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Por que razão a Pedra Moabita foi quebrada?


FA Klein era pastor anglicano, nascido na Alsácia, que viajou para a Terra Santa como médico-missionário em meados de 1800. Embora vivesse em Jerusalém, ele viajou muito em ambos os lados do Jordão, buscando aliviar a dor e ganhar convertidos. Como resultado do seu trabalho na Palestina, ele falava árabe fluentemente e tinha muitos amigos entre os árabes.

Na verdade, ele era o único ocidental que podia viajar sem perigo em determinadas áreas a leste do Jordão, onde os beduínos tinham uma lei muito restritiva a estranhos. O governo turco, embora oficialmente no controlo do território, não podia garantir a segurança dos viajantes. Desde as Cruzadas, menos de meia dúzia de europeus tinham viajado nas áreas desérticas áridas do Transjordânia. No verão de 1868, Klein viajou a cavalo para tratar os doentes na área da antiga Moabe, a leste do Mar Morto.

Por esses tempos todos os objetos importantes eram motivos de saque arqueológico, entre eles a Estela de Mesa, ou a Pedra Moabita. Pode-se por esta Estela perceber o valor dos objetos bíblicos de procedência desconhecida, ou seja, artefatos bíblicos encontrados extra-escavação profissional.

Embora o Instituto Arqueológico da América (AIA) e as Escolas Americanas de Pesquisa Oriental (ASOR) tenham políticas rígidas em relação à publicação de artigos e apresentação de trabalhos sobre objetos de procedência desconhecida e artefatos bíblicos numa tentativa de conter a pilhagem arqueológica e falsificação de artefatos bíblicos encontrada em Israel e na Jordânia, outros estudiosos acreditam que os artefatos bíblicos encontrados sem um contexto científico merecem, ainda assim, estudo acadêmico.



Esta Estela de 3 metros de altura em basalto negro chamou atenção de estudiosos 1868 estando na posse de beduínos vivendo a leste do rio Jordão e ao norte do rio Arnon.  Estes eram acessíveis ao Dr. FA Klein, que deixou vários testemunhos sobre a Pedra Moabita. Depois de várias negociações fracassadas para a comprar, a Estela de Mesa foi dividido em dezenas de pedaços e espalhados entre os beduínos. Na década de 1870 vários dos fragmentos foram recuperados por estudiosos e reconstruídos, compreendendo apenas dois terços da pedra original moabita. A marca de papel (chamado de squeeze) que tinha sido redigida pelo FA Klein permitiu aos estudiosos preencher o texto em falta.

Mesmo na sua condição fragmentada, as 34 linhas de escrita fenícia (também chamados de paleo-hebraico) da Stela constituiu a mais longa inscrição monumental num artefato sobre a Bíblia encontrados na Palestina. Sendo a Estela um exemplo chave do valor de artefatos bíblicos saqueados e que dão uma dimensão alargada nas escavações profissionais. A inscrição, que data do século IX aC, relata a história vitoriosa dos moabita do vassalo rei Messa sobre o rei israelita e seus exércitos (daí o nome Estela de Mesa ou Pedra moabita). A Bíblia regista um episódio semelhante em 2 Reis 3.


A Estela de Mesa é um dos artefatos bíblicos mais valiosos encontrados devido à pilhagem arqueológica, também ajudou a esclarecer os estudiosos dos loteamentos tribais entre as tribos do norte de Israel.

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Encontrado em Israel pano com de côr púrpura dos dias de Jesus



Foi descoberto em Israel um tecido com 2 mil anos tingido com a enigmática tintura azulada "púrpura" descrita na Bíblia.
Desde os dias de Jesus que tinha sido encontrada apenas 1 amostra desta "cor sagrada" descrita no Antigo Testamento com o nome hebraico "tekhelet", cujo significado é: turquesa, ou azul.
A primeira foi encontrada em Massada, mas o azul dessa amostra de pano era mais escuro. Este actual achado é muito mais próximo da cor original, daí a importância do mesmo.
Esta cor azulada era usada na vestimenta do sumo sacerdote de Israel, só que foi-se perdendo ao longo do tempo, permanecendo sempre um enigma ao longo de muitas gerações.
Durante séculos se discutiu qual seria a verdadeira tonalidade deste "azul púrpura" que, no entender de muitos, simboliza a cor dos céus.
O tecido encontrado e em que foi tingida esta cor poderá ter pertencido a refugiados judeus do tempo da revolução de Bar-Kokhba dos anos 132 - 135 d.C.
O pano agora achado contém alguns dos únicos resquícios jamais encontrados desta antiga coloração, cujo tingimento era feito através de um caramujo (caracol do mar) chamado Murex trunculus.

A glândula deste caramujo libera um fluído amarelo que, quando exposto à luz solar, torna-se azul-púrpura e pode ser utilizada para tingir tecidos.
Esta recente descoberta foi feita por Naama Sukenik, da Autoridade para as Antiguidades de Israel, e deu-se após a investigação de um pequeno têxtil de lã encontrado nos anos 50.

Pesquisadores e rabinos têm tentado desde há muito encontrar esta cor enigmática que a Bíblia ordenava que os judeus usassem na orla das suas vestes.
"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que, nas bordas dos seus vestidos, façam franjas, pelas suas gerações; e, nas franjas das bordas, porão um cordão de azul." (Números 15:38)

O Livro das Crónicas revela-nos por exemplo que o véu do Templo de Salomão era tingido de azul-púrpura.
Já no tabernáculo construído por Moisés o véu tinha também de ser tingido de "azul púrpura" - Êxodo 26:31.


O sacerdote tinha também que usar paramentos em azul púrpura, como o "manto de éfod" e as mantas do mesmo (Êxodo 28:31, 33).
Essa coloração tinha no entanto sido perdida ao longo do tempo.
Milhares de fragmentos de panos datando da época romana têm sido já encontrados no deserto da Judeia, mas até ao momento apenas dois deles foram descobertos com tintura extraída do caramujo.


Além do pano azul descoberto, Sukenik encontrou ainda dois outros tecidos com a cor púrpura que poderão ter sido usados no tempo dos romanos.
Esta descoberta foi feita nas grutas de Wadi Murabba, localizadas a sul de Qumran, e envolveu a análise de colorações feitas em 180 tecidos.
De todas as cores utilizadas para tingir tecidos na época helenística e romana e nos dias de Jesus, a púrpura era considerada a de maior prestígio. Houve até ocasiões em que o povo era proibido de usar roupas tingidas de cor púrpura, uma vez que era permitida apenas ao imperador e seus familiares.

Estas medidas serviram para aumentar o prestígio da cor púrpura, cujo preço atingiu os níveis do próprio ouro.
Sendo um prestigiado rabino, certamente que o Messias Jesus também usou esta coloração de púrpura na "orla do Seu manto". Alguns textos do Novo Testamento descrevem o desejo de muitos enfermos e necessitados de tocar na orla do vestido de Jesus: "...trouxeram-Lhe todos os que estavam enfermos. E rogavam-Lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla do Seu manto; e todos os que a tocavam, ficavam sãos." (Mateus 14:35, 36. Confira também 9:20 - 22).

É natural que este achado venha a acrescentar algo de muito desejado e importante pelos judeus que estão recriando todas as peças, utensílios e ornamentações para o Terceiro templo de Jerusalém.
Mais um sinal dos tempos? Certamente!




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O escaravelho e o coração de pedra



Na cultura egípcia tbm tem o juízo final, representado por uma balança que de uma lado ficava o coração do individuo e do outro a pena da justiça, o coração tinha que ser sincero (mar haruth) mas eles tinha como bular isto. na hora da mumificação eles tiravam o coração de carne e colocavam um de escaravelho de pedra no lugar.

e pedra não fala nada é muda, ela não denuncia, ai não entregaria seus pecados. independente da sua vida de erros e pecados, ele ficaria bem no dia do juízo final.

por isso Deus de maneira irônica falou no êxodo, que endureceria o coração de faraó. não que ele fez este ato, mas ele estava dizendo que respeitaria sua decisão, ideia, teimosia, a sua falta de arrependimento.

ai você entende que tantas vezes DEUS não queria que tivéssemos um coração de pedra, mas um coração de carne.

Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei.
E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.
Ezequiel 36:25-26

e paulo novamente replica sobre isso:
Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz,
Não endureçais os vossos corações, Como na provocação, no dia da tentação no deserto.
Hebreus 3:7-8


um coração de pedra poderia ser garantia para os egípcios, mas é perdição para os que conhece a palavra de DEUS.

A Santidade e o Coração
A palavra coração em é hebraico é לב (Lev). Toda vez que na Bíblia Sagrada fala de coração, é Deus falando que quer que nós guardemos toda a Sua palavra e vivamos tudo o que Ele tem ensinado. 

Quando observamos os cincos primeiros Livros da Bíblia que são chamados de Torah (Ensinamentos, Lei – no sentido de orientação para uma vida que agrada a Deus): בראשית Bereshit (Gênesis) / שמות Shemot (Êxodo) / ויקרא Vayicrá (Levítico) / במדב Bemidbar (Números) e דברים Devarim (Deuteronômio), vemos uma revelação de Deus para as nossas vidas.

Quando lemos a primeira palavra do primeiro Livro de Gênesis, vemos a palavra que traz o nome do Libro: בראשית (Bereshit). A primeira letra desta palavra é ת (Beit ou Veit).

O último livro da Torah é chamado no hebraico de דברים Devarim, que na versão grega traz o nome de Deuteronômio. A última palavra do último capítulo de Deuteronômio é ישראל – Yisra’el (Israel). A última letra desta palavra é ל (Lamed).

O hebraico é escrito e lido da direita para a esquerda, e quando juntamos estas duas letras, temos a palavra revelada: לב (Lev) Coração.

Para entendermos melhor este propósito divino para a santificação de nossas vidas, leremos o seguinte versículo da Palavra de Deus:

Hebreus 8:10 - Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo.

Logo, descobrimos que a santificação de nossas vidas, virá somente a partir do momento em que decidimos guardar toda a Palavra de Deus em nossas vidas.

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O que é o Hissopo na bíblia.



Então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo.
Levítico 14:4

O hissopo é utilizado para criar as águas de purificação. Essa planta que absorve bem os líquidos eram usadas na purificação do leproso (Lv 14) e nessa porção é usada como ingrediente na águas de purificação para a limpeza no contato com a morte (Nm 19). O hissopo (אֵזוֹב) é mencionado pela primeira vez na aplicação do sangue do cordeiro nas ombreiras da portas durante o Pessach. Nesse Salmo 51:7 , o rei Davi clamou ao Eterno para a purificação. Um ramo de hissopo foi usado também para oferecer vinagre para Yeshua (Jesus) durante o tempo de sua crucificação (João 19:29).


 [hebr.: ʼe·zóhv; gr.: hýs·so·pos].
Não há certeza da identificação exata do hissopo. Os termos hebraico e grego, na realidade, podem abranger diversas espécies de planta.

Alguns peritos modernos dizem que o hissopo das Escrituras Hebraicas provavelmente é uma variedade de manjerona (Origanum maru). Esta planta, da família da hortelã, é comum na Palestina. Em condições favoráveis, atinge de 50 a 90 cm de altura. Seus ramos e suas folhas grossas são pilosos, e, conforme indicado em 1 Reis 4:33, pode ser encontrada em fendas de rochas e em muros.


O hissopo foi usado pelos israelitas no Egito para aspergir o sangue da vítima pascoal nas duas ombreiras e nas vergas das suas casas. (Êx 12:21, 22) Na inauguração do pacto da Lei, Moisés usou hissopo para aspergir o livro da Lei e o povo. (He 9:19) O hissopo figurava também na cerimônia de purificação de pessoas ou casas anteriormente infectadas de lepra (Le 14:2-7, 48-53; veja LIMPO, LIMPEZA [Lepra]) e na preparação das cinzas a serem usadas na “água da purificação”, bem como para se espargir esta água em certos objetos e pessoas. (Núm 19:6, 9, 18) Assim, Davi orou apropriadamente para ser purificado de pecado, com hissopo. — Sal 51:7.

O hissopo mencionado em relação com Jesus Cristo, quando estava pregado na estaca (Jo 19:29), é considerado por alguns como referindo-se à durra, ou painço-da-índia, uma variedade de sorgo comum (Sorghum vulgare). Trata-se duma planta alta, de grãos pequenos, com folhas longas e largas. Visto que esta planta costuma atingir na Palestina a altura de pelo menos 1,8 m, pode ter fornecido uma haste, ou “cana”, de comprimento suficiente para levar a esponja ensopada de vinho acre até a boca de Jesus. (Mt 27:48; Mr 15:36) Outros acham que mesmo neste caso o hissopo talvez fosse a manjerona e sugerem que um molho de manjerona talvez fosse amarrado à “cana” mencionada por Mateus e por Marcos. Ainda outros acham que João 19:29 rezava originalmente hys·soí (pique, dardo [azagaia]), não hys·só·poi (hissopo); motivo da tradução por “num pique” (AT) e “num dardo” (BJ n).

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O Mezuzá, mais uma heresia de um cristianismo judaizante



Mezuza é a palavra hebraica que significa o que é colocado no batente da porta. Estas palavras são escritas e colocadas dentro de uma caixa, a qual é fixada no patente da porta. Perto do Muro das Lamentações em Jerusalém você pode ver a maior Mezuza do mundo.

Confesso que estou assustado com a quantidade de aberrações relacionadas as práticas da lei mosaica. Senão bastassem a proliferação de kipás, shofás, e outros utensílio mais, parte da chamada Igreja Evangélica brasileira recosturou o véu, fabricando doutrinas sincréticas, heréticas e absolutamente antagônicas as verdades bíblicas. As heresias do Cristianismo Judaizante se multiplicam a olhos vistos.


Uma das últimas invenções dos judaizantes é afirmação de que o crente está protegido ao fixar nos umbrais de suas portas a "mezuzá".
A Mezuzá é um artefato inteiramente judeu, que contem um pequeno rolo de pergaminho, com textos bíblicos. A prática somente recai para o judeu, nada haver com cristianismo. Segundo a Igreja Renascer em Cristo, o objeto em questão deve ser introduzido nos umbrais das portas, simbolizando a proteção de Deus e sua aliança com o homem e ainda sendo vendido por uma oferta de 300 reais para ter a proteção do altíssimo.

Caro leitor, Como já escrevi inúmeras vezes esse pessoal está fabricando um evangelho que em muito se contrapõe ao Evangelho de Cristo. Por favor, alguém responda em que lugar na B'rit Hadasha ( Novo Testamento) nosso Senhor orientou aos discípulos a usarem a Mezuzá? Ou em parte dos escritos Paulino observamos Paulo dizendo que o uso deste utensílio livra o individuo do mal? Sinceramente tem horas que bate um desânimo, sabe...

Vamos seguir o evangelho por inteiro e completo e vivido, se é judeu, siga o judaísmo de verdade em todo seu esplendor da torah, se é cristão, siga o cristianismo reformado e puro e simples, pois as escrituras atestam isso. Mas não os misturem achando que ta fazendo uma obra maior e mais redentora.
À luz do surgimento de tantas heresias resta-nos chorar e clamar a Deus que tenha misericórdia do seu povo!


Simples assim: idolatria gospel!

Quando esse povo vai aprender a entender as coisas, diz quer ler as escrituras mas não a compreende. Quando vai entender que não precisa desses artifícios, algo que foi feito em alusão a presença do altíssimo e já completado no messias.


Quando vão entender que o véu ja foi rasgado, nós temos acesso direto ao pai.

No período do Velho Testamento, a "PRESENÇA DE DEUS" durante um longo período foi representada pela ARCA DA ALIANÇA (Nm 10.33), este era o utensílio mais importante do tabernáculo, simbolizava a Aliança de Deus com seu povo e também a Presença de Deus.
Nos dias de hoje, até o dia o fim dos tempos (1 Te 4.16-17) a "PRESENÇA DE DEUS" é representada pela comunhão com Deus através do Espírito Santo (2 Co 13.14).



Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chama. Um pouco de fermento leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação”. (Gl 5:10)

Apenas uma dica:
Crente gospel precisando de um carro:
Eu não aceito essa situação! Meu pai é dono do ouro e da prata, ele me constituiu por cabeça e não calda, portanto eu determino agora a ti satanás, todo espírito de pobreza, toda coisa ruim, tudo que esta
amarrando minha benção, caia por terra agora! Eu exijo minha vitória! Aleluias!

ESQUECE DE LER E VIVER DEUTERONÔMIO 28:
E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra.
E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus:
Deuteronômio 28:1-2......

Crente sem demência mental:
precisando de um carro:
Senhor me ajuda a ter cada dia mais disposição para estudar, trabalhar e a reunir as condições para que eu consiga adquirir um carro para minha família. Eu te declaro que ainda que
nada aconteça, Tu és Deus, e eu Te amo e Te servirei eternamente. amem.


fonte: Hebreu Messiânico (aqui)

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