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Malco - Reconstruindo um sonho.



Malco
Muita gente talvez não o conheça ou, apesar de já ter visto o seu nome na Bíblia, não tenha entendido que, embora fosse um personagem secundário, um mero figurante, Malco tem uma história belíssima.
O nome de Malco é citado no capítulo 18, versículo 10, do evangelho de João como servo do sumo sacerdote. Ele havia sido golpeado na orelha direita por Simão Pedro. Muitas pessoas, erroneamente, acham que Pedro cortou a orelha de um soldado, mas, na verdade, cortou a de Malco.

E quem era Malco?
Era um homem que tinha um sonho: ser um sacerdote. Segundo historiadores, Malco passou a vida estudando, obedecendo as regras, as leis e estava a um passo de tornar-se um sacerdote quando, a mando do seu superior, foi ao encontro de Jesus para prendê-lo.
De acordo com a lei vigente na época, quem queria ser um sacerdote não poderia ser gago, surdo ou ter qualquer defeito no corpo.
“Então, Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita; e o nome do servo era Malco.” (João 18.10)

Tirando lições
Quantas vezes nos dedicamos, batalhamos por algo e quando chega a nossa vez de ser coroado eis que algo acontece e corta, literalmente, os nossos sonhos pela raiz.
E às vezes quem puxa a espada para cortar os nossos objetivos é alguém que está andando com o Mestre, ou alguém tão próximo de nós.
Todos os evangelhos fazem uma referência a esse fato (leia Mateus 26:51-52, Marcos 14:47, João 18:10-11). Mas somente Lucas o médico, nos conta acerca da cura.“Mas Jesus acudiu, dizendo: Deixai, basta. E, tocando-lhe a orelha, o curou.” (Lucas 22.51)
Jesus sabia dos sonhos de Malco, e que aquela cura não representava apenas um milagre físico, mas também espiritual.

Para não esquecer
Deus vê todas as coisas. Ele sabe dos nossos sonhos. E quando a nossa vida está nas mãos Dele, ainda que alguém tente frustrar os nossos objetivos, eis que Jesus nos acode e nos cura e reconstrói os nossos sonhos.
Ainda não é o fim. O Senhor Jesus pode reconstruir aquilo que foi quebrado, curar o que está ferido e alicerçar o que está prestes a ruir.

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ARQUEÓLOGOS DESCOBREM TEMPLO FILISTEU SEMELHANTE AO DESTRUÍDO POR SANSÃO!


Uma equipa internacional de arqueólogos descobriu evidências de um poderoso sismo na localidade bíblica de Gate, actualmente Tell es-Safi/Gath - terra de Golias, bem como peças rituais que datam da época do ferro (10º século a.C.).
Arqueólogos da Universidade Bar-Illan escavaram dois importantes achados na cidade bíblica de "Gate dos filisteus" (terra de Golias).

A descoberta do templo filisteu foi anunciada pelo professor Aren Maeir, do Departamento de Estudos e Arqueologia da Terra de Israel.
"É interessante que o design da arquitectura deste templo, com os seus dois pilares centrais, é uma reminiscência da imagem arquitectural que está descrita na famosa história bíblica de Sansão com os filisteus, em que Sansão derruba o templo ao colocar-se entre os 2 pilares centrais, causando assim a destruição do mesmo. Talvez isso indique que a história de Sansão reflecte um tipo de templo que estava em uso na Filisteia naqueles dias" - afirmou o prof. Maeir, que tem dirigido as escavações em Tell es-Safi/Gath nestes últimos 13 anos.
Esta cidade está localizada na planície costeira do sul de Israel, não longe de Kiryat Gat, a cerca de meio caminho entre Jerusalém e Ashkelon.



Graças aos voluntários e arqueólogos que trabalham em Tel el-Safi no sul de Israel, tem havido novas descobertas nas ruínas de Gate, o antigo país dos filisteus. Estas descobertas recentes permitem traçar um quadro mais concreto desta vila, que aparece no relato bíblico como os inimigos perpétuos dos israelitas. O trabalho começou na semana passada, com centenas de parceiros de diferentes países,
e acrescentou novos materiais para muitos encontrado desde o projeto começou em 1996. Em um poço quadrado, diversos vasos de 3.000 anos atrás filisteus vieram à tona. Um fragmento tinha uma cor vermelha e uma espiral preta, uma decoração comum na arte grega antiga que aponta para a origem dos filisteus, no Mar Egeu.


O prof. Maeir informou também que a sua equipa tinha encontrado impressionantes evidências de um terramoto no 8º século a.C., reminiscência daquele que está registado no Livro de Amós 1:1.
A equipa escavou muralhas que se encontravam afastadas do seu lugar original e que foram derrubadas como um baralho de cartas como resultado do poderoso sismo - calculado como tendo atingido a magnitude 8 na escala Richter - informou ainda Maeir.
As escavações deste verão em Tell es-Safi/Gath revelaram também mais evidências da destruição da cidade por Hazael, rei da Síria, tal como se encontra mencionado em 2 Reis 12:17-18, bem como evidências do primeiro aldeamento filisteu em Canaã (cerca de 1200 a.C.) e vários níveis da cidade canaanita de Gate.
O projecto arqueológico Tell es-Safi/Gath é uma investigação a longo prazo que visa estudar a arqueologia e a história de um dos sítios mais importantes de todo o Israel. O Tell es-Safi/Gath é um dos maiores tells (um tell é um monte artificial sobre ruínas antigas) em Israel e foi habitado quase continuamente desde o 5º milénio a.C. até aos dias de hoje.
Os participantes das escavações deste ano são oriundos dos EUA, Canadá, Austrália, Espanha, Itália, Alemanha, Suíça, Reino Unido, Holanda, Polónia e Israel.
Estas "revelações" extraídas da terra são evidência clara da veracidade da revelação bíblica. Ela vêm mais uma vez provar que a Bíblia tem razão em tudo o que diz! Não sendo um compêndio de História ou de Ciência, a Bíblia é mesmo assim uma referência fidedigna comprovada a cada dia pelas novas descobertas que a ciência da Arqueologia vem trazendo à luz.
Shalom, Israel!

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O ossuário de Caifás, Sumo Sacerdote que condenou Jesus Cristo


Os arqueólogos Yuval Goren da Universidade de Tel Aviv e Boaz Zissu da Universidade Bar Ilan confirmaram, noticiou a “Folha de S.Paulo” a autenticidade de um ossuário pertencente à família do sacerdote que teria conduzido a tumultuada sessão do Sinédrio que considerou “blasfemo” Jesus Cristo. No ossuário, os judeus guardavam os ossos dos antepassados depois da fase inicial de sepultamento.

Os especialistas concluíram que o ossuário e suas inscrições são autênticos e antigos, escreveu o “Jerusalem Post”. A peça faz parte de um conjunto de 12 ossuários recuperados no mesmo local e pertencentes à família Caifás.

Dentro dessa urna foram encontrados ossos de seis pessoas ao que tudo indica da mesma família: dois bebês, uma criança entre 2 e 5 anos, um rapaz entre 13 e 18, uma mulher adulta e um homem de perto de 60 anos.

Na mesma peça lê-se a inscrição: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri”. Num dos lados não decorados aparece o nome “José bar Caifás”, onde “bar” não necessariamente significa “filho de”.

A Miriam da inscrição poderia ser neta do próprio Caifás do Evangelho ou de algum outro membro da família sacerdotal.


O nome “Caifás” é a pista crucial, segundo os arqueólogos mencionados.

José filho de Caifás era o nome do sumo sacerdote do Templo de Jerusalém que, segundo os Evangelhos, liderou junto com seu sogro Anás, a iníqua conjuração que levou Jesus à morte, escreve Archeology Daily News.

No Museu de Jerusalém exibe-se outro ossuário de grande luxo. É feito em pedra entalhada com seis rosáceas dentro de dois círculos ornados com folhas de palmeira. Data provavelmente do século I.

Num lado não entalhado há a inscrição que o identifica como sendo o ossuário do próprio Caifás.

No interior deste ossuário encontraram-se os restos de um homem de 60 anos, tendo-se quase certeza que são os mesmos do Sumo Sacerdote durante a Paixão e Morte do Santíssimo Redentor.

Num dos ossuários havia uma moeda cunhada pelo rei Herodes Agrippa (37–44 d.C.). Este foi um dos indícios que sugeriu se tratar dos ossos do Sumo Sacerdote que entregou Nosso Senhor à morte pela mão dos romanos.

Segundo os Evangelhos de São Mateus (cap. 26, 3-5) e de São João (cap. 11) Caifás foi o cérebro da combinação para matar a Jesus Cristo.

Escadaria do palácio de Caifás.
Nosso Senhor pode ter subido por ela durante a Paixão

Foi na casa de Caifás que o Sumo Sacerdote, reunido com o Sinédrio, pronunciou a tremenda e injustíssima sentença homicida-deicida:

Caifás rasga as vestiduras.
Bom Jesus, Braga, Portugal

O que significa que os ossos de Caifás tenham sido trazidos à luz nestes anos em que a Igreja vive um drama análogo ao da Paixão de Cristo?

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sino encontrado em jerusalém pode ser de sacerdote do 2° templo

O objeto foi encontrado em escavações na Cidade Antiga de Jerusalém Sino encontrado pode ter pertencido a sacerdote do segundo Templo



A Bíblia relata no livro de Êxodo (Êxodo 28:33-34 e 39:24-26) que os sacerdotes do Templo tinham pequenos sinos dourados pregados em suas roupas junto com imagens decorativas de romãs. No último domingo, 24 de julho, arqueólogos encontraram um objeto semelhante com o descrito nas Escrituras em um esgoto abaixo da Cidade Antiga de Jerusalém.

O sino tem meia polegada (um centímetro) de diâmetro e tem uma pequena alça que parece ter sido usada para costurá-la como um ornamento para a roupa.


Os arqueólogos disseram que o objeto pode ter pertencido a um residente rico da cidade há dois mil anos, mas não podem afirmar se era ou não de um sacerdote do Templo. O Segundo Templo durou de cerca de 515 aC até 70 dC.

Para Eli Shukron da Autoridade de Antiguidades de Israel, o antigo proprietário deste pequeno sino provavelmente “andou na rua, e de alguma forma o sino de ouro caiu de sua roupa para o canal de drenagem”. Shukron chegou a agitar o sino e ouviu um som metálico fraco, parecido com um tilintar e até mesmo com um chocalho.

Ouça o som do sino:

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O Mistério das 10 Pragas do Egito


As pragas do Egito

Estes dias estudando a palavra de Deus ali no Pentateuco de nossas bíblias na parte em que o Senhor fala com Moisés na sarça ardente, sua ida de volta para o Egito juntamente com seu irmão Aarão e todos os sinais que Deus operou através deles na casa do faraó, hoje milhares de anos depois quando lemos aquelas passagens pensamos que compreendemos bem elas, mas nos esquecemos que o povo daquela época tinha um conceito de mundo muito diferente do nosso, tanto quanto relativo ao tamanho, quanto a forma como era representado este mundo.


O motivo de eu estar dizendo isto é muito simples, como nós bem sabemos Deus por ser onisciente e onipresente ele sabe tudo o que acontece e também como reagiremos a cada determinada situação, eu creio que também foi assim com egípcios, pois cada praga daquela que ele enviou a terra do Egito tem um significado muito forte para nós, mas como estudaremos hoje para eles o efeito era ainda mais devastador e logo descobriremos porque estudando os sinais e as pragas que ocorreram ali, vamos aos fatos aprender com o que eles nos dizem, estas pode não ser uma parecer uma palavra de edificação por hora, mas nos ajudara muito a compreender alguns símbolos bíblicos e para quem deseja se aprofundar um pouco no conhecimento da palavra de Deus é necessário conhecer simbologia bíblica, para poder interpretar corretamente os textos bíblicos.

Nosso estudo se inicia em Ex 4 e vai ate Ex 12, nela veremos como é poderoso o nosso Deus.
Antes de partirmos para os textos propriamente ditos gostaria de falar primeiro sobre o conceito de universo que os Egípcios possuíam que como podemos perceber é muito diferente do nosso conceito atual, isso se torna necessário para compreendermos melhor o significado dos milagres e das pragas que Deus operou no meio deles.

Eles costumavam nomear cada um de seus deuses conforme o que eles acreditavam , abraçando o céu acreditavam ter a deusa céu chamada Nut,depois dentro disso o deus ar chamado Shu e o deus terra chamado Geb

Nut é a Deusa do céu, irmã e esposa de Geb.

deus do ar Shu

deus da terra Geb

deus do nilo hapi


assim podemos compreender um pouco o modo como os egípcios viam o universo criado por seus deuses e que cada deus daquele representava uma parte do mundo, portanto tínhamos o deus céu representado pelo céu, o deus ar representado pelo ar, o deus terra representado pela terra, o deus Nilo, representado pelo rio Nilo, teologicamente podemos dizer que era um conceito panteísta.

Observando estes fatos é possível entender cada milagre e praga que Deus realizou naquele meio, era algo para, mexer não só com o trabalho escravo que eles exploravam dos israelitas, mas também confrontava diretamente suas crenças e como ainda acontece até hoje as pessoas suportam que você faça e fale muitas coisas para elas desde que você não mexa com suas crenças e foi justamente isso que Deus fez com os egípcios os feriu eles onde eles mais se orgulhavam, vejamos.

Primeiro sinal diante do faraó.

Como Deus já havia mandado Moisés e Aarão uma vez a faraó e ele não tinha atentado para o recado que eles haviam lhe entregado, pelo contrario haviam aumentado o trabalho do povo e isso estava causando muitos problemas no meio do povo.
Novamente Deus os envia a presença do Faraó para dizer-lhe para deixar partir seu povo e como já era de se esperar nada acontece no coração dele e ali a partir daquele instante o Senhor Deus através das vidas de Moisés e Aarão começa mostrar todo o seu poder.

E o primeiro sinal que eles fizeram na frente do faraó foi lançar ao chão a vara que Aarão carregava e ela se tornou em uma serpente na frente de todos, a palavra diz que no mesmo instante vieram os magos do faraó e fizeram o mesmo, mas o que eles não esperavam é que a vara de Aarão que agora era serpente engoliu as serpentes dos magos egípcios.

Com este gesto Deus estava mostrando que seu poder é maior que qualquer poder, feitiçaria que possa existir, imagine o tamanho do ódio que o faraó e os egípcios sentiram ao ver que eram impotentes diante daquela situação, a época eles eram uma grande nação que dominava tudo e ser afrontados assim dentro do próprio palácio era demais para eles.

Primeira praga

Como o coração do faraó continuava endurecido e de maneira alguma ele pretendia abrir mão do trabalho escravo que o povo israelita representava, pois quando saíram pelas contagens bíblicas eram mais de 700.000 homens fora mulheres e crianças, ao todo deveriam ser mais de 2.000.000 de pessoas, humanamente quem estaria disposto a abrir mão disto tudo, creio que nenhum governante e não somente daquela época, pois hoje vemos guerras começarem por muito menos que isso.
Então no dia seguinte quando o faraó saiu às águas novamente Deus enviou Moisés a Aarão a ele para pedir que ele libertasse seu povo, como para eles o rio Nilo era um deus o momento de ir as águas deveria ser cheio de rituais assim como vemos na índia atualmente e quando ele esta ali chegam Moisés e Arão e novamente ouvem sua recusa então vem à primeira praga e a bíblia nos diz que toda a água do seu rio deus se torna sangue, os peixes que havia ali morreram e o seu rio deus começa a feder.
Novamente Deus mostra o seu poder diante dos egípcios matando o rio deus, porque o cheiro que vinha do rio era de morte e podridão.
Isso é tudo que um falso Deus consegue transparecer diante do Deus verdadeiro morte e podridão.

Segunda praga.

Agora como o faraó continuava com o coração endurecido se recusando a deixar ir o povo hebreu os deuses do Egito sofreram mais uma humilhação. As rãs que para o povo Egito eram sinal de fertilidade brotaram das águas por todas as partes e entraram para dentro das casas, indo parar na comida, nas camas e em todos os locais tornando a vida de todos ali um transtorno terrível e como eles consideravam a rã uma deusa também imagina o cuidado para que nenhuma fosse morta.
Novamente aqui Deus da provas que aquilo que eles acreditavam que era sua proteção não lhes servia para nada apenas os incomodava e nada mais, um fato curioso aqui nesta praga é que eles estavam tão apavorados e sem entender o que estava acontecendo que quando ele concorda em deixar o povo ir e então Moisés lhe pergunta quando é que ele queria se ver livre das rãs ele responde amanhã, meus amigos para alguém que está com a casa lotada de rãs dizer amanhã não é lá algo muito simples de se compreender.
Aqui só queria comentar um seguinte aspecto, quantas pessoas que estão sofrendo agarradas a falsos deuses e ficam deixando para amanhã se livrar deles, quero só ver se Jesus voltar antes o que ela vai fazer?

Terceira praga.

Como o faraó ficou apenas na promessa de deixar o povo ir então veio sobre a terra do Egito a terceira praga que foram os piolhos, quando a vara de Aarão tocou o chão então os piolhos começaram a subir e outra vez podemos ver o poder de Deus e ele mostrando seu poder sobre os falsos deuses egípcios, pois como mencionei no inicio a terra também era um deus para eles e agora do pó da terra como nos diz bíblia brotam os piolhos para lhe causar aflição física e sofrimento.
Estes gestos nos mostram que como toda a terra pertence a Deus ele pode usar qualquer coisa ou animal da natureza para cumprir seus propósitos.
Como fica cada vez mais claro um falso deus somente traz sofrimento e angustia e nenhum beneficio.

Quarta praga

Mas como o coração de faraó não se modificava vieram os enxames de moscas ou como alguns estudiosos acreditam vespas, o que é interessante aqui é que novamente deveria ser um outro animal ou inseto ligado à crença dos egípcios, que por causa daquilo que criam não podiam as exterminar e por isso pediram ajuda a Moisés, Deus realmente queria mostrar de todas as formas para aquele que toda a terra pertence a ele, como a própria palavra diz ele estava fazendo juízo sobre as divindades egípcias.
Imagine como o povo egípcio deveria estar se sentindo pois de repente de uma hora para outra aquilo que haviam crido durante gerações inteiras e humilhado e se torna como nada, e nas mãos de deus os falsos deuses realmente não são nada.

Quinta praga

Como o arrependimento do faraó era apenas superficial, que desejava um monte de transigências por parte do povo de Israel e logo Moisés saiu de sua presença tudo isso se mostrou falso e ele voltou atrás no que havia concedido ao povo Deus novamente lhes manda mais um juízo, ou seja, mais uma praga e com o mesmo caráter das outras e atingiu o gado dos egípcios matando-os todos os que estavam no campo.
Um fato curioso aqui nesta praga é que os judeus que tinham seus gado e que não os deixaram no campo e o recolheram para locais cobertos puderam salvá-los, ao contrario aqueles que não levaram a palavra de Deus a sério e deixaram seus gados soltos normalmente pelo campo tiveram uma surpresa desagradável, pois seu gado foi morto junto com o dos egípcios, isso nos mostra claramente que pessoas não comprometidas com Deus acabam saindo debaixo de sua proteção.
Imagine a reação dos israelitas quando viram egípcios haviam levado a sério a palavra de deus e recolhido seus gados do campo com ele vivo e o judeu negligente que deixou seu gado solto pelo campo chegou ao pasto e viram todos eles mortos.
Isso é um grande alerta para aqueles que pensam que podem levar as coisas de Deus de qualquer forma sem compromisso, isso nunca pode acontecer com um servo de Deus, quando falamos de José do Egito falamos sobre isso de dar sempre o melhor de nós.

Sexta praga

Agora Deus manda Moisés jogar cinza pra cima na frente dos magos do faraó e esta cinza se transformou em sarnas que causavam ulceras em todo o corpo dos egípcios, e a palavra nos diz que os magos do faraó nem conseguiam ficar na frente de Moisés tamanha era coceira que aquilo lhes causava.
Mais uma vez vemos Deus dando demonstração publica que a pretensa magia dos egípcios em nada lhes servia diante o poder de Deus, pois se os magos não podiam se proteger a si mesmos que dirá fazer algo pela terra do Egito.
Uma lição muito forte também para nossas vidas, Deus escancara aquilo que vem dele e o que é falso, onde há espaço para deus habitar logo ficam claros os falsos deuses e eles são humilhados.
Como era de se esperar faraó não mudou sua atitude e não permitiu que o povo saísse de sua presença para ir sacrificar.
Toda aquela magia de que se orgulhavam ali diante do poder do Deus altíssimo era como nada, hoje também deve ser assim, quer saber se algo provém de Deus coloque diante do Senhor em oração e logo lhe virá a resposta.

Sétima praga

Até a sexta praga se observarmos com calma veremos que elas tinham o sentido de humilhar os falsos deuses egípcios e servir como um alerta para produzir arrependimento no coração de faraó, mas como pudemos perceber isso não ocorreu então a partir da sétima praga Deus começa executar seu juízo como forma de destruição mesmo.
Esta praga que sobreveio sobre a terra do Egito foi terrível, pois como bem sabemos saraiva se referem às pedras e pelo que pudemos entender pela palavra era uma mistura de pedras (que a bíblia não revela o tipo) e fogo também, e era tão terrível que todo ser vivo que estivesse no campo morreria, e a terra do Egito sofreu muitíssimo e ao final ainda vemos o relato de que o faraó se corrompeu ainda mais e pecou ainda mais.
Isso nos mostra claramente que quando se esta no erro e se rejeita aceitar o poder de Deus a pessoa se afunda cada vez mais em seus pecados.
Naquele momento o faraó não abria seu coração porque estava sendo usado para demonstrar o poder de Deus para todo o mundo, pois para os egípcios ver toda sua nação destruída e humilhada e não possuir forças para reagir era um derrota terrível.

Oitava praga.

Como vimos anteriormente à saraiva devastou grandemente a terra do Egito e agora para acabar com o resto do que havia sobrado vemos que os gafanhotos vieram trazidos por um forte vento e cobriram toda a terra do Egito, quem já viu uma nuvem de gafanhotos sabe o perigo que isso representa, depois que eles vão embora é possível ver a terra limpa, não sobra absolutamente nada eles devoram tudo.
Naquela situação a terra já estava muito prejudicada e depois com esta praga não sobrou nada de comida nos campos, apenas nos celeiros, alias celeiros estes que foram construídos por José aquele sonhador do Senhor, novamente a terra viveria na dependência de Deus.
Agora alem de estarem humilhados também sua produção de alimentos estava toda devastada, mas este ainda não seria o castigo maior que sobreviria sobre aquela terra, vejamos mais adiante.

Nona praga.

Depois disso tudo vem à praga das trevas onde a bíblia nos mostra que houve uma escuridão total de três dias, e ela era tão espessa que se podia senti-la.
Nesta praga tem novamente um agravante muito sério, pois como sabemos o sol era um Deus para os egípcios, e alias era um dos mais cultuados, portanto estas trevas tremendas para eles significava a derrota do deus sol para as trevas, o que eles viam era essas trevas enviadas por Deus engolindo o deus sol deles, mais uma vez vemos o Senhor julgando os falsos deuses egípcios.
A palavra se cumpre aos poucos mas totalmente e quanto mais o tempo vai passando mais o Senhor Deus vai preparando a saída de seu povo escolhido da terra do Egito, povo este que havia se mudado para aquela terra convidado pelo faraó que conviveu com José, mas como o tempo passou e eles haviam se multiplicado muito os faraós com medo de uma revolta os transformou todos em escravos, o que ele não sabia é que Deus era com eles e ouviu o seu clamor e agora estava julgando a terra do Egito por isso.
E Deus julgou tudo e demonstrou de varias formas que os falsos deuses egípcios não tinham serventia alguma.

Décima praga

Esta a mais devastadora de todas elas, pois era para realmente ficar gravado nos anais da história o que Deus fez para livrar seu povo de todo aquele tempo de escravidão em terra estrangeira, e como podemos perceber apesar de já terem se passado muitos séculos ainda esta história é lembrada com detalhes riquíssimos.
Relacionada a esta praga que podemos considerar como um juízo de Deus sobre o faraó e toda terra do Egito estão ligados três atos.

1º- Deus alerta o que pretende fazer através de seu servo fiel Moisés.

2º - O Senhor Deus institui a páscoa para o povo israelita que é o que chamam de pessah ou passagem, pois esta seria a noite que o anjo do senhor iria passar sobre toda a terra do Egito a exterminar todo primogênito do homem e de animais das casas onde não houvesse o sangue aspergido sobre os umbrais das portas.

3º- Quando chegou à noite predita o anjo do senhor veio e a palavra nos diz que não havia uma casa dos egípcios onde não houvesse mortos e assim foi uma grande lamentação, morreram os filhos deles inclusive o filho do faraó e também todos os animais primogênitos inclusive aqueles que eles consideravam sagrados como deuses.
Se antes Deus havia humilhado os deuses agora seu anjo exterminou muitos deles em uma única noite.


Com este fato o faraó permitiu que o povo saísse e a bíblia nos diz que ao saírem eles despojaram os egípcios, pois tudo o que pediam a eles lhes era dado, tamanho era o temor que aquele sinal de Deus havia causado sobre a terra.
Muitas vezes alguns incrédulos duvidam do poder de Deus, mas quando veem ele em ação ficam atônitos atemorizados totalmente sem reação a prova disso é que assim que aconteceu o fato o faraó logo disse que era para aquele povo sair urgentemente de sua terra mas logo que passou aqueles estagio inicial e mandou seu exercito ir atrás deles e trazê-los de volta.
O que ele ainda não havia entendido é que quem estava tirando aquele povo dali não eram Moisés e Arão, mas sim a mão poderosa de Deus.
E daí em diante como sabemos Deus levou seu povo a caminho da terra prometida uma terra onde mana leite e mel, mas esta história ficara para outra oportunidade.
Até breve, fiquem na PAZ DO SENHOR.

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