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A revelação de Cesareia de Filipe



Banias é um sítio arqueológico localizado aos pés do Monte Hermon, nas Colinas de Golan, a cerca de 150 km ao norte de Jerusalém e c. 60 km a sudoeste de Damasco. Ali havia uma cidade chamada, à época do Império Romano, Cesareia de Filipe, situada junto às Fontes de Banias, uma das nascentes do Rio Jordão.

era uma cidade fonte conhecida como Fanium ou Panias (de Pan, o deus grego dos pastores e rebanhos). No passado havia uma grande fonte oriunda de uma caverna na pedra calcária, abastecida pelo ribeiro conhecido como Nahal Senir. O Rio Jordão se abastece desta fonte e de mais outras duas que nascem nas bases do Monte Hermon. 

Literalmente as Portas do inferno

Banias teve o seu primeiro período durante o Helenismo, sob a dinastia dos Ptolomeus, no século III a.C. , construindo aqui uma local para culto ao sul de Dã.
Este local não aparece na história do Velho Testamento, mas é identificado como Baal-Gad e provavelmente como Laish (Tel Dan) como é indicado. Este local era certamente uma grande local de culto a vários deuses, mas o local foi preparado originalmente para a adoração ao deus Pan, principalmente a caverna que alimentava com suas águas o Rio Jordão.


Se vocês conhecem geografia bíblica, saberão que na parte norte de Israel há um monte muito alto chamado Hermom. Todos podem ver este monte da terra de Canaã. Quando a Bíblia se refere a ele sempre se refere a uma vida ascendente, à vida em um plano superior. E sempre é associado com os lugares celestiais. O distrito de Cesaréia de Filipe se encontra aos pés do monte. É uma área preciosa. Ali havia muitos cervos. O Salmo 42 foi escrito aqui: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim clama por ti, Oh Deus, a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando virei, e me apresentarei diante de Deus?”. Esses cervos desejavam águas vivas, onde podiam achá-las? 

Esta área está muito próxima do Mar da Galiléia, para o norte. Em Isaías 9:1 lemos: “Mas não haverá sempre escuridão para a que está agora em angústia, tal como a aflição que lhe veio no tempo que levianamente tocaram a primeira vez à terra de Zabulom e à terra de Naftali; pois ao fim encherá de glória o caminho do mar, daquele lado do Jordão, na Galileia dos gentios”.

Esta é uma profecia maravilhosa. Um dia, o Messias viria, e ele faria deste lugar –o mar da Galileia– o centro da sua obra. “O povo que andava em trevas viu grande luz; os que moravam na terra da sombra de morte, luz resplandeceu sobre eles”. Por que diz “terra de sombra”? Porque essa era uma zona de vulcões. Toda a terra nesse lugar é de uma cor escura, e por isso absorve muito a luz solar. Por essa razão, também o trigo cresce muito rapidamente, porque recebe muita energia do sol. Por isso, quando os sacerdotes ofereciam as primícias no templo, eles tinham muito claro que os primeiros frutos vinham da terra da Galiléia. Se você olhar à distância todas as casas estão construídas com rocha escura. Quando o Senhor estava em Cafarnaum, ou no mar da Galiléia, olhando à distância via uma terra escura. É a “terra de sombra”.

Agora entendemos por que “o povo que andava em trevas viu grande luz”, e “os que moravam na sombra da morte, luz resplandeceu sobre eles”. Esta profecia em particular se cumpriu quando o Senhor veio ao mundo. A Palavra se fez carne. Por um ano e meio ele caminhou naquele lugar da terra.

Isto é o que estava por trás da passagem de Cesaréia de Filipe. Se vocês forem a essa região, irão a uma zona de vulcões, o qual fala de uma tragédia que ocorreu há muitos anos. Muitas vidas foram destruídas. No entanto, o que ficou disso foi uma boa terra. E é por isso que podiam ter as primícias ali. A melhor terra é a que está naquele lugar.

Mas mais que isso: em Cesaréia de Filipe encontramos o nascimento do rio Jordão. Todos sabem que esse rio flui do norte para o sul. Pelo lado oriental, flui do monte até o Mar da Galiléia, e depois continua avançando até o Mar Morto.

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas.
Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:13-18

Então de dentro do inferno Ele declara, o poder e autoridade da igreja. mas o que é igreja? é templo? não
No contexto bíblico, o termo igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associado a uma edificação ou a uma doutrina específica. Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados.

e do meio do inferno é dado a palavra, que - "as portas do inferno não prevalecerão contra ela", a palavra prevalecer não é algo que forçar de fora para dentro, mas de dentro para fora. eles estavam no centro da adoração a outros deuses e o povo tava cego e preso. ai ele chama a (igreja: chamados para fora) porque os que estavam na escuridão resplandeceu a luz, porque o cristo é a luz do mundo.

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. 
joão 8:12

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
João 11:25-26

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Recalcitrar Contra os Aguilhões



Recalcitrar Contra os Aguilhões quer dizer:
Não adianta resistir a quem é mais forte e maior que você!

"E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões."
Atos 26:14

Convém primeiro entender o significado: "recalcitrar" significa confrontar, resistir, e "aguilhão" é uma espécie de espeto de ferro, de bronze ou até de prata, com o qual os carroceiros prendem o gado para puxar a carroça. Porém quando o boi era muito bravo ele se debatia contra os aguilhões e acabava se ferindo.


Paulo era como esse "boi bravo" que estava lutando contra algo que para ele era errado, como um boi bravo ele lutava contra a nova religião que estava surgindo, porém Jesus estava lhe ensinando que não adiantaria ele lutar contra aquele aguilhão, pois era mais forte do que ele. Quem sabe se Paulo considerando em seus pensamentos talvez já não tivesse alguma dúvida acerca da autenticidade divina daquela nova religião.


Deus Nunca Tira Algo de Sua Vida...
Sem Substituir por Algo MELHOR!

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Simão o leproso? ou fabricante de jarros?



Estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso, aproximou-se dele uma mulher que trazia um vaso de alabastro cheio de bálsamo precioso, e lho derramou sobre a cabeça, estando ele reclinado à mesa.

Simão era um leproso ou um fabricante de jarros, se era leproso não poderia morar em Betânia, devido aos costumes e discriminações da época ele viveria isolado, ou a tradução está errada, em aramaico leproso é Gar’ba e fabricante de jarros é Garaba, notem que a semelhança nas palavras e também na mesma casa uma mulher derramou de um jarro bálsamo no Senhor Jesus.

A LETRA FAZ A DIFERENÇA

No evangelhos,de Mateus e Marcos,diz que JESUS, HOSPEDANDO na casa de um serto Simão LEPROSO,
Mas no (grego)MT.26:6,e MC.14:3,sabemos que pela LEI
Estabelecida pelo ETERNO um LEPROSO não poderia ter contato com outra pessoa leia(NUM.5:2).Naõ poderia viver
Em uma casa, nem em uma aldeia,já que este vivia em BETANIA.;YESHUA (JESUS) ;o visitou e ele continuou
SIMÃO o LEPROSO,Como lidar com esse problema?
E ainda aquela geração LEGALISTA nunca iria permitir
Que um LEPROSO,permanecesse dentro da ALDEIA, nem
Dentro de casa,e nem em contato com outras pessoas.
A explicação esta no( ARAMAICO) ;as palavras que indicam
LEPROSO,=A FABRICANTE DE JARROS
POIS NO ARAMAICO SÃO SEMELHANTES. EX:

GAR’BA = LEPROSO( MAT.8:2;LC.427)
GARBA = FABRICANTE DE JARROS(MT.26:6,MC.14:3)
(LC.22:10),Uma vez que o ARAMAICO é escrito sem VOGAIS
As duas palavras são idênticas;repare no TEXTO que logo na
Sequencia há uma mulher trazendo um jarro. A conclusão é óbvia:( SIMÃO ERA FABRICANTE DE JARRO,E NÃO LEPROSO) O que caracteriza as LINGUAS SEMÍTICAS,PRINCIPALMENTE A LINGUA SAGRADA O (HEBRAICO).É QUE ELA REVELA SEGREDOS DE D’US ALELUIA.


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Reinado cristão existiu na arábia antes do islã.

A região de Zafar chegou a adotar o judaísmo como religião oficial até que foi tomada pelo Império Romano

Arqueólogos da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, descobriram uma imagem que pode significar que a Arábia teve um rei que usava a cruz cristã como símbolo do seu poder.
A imagem aparece em uma parede monumental de um monarca ainda não identificado gravada pouco antes de 550 d. C, décadas antes do nascimento de Maomé.
O retrato de 1,70 metros de altura foi analisado por Paul Yule que escreveu um artigo para a revista científica “Antiquity” falando sobre o achado. Yule faz parte do Departamento de Línguas e Culturas Orientais de Heidelberg e contou com o apoio de outros arqueólogos para concluir o estudo nas ruínas de uma cidade antiga em Zafar, no Iêmen.
O homem mostrado na imagem pode ser o rei de Himyar, Zafar era a capital do reinado e ele se estendia por 2,5 milhões de quilômetros quadrados. Textos da época do Império Romano e algumas inscrições nativas chegam a falar desse reino perdido, mas há muitas partes dessa história que não foram reveladas.
De acordo com o jornal Folha de São Paulo o que se sabe sobre o reinado é que ele faz parte de uma região que era estratégica para o comércio de especiarias, perfumes e objetos de luxo do oceano Índico.
De acordo com o arqueólogo, no século 4 d. C. muitos parceiros comerciais de Himyar passaram a adotar o cristianismo como religião, mas a nobreza local resolveu decidir qual religião aceitar de forma independente.
“Na época, como agora, religião e política estavam fortemente ligadas”, disse Yule lembrando que os nobres acabaram por decidir se converterem ao judaísmo.
Os pesquisadores alemães encontraram partes históricas sobre as disputas dos povos daquela região e perceberam que Himyar teve o reino tomado por Roma em 525 d. C. o que pode ter forçado a conversão do povo ao cristianismo.
Outros pesquisadores acreditam nesta versão, incluindo o historiador Glen Bowersock, da Universidade de Princeton. Para ele “não há dúvidas sobre a instalação de um regime cristão no sudoeste da Arábia entre os anos 525 e 560″.
Zafar foi abandonada e só voltou a ser povoada depois do ano 622 quando grupos tribais se mudaram para a região, na época o islamismo já estava em ascensão.


A versão em inglês da revista alemã Spiegel anunciou, no dia 21/12/12, a descoberta das ruínas de um antigo império cristão perdido nas colinas rochosas do Iêmen, na península arábica.
Himyar era o nome do reino dos himyaritas (ou homeritas), que floresceu entre os anos 110 a.C. e 525 d.C., período em que dominou os demais povos árabes da região.
Como o calendário muçulmano começa com a Hégira (a fuga de Maomé de Meca para Medina) em 16 de julho de 622 d. C., Himyar foi engolida pelas areias do tempo pouco antes do início do Islã.
Segundo os historiadores, o redescobrimento de Himyar permite que se tenha uma ideia de como era o ambiente religioso na Arábia pouco antes do nascimento do Islã.
Os arqueólogos alemães que estão atualmente trabalhando no Iêmen escavaram o que parece ser uma comunidade cristã que ficava em Zafar, 930 quilômetros ao sul de Meca.
Ali está, por exemplo, o alto-relevo mostrado na foto acima, de um homem coroado, aparentemente cristão, de cerca de 1,70m de altura, o que não seria possível no período muçulmano, diante da proibição de imagens de escultura de qualquer tipo.
O que não falta neste trabalho arqueológico são perigos de todo tipo, dada a instabilidade política da região. Mesmo assim, a iniciativa prossegue e é promissora.
Resta saber se, antes de Maomé, havia uma igreja cristã em Meca. Tudo indica que sim, já que a influência dos himyaritas se fazia sentir sobre toda a região.
O fato é que o século V d.C. foi um período de grande confrontação religiosa, política e militar na região.
Batiam-se ali os impérios bizantino, sassânida e os vários reinos árabes, dos quais Himyar era o principal.
Aparentemente, os cristãos bizantinos (atuais ortodoxos) não eram bem vistos pelos seus correspondentes árabes, já que o nestorianismo, doutrina que tinha uma interpretação cristológica diferente de Roma e Constantinopla, imperava no Oriente Médio e na Ásia. Não se consideravam exatamente "irmãos", portanto.
O Islã triunfaria na região durante o século VII d. C., mas ainda há muita história enterrada nas areias do deserto da Arábia, que merece ser revisitada tanto quanto o delicado equilíbrio geopolítico e religioso da região permitir.

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As Construções em Hasor

As Construções em Hasor – Taxa imposta por Salomão

           Também conhecido como Tel Hazor , Tell al- Qadah , Tell el- Qedah , Tel Khuraibeh , Hazzur

A parte Sudeste de Hasor
Conhecido na época de Josué como "a cabeça de todos estes reinos ", o planalto de Hasor é hoje o maior em Israel com 200 hectares.
No seu auge no período cananeu, a cidade abrangia toda a superfície. Mais tarde, quando foi habitada por israelitas, a cidade fortificada incluída apenas a Cidade Alta.




Portão Salomónico
Arqueólogos descobriram um portão e seis câmaras em Hasor, que é quase idêntico em tamanho e design das portas em Megido e Gezer .
A melhor explicação para isso é que esses portões foram todos construídos pelo mesmo governo. Estas portas são um testemunho notável da atividade de construção de Salomão, conforme descrito em 1 Reis 9:15.

Sistema de água em Hasor
Um século após a época de Salomão, os israelitas construíram um furo no maciço de 40 metros de profundidade no planalto, atingindo o lençol freático.
A 19 m de eixo vertical era de cerca de 15 m quadrados e terminava num grande túnel em degraus, em declive, que tinha mais de 25 metros . Este sistema é semelhante aos que estão em Megido e Gabaón .



Construção feita pelos Cananeus
Alguns dos restos mais impressionantes a partir da data Hasor da Idade do Bronze média e tardia, quando os cananeus viviam na cidade.
Muitas estruturas na Cidade Baixa eram estruturas cultuais e incluíam figuras religiosas ou pedras de pé. Alguns edifícios foram revestidos com esteios de basalto.




Edifício cananeu dos inícios da cidade de Hasor
Este tipo de construção, mais conhecido como um edifício em pilares tripartidos israelita, foi encontrado em inúmeros lugares em todo o país.
Muitas funções para este tipo de estrutura foram sugeridas. Alguns arqueólogos acreditam que estes foram usados ​​para o armazenamento de alimentos, mais provavelmente, a principal função deste edifício era para abrigar a cavalaria real.




A Casa e com quatro divisões

Este edifício de estilo popular, seria mais conhecido como a " casa dos pilares " do que pelo número de quartos na mesma. Encontrado em todo o Israel a partir do momento da saída dos israelitas, o número de quartos na casa podem variar, mas sempre se caracteriza por uma linha ou duas colunas que separam o pátio central da sala ao lado.

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