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FATOS E PARTICULARIDADES DA BÍBLIA



Antes, a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250, pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita de duas vezes. O AT em 1445, pelo Rabi Nathan; o NT em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. Stevens publicou a primeira Bíblia (Vulgata Latina) dividida em capítulos e versículos em 1555. O AT tem 929 capítulos e 23.214 versículos. O NT tem 260 capítulos e 7.959 versículos.

A Bíblia toda tem 1.189 capítulos e 31.173 versículos. O número de palavras e letras depende do idioma e da versão. O maior capítulo é o Salmo 119, e o menor o Salmo 117. O maior versículo está em Ester 8.9; o menor, em Êxodo 20.30. (Isso, nas versões portuguesas e com exceção da chamada "Tradução Brasileira", onde o menor é Lucas 20.30). Em certas línguas, o menor é João 11.35. Os livros de Ester e Cantares não contêm a palavra Deus, porém a presença de Deus é evidente nos fatos neles desenrolados, mormente em Ester.


Há na Bíblia 8.000 menções de Deus sob vários nomes divinos, e 177 menções do Diabo, sob seus vários nomes. A vinda do Senhor é referida direta e indiretamente 1.845 vezes, sendo 1.527 no AT e 318 no NT. - Não é esse um assunto para séria meditação? O Salmo 119 tem em hebraico 22 seções de 8 versículos cada uma. O número 22 corresponde ao número de letras do alfabeto hebraico. Cada uma das 22 seções inicia com uma letra desse alfabeto, e, dentro, de cada seção, todos os versículos começam com a letra da respectiva seção.

Caso semelhante há no livro de Lamentações de Jeremias. Ali, em hebraico, os capítulos 1,2,4, têm 22 versículos cada um, compreendendo as 22 letras do alfabeto, de álefe a tau. Porém o capítulo 3 tem 66 versículos, levando cada três deles, a mesma letra do alfabeto.

Há outros casos assim na estrutura da Bíblia. Isso jamais poderia ser obra do acaso. A frase "não temas" ocorre 365 vezes em toda a Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano! O capítulo 19 de 2 Reis é idêntico ao 37 de Isaías. O AT encerra citando a palavra "maldição"; o NT encerra citando a expressão: "a graça do Nosso Senhor Jesus Cristo."


A Bíblia foi o primeiro livro impresso no mundo após a invenção do prelo; isso deu-se em 1452, em Mogúncia, Alemanha. Os números 3 e 7 predominam admiravelmente em toda a Bíblia. O nome de Jesus consta do primeiro e do último versículos do NT. As traduções da Bíblia (toda ou em parte) até 1984, atingiram a 1796 línguas e dialetos. 24 Restam ainda cerca de 1.000 línguas em que ela precisa ser traduzida.

- Que está o irmão fazendo para difundir a Bíblia - o livro que o salvou?



1) As palavras em itálico. Não constam do original. Foram introduzidas na tradução para completar o sentido do texto. Em português, a única versão protestante com itálicos é a ARC.

2) O uso da margem. Muitas Bíblias tem na sua margem em determinados trechos, a tradução literal do hebraico ou do grego. Às vezes, tem uma tradução diferente quando o caso é duvidoso. São muito úteis essas notas marginais.


3) Datas impressas no texto. Muitas Bíblias antigas, em português, bem como noutras línguas, trazem datas impressas no texto. São datas da chamada "Cronologia Aceita" elaborada pelo arcebispo Ussher (anglicano) e inseridas pela primeira vez no texto bíblico em 1701. Depois de Ussher, surgiram outras cronologias como a de Calmet, Hales, etc. As investigações modernas e descobertas arqueológicas têm alterado em muitos pontos a cronologia tradicional. A cronologia é terreno movediço, especialmente quanto aos primeiros milênios da História.

4) O sumário dos capítulos. São preparados pelos editores, e nada tem com a inspiração e o texto original. As exceções são algumas frases introdutórias de certos salmos, como o 4, 5, 6, 7, 8, 9, 22, 32, 45, 46, 53, 56, 69, 75, etc. Tais sumários nem sempre correspondem aos capítulos aos quais se referem. Há casos até negativos, como a parábola dos "Dez Talentos", quando não são dez; a "Parábola do Rico e Lázaro", quando não se trata de parábola, e assim por diante.

5) A divisão do texto bíblico em capítulos e versículos. Não vem do original. A primeira Bíblia que trouxe essa divisão foi a Vulgata, em 1555. Em muitos casos, a divisão tanto em capítulos como em versículos, quebra o sentido, biparte o texto e altera toda a linha do pensamento. Exemplo de capítulos: Isaías 53, que devia começar em 52.13; João capítulo 8, devia começar em 7.53; 2 Rs 7 devia começar em 2 Rs 6.24; o capítulo 3 de Colossenses devia terminar 4.1; o capítulo 10 de Mateus devia começar em 9.35; Atos 5 devia começar em 4.36, etc.


Com a divisão em versículos, acontece a mesma coisa, por exemplo: Efésios 1.5 devia começar com as duas últimas palavras de 1.4; 1 Coríntios 2.9,10 devia ser um só versículo; o mesmo devia ocorrer com Jo 5.39,40. Na Epístola aos Romanos, bem como em Efésios, há diversos casos desses. Também a divisão em versículos não é a mesma em todas as versões; por exemplo Daniel 3.24-30 da ARC, corresponde a 3.91-97 em Matos Soares; Lucas 20.30 na ARC, corresponde a Lucas 20.30,31 na "Tradução Brasileira". Marcos 9.49 deve ficar ligado ao versículo 48, e não como está na ARA, tendo a epígrafe entre os dois versículos.

6) A divisão do texto em parágrafos é muito útil para a sua compreensão. O Salmo 2, por exemplo, contém 5 parágrafos, tendo cada um aplicação diferente (vv 1-3, 4-6, 7-9, 10-12a; 12b). A única versão em português que indica os parágrafos é a ARA, com um tipo negrito cada vez que isso ocorre. Há versões noutras línguas que dão tanta importância a essa divisão, que, para maior comodidade do leitor, imprimem o próprio sinal gráfico para parágrafo (muito parecido com um "P" invertido).

7) Traduções da Bíblia até 1984. A Bíblia toda ou em parte acha-se traduzida em 1795 línguas e dialetos. Ainda restam cerca de 1.000 línguas em que ela precisa ser traduzida.


A vida, com seus usos, leis e costumes, difere de povo para povo, isso modernamente. Imagine-se como não estão distantes os costumes antigos orientais tão citados na Bíblia! Esses fatos, quando não compreendidos hoje, são tidos como aberrações. A Bíblia cita inúmeras leis, preceitos, coisas e costumes do modo de viver oriental, que se o estudante desconhecer suas causas, razões, e modo de ser, não compreenderá muita coisa da revelação divina, já que tais fatos estão entretecidos no corpo do relato bíblico. Quem quer que se ocupe da leitura e estudo do Santo Livro estará sempre se deparando com essa dificuldade. Vamos destacar alguns casos dos acima mencionados, e estudá-los resumidamente, já que um elementar curso de Introdução Bíblica não comporta o exame demorado da matéria em questão.

1. Gênesis 24.2; 47.29-31 O juramento com a mão sob a coxa. Significava então submissão, obediência irrestrita. Por isso Deus tocou a coxa de Jacó! (Gn 32.24-32). Realmente, dali para a frente Jacó tornou-se um homem de Deus. Até seu nome foi mudado!

2. Gênesis 37.34 - Rasgar as vestes- Era demonstração de luto, lamento, tristeza. Há 28 casos na Bíblia. Os sacerdotes não podiam fazer isso (Lv 10.6), mas, o de Mateus 26.5 o fez, sem razão. Esse ato de rasgar as vestes obedecia a uma série de regras.


3. Juizes 5.10 - O cavalgar sobre jumentas brancas - Era então costume exclusivo dos reis, juízes e fidalgos. Isso explica a passagem em apreço.

4. Juizes 9.45 - Semeadura de sal - Esse ato significava desolação perpétua sobre o local. Castigo perene.

5. Rute 3.9 - Pôr a aba da capa sobre alguém - Significa a proteção. Aqui tratava-se da lei do levirato, conforme Deuteronômio 25.5-10, portanto nenhuma indecência havia aqui, como muitos o querem.

6. Salmo 119.83 - Um odre na fumaça - Odres são vasilhas feitas de peles para o transporte de líquidos. Eram postas sobre a fumaça para ficarem endurecidas pelo calor e fumaça. Isso também fazia aumentar de resistência a espessura do couro, através do encolhimento. Fala do estado de alma de Davi.

7. Mateus 1.18 - Maria desposada com José - Na linguagem do Antigo Testamento, o termo significa noivos, conforme vemos em Deuteronômio 20.7; 22.23,24. Naqueles tempos, em Israel, o noivado era ato seriíssimo. E de fato o é. Os noivos tinham responsabilidade como se fossem casados! Em suma: Em Israel, o noivado era o primeiro ato do casamento. Nessa ocasião, o noivo entregava à noiva o contrato de casamento, ou uma moeda inscrita: "Consagrada a mim."

8. Mateus 25.1-13 - Um casamento oriental - As núpcias duravam 7 ou mais dias. A união definitiva do casal somente tinha lugar no último dia. Nesse dia, o noivo dirigia-se à casa da noiva, à noite, e a conduzia para sua casa. Às vezes, o ato ocorria também de dia. A lua-de-mel durava um ano! (Dt 24.C).


9. Mateus 27.48 - O vinho oferecido a Jesus na cruz - Tal praxe era usada então para tornar as vítimas insensíveis antes da morte. Jesus recusou. Sofreu a morte em estado de plena consciência.

10. Lucas 5.19- teto (eirado) da casa, aberto com tanta facilidade - As casas da Palestina não tinham telhado, e sim eirado. Isto é, uma espécie de lage, feita de vigas de madeira, recobertas de pedra e barro. O eirado recebia tratamento especial, a fim de recolher águas pluviais, dada a carência de água potável na citada região. Num teto assim, era fácil preparar uma abertura.

11. Lc 10.4 - A ordem de Jesus: "A ninguém saudeis pelo caminho" - Não se tratava de indelicadeza. O tempo que restava para Jesus era pouco, muito pouco, e as saudações orientais tomavam muito tempo, não somente devido à troca de expressões formais, mas também por causa das poses que o corpo assumia. Se os enviados por Jesus cumprimentassem o povo segundo a maneira daquela época, Ele não cumpriria sua missão redentora no devido tempo. Ele sempre se referia ao "meu tempo".

12. Atos 1.12 - O caminho de um sábado - Isto é, o caminho permitido no dia de sábado. Era a distância que ia da extremidade do arraial das tribos, ao tabernáculo, quando no deserto. Essa distância era de 2.000 cúbitos, equivalente a 1.200 metros (Js 3.4).

13. Romanos 12.20 - Brasas sobre a cabeça do inimigo (Pv 25.21,22) - O fato refere-se às leis levíticas de Levítico 16.12, quando o sumo sacerdote fazia expiação pelo povo, incluindo o incensário cheio de brasas. A expiação satisfazia à justiça de Deus, promovendo a reconciliação do homem com Ele.

Os poucos casos aqui citados servem para dar uma idéia do valor que há na compreensão da vida, das leis, e dos usos e costumes antigos, orientais, conforme vemos na Bíblia. Há inúmeros casos. Citamos aqui apenas alguns como exemplo. Eles estão na revelação divina, elucidando muitos de seus aspectos.

Fonte: livro "A bíblia através dos séculos"

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Os 10 Maiores Equívocos Sobre A Bíblia

Muitos se dizem (e se acham) profundos conhecedores da Bíblia e seus ensinamentos. Acontece que muitos religiosos e até pregadores repetem constantemente afirmações que não são exatamente provenientes de nenhum dos livros da bíblia. Assim Sendo, o Hatigo traz então uma adaptação de uma matéria bastante interessante extraída do site Listverse, que contém 10 grandes equívocos com relação à Bíblia.

10 - Adão e Eva

Ao contrário do que se acredita, Adão e Eva foram expulsos do Éden não porque eles comeram o fruto proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal, mas para impedi-los de comer da árvore da vida (ambas as árvores são proibidos em Gênesis 2 : 9 ), que teria feito deles eternos. Deus não gosta de competição! Aqui está o versículo (Gênesis 3:22-23): "E ele disse: Eis que Adão se tornou como um de nós, conhecendo o bem e o mal: agora, portanto, para que eles não estendam as suas mãos, e comam também da árvore da vida, e comam e vivam para sempre. E o Senhor Deus os enviou para fora do paraíso, para lavrar a terra de onde ele foi levado. "

9 - Jonas e a Baleia
Nós todos sabemos sobre a História de Jonas e a baleia... mas como sabemos isso? Estudamos suficientemente bem para saber que ele não foi comido por uma baleia? Não foi um mamífero que comeu Jonas, foi um peixe grande embora seu tipo não seja mencionado. É claro, estou presumindo que todos que lêem esta lista sabem que uma baleia não é um peixe.





8 - Sansão e Dalila
Sansão e Dalila é uma famosa história do Antigo Testamento que termina muito mal, com os longos cabelos de Sansão cortados para destruir sua força. O equívoco comum é o de que Dalila teria feito o corte no cabelo de Sansão. Mas, na verdade, foi um servo de Dalila quem o fez.










7 - Arrebatamento
O "Arrebatamento" NÃO está na Bíblia! Apesar de ser considerado por um grande número de protestantes (muitos dos quais também acreditam que somente o que está na Bíblia pode ser verdade), foi na verdade inventado em 1600 por Cotton Mather - um ministro protestante famoso por matar as mulheres por estrangulá-los à morte (por enforcamento) na caça às bruxas de Salem. O termo na Bíblia comumente mal traduzida para a palavra "arrebatamento", na verdade vem do grego ἁρπάζω (harpazo) que na verdade significa “apanhado” ou “tirado” e refere-se a uma única pessoa (Felipe).









6 - Três Reis Magos
Não eram três e não foram visitar Jesus em uma manjedoura. A Bíblia não informa o número de homens (mas o número de presentes como três, que é provavelmente de onde este equívoco deriva). Além disso, Herodes exigiu a morte de todos os meninos com menos de dois anos, assim sendo, é provável que Cristo tivesse nascido até dois anos antes. Além disso, os sábios visitaram Jesus quando ele vivia em uma casa de acordo com o relato bíblico em Mateus 2:11 .


5 – Ficar Subitamente Rico
A Bíblia não condena o consumo de álcool (lembre-se que o primeiro milagre público de Jesus foi transformar a água em vinho), ou jogos de azar e apostas. O mais próximo que aborda a apostas e jogos de azar é em Eclesiastes 5:10 que fala para não amar o dinheiro em excesso. Lembre-se disso na próxima vez que você beber o seu vinho e fizer uma aposta.
A Bíblia não condena o consumo de álcool, esse equívoco é um resquício do Protestantismo Calvinista e Puritano, que trilhou seu caminho para o Metodismo; O que a Bíblia diz é "não vos embriagueis do fruto da videira". Contradizendo também aos que afirmam que a água foi transformada em suco de uva, nos Evangelhos originais se observa uma palavra que se traduz a partir do original grego como "bebida de uva fermentado", ou seja, vinho.



4 - Ajuda
"Deus ajuda a quem se ajuda" - uma sábia e bela citação que todo mundo acredita que vem da Bíblia. Mas, na verdade, não é. Era um homem, não um deus que cunhou o conhecido provérbio. Foi Benjamin Franklin em seu almanaque de Poor Richard's.
















3 – Irmão Protetor
Outra citação que todos nós sabemos da Bíblia é "Sou o protetor do meu irmão?" Agora pergunte a si mesmo - você sabe qual foi a resposta de Deus a esta pergunta? Nem você, nem ninguém faz idéia, porque a Bíblia não nos diz o que Ele respondeu. Se Deus tivesse respondido, poderíamos presumir que teria sido afirmativa, se todas as ordens para cuidar de nossos irmãos no Novo Testamento forem levados em consideração.






2 - Viagem de Natal
Segundo a Bíblia a Virgem Maria não viajou para Belém em um jumento. Nenhuma menção é feita nos evangelhos referindo-se ao meio de transporte utilizado na viagem. A primeira menção de Jumento um vem do Protoevangelium não-bíblico de Tiago que você pode ler aqui. Foi escrito por volta de 150DC e é também uma das mais antigas obras a descrever Maria como uma virgem antes e depois do nascimento de Cristo. A citação exata do Protoevangelium é "E ele [José] selou o jumento, e se pôs em cima dele";








1 - Moisés com chifres
Ao contrário da maioria dos equívocos aqui que lidam especificamente com o que a Bíblia diz ou não diz, este é um equívoco sobre a tradução de parte dela. O Antigo Testamento refere-se a Moisés como tendo chifres sobre sua cabeça depois que ele subiu ao monte para ver Deus. Isso levou Michelangelo a esculpir-lo com os chifres. Muitas pessoas acreditam que isso foi uma má tradução da descrição de Moisés, mas, na verdade, não é. Moisés realmente é descrito como sendo chifrudo. E a razão para isso? Nos tempos do Antigo Testamento, se acreditava que uma pessoa quando via ou era tocada por Deus passaria a possuir chifres (ou raios de luz) em sua cabeça. Era um antigo símbolo muito parecido como a Auréola é hoje.

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Russo desenvolve cyborg para hospedar a alma e a igreja protesta


A Igreja Ortodoxa Russa criticou o projeto “Rússia 2045” de cientistas daquele país que prevê a criação de um corpo cibernético para abrigar a alma de pessoas que estiverem para morrer.


Alexey Osipov, teólogo e professor da Academia Espiritual de Moscou, entidade ligada à igreja, disse que Deus não permite que haja a separação entre alma e corpo. Argumentou que o ser humano é “uma unidade” e não dá para separar uma coisa de outra. “A criação de cyborgs seria uma interferência na natureza humana.”

Dmitry Itskokov, responsável pelo projeto, discorda porque, para ele, a alma (ou o espírito) não vem do transcendente, de Deus, mas de um conjunto de informação (que inclui um modo de raciocínio, conhecimento, memória, sensações, etc.) alocado na mente das pessoas.

Nesse sentido, segundo ele, em algum momento será perfeitamente possível transportar essa “massa de informação”, vertida em bits, para um corpo cibernético, havendo, em consequência, a conquista da imortalidade.

O cientista disse que esse corpo será tão ou mais perfeito que o organismo humano e que as pessoas vão ter a opção de morrer ou de continuar a viver por intermédio da tecnologia.

O site do projeto apresenta manifestações favoráveis ao cyborg. O cientista Aleksandr Aleksandrovich, por exemplo, disse que um organismo artificial poderá suportar condições ambientais extremas, como altas temperaturas, pressão e radiação, sendo, portanto, fundamental para a conquista pelo homem de outros planetas.

Itskokov afirmou que os religiosos, em vez de se opor ao desenvolvimento das tecnologias avançadas, deveriam contribuir para a elaboração de novos paradigmas filosóficos e éticos para essa nova fase que a humanidade iniciará em breve.

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Pastor que fez Interpretação Equivocada da Bíblia, e engravidou uma crente.




Um Pedreiro que se diz Pastor Evangélico comete adultério e engravida uma crente, ainda diz que a previsão está na Bíblia, ele trocou a palavra ADÚLTERA por ADULTERA. Observe que a primeira tem acento. Assista o vídeo da reportagem da globo sobre o assunto.

Abaixo o Vídeo do pastor dando seu depoimento

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Bíblia de Genebra: Uma Tradução Perdida noTempo


Talvez você, como eu, tenha assistido ao excelente filme The Book of Eli e se deparado com a famosa Bíblia chamada Versão Rei Jaime (King James Version), mas pouquissimas pessoas sabem que esta Bíblia teve uma precursora e, muito menos, que ela se chama Bíblia de Genebra. À época do seu lançamento, em 1560, ela logo se tornou um best-seller, devido a seu tamanho e à notória facilidade em manuseá-la, bem como a sua exatidão textual. Diferente daqueles modelos pesadões que repousavam nos atris das igrejas da Ídade Média que, a bem da verdade, serviam mais de enfeite do que para qualquer outra coisa, a Bíblia de Genebra caiu logo no gosto de famosos dramaturgos, como Shakespear e Marlowe, servindo, inclusive, de referência para citações em seus textos.


Idealizada por um grupo de refugiados protestantes ingleses e patrocinada pela burguesia protestante da época, a Bíblia de Genebra teve sua semente plantada, por óbvio, na Suíça. Acolhidos pela comunidade protestante daquele país, os ingleses buscavam fugir de ferrenha perseguição perpetrada pela rainha católica, Maria Tudor. Com um parque gráfico já bem estabelecido e um elevado interesse na leitura da Bíblia, os visionários protestantes ingleses iniciaram sua produção.


Confesso que falhei na tentativa de buscar uma correlação entre a fuga dos protestante ingleses para a Suíça e a fatídica noite de São Bartolomeu. Ícone e marco maior da intolerância religiosa na Europa, aquela noite foi uma página manchada de sangue na História Francesa, onde quase cem mil huguenotes (protestantes franceses) foram mortos nas ruas de Paris e, logo depois, emoutras cidades francesas. O que pode ter acontecido é que a influência dos protestantes ingleses junto à burguesia mercantil européia os tenha alertado e, consequentemente, trilhado por um caminho mais seguro. A iminente concretização de um maciço massacre na França, que, de fato, aconteceu, poderia gerar temor e receio, aos ingleses, de que tal modelo pudesse ser seguido à risca pela, então monarca, Rainha Maria, conhecida pela sua ira doentia aos protestantes e o seu método peculiar de diálogo. Mas, e isto fique bem claro, é só o que eu penso. Talvez a idéia seja pertinente, talvez não.


Traduzida para o inglês por William Whittingham e seus assistentes, a Biblía logo tornou-se popular na Inglaterra e na Escócia, sendo levada, algum tempo depois, a diversas colônias britânicas espalhadas pelo mundo. A Bíblia de Genebra foi a primeira Bíblia escrita no idioma inglês a usar um método com o qual, até hoje, o mundo inteiro está bastante familiarizado: a divisão numerada do seu texto em versículos. Somando-se a tudo isso, ela foi a primeira a implementar a utilização de títulos corridos e o uso de palavras chave para facilitar a busca de uma passagem especifica, bem como o uso de gravuras, prefácios, mapas, tabelas genealógicas e até uma seção de incentivo à leitura diária da Bíblia. Além do mais, o sentido original hebráico de algumas palavras foram conservados na Bíblia de Genebra como, por exemplo, o nome de Deus, Jeová.


Como não poderia deixar de ser, a tradução encontrou terreno fértil em polemizar algums aspectos, mas um, em particular, sobressaiu-se mais que os demais. A Bíblia de Genebra trazia, ao longo do seu texto, notas márginais que, segundo seus idealizadores, serviam ao próposito de facilitar o entendimetnos dos leitores, haja vista a Bíblia trazer, segundo eles, algumas passagens de díficil entendimento. As notas marginais não eram novidade alguma, pois Tyndale, vinte e seis anos antes da publicação da primeira edição da Bíblia de Genebra, já as havia usado. A polêmica foi apontada, sobretudo, pelo fato de tais notas serem apontadas como deturpadoras e insidiosas. A mais suspeita e conhecida voz a levantar-se contra elas foi o Rei Jaime I, apontando-as como imparciais e incorretas. Não era para menos! A Bíblia de Genebra questionava o "direito divino" dos reis.


Em retaliação, o Rei Jaime arquitetou uma nova tradução, acreditando, piamente, que, com ela a Inglaterra se veria livre, para sempre, da Bíblia de Genebra. O maior entrave enfrentado pela Versão Rei Jaime pela sua aceitação no século 17 foi a contínua popularidade e aceitação da Bíblia de Genebra. Depois de se tornar a Bíblia oficial da Escócia, muitas edições ainda continuaram a ser públicadas até 1644.


Mais que qualquer outra tradução inglesa, a versão traduzida pelo Rei Jaime deu sinais de patente hipócrisia, quando historiadores, ao analisá-la, perceberam que ela, mais que qualquer outra, foi influenciada pela versão de Genebra, a exemplo de algumas frases como "Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade" e "Salomão, em toda a sua glória". (Eclesiastes 12:1 e Mateus 6:29, respectivamente.)


Mesmo esquecida, a Bíblia de Genebra deixou consolidada sua marca no coração daqueles que amam a palavra de Deus, a estudam e seguem seus preceitos, vinculados em uma inabalável fé Naquele que os amou tanto, a ponto de dar Seu único filho em sacrifício.

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