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ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE PETRA


Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada, numa cerimônia realizada em Lisboa, Portugal, uma das Novas sete maravilhas do mundo.

golfo de agaba

Petra, maravilha do mundo, é, sem sombra de dúvida, o tesouro mais valioso da Jordânia e a maior atracção turística. É uma cidade vasta e singular esculpida na própria face rochosa pelos Nabateus, um engenhoso povo árabe que aqui se fixou durante mais de 2000 anos e que a transformou num local importante para as rotas da seda, das especiarias e outras rotas comerciais que ligavam a China, a Índia e a Arábia do Sul ao Egipto, Síria, Grécia e Roma.



A entrada para a cidade é feita pelo "Siq", um estreito com mais de 1 quilómetro de comprimento, ladeado por imponentes penedos com 80 metros de altura. Caminhar pelo Siq é, por si só, uma experiência única. As cores e as formações rochosas são impressionantes. À medida que nos aproximamos do fim do Siq, começamos a ver Al-Khazneh (Tesouro).


Esta é uma experiência que suscita admiração. Uma fachada imponente com 30 metros de largura e 43 de altura esculpida na própria face rochosa de um rosa poeirento e que faz com que tudo a seu lado pareça minúsculo. Foi esculpida em inícios do século primeiro para ser o túmulo de um importante rei nabateu e representa o génio deste povo ancestral.

Antecedentes
A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco (Síria) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina.

Mitologia
Antes conhecidos como os Edomitas, tiveram origem no bíblico Esaú, irmão de Jacó, filhos de Isaac e netos do patriarca Abraão. Esaú, quando se zangou com o seu irmão Jacob, partiu e fundou a cidade de Edom.
Os nabateus foram um povo rico nos seus costumes e rituais religiosos. A sua mitologia está repleta de deuses e deusas que eram motivo de adoração e inspiração artística.
Dhû Sharâ era o seu deus principal, um deus anacónico muito idêntico ao deus de Israel Yahweh. Isto faz sentido porque Edom foi o nome que Esaú assumiu depois de se ter zangado com seu irmão, e o seu irmão Jacob foi chamado de Israel. Por este motivo é muito natural que o deus adorado por estes dois povos irmãos sejam o mesmo, apenas com nomes diferentes.


Fundação
O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos Nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos Selêucidas e dos Ptolomaicos,

Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controle das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira.

Época Romana

Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos Hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.
No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controlo directo de Roma (Arábia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebaptizou-a de Hadriana Petrae, em honra de si próprio.

Época Bizantina
Em 380 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constatinopla (actual Istambul).
Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até o ano em que um terremoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.
Em 551, um segundo terremoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo. Petra não conseguiu se recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.

Redescoberta de Petra
As ruínas de Petra foram objecto de curiosidade a partir da Idade Média, atraíndo visitantes como o sultão Baybars do Egipto, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904).O nome Petra vem do grego e significa rocha.Pois quando os primeiros nativos chegaram lá, viram muitas pedras e rochas e, então surgio a ideia de colocar o nome Petra e traduzido basicamente A cidade das rochas.

Petra nos dias de hoje








































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Pr Marco Feliciano - Poe-te em pé e falarei contigo


Põe-te em Pé e Falarei Contigo - A Diferença entre Ser e Estar. Você está preso, mas não é um PRESO! Você esta caído, mas não é um CAÍDO! Você está triste, mas não é uma pessoa TRISTE! Com este sermão, o Pr. Marco Feliciano numa viagem ao tempo, nos dias.

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porque não sou mórmon,espirita,testemunha de jeová,teosofista ou católico.






O que foi dito é alguma mentira?

Tudo falado possui respaldo na Bíblia que é o manual de fé, queira ou não queira esta é a verdade e a partir de agora vc que a ouviu já não é mais inocente para dizer que não sabia. Aproveite a oportunidade e saia da beira do caminho assim como um dia aquele cego fez, venha para o caminho pois Jesus disse " Eu sou o caminho a verdade e a vida e ninguém vai ao pai a não ser por mim". Ainda há tempo mas um dia não havera mais.

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Criação x Evolução, Quem Está Com a Razão?


















depois dessa você ainda continua acreditando que você veio do acaso ou de uma ameba,
ou tem um projeto superior tão grande e perfeito que só um DEUS poderia fazer todas as coisas
no livro do profeta Isaías vemos a autonomia de Deus e sua identidade. Em autoridade Ele declara que é quem faz todas as coisas e que sozinho estendeu os céus e espraiou a terra (a criação) e no versículo 18 de Isaías 45 além de mais uma vez estar proclamando sua criação se diz Senhor e que não há outro, aí a resposta pra pergunta que se fez no final de Isaías 44.24, Quem estava comigo?
Pergunto mais uma vez, Quem criou o mundo? Quem gerou todas as coisas?
Eis a resposta: . Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez. (João 01.03)
Estava Ele no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dEle, e o mundo não o conheceu. (João 01.10) .
Porque Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele.
Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas; (Colossenses 01.16-17) João 01.01 -

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ROMA - HISTÓRIA E ARQUEOLOGIA

A CIDADE DE ROMA



A capital do Império Romano é uma das cidades mais famosas do mundo, foi fundada as margens do rio Tibre no ano de 753 a.C. Em breve espaço de tempo se estendeu até cobrir sete colinas: a Capitolina, a Palatina, a Aventina, a Celina, a Esquilina, a Viminal e a Quirinal.


O Foro romano estava localizado entre a colina Palatina e a Capitolina, e era centro de interesse comercial, cívico e cultural dos romanos. Os melhores templos, palácios, circos, balneários, monumentos, anfiteatros e edifícios do governo estavam nos arredores do Foro. Toda a vida romana se centralizava ali, e todas as ruas saíam do marco dourado localizado no Foro. Paulo, Lucas, Pedro e outros grandes cristãos devem ter visitado o Foro com freqüência. É provável que tenha sido o local em que Paulo tenha sido sentenciado a morte. Mas as guerras, os terremotos, os incêndios e a passagem do tempo converteram em ruínas essas antigas estruturas, e o pó dos séculos as cobriu.

O Senado Romano - Imponência arquitetônica

Em 600 a.C., Roma era sofisticada cidade-Estado governada por reis. Tinha produtos próprios, aristocracia rica prédios monumentais e organizado sistema social. O rei dividia o governo com Senado e Assembleía. O Senado era o conselho de anciãos, formado por chefes de clãs. Tinha o poder de aprovar ou vetar indicações do rei. A Assembléia era constituída por todos os cidadãos masculinos de Roma; a cidadania era concedida apenas aos filhos de pais romanos. A principal função da Assembleía era outorgar poderes absolutos ao monarca, depois de os líderes das clãs aprovarem o candidato a rei.

Confluiam para Roma grandes rotas comerciais que ligavam a Europa a Ásia e ao norte da África. O comércio gerava não apenas riquezas, colocava a cidade em contato regular com várias culturas, como a gregra, da qual Roma recebeu forte influência. Vizinhos etruscos (atual Toscana) também tiveram grande impacto sobre Roma, a ponto de em meados do século VI a.C., os monarcas romanos passaram a ser etruscos. Deram aos romanos toga, artes, certas práticas religiosas, arquitetura de arco e pedra, sistema de esgotos e corrida de bigas. A influência grega muitas vezes transmitidas pelos etruscos, foi forte na arte da arquitetura, filosofia, ciência e tecnologia. Os etruscos também passaram para os romanos o alfabeto grego, que desenvolvido, tornou-se base de muitas linguas ocidentais.

NASCE A REPÚBLICA
Roma foi governada por sete reis até o último, Tarquínio, etrusco, ser derrubado, em 509 a.C., em um golpe dado por aristocratas romanos. Em vez de instalerem novo monarca, os romanos desfizeram a instituição e Roma tornou-se república.

CIDADÃOS E ESCRAVOS
A sociedade republicana romana era dividida em livres e não livres (escravos). Entre os livres, os mais importantes eram os cidadãos, que elegiam os cônsules. Os cidadãos subdividiam-se em patrícios (elite proprietários de terras) e plebeus (os demais). O Senado era formado por patrícios, e no início a República representou a transferência do poder do rei para a classe mais abastada de Roma.

SURGE O IMPÉRIO ROMANO


Em 27 a.C, Otaviano era de fato, o primeiro "imperador" de Roma, assumindo o título de Augusto. Nascido Otávio, era sobrinho-neto e filho adotivo de César. Após a morte de César, passa a se chamar Otaviano e assume o título de Augusto "o ser dos deuses", princeps "primeiro cidadão". Pôs fim à guerra cívil e parecia que iria restaurar os dias de glória da República, mas governou como autocrata. Manteve-se no poder por 41 anos de relativa paz, marcando o início do Império que duraria mais de 400 anos.

Os romanos não consideravam que a República havia sido extinta com a morte de César, e quando Augusto chegou ao poder não assumiu o manto de imperador todo-poderoso. Ao contrário, afirmava que havia restaurado a República e devolvido o poder ao Senado e ao povo. Augusto se apresentava como "o primeiro entre os iguais" aos senadores, apesar de na verdade, dispor de poder supremo.

O governador Augusto começou com pretensões republicanas, mas enquanto mantinha partes do sistema existente, enxertava nele a sua autocracia. O sistema de governo republicano, baseado na competição entre famílias aristocráticas, foi substituído pelo imperial, no qual apenas uma família aristocrata dominava.

Augusto fez reformas jurídicas, mantendo o princípio básico da leis romanas. Era sua a palavra final na aprovação das leis. Cidadãos acusados de crime normalmente tinham defensores, e magistrados romanos administravam o direito penal. As penas eram duras. Na primeira metade do século II d.C., cidadãos romanos contestavam decisões recorrendo ao tribunal superior baseado em Roma.

AS CONQUISTAS DO IMPÉRIO

Roma começou a se destacar mais ou menos na mesma época em que a cidade-estado de Atenas assumiu a hegemonia da Grécia, ou seja, no século V a.C. Naquela época Roma foi reforçando seu exército e dominando áreas cada vez maiores. Depois de submeter seus vizinhos mais próximos, derrotou os etruscos. Mais tarde expulsou as tribos do povo gaulês, que atacavam pelo norte da península. Em pouco tempo, quase toda a Itália pagava tributos a Roma.

Depois de derrotar os catargineses, Roma passou a atacar outros povos. Os objetivos dos romanos nessas guerras continuavam as mesmas: dominar territórios, cobrar impostos dos povos dominados e escravizar prisioneiros de guerra. Depois da Grécia os romanos conquistaram a Ásia Menor. Foi assim que em 63 a.C. os judeus perderam sua independência quando Pompeu, mais uma vez os submeteu ao "jugo dos pagãos". Desde então os judeus estiveram debaixo do domínio de Roma, embora Hircano (que era da família de Judas Macabeu) conservasse uma soberania nominal.


Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses nas Guerras Púnicas (século III a.C.). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremácia romana no mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum. Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, A Trácia, a Síria e a Palestina.

No final do século I d.C., época imperador Trajano (98-117), Roma dominava rico império que se estendia por todo o Mediterrâneo, Oriente Médio e grande parte da Europa central e do norte. Nos dois primeiros séculos de regime imperial estimava-se que havia 50 milhões de pessoas vivendo em terras romanas. A maior parte das terras foi conquistada durante a República. O império consolidou o domínio sobre as regiões e acrescentou algumas províncias, que foram mais tarde as primeiras a serem perdidas. Britânia, Dácia (atual Romênia), Assíria e Mesopotâmia (Iraque) foram ganhos efêmeros, comparados a outros territórios. Os soberanos romanos não hesitavam em eliminar qualquer rebelião ou ameaça, muitas vezes brutalmente. Uma das razões pela qual o Império foi relativamente estável no período. A expansão que existiu foi ajudada pelo trabalho de imperadores como Trajano e Claúdio. Importante fator para manutenção de terras foi também o lendária força militar romana. O Imperio ao contrário da República, teve na maior parte da existência exército forte e permanente. Os soldados eram máquina profissional altamente organizada, capaz e leal ao imperador.

Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O Império Romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o Império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu, e a vida dos romanos mudou.

A CIVILIZAÇÃO URBANA
A civilização romana era bastante urbanizada, com vasta rede de cidades prósperas, repletas de belos prédios que copiavam os de Roma, com templos e Fórum público. Os extensos territórios do Império eram divididos em províncias administradas por governadores chamados pró-cônsules ou pretores, que exerciam o cargo em nome do imperador. No século III d.C., diferentes líderes resolviam questões militares. Nas províncias, as cidades se assemelhavam às romanas, governadas do acordo com sistema jurídico de estilo romano. Aspecto-chave do Império no século II foi o crescente status das províncias e suas cidades, por exemplo: Éfeso, na àsia Menor e Leptis Magna, no norte da África.

Os centros urbanos da Roma Imperial eram interligados por impressionantes redes de transportes e comunicações, possíveis pelo talento único dos romanos para a engenharia. Estradas, pontes, viadutos, portos e aquedutos foram construídos por todo o Império.

O Império era interligado por milhares de quilômetros de estradas bem construídas, normalmente feitas de lajes de pedra assentadas sobre o cascalho. Vitais por permitirem o rápido deslocamento dos soldados, ajudaram no controle de grandes territórios. No geral a rede viária se concentrava em destinos à Roma, daí o provérbio "todos os caminhos levam a Roma". Muitas dessas estradas existem até os dias atuais, como a Via Ápia, que ligava Roma ao sudeste da Itália.

Nas muitas cidade províncias do Império, os romanos tornaram realidade alguns grandes projetos de engenharia e arte romana antiga. Prédios e monumentos da era Imperial levaram ao extremo o amor dos romanos pela grandiosidade, proclamando ao mundo riqueza e poder.

Augusto acompanhou a transformação dizendo ter "encontrado uma cidade de tijolos e entregado ao povo uma cidade de mármore".

O FIM DO IMPÉRIO ROMANO


Historicamente o Império Romano chegou ao fim em 476 d.C., ano em que Rômulo Augusto foi deposto.

O colapso não ocorreria imediatamente, e é importante destacar que, enquanto o Império Ocidental definhava, florescia o Império Romano do Oriente, estabelecido no início do século IV de nossa era pelo imperador Constantino. A cultura grego-romana que inicialmente havia prosperado evoluiu para a cultura bizantina cristã, que perdurou por quase mil anos. Essa época pode ser vista sob ótica positiva, como de certa continuidade, mais do que a desoladora visão do fim da civilização refinada que mergulhou a Europa no caos.

No século IV e V, diferentes povos conquistaram territórios antes dominados pelos romanos na Europa e Oriente Médio. Reinos e tribos germânicas se espalharam por vastas regiões nesses séculos. Os visigodos em áreas da França, Espanha, Grécia e Itália; os francos na França; os vândalos no norte da África (reino fundado em 429); e os suevos na Espanha. Em 410, os romanos se retiraram oficialmente da Britânia, onde os celtas prevaleceram antes de chegarem os anglos e saxões.

ARQUEOLOGIA DE ROMA

No ano de 357 d.C. Ammianus descreveu de maneira gráfica o então intacto resplendor de Roma, e afortunadamente esta descrição foi preservada para a posteridade. Já no século 16 foram efetuadas escavações em Roma, e durante os séculos 17 e 18, mais escavações foram realizadas. Biondi começou seus trabalhos em 1817 e De Rossi em 1853. A Comissão Pontificial de Arqueologia Sagrada tomou para si a tarefa e a tem continuado até o presente. Quem visita Roma hoje em dia pode apenas ter uma pálida idéia de seus principais edifícios, de seus monumentos e dos demais lugares importantes, encontram-se à vista e são fáceis de estudar.

O FORO, com toda sua tradição histórica, foi testemunha do julgamento e da morte de Júlio César e do discurso de Marco Antonio. O COLISEU, que cobre uma extensão de 2,5 hectares, é a estrutura onde 50.000 a 60.000 espectadores viam os cristãos serem lançados as feras. Na colina do Palatino estavam os palácios dos imperadores e o ruinoso templo de Júpiter. Podem-se observar os contornos do Circo Máximo, onde 250.000 pessoas observavam as corridas. O Arco de Tito exibe a vívida escultura em relevo do General Tito e seus soldados transportando as vasilhas sagradas quando regressavam de Jerusalém. O Arco de Constantino relata o grande acontecimento que ocorreu em 313 d.C., quando Constantino proclamou o cristianismo como a religião oficial do Império. Muitos outros lugares são hoje de sumo interesse, entre eles o antigo relógio de água utilizado para marcar as horas e os dias quando Paulo estava em Roma.

Em 1941, durante as escavações de Óstia, o porto de Roma na desembocadura do Tibre, foi encontrada uma inscrição indicando que, no princípio do reinado de Tibério, no ano de 14 d.C, Roma contava com uma população de 4.100.000 habitantes.

O Foro Romano

Visto do alto do Capitólio, o Foro Romona parece um berço.
De facto foi ali que nasceram e ganharam forma concreta os princípios fundamentais do chamado direito romano; tão firmes, tão humanos e tão racionais, que ainda hoje perduram nos Códigos de todos os povos civilizados.
Em Roma existiram mais Foros; mas de todos o mais celebre foi sempre o Foro Romano. Era este o Forum por excelência.

A cúria:

Era o edifício exclusivamente próprio do Foro Romano e servia para as assembleias do senado.

Mosaico no interior da Cúria Romana.

Grande parte da história de Roma foi gizada e decidida dentro desta quatro paredes.
A sua construção data do reinado de Diocleciano (inícios do século IV)


o coliseu
é aqui onde acontecia a descontração do povo romano, alguns cristãos serviram de atração sendo entregue as feras.

colina palatino


Arco de Septímio Severo
O arco triplo data do ano 203 d.C. Os altos-baixos relevos que o adornam comemoram as vitórias daquele imperador sobre os Partos e os Árabes, e a vassalagem dos povos do Oriente a Roma.



O templo de Saturno
O Templo de Saturno, em cujas caves guardavam os tesouros do estado, data originalmente do século V a.C, mas as 8 colunas de granito polido, com capitéis jónicos e arquitraves que dele restam, pertencem a uma reconstrução efectuada no século IV da nossa era.


O Arco de Tito
Este monumento, sinal de triunfo, foi levantado para comemorar as vitórias de Vespasiano e Tito sobre os Judeus e a destruição de Jerusalém, no ano 70 da era cristã. De todos arcos de triunfo existentes em Roma, este é o mais belo e harmonioso. Os seus baixos e altos-relevos são de grande interesse histórico.


Na parte interior estão representados os seguintes quadros:
a)de um lado o cortejo triunfal, que precede o imperador, ostentando os despojos do templo, completamente destruído e arrasado.
b)a mesa com os pães da proposição, as trombetas de prata e o candelabro de sete braços (que era de ouro finissimo e pesava à volta de 50kg);
c)do lado oposto a quadriga imperial guiada pela deusa Romana, enquanto a Vitória suspende uma coroa sobre a cabeça do imperador;
d)na abóbada a apoteose de Tito, levado ao céu por uma águia.








Fonte de pesquisa:
Módulo I de Teologia da Faculdade Teológica Betesda
Bíblia Thompson - Editora Vida
Enciclopédia Ilustrada de História - Duetto Editora

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