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O escaravelho e o coração de pedra



Na cultura egípcia tbm tem o juízo final, representado por uma balança que de uma lado ficava o coração do individuo e do outro a pena da justiça, o coração tinha que ser sincero (mar haruth) mas eles tinha como bular isto. na hora da mumificação eles tiravam o coração de carne e colocavam um de escaravelho de pedra no lugar.

e pedra não fala nada é muda, ela não denuncia, ai não entregaria seus pecados. independente da sua vida de erros e pecados, ele ficaria bem no dia do juízo final.

por isso Deus de maneira irônica falou no êxodo, que endureceria o coração de faraó. não que ele fez este ato, mas ele estava dizendo que respeitaria sua decisão, ideia, teimosia, a sua falta de arrependimento.

ai você entende que tantas vezes DEUS não queria que tivéssemos um coração de pedra, mas um coração de carne.

Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei.
E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.
Ezequiel 36:25-26

e paulo novamente replica sobre isso:
Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz,
Não endureçais os vossos corações, Como na provocação, no dia da tentação no deserto.
Hebreus 3:7-8


um coração de pedra poderia ser garantia para os egípcios, mas é perdição para os que conhece a palavra de DEUS.

A Santidade e o Coração
A palavra coração em é hebraico é לב (Lev). Toda vez que na Bíblia Sagrada fala de coração, é Deus falando que quer que nós guardemos toda a Sua palavra e vivamos tudo o que Ele tem ensinado. 

Quando observamos os cincos primeiros Livros da Bíblia que são chamados de Torah (Ensinamentos, Lei – no sentido de orientação para uma vida que agrada a Deus): בראשית Bereshit (Gênesis) / שמות Shemot (Êxodo) / ויקרא Vayicrá (Levítico) / במדב Bemidbar (Números) e דברים Devarim (Deuteronômio), vemos uma revelação de Deus para as nossas vidas.

Quando lemos a primeira palavra do primeiro Livro de Gênesis, vemos a palavra que traz o nome do Libro: בראשית (Bereshit). A primeira letra desta palavra é ת (Beit ou Veit).

O último livro da Torah é chamado no hebraico de דברים Devarim, que na versão grega traz o nome de Deuteronômio. A última palavra do último capítulo de Deuteronômio é ישראל – Yisra’el (Israel). A última letra desta palavra é ל (Lamed).

O hebraico é escrito e lido da direita para a esquerda, e quando juntamos estas duas letras, temos a palavra revelada: לב (Lev) Coração.

Para entendermos melhor este propósito divino para a santificação de nossas vidas, leremos o seguinte versículo da Palavra de Deus:

Hebreus 8:10 - Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo.

Logo, descobrimos que a santificação de nossas vidas, virá somente a partir do momento em que decidimos guardar toda a Palavra de Deus em nossas vidas.

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O que é o Hissopo na bíblia.



Então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo.
Levítico 14:4

O hissopo é utilizado para criar as águas de purificação. Essa planta que absorve bem os líquidos eram usadas na purificação do leproso (Lv 14) e nessa porção é usada como ingrediente na águas de purificação para a limpeza no contato com a morte (Nm 19). O hissopo (אֵזוֹב) é mencionado pela primeira vez na aplicação do sangue do cordeiro nas ombreiras da portas durante o Pessach. Nesse Salmo 51:7 , o rei Davi clamou ao Eterno para a purificação. Um ramo de hissopo foi usado também para oferecer vinagre para Yeshua (Jesus) durante o tempo de sua crucificação (João 19:29).


 [hebr.: ʼe·zóhv; gr.: hýs·so·pos].
Não há certeza da identificação exata do hissopo. Os termos hebraico e grego, na realidade, podem abranger diversas espécies de planta.

Alguns peritos modernos dizem que o hissopo das Escrituras Hebraicas provavelmente é uma variedade de manjerona (Origanum maru). Esta planta, da família da hortelã, é comum na Palestina. Em condições favoráveis, atinge de 50 a 90 cm de altura. Seus ramos e suas folhas grossas são pilosos, e, conforme indicado em 1 Reis 4:33, pode ser encontrada em fendas de rochas e em muros.


O hissopo foi usado pelos israelitas no Egito para aspergir o sangue da vítima pascoal nas duas ombreiras e nas vergas das suas casas. (Êx 12:21, 22) Na inauguração do pacto da Lei, Moisés usou hissopo para aspergir o livro da Lei e o povo. (He 9:19) O hissopo figurava também na cerimônia de purificação de pessoas ou casas anteriormente infectadas de lepra (Le 14:2-7, 48-53; veja LIMPO, LIMPEZA [Lepra]) e na preparação das cinzas a serem usadas na “água da purificação”, bem como para se espargir esta água em certos objetos e pessoas. (Núm 19:6, 9, 18) Assim, Davi orou apropriadamente para ser purificado de pecado, com hissopo. — Sal 51:7.

O hissopo mencionado em relação com Jesus Cristo, quando estava pregado na estaca (Jo 19:29), é considerado por alguns como referindo-se à durra, ou painço-da-índia, uma variedade de sorgo comum (Sorghum vulgare). Trata-se duma planta alta, de grãos pequenos, com folhas longas e largas. Visto que esta planta costuma atingir na Palestina a altura de pelo menos 1,8 m, pode ter fornecido uma haste, ou “cana”, de comprimento suficiente para levar a esponja ensopada de vinho acre até a boca de Jesus. (Mt 27:48; Mr 15:36) Outros acham que mesmo neste caso o hissopo talvez fosse a manjerona e sugerem que um molho de manjerona talvez fosse amarrado à “cana” mencionada por Mateus e por Marcos. Ainda outros acham que João 19:29 rezava originalmente hys·soí (pique, dardo [azagaia]), não hys·só·poi (hissopo); motivo da tradução por “num pique” (AT) e “num dardo” (BJ n).

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O Mezuzá, mais uma heresia de um cristianismo judaizante



Mezuza é a palavra hebraica que significa o que é colocado no batente da porta. Estas palavras são escritas e colocadas dentro de uma caixa, a qual é fixada no patente da porta. Perto do Muro das Lamentações em Jerusalém você pode ver a maior Mezuza do mundo.

Confesso que estou assustado com a quantidade de aberrações relacionadas as práticas da lei mosaica. Senão bastassem a proliferação de kipás, shofás, e outros utensílio mais, parte da chamada Igreja Evangélica brasileira recosturou o véu, fabricando doutrinas sincréticas, heréticas e absolutamente antagônicas as verdades bíblicas. As heresias do Cristianismo Judaizante se multiplicam a olhos vistos.


Uma das últimas invenções dos judaizantes é afirmação de que o crente está protegido ao fixar nos umbrais de suas portas a "mezuzá".
A Mezuzá é um artefato inteiramente judeu, que contem um pequeno rolo de pergaminho, com textos bíblicos. A prática somente recai para o judeu, nada haver com cristianismo. Segundo a Igreja Renascer em Cristo, o objeto em questão deve ser introduzido nos umbrais das portas, simbolizando a proteção de Deus e sua aliança com o homem e ainda sendo vendido por uma oferta de 300 reais para ter a proteção do altíssimo.

Caro leitor, Como já escrevi inúmeras vezes esse pessoal está fabricando um evangelho que em muito se contrapõe ao Evangelho de Cristo. Por favor, alguém responda em que lugar na B'rit Hadasha ( Novo Testamento) nosso Senhor orientou aos discípulos a usarem a Mezuzá? Ou em parte dos escritos Paulino observamos Paulo dizendo que o uso deste utensílio livra o individuo do mal? Sinceramente tem horas que bate um desânimo, sabe...

Vamos seguir o evangelho por inteiro e completo e vivido, se é judeu, siga o judaísmo de verdade em todo seu esplendor da torah, se é cristão, siga o cristianismo reformado e puro e simples, pois as escrituras atestam isso. Mas não os misturem achando que ta fazendo uma obra maior e mais redentora.
À luz do surgimento de tantas heresias resta-nos chorar e clamar a Deus que tenha misericórdia do seu povo!


Simples assim: idolatria gospel!

Quando esse povo vai aprender a entender as coisas, diz quer ler as escrituras mas não a compreende. Quando vai entender que não precisa desses artifícios, algo que foi feito em alusão a presença do altíssimo e já completado no messias.


Quando vão entender que o véu ja foi rasgado, nós temos acesso direto ao pai.

No período do Velho Testamento, a "PRESENÇA DE DEUS" durante um longo período foi representada pela ARCA DA ALIANÇA (Nm 10.33), este era o utensílio mais importante do tabernáculo, simbolizava a Aliança de Deus com seu povo e também a Presença de Deus.
Nos dias de hoje, até o dia o fim dos tempos (1 Te 4.16-17) a "PRESENÇA DE DEUS" é representada pela comunhão com Deus através do Espírito Santo (2 Co 13.14).



Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chama. Um pouco de fermento leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação”. (Gl 5:10)

Apenas uma dica:
Crente gospel precisando de um carro:
Eu não aceito essa situação! Meu pai é dono do ouro e da prata, ele me constituiu por cabeça e não calda, portanto eu determino agora a ti satanás, todo espírito de pobreza, toda coisa ruim, tudo que esta
amarrando minha benção, caia por terra agora! Eu exijo minha vitória! Aleluias!

ESQUECE DE LER E VIVER DEUTERONÔMIO 28:
E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra.
E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus:
Deuteronômio 28:1-2......

Crente sem demência mental:
precisando de um carro:
Senhor me ajuda a ter cada dia mais disposição para estudar, trabalhar e a reunir as condições para que eu consiga adquirir um carro para minha família. Eu te declaro que ainda que
nada aconteça, Tu és Deus, e eu Te amo e Te servirei eternamente. amem.


fonte: Hebreu Messiânico (aqui)

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Quando Jesus nasceu e o natal, o que tem haver? part-2



Muitos cristãos, inocentemente, aderem a práticas religiosas sem ao menos se atentarem que, na realidade, repetem alguns dos mesmos atos e 'rituais' de culturas pagãs passadas. A comemoração do Natal e o 'culto' à sua árvore são exemplos de como muitos conseguem ser iludidos pela religião.

Semíramis e a farsa do Natal e sua árvore

Para falar do NATAL, é preciso voltar ao tempo de NOÉ, após o dilúvio,



Quando um de seus filhos, CAM, o viu dormindo embriagado e nu. Ele começou a rir de seu pai e correu para contar aos seus outros dois irmãos, SEM e JAFÉ.



Estes, ao contrário, foram de costas e cobriram a nudez do pai. NOÉ, quando soube do acontecido, amaldiçoou seu filho CAM, para que este e seus descendentes servissem a seus outros dois filhos. E toda a geração após ele se tornou maldita.



CAM casou-se com SEMÍRAMIS (esta é a mulher da nota de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais; a mulher da Estátua da Liberdade; a mulher da balança da justiça; da Columbia Pictures, etc.)



e ambos geraram um filho, NINRODE. Ele matou seu pai CAM e casou-se com sua mãe.



Foi o fundador da Babilônia, Nínive e outras cidades pagãs. Tentou levantar a torre de BABEL, e DEUS o impediu.



Seu tio SEM o matou, pois ele estava se opondo muito contra DEUS. SEMÍRAMIS, sua mãe e esposa, espalhou a mentira de que ele não havia morrido, e sim que havia ido para o céu, pois ele se dizia deus - o deus sol.



SEMÍRAMIS engravidou e dizia ser um presente dos deuses, que era a reencarnação de NINRODE; mas, na verdade, era fruto de uma traição, pois seu marido, e filho, já estava morto. E nasceu TAMUZ, no dia 25 de dezembro, deus sol dos egípcios, babilônicos, gregos, persas, romanos e, hoje, das S.S. (sociedades secretas).



Ele morreu durante uma caça, provavelmente por um animal selvagem, e seu corpo ficou caído sobre um tronco apodrecido de árvore. Sua mãe dizia que neste tronco nasceu um pinheiro, e todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comum as pessoas levarem um pinheiro para dentro de casa e o enfeitarem com ouro e prata, como símbolo do renascimento de TAMUZ.



As sacerdotisas jejuaram e choraram por 40 dias e 40 noites a morte de TAMUZ ao pé do pinheiro e, no final desse período, elas agradeciam umas às outras fazendo trocas de presentes, os quais eram depositados aos pés desse pinheiro. Todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comemorado o Natal (nascimento de Tamuz).



Quando os PERSAS dominaram essa região, eles levaram todas as idolatrias para a PERSIA, inclusive os deuses TAMUZ, NINRODE E SEMÍRAMIS, que apenas mudaram de nome. O domínio, em seguida, passou para os GREGOS, e estes fizeram a mesma coisa, mudando apenas os nomes; eles passaram a ser ZEUS, AFRODITE E EROS.



Em seguida, os EGÍPICIOS dominaram e mudaram os nomes também, passando a se chamar OSIRIS, ISIS E HORUS.



Já nos tempos de JESUS CRISTO, o domínio era ROMANO, e ROMA mudou também os nomes. Passaram a se chamar apenas VÊNUS E CUPIDO, caindo a figura do pai. E no Século IV, depois de CRISTO, o imperador CONSTANTINO, para agradar aos CRISTÃOS que eram em grande número em ROMA, decidiu oficializar o CRISTIANISMO como religião oficial de ROMA. E para agradar ainda mais a eles, pegou os nomes mais fortes dentro do CRISTIANISMO e passou a chamar os ídolos por nomes CRISTÃOS.




TAMUZ e SEMÍRAMIS passaram a se chamar MENINO JESUS e VIRGEM MARIA. Assim, o Natal continuou a ser comemorado como sendo o nascimento do menino JESUS, mas, na verdade, esse menino seria TAMUZ, o deus pagão.

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Quando Jesus nasceu e o natal, o que tem haver? part-1




A Bíblia nos dá algumas "pistas" para que, por inferência, cheguemos aproximadamente à possível data do nascimento de Jesus. Primeiramente ressalto que, para chegarmos a tal data, devemos "lançar mão" do Calendário Judaico, que é lunar (baseado nos ciclos da Lua), diferente do nosso, o Calendário Gregoriano, que é solar (baseado nos movimentos terrestres em relação ao Sol). Além disso, o Calendário Judaico é, grosso modo, dividido em dois, um religioso e outro civil; o religioso começa no mês de Nissan (ou Abib), já o civil no mês de Tishrei (ou Etanim). Outrossim, os meses são truncados com relação ao nosso calendário. 

Exemplificando: o mês de Abib inicia na segunda quinzena de Março e finda na primeira quinzena de Abril. Pois bem, para continuarmos a "contagem" faremos menção à concepção de João Batista. A Bíblia diz que Zacarias (pai de João Batista) era sacerdote:
"Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; o nome dela era Isabel." (Lc 1.5)

Os sacerdotes foram divididos pelo rei Davi em 24 turnos ao ano (1Cr 24, o ano usado nessa passagem é o religioso), ou seja, cada sacerdote deveria ministrar no Templo de Jerusalém durante 15 dias no ano, 2 turmas por mês, uma a cada quinzena, 24 no total dos 12 meses, sendo a turma de Abias a oitava:
"a sétima, a Hacoz; a oitava, a Abias;" (1Cr 24.10)

Fazendo a conta a partir do início do ano (lembrando que o primeiro mês do ano religioso hebreu é Abib, da segunda quinzena de Março à primeira quinzena de Abril), pode-se afirmar que Zacarias ministrava na segunda metade do mês de Tamuz, na primeira quinzena de Julho. Quando o anjo Gabriel aparece a Zacarias e anuncia-lhe que sua esposa iria engravidar, Zacarias estava ministrando no Templo, exercendo o sacerdócio no período destinado à sua ordem (na primeira quinzena de Julho). Acabando o tempo de exercer o seu sacerdócio, Zacarias volta para casa (Lc 1.23), poucos dias depois Isabel, sua esposa, engravidou (Lc 1.24). Isso ocorreu na segunda quinzena de Julho (primeira metade do mês Ab), 9 meses depois nasceu João Batista, entre a segunda quinzena de Março e a primeira quinzena de Abril (no mês de Abib). Jesus era 6 meses mais novo que João, é o anjo Gabriel quem confirma isso quando aparece a Maria para anunciar que ela iria conceber a Jesus:
"E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril." (Lc 1.36)

Sendo assim, 6 meses após o nascimento de João, nasce Jesus, entre a segunda quinzena de Setembro e a primeira quinzena de Outubro (no mês de Tishrei). No próximo texto traremos mais evidencias sobre essa possível data do nascimento de Jesus Cristo.
Continuando nossa "busca" pela real data do nascimento de Jesus, encontramos outra "pista" que a Bíblia nos dá. É a forma como o Apóstolo João se expressa ao falar sobre a encarnação de Cristo:
"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (Jo 1.14)
O termo que João usou para "habitou", deriva da palavra grega σκηνή (skené), que significa tabernáculo, ou seja, Cristo "tabernaculou", habitou num tabernáculo (um corpo humano). Paulo, o apóstolo dos gentios, se refere ao nosso corpo físico como um tabernáculo:
"Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial." (2Co 5.1,2)

A metáfora do tabernáculo em relação ao corpo humano, faz menção a transitoriedade do corpo. No caso de Cristo, o fato Dele assumir temporariamente uma forma humana (encarnação):
"antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana" (Fp 2.7)

Em Israel comemorava-se a Festa dos Tabernáculos (ou Sucot) período onde o povo habitava em tabernáculos (um tipo de tenda) durante 7 dias, para lembrar dos 40 anos do êxodo no deserto (Lv 23.34,42). Tipologicamente, a Festa dos Tabernáculos apontava para a habitação do Verbo temporariamente em um tabernáculo, ou seja, a encarnação de Cristo. Interessante é que essa festa começava no dia 15 de Tishrei, o mesmo mês que de acordo com a nossa "conta" (no texto anterior) Jesus teria nascido. Podemos deduzir então, que provavelmente Jesus nasceu durante uma celebração da Festa dos Tabernáculos, entre a última semana de Setembro e a primeira semana de Outubro.

Este argumento tem coerência, por 3 motivos. Primeiro motivo, a obrigatoriedade de todo homem comparecer no Templo na Festa dos Tabernáculos:
"Três vezes por ano todos os seus homens se apresentarão ao Senhor, seu Deus, no local que ele escolher, por ocasião da Festa dos Pães Asmos, da Festa das Semanas e da Festa dos Tabernáculos..." (Dt 16.16)

José (esposo de Maria) pode ter aproveitado o circunstância de ter que recensear-se, para também participar da festa, pois Belém é próxima de Jerusalém (apenas 10 km de distância). Segundo motivo, a Festa dos Tabernáculos é uma das 3 festas essenciais de Israel (Dt 16.16). Provavelmente existiu um propósito divino no fato das principais festas judaicas serem justamente essas 3, época em que havia um número maior de pessoas transitando em Jerusalém, para presenciarem tais acontecimentos. Jesus morreu na Páscoa (Festa dos Pães Asmos), o Espírito Santo desceu no Pentecostes (Festa das Semanas), restando a dos Tabernáculos, o que indica que Jesus nasceu nesta festa. Terceiro motivo, a Festa dos Tabernáculos é comemorada em Tishrei, o mês do Ano Novo civil para os judeus (Lv 23.24), e também nesse mês (no dia 10) é celebrado o Dia da Expiação (Lv 23.27). Simbolizando que o nascimento de Cristo seria um novo começo para o mundo e que Ele traria expiação à humanidade.

Então, Jesus nasceu no mês de tishrei, o sétimo mês do calendário judaico lunar, em um período em que o povo se preparava para a festa de Sucót (Festa das Cabanas). Tshirei é o mês que em nosso calendário daria entre o mês de setembro e outubro. Ele nasceu em período de festa, só que foi na Festa das Cabanas, a chamada Hag Sucot, em hebraico. Acontece cinco dias após a festa de Yom Kipur, com duração de sete dias.
25 de dezembro em nosso calendário se comemora o nascimento da deidade solar, o nascimento do sol, em um sentido mais profundo histórico, seria o nascimento de Tamuz.


Concluo, ressaltando que toda a argumentação deste texto está no campo das possibilidades, entretanto, fundamentada somente em versículos bíblicos.


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