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ekklesia e sua etimologia "chamados para fora"



Você sabia que foi apenas no ano 190 d.C. que a palavra grega ekklesia, que traduzimos como igreja, foi pela primeira vez utilizada para se referir a um lugar de reuniões dos cristãos?

Sabia também que esse lugar de reuniões era uma casa, e não um templo, já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV, após a conversão de Constantino?

Você sabia que os cristãos não chamavam seus lugares de reuniões de templos até pelo menos o século V?

Ecclesia é uma palavra grega, que quer dizer "igreja", atualmente, mas que significou, originalmente, "curral" ou "abrigo de ovelhas". Trata-se de uma palavra muito difundida no Cristianismo, em que os fiéis são chamados de "ovelhas", que são cuidadas pelos "pastores". O conjunto dos cristãos que se reúnem regularmente em uma igreja também é chamado de igreja, assim como o total dos cristãos de uma mesma seita.

A palavra Igreja tem origem no grego [ekklesia]. Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa (para fora) e klesia que significa (chamados).

Logo podemos traduzir como chamados para fora, ou, em minhas palavras, voltados para fora (não voltados para o mundo, e sim para os que estão no mundo a fim de levar as boas novas a estes.

A palavra “igreja” traduz o vocábulo grego ekklesia, que se deriva de ek, “para fora”, e de kaleo, “chamar”. Entretanto, na Bíblia, é usada para indicar qualquer assembleia. O uso, e não a derivação, lhe determina o sentido. O uso bíblico mostra que se havia perdido o sentido de “chamados”. “Assembleia” é a melhor tradução.


Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas.
Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram.
Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
João 10:7-9

O termo EKKLESIA sintetiza de forma impressionante o ser Igreja: São os chamados para fora. No entanto, na história cristã preponderou o caminho inverso, aquele que torna os discípulos em gente ‘chamada para dentro’, para deixar o mundo, para só considerarem ‘irmãos’ os membros do ‘clube santo’, e a não buscarem relacionamentos fora de tal ambiente. E nesse contexto, ironicamente, passamos a experimentar uma existência cada vez menos interiorizada, cada vez menos atenta para o que se dá no íntimo, e cada vez menos reflexiva.

“Ao sair Jesus do templo(...)”
Marcos 13.1

Com sua atitude Jesus demonstra na prática como a Igreja deve atuar. É algo que passa despercebido, mas, repare que Jesus estava saindo do templo. Esta simples ação indicava a função da Igreja, o seu chamado para fora. A Igreja deve sair do templo, direcionar seus esforços ao perdido, ao desviado, aos sedentos por Deus ao redor da terra.

Enquanto Jesus saía, direcionava o seu olhar, sua atenção e o seu foco para os que estavam fora do templo, fora do aprisco.


“Porque o filho do homem veio salvar o que se havia perdido.” 
Mt 10.11


O segredo não estar no sentido entrar no curral para sua salvação, segurança e alimento. mas ao contrario. estávamos preso e jesus nos liberta pela porta e por ele saímos em liberdade, segurança do bom pastor, e teremos alimento. a paz eterna com a segurança dele e no nome dele e com o dever de levar consigo as boas novas aos outros perdidos.

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Localização secreta do "castelo do rei David" vai ser revelada na sexta feira dia 17/01



Até agora tinha sido mantida em segredo a localização daquilo que se supõe ter sido o "castelo do rei David". A razão deste secretismo tem a ver apenas com questões políticas, uma vez que o mesmo se encontra em "território palestiniano", e Israel não queria a todo o custo abrir mais uma frente de polémica, como sempre acontece com os palestinianos, completamente alheios e desinteressados de tudo quanto tenha a ver com cultura e história de Israel. Aliás, para os palestinianos todos os achados e revelações de sítios arqueológicos que provem a ligação dos judeus à Terra de Israel são mais um problema que eles querem combater e apagar a todo o custo.

A pedra lavrada e decorada que foi encontrada relacionada com este palácio que se supõe ter pertencido ao grande rei de Israel é chamada de "capitel proto-eólica" e estava ligada a uma coluna. Até agora só foram encontrados uns 30 desses capitéis, e apenas cinco em áreas onde o rei David viveu.

Tendo sido encontrado numa gruta a sul de Israel, este capitel revela a forte possibilidade de ali se encontrar soterrado um templo ou um grande castelo dos dias do rei David. 
Na próxima sexta-feira, dia 17, o segredo do local será revelado, podendo causar ondas de choque com consequências imprevisíveis, especialmente por se encontrar numa região controlada pela Autoridade Palestiniana.

Segundo os investigadores, este achado pode ser algo de notável, uma vez que poderão ser escavados e descobertos os restos de um grande castelo ou palácio que prova a presença dos reis da Judéia naquela região. Quando esta descoberta foi feita pela primeira vez há quase 2 anos, as ordens foram para "tapar o buraco e esquecer o assunto", obviamente por questões de sensibilidade política.


Shalom, Israel!

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Tumba de cervejeiro é encontrado do Egito


Túmulo de cervejeiro dos faraós é descoberto no Egito

 Pesquisadores encontraram tumba de mais de 3 mil anos.
Desenhos nas paredes mostram a vida cotidiana do antigo Egito.

Uma equipe de arqueólogos japoneses descobriu a tumba de um produtor de cerveja da dinastia Ramsés, que governou o Egito há 3.200 anos, indicou nesta sexta-feira (3) o Ministério de Antiguidades egípcio.

A descoberta do túmulo de Khonso Em Hebreus "é uma das mais importantes (...) na necrópole de Tebas", em Luxor, cidade do sul do país famoso por seus templos faraônicos do Nilo, considerou o ministro Mohamed Ibrahim em um comunicado.



Jiro Kondo, à frente da missão da Universidade japonesa de Waseda, explicou que sua equipe tinha descoberto o túmulo "ao limpar o pátio de uma tumba pertencente a um alto funcionário durante o reinado de Amenhotep III".

O ministro Ibrahim destacou a presença de 'paisagens desenhadas e várias inscrições nas paredes e teto (...) que revelam muitos detalhes da vida cotidiana no antigo Egito, incluindo a relação entre o marido e sua esposa e seus filhos, e os rituais religiosos.

"Uma parede mostra o chefe dos cervejeiros, também chefe das reservas reais, fazendo oferendas aos deuses, cercado por sua esposa e filha", de acordo com o comunicado do ministério.


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Por que razão a Pedra Moabita foi quebrada?


FA Klein era pastor anglicano, nascido na Alsácia, que viajou para a Terra Santa como médico-missionário em meados de 1800. Embora vivesse em Jerusalém, ele viajou muito em ambos os lados do Jordão, buscando aliviar a dor e ganhar convertidos. Como resultado do seu trabalho na Palestina, ele falava árabe fluentemente e tinha muitos amigos entre os árabes.

Na verdade, ele era o único ocidental que podia viajar sem perigo em determinadas áreas a leste do Jordão, onde os beduínos tinham uma lei muito restritiva a estranhos. O governo turco, embora oficialmente no controlo do território, não podia garantir a segurança dos viajantes. Desde as Cruzadas, menos de meia dúzia de europeus tinham viajado nas áreas desérticas áridas do Transjordânia. No verão de 1868, Klein viajou a cavalo para tratar os doentes na área da antiga Moabe, a leste do Mar Morto.

Por esses tempos todos os objetos importantes eram motivos de saque arqueológico, entre eles a Estela de Mesa, ou a Pedra Moabita. Pode-se por esta Estela perceber o valor dos objetos bíblicos de procedência desconhecida, ou seja, artefatos bíblicos encontrados extra-escavação profissional.

Embora o Instituto Arqueológico da América (AIA) e as Escolas Americanas de Pesquisa Oriental (ASOR) tenham políticas rígidas em relação à publicação de artigos e apresentação de trabalhos sobre objetos de procedência desconhecida e artefatos bíblicos numa tentativa de conter a pilhagem arqueológica e falsificação de artefatos bíblicos encontrada em Israel e na Jordânia, outros estudiosos acreditam que os artefatos bíblicos encontrados sem um contexto científico merecem, ainda assim, estudo acadêmico.



Esta Estela de 3 metros de altura em basalto negro chamou atenção de estudiosos 1868 estando na posse de beduínos vivendo a leste do rio Jordão e ao norte do rio Arnon.  Estes eram acessíveis ao Dr. FA Klein, que deixou vários testemunhos sobre a Pedra Moabita. Depois de várias negociações fracassadas para a comprar, a Estela de Mesa foi dividido em dezenas de pedaços e espalhados entre os beduínos. Na década de 1870 vários dos fragmentos foram recuperados por estudiosos e reconstruídos, compreendendo apenas dois terços da pedra original moabita. A marca de papel (chamado de squeeze) que tinha sido redigida pelo FA Klein permitiu aos estudiosos preencher o texto em falta.

Mesmo na sua condição fragmentada, as 34 linhas de escrita fenícia (também chamados de paleo-hebraico) da Stela constituiu a mais longa inscrição monumental num artefato sobre a Bíblia encontrados na Palestina. Sendo a Estela um exemplo chave do valor de artefatos bíblicos saqueados e que dão uma dimensão alargada nas escavações profissionais. A inscrição, que data do século IX aC, relata a história vitoriosa dos moabita do vassalo rei Messa sobre o rei israelita e seus exércitos (daí o nome Estela de Mesa ou Pedra moabita). A Bíblia regista um episódio semelhante em 2 Reis 3.


A Estela de Mesa é um dos artefatos bíblicos mais valiosos encontrados devido à pilhagem arqueológica, também ajudou a esclarecer os estudiosos dos loteamentos tribais entre as tribos do norte de Israel.

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Encontrado em Israel pano com de côr púrpura dos dias de Jesus



Foi descoberto em Israel um tecido com 2 mil anos tingido com a enigmática tintura azulada "púrpura" descrita na Bíblia.
Desde os dias de Jesus que tinha sido encontrada apenas 1 amostra desta "cor sagrada" descrita no Antigo Testamento com o nome hebraico "tekhelet", cujo significado é: turquesa, ou azul.
A primeira foi encontrada em Massada, mas o azul dessa amostra de pano era mais escuro. Este actual achado é muito mais próximo da cor original, daí a importância do mesmo.
Esta cor azulada era usada na vestimenta do sumo sacerdote de Israel, só que foi-se perdendo ao longo do tempo, permanecendo sempre um enigma ao longo de muitas gerações.
Durante séculos se discutiu qual seria a verdadeira tonalidade deste "azul púrpura" que, no entender de muitos, simboliza a cor dos céus.
O tecido encontrado e em que foi tingida esta cor poderá ter pertencido a refugiados judeus do tempo da revolução de Bar-Kokhba dos anos 132 - 135 d.C.
O pano agora achado contém alguns dos únicos resquícios jamais encontrados desta antiga coloração, cujo tingimento era feito através de um caramujo (caracol do mar) chamado Murex trunculus.

A glândula deste caramujo libera um fluído amarelo que, quando exposto à luz solar, torna-se azul-púrpura e pode ser utilizada para tingir tecidos.
Esta recente descoberta foi feita por Naama Sukenik, da Autoridade para as Antiguidades de Israel, e deu-se após a investigação de um pequeno têxtil de lã encontrado nos anos 50.

Pesquisadores e rabinos têm tentado desde há muito encontrar esta cor enigmática que a Bíblia ordenava que os judeus usassem na orla das suas vestes.
"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que, nas bordas dos seus vestidos, façam franjas, pelas suas gerações; e, nas franjas das bordas, porão um cordão de azul." (Números 15:38)

O Livro das Crónicas revela-nos por exemplo que o véu do Templo de Salomão era tingido de azul-púrpura.
Já no tabernáculo construído por Moisés o véu tinha também de ser tingido de "azul púrpura" - Êxodo 26:31.


O sacerdote tinha também que usar paramentos em azul púrpura, como o "manto de éfod" e as mantas do mesmo (Êxodo 28:31, 33).
Essa coloração tinha no entanto sido perdida ao longo do tempo.
Milhares de fragmentos de panos datando da época romana têm sido já encontrados no deserto da Judeia, mas até ao momento apenas dois deles foram descobertos com tintura extraída do caramujo.


Além do pano azul descoberto, Sukenik encontrou ainda dois outros tecidos com a cor púrpura que poderão ter sido usados no tempo dos romanos.
Esta descoberta foi feita nas grutas de Wadi Murabba, localizadas a sul de Qumran, e envolveu a análise de colorações feitas em 180 tecidos.
De todas as cores utilizadas para tingir tecidos na época helenística e romana e nos dias de Jesus, a púrpura era considerada a de maior prestígio. Houve até ocasiões em que o povo era proibido de usar roupas tingidas de cor púrpura, uma vez que era permitida apenas ao imperador e seus familiares.

Estas medidas serviram para aumentar o prestígio da cor púrpura, cujo preço atingiu os níveis do próprio ouro.
Sendo um prestigiado rabino, certamente que o Messias Jesus também usou esta coloração de púrpura na "orla do Seu manto". Alguns textos do Novo Testamento descrevem o desejo de muitos enfermos e necessitados de tocar na orla do vestido de Jesus: "...trouxeram-Lhe todos os que estavam enfermos. E rogavam-Lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla do Seu manto; e todos os que a tocavam, ficavam sãos." (Mateus 14:35, 36. Confira também 9:20 - 22).

É natural que este achado venha a acrescentar algo de muito desejado e importante pelos judeus que estão recriando todas as peças, utensílios e ornamentações para o Terceiro templo de Jerusalém.
Mais um sinal dos tempos? Certamente!




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