculos atrás. Então, da próxima vez que você passar por um veículo exibindo orgulhosamente o ichthus, reconheça como seu irmão ou irmã. Afinal eles são família!



O grego Ichthus letras combinadas como uma roda (que podem ser vistas em seis ou oito raios)

As letras gregas ichthus combinados como uma roda




As letras ichthus gregos, as letras combinadas como uma roda,
o sinal ichthus, e a cruz de Malta

As fotos acima foram enviadas para nós por Ernst, um companheiro cristão que vive na Holanda . Ele teve a maravilhosa oportunidade de visitar a cidade de Éfeso na Turquia .

Ernst diz: "Não me disseram sobre o sinal Ichthus. Que eu já sabia alguma coisa sobre isso, e eu estava procurando na internet para a explicação completa para usar em nossa brochura comunidade local. Obrigado por explicá-lo na internet. Então eu posso usá-lo com mais facilidade. Mas há outra questão, o sitio não está completo, de fato, em Éfeso muitos lugares são marcados com um símbolo secreto, às vezes simples e, por vezes, mais escondido. Ele é mostrado como uma velha roda de um ônibus.

Coloque todas as letras gregas em cima uns dos outros e com o sinal aparece. IXOYE o E deve ser como Σ e as linhas horizontais um pouco curvadas.

Em Éfeso você pode encontrar diversas variantes., e se você gostar, eu vou te enviou uma das minhas fotos. "





Ernst diz:. "Eu fui para a casa da minha mãe para jantar na outra noite e ela pegou um pedaço de madeira e vi um projeto estranho nele eu olhei para ele mais de perto antes que ela jogou-o no fogo e disse "wow que se parece com o Ichthus". Tirei uma foto dele e eu não sabia o que fazer com a imagem, assim que eu vi o seu site e percebi que vocês podem gostar dele. Divirta-se! "


Muito obrigado Ernst para compartilhar isso com a gente! É sempre bom saber mais sobre a história cristã.

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A benção dos Patriarcas


Vemos na Bíblia que D-us abençoou Avraham (Abraão) diversas vezes: em Bereshit (Gênesis) 12:2, 13:14-17, no capítulo 15 e em 17:5-9.
Essa benção especial consistia em duas promessas: uma sobre a descendência de Avraham, e oura sobre a Terra que seria herdada.

E darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Kena’an (Canaã) para possessão perpétua, e serei para eles o seu D-us.

Bereshit (Gênesis) 17,9


No capítulo 27 de Bereshit (Gênesis) vemos que Yitzchak (Isaque) decide abençoar a seu filho Essav (Esaú). Sua esposa, Rivka (Rebeca) convence armar um plano para que Yaakov (Jacó) receba a "benção de Avraham", que promete descendência e a terra de Kena'an (Canaã). Mas será que a intenção de Yitzchak era mesmo dar essa benção para Essav? A benção que Yitzchak dá a Yaakov, pensando que se trata de Essav, é uma benção material, e não a "benção de Avraham". Quando Essav chora e lhe pede uma benção, seu pai lhe responde:

E a ti, então, que farei meu filho? Bereshit (Gênesis) 27,37


Se a intenção de Yitzchak era dar a "benção de Avraham" a seu filho Essav, por que ele não o faz? Por que ele diz que não tem nenhuma benção para lhe dar?



Já para Yaakov, ele dá a seguinte benção:

E D-us, cheio de bençãos, te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, e sejas uma multidão de povos. E te dê a bênção de Avraham (Abraão), a ti e à tua descendência contigo, para herdar a terra de tuas peregrinações, que D-us deu a Avraham. Bereshit (Gênesis) 28,3-4

Se a intenção de Yitzchak era dar a "benção de Avraham" a seu filho Essav, por que ele não o faz? A resposta parece ser que, desde o início, Yitzchak pretendia passar a benção de Avraham a seu filho Yaakov.

E Isaque chamou a Jacó, e abençoou-o, e ordenou-lhe, e disse-lhe: Não tomes mulher de entre as filhas de Canaã;
Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe;
E Deus Todo-Poderoso te abençoe, e te faça frutificar, e te multiplique, para que sejas uma multidão de povos;
E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão.

Gênesis 28:1-4

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