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O túnel secreto de Jerusalém

Relíquia da arqueologia, através dele judeus escaparam dos romanos no ano 70 d.C.

PISCINÃO Vital na infra-estrutura da antiga Jerusalém, ele canalizava a água das chuvas para o Mar Morto

A intenção dos arqueólogos israelenses que realizavam escavações na cidade de David, na parte antiga de Jerusalém, era apenas a de chegar aos vestígios daquilo que, há cerca de dois mil anos, poderia ter sido sua rua principal, antes da invasão romana. O que os pesquisadores acidentalmente encontraram, no entanto, está sendo considerado uma das mais recentes raridades da arqueologia: um extenso túnel subterrâneo que data dos tempos de Jesus e através do qual, provavelmente, ele andou. Construído no subsolo dessa rua, imagina- se que esse túnel, funcionando como uma passagem secreta, serviu também para que milhares de judeus se escondessem e fugissem do cerco estratégico de Jerusalém pelos romanos no ano 70 d.C.

Além de ter possibilitado a fuga de muitos judeus, os arqueólogos consideram que o túnel recém-descoberto tinha uma importância vital na infraestrutura urbana de Jerusalém. Motivo: ele servia como um canal que escoava a água das abundantes chuvas que caíam na cidade até o Mar Morto, evitando, assim, as devastadoras inundações que sempre traziam doenças e mortes. Os seus primeiros 100 metros já localizados se iniciam no lago de Shiloah, uma das principais referências da parte sul da velha Jerusalém, e chegam a dez metros do Muro das Lamentações, fazendo nesse ponto uma curva à esquerda. Os arqueólogos estimam, porém, que a sua extensão seja muito maior. Além das dimensões, chamou a atenção também o seu bom estado de conservação. “O túnel está muito bem preservado”, explica Eli Shukron, arqueólogo do Instituto de Antigüidades de Israel.

Durante anos sob escombros pesados, que também sustentaram a pavimentação da rua, grande parte dessa passagem manteve-se intacta. Ela foi toda construída em pedras resistentes que chegavam a cerca de um metro de comprimento. Em alguns pontos, o túnel atinge um metro de largura e outros três de altura, o que permite boa circulação de pessoas pelo seu interior. Nas escavações, os arqueólogos também encontraram fragmentos de vasilhas e moedas que remontam à época de Jesus e que podem ter sido abandonadas pelos judeus, além de lamparinas de azeite que provavelmente serviam para iluminar caminhos de fuga. Essa descoberta histórica, divulgada na semana passada, é de extrema importância porque permitirá, na opinião de Shukron, “aumentar nossos conhecimentos sobre o cotidiano da Jerusalém daquela época”.

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Arqueólogos acham moedas romanas no Muro das Lamentações


Uma das 17 moedas encontradas sob o Muro das Lamentações (Foto: AP Photo/Sebastian Scheiner)

Arqueólogos israelenses descobriram nesta quarta-feira (23) moedas da época dos romanos debaixo do Muro das Lamentações, em Jerusalém, local sagrado para os judeus. As moedas foram cunhadas por volta do ano 15 d.C. e podem mudar as teorias sobre a construção do muro, há cerca de 2 mil anos.

Durante séculos, se pensou que o muro havia sido construído pelo rei Herodes -- que, na tradição cristã, também é considerado infame por seus esforços de caçar o menino Jesus na história original do Natal. Porém, Herodes morreu em 4 a.C., cerca de 20 anos antes da produção das moedas. Isso indica que o muro foi finalizado por seus sucessores.

Arqueólogo israelense Eli Shukron, à esquerda, mais abaixo, mostra onde foram achadas as moedas (Foto: AP Photo/Sebastian Scheiner)


Quatro moedas foram encontradas em um espaço para banhos rituais no subsolo do Muro Ocidental. Este local precedeu a construção do prédio atual e foi usado como suporte às muralhas do Templo. Isso serviria como prova que a construção do muro sequer havia começado na época da morte de Herodes (provavelmente em 4 a.C), a quem é historicamente creditada a construção do Templo.
Essas moedas têm as marcas do procônsul romano Valerius Gratus, que viveu na região 20 anos depois da morte de Herodes. Esse fato pode mudar tudo o que sempre se afirmou sobre a construção daquele local sagrado.


Os muros de sustentação do Templo supostamente foram construídos por Herodes, rei judeu que aparece com destaque nos Evangelhos, mas os indícios agora são que eles, na verdade, foram erguidos muito mais tarde. A única porção que restou desses muros hoje é conhecida como o “Muro das Lamentações”.

A nova descoberta confirmaria a versão de Flávio Josefo, um general judeu que se tornou um historiador romano. Em um dos documentos deixados por ele relatando a destruição do templo pelos romanos no ano 70, Josefo disse que a construção fora terminado pelo rei Agripa II, bisneto de Herodes, duas décadas antes de o complexo ser totalmente destruído pelos legionários em uma batalha contra rebeldes em Jerusalém.

Josefo também escreveu que o fim da construção deixou 18.000 trabalhadores desempregados, em Jerusalém. Alguns historiadores têm relacionado esse descontentamento com a revolta judaica daqueles dias.

A descoberta revelada esta semana oferece “as primeiras claras provas arqueológicas que parte da galeria do Muro não foi construída por Herodes”, disse o arqueólogo Aren Maeir da University Bar-Ilan, que não esteve envolvido na escavação.

“Essa descoberta muda à forma como vemos a construção, e mostra que durou mais tempo do que se pensava inicialmente”, disse Eli Shukron, co-diretor da escavação.
O complexo, controlado desde 1967 por Israel, hoje abriga a Mesquita Al-Aqsa, famosa pela sua cúpula de ouro, que os muçulmanos chamam de o Domo da Rocha. O fato de o lugar ser sagrado, por diferentes motivos, tanto para judeus quanto para muçulmanos o torna um dos locais de maior disputa religiosa.

A escavação em que as moedas foram descobertas pesquisava um antigo túnel de drenagem romano que começa no “poço de Siloé”, uma das fontes de água da cidade original, e termina no interior Cidade Velha de Jerusalém.

O túnel corre pelas pedras que estão na base do Muro Ocidental do complexo, onde as moedas foram encontradas. Esse túnel foi escavado para drenagem, sendo parte do sitio arqueológico da “Cidade de David”, possivelmente um dos mais controversos da história.

A escavação está sendo realizada dentro do bairro palestino de Silwan, mas é financiada por um grupo ligado ao movimento de colonos israelenses que se opõe a qualquer divisão da cidade como parte de um futuro acordo de paz.


A escavação do túnel também encontrou uma espada romana, lâmpadas de óleo, panelas e moedas que os estudiosos acreditam estarem numa antiga passagem subterrânea, usada por judeus rebeldes para se esconder enquanto fugiam dos soldados romanos.

Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Daily Mail

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O Imperio Hitita

Os hititas eram um povo indo-europeu que, no II milénio a.C., fundou um poderoso império na Anatólia central (atual Turquia), cuja queda data dos séculos XIII-XII a.C.. Em sua extensão máxima, o Império Hitita compreendia a Anatólia, o norte e o oeste da Mesopotâmia até a Palestina.


História

Chamavam-se a si próprios hatti, e a sua capital era Hattusa ou Hattusha. Os registros em baixo relevo e relatos da época descreviam os hititas como homens fortes, de estatura baixa, com barbas e cabelos longos e cerrados, possivelmente usados como proteção para o pescoço. Os cavalos eram venerados como animais nobres. Os encarregados de cuidar dos cavalos assumiam notoriedade na sociedade hitita.

Tal como os antigos egípcios, seus contemporâneos, detinham uma escrita hieroglífica. Sua principal arma eram os temidos carros de guerra com capacidade para três pessoas (um condutor e dois guerreiros, geralmente um deles utilizando um arco), uma inovação frente aos carros de guerra de 2 pessoas utilizados tradicionalmente por seus vizinhos.

A Batalha de Kadesh é o evento mais famoso da história hitita, quando o Príncipe Hattusilis, tio do Rei Muwatallis atacou de assalto o exército de Ramsés II do Egito nas proximidades da cidade de Kadesh. A dramática batalha (segundo relatos egípcios, o próprio faraó precisou usar a espada para salvar sua vida) terminou sem vencedores, mas ambos os lados reivindicaram a vitória. A batalha é ricamente detalhada em escrituras egípcias, e a descoberta dos sítios hititas na Turquia confirmaram o trunfo hitita sobre o Egito.

Leis

As leis hititas não incluíam as crueldades mutiladoras do antigo código babilônico, nem do mais recente, assírio. Evidentemente, o desafio à autoridade real recebia uma punição draconiana: a casa do infrator era "reduzida a um monte de pedras" e o criminoso, apedrejado até a morte, junto com a família. Fora disso, a pena de morte era obrigatória apenas para o bestialismo e o estupro, em relação ao qual se fazia uma estranha distinção entre atacar uma mulher casada "nas montanhas", que era um crime capital, ou na casa dela. Neste último caso, se ninguém ouvisse a mulher gritar por ajuda, ela seria condenada à morte, talvez com base na teoria de que ela estaria voluntariamente cometendo adultério.

Os hititas e a Bíblia

Os "hititas" e "filhos de Hete" são um povo mencionado na Bíblia em diversas passagens. São listados no livro de Gênesis 10:15 (a tabela das nações) como a segunda das doze nações cananeias, descendentes de um Hete (חת ḤT no alfabeto hebraico de consoantes). Sob os nomes בני - חת (BNY-HT "filhos de Hete") ou חתי (HTY "nativos de Hete"), eles são mencionados várias vezes como vivendo em ou próximo a Canaã, desde o tempo de Abraão (estimado entre 2000 a.C. e 1 500 a.C.) até o tempo de Esdras após o retorno do cativeiro babilônico (cerca de 450 a.C.). Hete (hebraico: חֵת, moderno: Het, Tiberiano: Ḥēṯ) é descrito em Gênesis como sendo um filho de Canaã, filho de Cam, filho de Noé.
Os hititas são contados desse modo entre os Cananeus. São descritos geralmente como pessoas que viveram entre os Israelitas ms que tinham seus próprios reis, e eram suficientemente poderosos para pôr um exército sírio em fuga segundo o registro bíblico. Urias, marido de Betsabá, era hitita segundo a Bíblia (Segundo Livro de Samuel).

Arqueologia

Até fins do séc. XIX, tudo quanto se sabia sobre os hititas provinha de pequenas referências na Odisséia, onde são chamados de khetas, e de algumas passagens do Velho Testamento. Ainda assim, desconhecia-se que essas referências aludiam a um mesmo povo. A descoberta das primeiras ruínas misteriosas, hoje atribuídas aos Hititas, na Turquia, ocorrida em 1839, não sensibilizou a comunidade científica.
Quando o arqueólogo, Henry Sayce, afirmou em 1880 que os heteus do Antigo Testamento eram o mesmo povo que deixou diversos rastros na região da Ásia Menor, a comunidade acadêmica recebeu suas afirmações com descrédito, alcunhando-o de "o inventor dos hititas". A confirmação da teoria de Sayce veio por meio dos esforços de um arqueólogo alemão, Hugo Winckler (1863-1913), cujas escavações em Boghazköy, trouxeram à luz cerca de 10.000 tabletes em escrita cuneiforme, pertencentes aos arquivos dos reis de Hatti.
As primeiras informações mais claras sobre a história Hitita somente foram disponibilizadas por volta da primeira década do século XX e a decifração dos seus hieróglifos ocorreu por volta de 1946.
Após a morte prematura de Winckler, em 1913, a Sociedade Germânica Oriental confiou a publicação dos arquivos hititas a um grupo de assiriologistas. Um deles, o Prof. Bedrich Hrozný, foi o autor da primeira gramática hitita, e estabeleceu o caráter indo-europeu da estrutura da língua. Coube também a ele traduzir e publicar as duas coletâneas de leis hititas, que tantos esclarecimentos trouxeram sobre a cultura desse povo.


cidade de Hattusa

Hattusa, Hattusa ou Hattusha do Império Hitita (2º milénio a.C.), situada perto da atual cidade de Boğazkale (antiga Bogazköy), a cerca de 200 km a leste de Ancara.
Os primeiros sinais de ocupação remontam a 2000 a.C., provavelmente dos hatitas (algumas fontes indicam Hattusa como a capital do reino hatita de Hatti). No seu apogeu, no século XIV a.C., a cidade ocupava cerca de 1,8 km².

Os Hititas usavam o nome Hatti como a designação de suas terras. Hattusa é mencionado pela primeira vez pelo rei Anitta que se autodenominava "um de Hattusa". A escolha do local para fundar a cidade foi devido à presença de rochas que pode ser facilmente fortificadas e de um pequeno rio que proporcionou uma fonte de água preciosa em uma região árida.


Os Hititas fez uso extensivo da escrita cuneiforme; cerca de 30.000 tabletes de argila foram encontrados em Hattusa, eles fornecem informações sobre os acordos comerciais, códigos e procedimentos legais para cerimônias. Entre os séculos XVI e XIII séculos o BC Hattusa era a capital de um estado de grande porte que incluía a maior parte do planalto da Anatólia e da Síria do norte.

Um trecho reconstruído das paredes

Os hititas tinham técnicas de construção com base em três materiais de construção: madeira, pedra e lama (unbaked) tijolos. Pedras foram utilizadas para as fundações e paredes baixas, que foram completados pela adição de tijolos de barro; madeira foi usada para apoiar tetos. Isso explica porque a primeira impressão que um visitante tem de Hattusa é que a cidade desapareceu, porque apenas uma parte da pedra de seus edifícios permanecem.
, A fim de mostrar como Hattusa apareceu em seu auge arqueólogos têm reconstruído um pequeno trecho das paredes utilizando os mesmos materiais e técnicas dos hititas.

(à esquerda) Fundações de edifícios em Buyuk Kale (grande castelo); (direita) stile de uma porta com o buraco para a dobradiça

No início Hattusa limitou-se a uma rocha isolada com uma parte superior quase plana. Quando Hattusa foi ampliado para incluir a primeira Cidade Baixa e Cidade Alta, em seguida, o assentamento original tornou-se a Cidadela Real (Kale hoje Buyuk). Arqueólogos identificaram uma série de pátios cercados por edifícios que abrigou a corte, os guardas reais, os apartamentos do rei e arquivos de argila e tábuas de madeira, este último são perdidas.
Os nomes dos vários sites de Hattusa são modernos e são geralmente baseados no aspecto físico das rochas.

(à esquerda) Ambarlikaya (celeiro rock); (direita) Buyukkaya (big rock)

Duas pedras ásperas foram incluídos no fortificações de Hattusa para proteger o seu lado norte. Eles foram usados ​​como celeiro de um tipo incomum, salas de armazenamento foram cavados no chão de pedra e depois de ter sido preenchido com grãos que foram cobertos com uma camada de terra.

Yenicekale (novo castelo)

Yenicekale, uma pequena rocha ao sul de Kale Sari, mantém a plataforma artificial construído pelos hititas.

Lion Gate

A Cidade Alta era (como o nome sugere) colocado em terreno alto, mas para a sua defesa os hititas não podia contar com falésias e, portanto, eles tiveram que construir um muro muito tempo ao longo de seu lado sul.
O Portal de Leão está em sua seção ocidental: duas torres rectangulares ladeadas a entrada, uma passagem marcada por exterior e portais interior. Ambos os portais foram equipados com pares de pesadas portas de madeira; os que estão no exterior foram, muito provavelmente, revestida de bronze. O portão externo foi decorado com dois leões esculpidos projetando a partir dos pilares que apoiou um arco corbelled. Eles tinham uma aparência ameaçadora, com ampla boca aberta.


(à esquerda) Yerkapi (gate na terra); Gate (direita) Esfinge '

O ponto mais alto e mais meridional das paredes foi reforçada por uma muralha enorme: em sua parte superior havia outro portão monumental decorado com esfinges; sua presença é mais provável devido aos contatos entre os hititas e Egito. Ao pé da muralha há um postigo pequeno que por um longo túnel leva à cidade. A imagem usada como pano de fundo para esta página foi tomada dentro do túnel e que mostra a técnica corbelled utilizado para sua construção. A função deste postigo ainda é incerto. A teoria de que foi usado para sallies está em contraste com o fato de que o postigo estava em plena vista.

(à esquerda) Portão Rei; (direita) detalhes do relevo

Um terceiro portão monumental foi localizado na extremidade oriental da muralha sul: é muito parecido com o Portal de Leão com duas torres de protegê-la. A decoração em relevo deste portão está no seu interior: a escultura de um guerreiro tem sido interpretada como retratando um rei, mas muito provavelmente ele representava um deus, o vestido curto não se encaixa muito bem com o clima normalmente frio do Hattusa; este detalhe poderia ser devido à influência egípcia.

Nisantas (marcado rock): (acima) a inscrição real; (direita) parte dele como reconstruída por arqueólogos

A rocha em uma posição central na Cidade Alta tem uma longa inscrição em sua base, o alívio foi muito baixa e é quase desaparecido, apenas algumas palavras foram decifradas. Ele é escrito em hieróglifos Luwian, Luwian sendo uma linguagem que poderia ser escrito tanto em caracteres cuneiformes e hieróglifos. Tornou-se muito comum na última fase do Império Hitita. Arqueólogos atribuem a inscrição para Shupiluliuma II, o último dos grandes reis de Hattusa e provavelmente foi uma lista de suas conquistas, algo semelhante Index Rerum Gestarum Augusti.

Guney Kale (sul do castelo): Câmara II: (esquerda) vista da parede de trás; (centro) hieróglifos na parede direita; (à direita) King Shupiluliuma II na parede esquerda

Esta rocha e suas fortificações estão ao sul da Cidadela Real (Kale Buyuk); as fortificações pertencem a um período após a queda do Império Hitita; arqueólogos escavaram os restos de um templo construído pelo rei Shupiluliuma II e, em particular duas pequenas câmaras um dos quais tem relevos em condição quase excelente.

Hattusa não foi só a capital do império hitita, mas também o seu centro religioso: arqueólogos encontraram inscrições com referências a "a Thousand Gods do Hatti-Land".

Sitios de templos na Cidade Alta

Escavações encontraram evidências de vários templos na Cidade Alta, perto da Porta de Esfinge. As fundações de suas paredes é tudo o que resta, estes eram feitos de blocos de calcário grande. Um pátio aberto estava no centro de cada templo e em torno dele havia várias salas, uma das quais serviu para fins de culto (eles foram identificados por encontrar a base de uma estátua).

Grande Templo: relevos com leões

O templo principal estava localizado na Cidade Baixa: a sua entrada era guardada por dois leões de pedra, também neste paredes do templo e tectos (que foram construídos com uma armação de madeira preenchida com barro) desapareceram.

Grande Templo: (esquerda) bacia; (direita) pedra verde

Celebrações tiveram lugar nos pátios do templo. Tabuletas cuneiformes descrevem tais cerimônias em detalhes, pois eles incluíram algumas formas de abluções.
Uma pedra verde peculiar é pensado para ter sido um presente de faraó Ramsés II. Em ca. 1274 os hititas e os egípcios lutaram em Kadesh, ao sul de Antioquia. Eles, então, assinou um tratado de paz e trocaram presentes.

Grande Templo: (esquerda) câmara de culto; (direita) de armazém

Duas câmaras de culto estavam situadas no lado nordeste do tribunal. O templo foi dedicado a duas divindades (o tempo de Deus e da Deusa do Sol). Pedras coloridas foram usadas para as paredes da fundação dessas câmaras. O templo estava rodeado por um vasto complexo de edifícios que incluía vários armazéns onde grandes vasos de cerâmica afundado no chão foram encontradas.



Yazilikaya
Yazilikaya - grande câmara

O santuário de pedra de Yazilikaya (rock com escrita) se encontra ao pé de uma falésia a leste de Hattusa. Ele contém duas câmaras de culto escondidos na rocha e que não foram cobertos por um teto. Acesso a elas era restrito e não estavam em plena vista como uma série de edifícios selecionados los. A câmara maior foi o primeiro a ser descoberto: em 1834 viajante francês Charles Texier visitou o local e fez os primeiros desenhos, das franquias, a cidade foi pensado para ser uma cidade pré-romana e só em 1906 foi identificado como Hattusa.

Yazilikaya - grande câmara: (esquerda) reunião dos deuses; (à direita) King Tudhaliya IV

Na câmara de grandes faixas horizontais de rochas foram esculpidas para descrever procissões levando a um alívio central e maior, que retratou o encontro entre o tempo de Deus e da Deusa dom Eles estão tanto em animais que tenham sido identificados como panteras (a imagem usada como pano de fundo para esta página mostra um desenho moderno da Deusa do Sol).
A segunda grande alívio está na parede oposta: ele retrata o Rei Tudhaliya IV, na atitude de pagar seus respeitos aos deuses. Ele é pensado para ser o comissário de todos os relevos.

Yazilikaya - grande câmara: procissão de (esquerda) e macho (centro) divindades femininas, (à direita) símbolos de poder realizada pelo rei Tudhaliya IV

Os números não apresentam quaisquer características individuais, todos eles (e em particular as mulheres) têm fantasias elaboradas, sapatos e penteados. Pensa-se que as celebrações da Primavera foram realizadas na Yazilikaya para propiciar uma boa colheita. O fato de Tempo / Storm era um deus-chave do panteão hitita indica a importância de colheitas para a economia.
As razões para o colapso do império hitita não são totalmente claras, há indicações de que Hattusa foi saqueada e incendiada, mas provavelmente naquela época ele já estava quase abandonado, uma série de más colheitas são pensados ​​para ter causado o declínio.

Yazilikaya - pequena câmara: (esquerda) de entrada; vista (à direita) geral

A câmara de pequeno culto foi parcialmente preenchida com terra e esculturas seu relevo estão melhor preservadas. O acesso à câmara era guardado por dois soldados mitológico com asas e cabeça de um leão: que a esquerda é claramente visível. A iconografia desta sala é dividida em painéis separados, que não parecem estar relacionados.

Yazilikaya - pequena câmara: (esquerda) Deus Sharruma acompanha Rei Tudhaliya IV; (centro e direita) espada feita de cabeça de deus Nergal e de quatro cabeças de leão

Em uma das paredes um grande painel mostra uma divindade que acompanha / proteger um rei: é provavelmente um relevo funerário, um segundo painel grande retrata uma espada mais incomuns; o deus retratado em sua alça é o Deus do Submundo, o que parece confirmar que a câmara era o túmulo do rei Tudhaliya IV.


Yazilikaya - pequena câmara: divindades do submundo

Um alívio retratando um cortejo de doze soldados correndo foi colocado no início da parede oposta: eles foram identificados como divindades, mas provavelmente eles usavam os trajes da guarda real.

O império hitita não foi substituído por uma outra nação bem estruturada: Hattusa foi abandonada para sempre para além de pequenos povoados e temporários durante o frígio, persa, helenístico, os períodos romano e bizantino.


Redondezas

A paisagem que rodeia a cidade incluí ricos campos agrícolas, terras no monte para pastagem, bem como árvores. Pequenos bosques ainda se encontram fora da cidade, mas nos tempos antigos eram muito mais difundidas. Isto significava que a população tinha uma fonte excelente fonte de madeira para construir suas casas e outras estruturas. Os campos proviam aos povos muito trigo, cevada e lentilhas. Panos também eram abundantemente confeccionados, mas a sua principal fonte de vestuário foi de lã de carneiro. Eles também caçavam veado na floresta, mas este foi, provavelmente, apenas um luxo reservado para a nobreza. A fonte de carne eram de animais domesticados. Havia vários outros povoados nos arredores, como o santuário na Yazilikaya ea cidade em Alacahöyük Uma vez que os rios da área são muito pequenos e inadequados para os principais navios, todos os transportes de e para Hattusa tinha que ir por terra.


Ain Dara

Ain Dara é uma aldeia a cerca de 30 km de Beirute , na governadoria de Monte Líbano , no Distrito de Aley . Ain Município Dara tem uma área de 2.586 hectares (25,86 km ² - 9,98196 mi ²), com uma população de aproximadamente 8000 pessoas (emigrantes 1700). Ele tinha 3.874 eleitores registrados em 2010.
Ain Dara está localizado numa encosta de frente para o sul com vista para o pinhal do vale safa a uma altitude de 1.300 metros. É perto de Mount Barouk , que é famosa por sua cedro floresta. Sua altitude dá verões frescos e invernos frios com fortes nevascas.
Alguns lugares bem conhecidos ao redor Ain Dara são Hammana e Mdeirej para o norte, Azzounieh Al Bmuhrein e para o sul, Dahr-el-Baydar para o leste e Sawfar para o oeste. Ain Dara é conhecida pela famosa Batalha de Ain Dara que tiveram lugar em 1711. Foi uma batalha histórica que mudou a face do Líbano na época.

Um dos lugares mais bonitos de toda a Síria do norte é o Afrin River Valley com seu verde e bem regada terras agrícolas, pastagens e pomares. Ao descer para o vale do Afrin de altas montanhas áridas a sul, é fácil imaginar isso como o modelo para o Éden bíblico. Situado no alto de um isolado dizer no vale é o templo neo-hitita em Ain Dara. O templo escavado é construída de rocha escura profundamente trabalhou com esculturas cerimonial e oferece vistas impressionantes das planícies férteis em torno dele. É fácil perceber o seu papel como centro de atividades espirituais para a população local 3.000 anos atrás, quando ela estava em uso - talvez a adorar a deusa Ishtar.


Além de sua beleza calma contemplativa como um lugar de culto antigo, o templo de Ain Dara representa outra coisa. Ele ea cultura Neo-hitita que é simboliza vêm de um tempo de recuperação e inovação seguintes colapso social generalizado.

Durante o século 12 aC, o Médio Oriente ocidental, do Egito para o Levante eo Império Hitita do norte da Síria e Anatólia foi assolado pela violência e discriminação social. Uma amplamente noticiado causa desta dissolução do antigo impérios, cidades e estruturas sócio-econômicas foi a atividades guerreiras de "povos do mar 'um misterioso. Tabuletas cuneiformes e hieróglifos egípcios gravar seus ataques, e do medo e da ameaça sentida pelas civilizações do Oriente Médio. Seguiu-se uma Idade das Trevas para os quais relatos escritos são escassos e do qual nunca recuperou algumas cidades.

O templo em Ain Dara representa o trabalho de um dos grupos que sobreviveram e se levantou novamente a partir da Idade das Trevas do século 12 aC - o chamado neo-hititas. Eles mantiveram algumas das tradições e modos de o Império Hitita mais velhos, mas em cidades-estado muito menor. No entanto, o colapso e recuperação da Idade das Trevas do século 12 pode ser mais do que uma história de sobrevivência. Pode ter solicitado uma das inovações tecnológicas mais importantes de todos os tempos. Antes do colapso do século 12 o metal dominante para ferramentas e armas foi bronze - feita a partir de uma mistura de cobre e estanho. Daí o termo Idade do Bronze para o período entre aproximadamente 3300 e 1100 aC no Oriente Médio. Estes metais normalmente não ocorrem juntos na região e na fabricação de bronze necessárias redes de comércio organizado. Essas redes foram amplamente interrompida durante o século 12. Tem sido sugerido que, devido à escassez de ingredientes necessários para fazer as pessoas bronze virou-se para um metal mais abundante e refinado o seu processamento para produzir um material até superior para ferramentas e armas - de ferro. Assim, parece que a partir da desordem e colapso da Idade do Bronze surgiu não só uma recuperação, mas a inovação eo nascimento da Idade do Ferro.

Em 1955, a descoberta da possibilidade de um leão de basalto levou à escavação do Tell Ain Dara, um pequeno monte, no vale do rio Afrin no norte da Síria. Arqueólogos desenterraram a plataforma decorada de um templo que é pensado para ter sido construído ao longo de vários séculos, quando a região era parte de um estado hitita menor.
Afrin vale do rio

O Rio Afrin é um afluente do rio Orontes, enquanto o Orontes tem uma direção sul-norte (suas nascentes estão no Líbano), o Afrin tem uma direção norte-sul (suas nascentes estão na parte oriental do planalto da Anatólia); depois de receber o Afrin, o Orontes vira para o oeste e antes de desaguar no Mar Mediterrâneo atravessa Antioquia.
No passado, o vale do Afrin foi, portanto, uma forma importante de comunicação entre a região costeira e do planalto; fronteiras hoje dividir o vale em três seções; que estiver mais próximo das nascentes está na Turquia; o central está na Síria enquanto a final um é mais uma vez na Turquia.

Monte de Ain Dara

O monte de Ain Dara abrigava um pequeno povoado, além do templo, que foi localizado em sua extremidade oriental, o Império Hitita grande centrada em Hattusa não existe mais durante a última fase de construção do templo e alguns arqueólogos usar o termo sírio -hitita para indicar que seu design e decoração refletem também algumas outras culturas da região.

O diretor solitário

Os estados heteu no atual norte da Síria e sudeste da Turquia (ver também uma página na Karatepe) foram invadidas no século VIII aC pelos assírios eo templo foi abandonado, embora Ain Dara, devido à sua posição de comando, continuou a casa de um assentamento até a Idade Média.

Visão geral do templo

O design e em parte da decoração do templo têm atraído a atenção de arqueólogos que estão interessados ​​em encontrar evidências de relatos bíblicos; segundo eles Ain Dara mostra pontos em comum com a descrição do Templo de Salomão em Jerusalém.
O templo foi precedida por uma pequena varanda; medidas levaram a uma antecâmara e depois para o salão principal, o santuário da divindade foi colocada em uma plataforma no final do corredor. Este projeto não é consistente com a dos templos em Hattusa que tinha um pátio central.

Decoração externa do templo

A decoração do templo foi baseado em um friso inferior mostrando leões e esfinges e de uma série de criaturas acima deles, todos com garras idênticas, esta camada superior foi completamente esmagado, porque basalto é uma rocha muito dura a destruição das estátuas deve ter foi uma ação deliberada, na parte inferior do friso muitos dos rostos foram esmagados demais, enquanto o resto dos relevos foram poupados.

(above) Sphinx and lion; (below) a recurring decorative frieze

A relief showing the goddess Ishtar was found inside the temple and this has led to the belief that it was dedicated to her, although it could have been placed there after the Assyrian conquest because Ishtar was a Babylonian/Assyrian deity.

(à esquerda) pegadas gigantes na escadaria que leva à antecâmara; (direita) a pegada na segunda etapa

O aspecto mais impressionante e única da decoração do templo é uma série de pegadas na escadaria que leva à antecâmara (três pegadas) e aqueles que levam ao salão principal (uma pegada). Seu tamanho é três vezes maior do que pé de um homem e eles provavelmente foram uma indicação da passagem de uma divindade. Eles foram esculpidos em lajes de pedra branca para torná-los mais visíveis.

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AS CIDADES BÍBLICAS DESCOBERTAS PELA CIÊNCIA

As muralhas de Jericó
E a muralha ruiu por terra… (J s 6.20).


O dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém e do Departamento de Antiguidades do governo da Palestina (1930-36), descobriu em suas escavações que o muro realmente "foi abaixo"; caiu, e que era duplo. Os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de cinco metros. O muro externo tinha dois metros de espessura e o interno, quatro metros. Os dois tinham cerca de dez metros de altura. Eram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de dez centímetros de espessura, por trinta a sessenta centímetros de comprimento, assentados em argamassa de lama. Eram ligados entre si por casas construídas de través na parte superior, como a de Raabe, por exemplo, erguida "sobre o muro".
Garstang verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. O dr. Garstang pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto, o que pode ser, perfeitamente unia conseqüência da ação divina.
0s cristãos não possuem nenhuma dúvida quanto à existência das cidades mencionadas no Antigo e no Novo Testamento. Por isso, dificilmente julgamos necessário conhecer alguma documentação que comprove esse fato. Não obstante, sabemos que muitas obras religiosas não resistem à menor verificação arqueológica, o que contrasta imensamente com a Bíblia que, através dos séculos, tem seus apontamentos históricos e geográficos cada vez mais ratificados pela verdadeira ciência. Evidentemente, nossa fé não está baseada nas descobertas da ciência. Entretanto, não podemos ignorar os benefícios provindos dela quando seus estudos servem para solidificar a nossa crença.
O objetivo desta matéria é apresentar uma lista parcial de algumas cidades mencionadas na Bíblia e encontradas atualmente pelas escavações arqueológicas. Elaboraremos a lista apresentando suas respectivas evidências. Esclarecemos também essa seletividade porque há centenas de outras cidades que também foram evidenciadas pela arqueologia. O que faremos aqui, no entanto, é apenas uma breve introdução ao assunto.
Este artigo se propõe tão somente a lançar mais evidências ao fato de que a Bíblia não é um livro de ficção, de histórias inventadas por homens falíveis, mas, sim, inspirada por Deus, portanto, suas citações geográficas resistem à verificação arqueológica.

De fato, a Bíblia não só descreve esses lugares em suas páginas como também o faz com extrema precisão. Vejamos:


1. Siquém

Referência bíblica: "E chegou Jacó salvo a Salém, cidade de Siquém, que está na terra de Cariàã, quando vinha de Padã-Arã; e armou a sua tenda diante da cidade" (Gn 33.18;12.6; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações foram empenhadas em Siquém, primeiramente pelas expedições austríaco-alemãs em 1913 e 1914; posteriormente no período de 1926 a 1934, sob a responsabilidade de vários arqueólogos; e, por fim, por uma expedição americana no período de 1956 a 1972 [...] A escavação na área sagrada revelou uma fortaleza na qual havia um santuário e um templo dedicado a El-berith, `o deus do concerto’. Este templo foi destruído por Abimeleque, filho do juiz Gideão (Veja Jz 9) e nos proporcionou uma data confiável acerca do `período teocrático’. Recentemente, nas proximidades do monte Ebal (Veja Dt 27.13), foi encontrada uma estrutura que sugere identificar um altar israelita. Datado do 13° ou 12° século a.C., o altar pode ser considerado como contemporâneo de Josué, indicando a possibilidade de ter sido construído pelo próprio líder hebreu, conforme é descrito em Deuteronômio 27 e 28". (Horn, Siegfried H, Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan,1985, p.40).

2. Jericó

Referência bíblica: "Depois partiram os filhos de Israel, e acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão na altura de Jericó" (Nm 22.1; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Jericó foi a mais velha fortaleza escavada". (Horn, Siegfried H. Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p. 37)
"A cidade de Jericó é representada hoje por um pequeno montículo de área [...1 A cidade antiga foi escavada por C. Warren (1867), E. Sellin e C. Watzinger (1907-09), J. Garstang (1930-36), e K. Kenyon (1952-58)". (Achtemeier, Paul J., Th.D. Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
"A primeira escavação científica em Jericó (1907-9) foi feita por Sellin e Watzinger em 1913". (The New Bible Dictionàry Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1962).

3. Arade

Referência bíblica: "Ouvindo o cananeu, rei de Arade, que habitava para o lado sul, que Israel vinha pelo caminho dos espias, pelejou contra Israel, e dele levou alguns prisioneiros" (Nm 21.1; 33.40; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações realizadas por Y. Aharoni e R. B. K. Amiran no período de 1962 a 1974 comprovaram a existên cia de Arade - 30 km ao nordeste de Berseba" (The New Bible Dictionary Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc.,1962).
"O local consiste em um pequeno monte superior ou acrópole onde as escavações revelaram ser a cidade da Idade do Ferro". (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper k Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
Referência bíblica: "E chamaram-lhe Dá, conforme ao nome de Dá, seu pai, que nascera a Israel; era, porém, antes o nome desta cidade Laís" (Jz 18.29; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"A escavação de Dá começou em 1966 sob a direção de Avraham Biran". (Horn, Siegfried H., Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p.42).
"Primeiramente chamada Laís, esta cidade é mencionada nos textos das tábuas de Mari e nos registros do faraó Thutmose III, no século XVIII a.C. É identificada como Tel Dá (moderna Tell el-Qadi) e localiza-se no centro de um vale fértil, próximo de uma das principais fontes de alimentação, o Rio Jordão [...] Tel Dá tem sido escavada por A. Biran desde 1966. A primeira ocupação no local remonta ao terceiro milênio antes de Cristo". (Achtemeier, Paul J., ThU, Harper’s Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).

5. Susã

Referência bíblica: "As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a fortaleza" (Ne 1.1; Et 1.1; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações conduzidas por Marcel Dieulafoy no período de 1884 a 1886 comprovaram a existência da cidade de Susã". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W & Mitchell, Donald, Editors. Whos Who in Christian History Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992.)

6. Nínive

Referência bíblica: "E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levantate, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até a minha presença" (Jn 1.1,2; 2Rs 19.36; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Nínive foi encontrada nas escavações de Austen H. Layard no período de 1845 a 1857". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W & Mitchell, Donald, Editors. Who’s Who in Christian History, Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992).

7. Betel

Referência bíblica: "Depois Amazias disse a Amós: Vaite, ó vidente, e foge para a terra de Judá, e ali come o pão, e ali profetiza, mas em Betel daqui por diante não profetizarás mais, porque é o santuário do rei e casa real" (Am 7.12,13; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"W. F Albright fez uma escavação de ensaio em Betel em 1927 e posteriormente empenhou uma escavação oficial em 1934. Seu assistente, J. L. Kelso, continuou as escavações em 1954, 1957 e 1960" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper’sBible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).

8. Cafarnaum

Referência bíblica: "E, chegando eles a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as dracmas, e disseram: O vosso mestre não paga as dracmas?" (Mt 17.24; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Cafarnaum foi identificada desde 1856 e, a partir de então, tem sido alvo de escavações nos últimos 130 anos" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).

9. Corazim

Referência bíblica: "Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! peque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza" (Mt 11.21; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações na atual cidade deserta indicam que ela abrangeu uma área de doze acres e foi construída com uma série de terraços com o basalto da região montanhosa local" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper’s Bible Dictionary San Francisco: Harper ando 10.

10. Éfeso

Referência bíblica: "Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Efeso, e fiéis em Cristo Jesus" (Ef 1.1; grifo do autor).
"E encheu-se de confusão toda a cidade e, unânimes, correram ao teatro, arrebatando a Gaio e a Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo na viagem" (At 19.29) . A cidade em referência é Éfeso.
Evidência arqueológica:
"Arqueólogos austríacos encontraram em escavações, no século passado, um teatro de 24.000 assentos, bem como muitos outros edifícios públicos e ruas do primeiro e segundo séculos depois de Cristo, de forma que a pessoa que visita o local pode ter uma boa impressão da cidade como foi conhecida pelo apóstolo Paulo" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).

11. Jope

Referência bíblica: "E, como Lida era perto de Jope, ouvindo os discípulos que Pedro estava ali, lhe mandaram dois varões, rogando-lhe que não se demorasse em vir ter com eles." (At 9.38; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Durante escavações no local da antiga cidade de Jope (XIII a.C.) o portão da fortaleza foi descoberto…" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper’s Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
Diante desta simples exposição, podemos afirmar como Sir Frederic Kenyon, que disse: "Portanto, é legitimo afirmar que, em relação à Bíblia, contra a qual diretamente se voltou a crítica destruidora dá segunda metade do século dezenove, as provas arqueológicas têm restabelecido a sua autoridade. E mais: têm aumentado o seu valor ao torná-la mais inteligível por meio de um conhecimento mais completo de seu contexto e ambiente. A arqueologia ainda não se pronunciou definitivamente a respeito, mas os resultados já alcançados confirmam aquilo que a fé sugere, que a Bíblia só tem a ganhar com o aprofundar do conhecimento".1

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