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Caverna de Zedequias


A descoberta


Algumas das descobertas arqueológicas mais fascinantes na Terra de Israel foram resultado de circunstâncias fortuitas. A Caverna de Zedequias é uma dessas descobertas. No inverno do ano de 1854, o Dr. James Turner Barclay (1807-1874), um distinto erudito americano, na época a trabalhar em Jerusalém, passeava com o seu filho em dia de algum sol, fora das muralhas da Cidade Velha. Estavam perto da Porta de Damasco, e o cão da família corria à sua volta, divertindo-se, aproveitando a liberdade que o momento lhe oferecia. O passeio estava a ser agradável, até que, de repente, o cão desapareceu. O Dr. Barcley chamou-o repetidamente, assobiando do mesmo modo pelo qual o animal estava habituado a reconhecê-lo, mas não obteve nenhuma resposta. Tanto ele como o seu filho continuaram à procura do bicho, sem qualquer resultado. A dada altura, junto à zona rochosa onde as muralhas estavam edificadas, o rapaz penetrou a custo numa cova – que era na verdade uma cisterna profunda que recebia as águas das últimas chuvas – e ficou surpreendido quando, lá bem do fundo da terra, ouviu o seu cachorro a ladrar. Entrando da mesma forma que o filho, o Dr. Barcley pôde perceber que se encontravam numa caverna – escura, e ao que parecia, enorme. Desta forma, ao cão aventureiro do Dr. Barcley é atribuída a redescoberta da maior gruta artificial alguma vez encontrada em Israel. Voltando na noite seguinte, desta vez com meios de exploração, James Turner Barcley percebeu imediatamente a dimensão e importância daquele lugar. E dias depois, apresentou ao mundo a Caverna de Zedequias.


A caverna esquecida
Embora a opinião não seja consensual, crê-se que foi durante a construção das muralhas da cidade por Solimão II (1495-1566), o Magnífico, Sultão do Império Otomano, que a Caverna de Zedequias foi bloqueada com grandes pedras, de modo a impedir que se tornasse num elo fraco na estrutura de fortificações da cidade. Permaneceu selada até à sua redescoberta no inverno de 1854. Durante o Mandato Britânico (1917-1947) foi aberta ao público. Durante a II Guerra Mundial foi adaptada como abrigo, para a eventualidade de bombardeamentos alemães ou italianos. Sob o governo Jordano foi novamente fechada, e reaberta depois da Guerra dos Seis Dias (1967), já sob controle israelita.


Aspecto e dimensões

A gruta é, na verdade, uma enorme pedreira de onde foram retiradas, durante anos, as pedras necessárias à construção de grande parte dos edifícios nobres da Cidade de Jerusalém. Como já pudemos perceber, a boca da gruta situa-se muito perto da Porta de Damasco, junto às rochas que servem de fundação à muralha da cidade, estendendo-se por baixo dela, para sul. Os pilares que se observam não são senão partes da caverna de onde não foi extraída qualquer matéria-prima, de modo a servirem de suporte aos milhares e milhares de toneladas que lhe estão por cima. A gruta tem uma área de 9.000 metros quadrados. Mede 230 metros de comprimento (ainda que galerias recentemente descobertas quadrupliquem este valor), e excede os 100 metros de largura máxima. A altura média é de 15 metros, ou seja, a correspondente a um prédio de 4 andares. A espessura de rocha que vai do tecto da caverna até às fundações da cidade acima de si, é de 10 metros.


A pedreira subterrânea mais importante de Israel

A proximidade da pedreira em relação à cidade, e o facto de se encontrar numa gruta, provendo aos trabalhadores uma defesa natural contra o sol escaldante do verão, deram a este lugar argumentos suficientes para a transformarem na pedreira subterrânea mais importante do país. Por outro lado, a qualidade da pedra dali retirada é excelente. Grande parte pertence ao tipo que em árabe se designa por "Melekeh", ou seja, "real". E fazendo jus ao seu nome, ela foi realmente usada na construção dos edifícios reais da cidade, sendo o Monte do Templo o exemplo maior.


Os primeiros trabalhadores da pedreira

Quem foram os primeiros trabalhadores destas pedreiras? Teriam sido os construtores do rei Salomão? A Bíblia relata: "Tinha também Salomão setenta mil que levavam as cargas e oitenta mil que cortavam nas montanhas. Afora os chefes dos oficiais de Salomão, os quais estavam sobre aquela obra, três mil e trezentos, que davam as ordens ao povo que fazia aquela obra. E mandou o rei que trouxessem pedras grandes e pedras preciosas, pedras lavradas, para fundarem a casa." – I Reis 5:15-17
Estes versículos desde sempre intrigaram os eruditos. Alguns, sugeriram mesmo que a proximidade do Monte Moriá e Ofel com a Caverna de Zedequias terá levado Salomão a utilizar preferencialmente esta fonte de matéria-prima, de fácil acesso e transporte para as suas construções. E é dessa forma que surge o outro nome pelo qual a caverna é conhecida: As Pedreiras do Rei Salomão. No entanto, nada disso foi provado até agora.


A época de actividade da pedreira

Como vimos, há quem advogue que o local está ligado às construções salomónicas. Mas, na verdade, situarmos a actividade desta pedreira no Período do Primeiro Templo requer provas mais substanciais que até ao presente não se encontram ainda disponíveis. O mais provável é que ela tenha começado a ser utilizada no Período do Segundo Templo, mais propriamente durante as enormes obras de construção levadas a cabo pelo Rei Herodes. Certo é que a dada altura a pedreira foi abandonada, e depois disso o acesso foi bloqueado. Crê-se, como atrás foi dito, que isso aconteceu durante a construção das muralhas já no século XVI (1535-1538), por Solimão. A seguir, a instabilidade da vida em Israel e o tempo, encarregaram-se de fazer esquecer a sua localização.

Mas sabemos, e isso sem qualquer sombra de dúvida, quando foram cortadas as últimas pedras desta pedreira. Aconteceu no século XX, em 1904, precisamente 50 anos depois da redescoberta de Barclay. Os Turcos, então em Jerusalém, erigiram na Porta de Jafa uma torre com um relógio, monumento que fazia parte de uma série de outros similares espalhados por todo o Israel. A pedra dessa torre veio da Caverna de Zedequias, que foi desmantelada nos anos 20, já durante o Mandato Britânico.





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Túnel de Ezequias


Conhecido também como aqueduto de Ezequias, dizem os historiadores que este foi uma grande obra de engenharia da época. Ao preparar-se para a invasão da Assíria, o rei Ezequias edificou as defesas de Jerusalém e salvaguardou o suprimento de água da cidade ao construir o túnel.

O túnel foi escavado sob a cidade de Jerusalém durante o reinado de Ezequias (716 - 687 a.C.) e foi redescoberto em 1880.Ao se passar pela entrada do túnel, desce-se por uma escada em caracol (construída recentemente) até um nível intermediário, e ali, encontra-se uma placa com os dizeres:

A Inscrição de Siloé retirada da parede do Túnel de Siloé


"Foi cavado da seguinte maneira... machados, cada homem na direção de seu companheiro, e quando ainda havia três côvados para escavar, a voz de um homem chamando o outro foi ouvida, mostrando que estava se desviando para a direita. Quando o canal foi completado, os escavadores se defrontaram homem com homem, machado com machado, e a água fluiu por 1200 côvados desde a fonte até o reservatório. A altura da rocha acima das cabeças dos escavadores era de 100 côvados"

a localização onde estava a placa

A localização da inscrição Siloé

"O dia do descanso. Este é o registro de como o túnel foi aberto. Enquanto [os garimpeiros estavam usando] seus picos, cada um ao seu companheiro, e enquanto ainda havia três cúbitos para o intervalo, uma voz [é ouvido] chamando cada um ao seu companheiro, como ele tinha uma cavidade na rocha [espalhar] sul para [norte] em seguida, no dia da quebra, os escavadores encontraram, cada um com a sua parceira, pico a pico. após a água de nascente corria para o lago, uma distância de 1.200 côvados. 100 côvados era a altura da rocha acima das cabeças dos escavadores. "

O Ponto de Encontro

Henry Sulley em 1929 sugeriu que túnel de Ezequias foi uma rachadura natural na rocha.
Dan Gill diz que as duas equipes de escavadores seguido uma dissolução cárstica naturais canal.


o Túnel

Um túnel de 530 m (1.750 pés) foi esculpida durante o reinado de Ezequias, para trazer água de um lado para outro da cidade. Este túnel com outro século VI Eufalois na Grécia são consideradas as maiores obras de engenharia no período pré-clássico. Se o túnel tinha sido em linha reta, teria medido a 335 m (1.070 pés) de comprimento e 40% menor.


O Reservatório de Siloé que recebia águas do Tunel de Ezequias

O Túnel de Ezequias ou Tunel de Siloé é um túnel ou aqueduto que foi escavado na rocha sólida, escavado embaixo de Ophel na cidade de Jerusalém. durante o reinado de Ezequias. Foi provavelmente um alargamento de uma caverna pré-existente e é mencionado na Bíblia. É descrito por peritos como uma das grandes proezas de engenharia da antiguidade.
O túnel, que conduzia a Fonte de Giom até a piscina de Siloé, foi projetado para agir como um Aqueduto para abastecer de água a Jerusalém durante um sítio organizado pelos assírios, conduzidos por Senaquerib.


20:20 2R "Os outros eventos do reinado de Ezequias, e todo o seu poder e como ele construiu o lago eo aqueduto que transportava água para a cidade ..."

2Cr 32:30 "Ezequias que também era cego a saída superior das águas de Giom e desviado por um canal subterrâneo para a parte ocidental da Cidade de David".






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o túmulo do sacerdote Zacarias


Essa foto foi tirada da Cidade Velha mostrando, o que se acredita ser, o Túmulo de Zacarias no Vale de Cedrom, também conhecido como Vale de Josafá.

Zacarias (em árabe: زكريا - Zakariya) foi, segundo a Bíblia, um sacerdote do Templo de Jerusalém, pai de João Baptista e esposo de Isabel. É considerado um dos profetas no Alcorão, onde é mencionado como o protetor de Maria, mãe de Isa (como Jesus é conhecido no islamismo).

Este é um marco interesante na história de Israel. O Senhor Jesus pronunciou palavras muito duras contra à sua geração quando mencionou a morte do sacerdote Zacarias narrada em 2 Crônicas 24. O túmulo é o local que marca o fim da vida de alguém e a história que envolveu aquela vida. O túmulo de Zacarias está relacionado com as duras palavras do Senhor Jesus registradas pelo evangelista Lucas.

Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; Desde o sangue de Abel, até ao sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo; assim, vos digo, será requerido desta geração." Lucas 11:50-51.


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Encontrado o túmulo do profeta Zacarias

Descoberta igreja da época bizantina em Hirbet Madras, região que abrigou uma importante comunidade judaica na época romana

Arqueólogos israelenses apresentaram nesta quarta-feira (2) as ruínas de uma basílica da época bizantina descoberta recentemente, em um local onde poderia estar o túmulo do profeta bíblico Zacarias.



Foi descoberta em Hirbet Madras, em Israel, as ruínas de uma basílica da época bizantina onde poderia estar o túmulo do profeta Zacarias que viveu cerca de 740 anos a.C. A igreja foi descoberta recentemente e foi apresentada pelos arqueólogos israelenses no último dia 2 fevereiro.


Um comunicado o departamento israelense de Antiguidades informou detalhes sobre o achado: os mosaicos do piso estavam bem conservados e eram decorados com motivos florais, de animais, em especial pássaros, e geométricos; e a nave da basílica tinha oito pilares de mármore.
Investigadores tentam descobrir se o túmulo de Zacarias estaria dentro da rede de grutas encontrada sob o edifício, depois da segunda camada de mosaicos.

Os arqueólogos contam que no local existiu uma comunidade judaica na época da revolta de Bar Kokhba, chefe do último levante judeu contra o império romano em 135 a.C.. As escavações tornaram possível exumar um “complexo subterrâneo” e os restos de edifícios desta época, salas e instalações para a água, assim como grutas e túneis onde os rebeldes judeus teriam se escondido.
Também foram encontradas moedas judaicas, lâmpadas e cerâmica dos primeiros séculos depois de Cristo.

A igreja, com mosaicos do piso bem conservados, foi descoberta em Hirbet Madras, local onde existia uma comunidade judaica na era romana, no centro do país, informou em um comunicado o departamento israelense de Antiguidades. As escavações começaram após a prisão de um grupo de saqueadores que exploravam o local.


A nave da basílica tinha oito pilares de mármore. Os mosaicos estão decorados com motivos florais, de animais, em especial pássaros, e geométricos. Serão recobertos nos próximos dias para sua preservação.



Sob o edifício há uma segunda camada de mosaicos deste período, e mais abaixo uma rede de grutas onde poderia estar o túmulo de Zacarias.

"Investigadores que visitaram o local consideram que seja o local de residência e do túmulo de Zacarias", segundo um comunicado da Autoridade de Antiguidades, que considera que esta hipótese ainda deva ser verificada.







As escavações tornaram possível exumar um "complexo subterrâneo" e os restos de edifícios desta época, salas e instalações para a água, assim como grutas e túneis onde os rebeldes judeus teriam se escondido, informou o comunicado da Autoridade de Antiguidades.

Os arqueólogos encontraram no local moedas judaicas, lâmpadas e cerâmica dos primeiros séculos depois de Cristo.


Foi considerada de grande importância excepcional pela Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) a descoberta de obras públicas e mosaico que realmente impressionam, nas escavações de recuperação realizadas pela instituição em ruínas de Horbat Midras, na segunda metade do ano de 2010.

O mosaico está sendo considerado um excepcional achado da arqueologia e chama a atenção não apenas pelo tamanho, mas também pela rara beleza: a construção de uma igreja e de edifício público foi revelada nas escavações da IAA nas várzeas Horbat Midras na Judéia, sendo que vários pesquisadores j estiveram no local no decorrer da escavação e foram unânimes em dizer que naquele lugar foi enterrado o profeta Zacarias, hipótese que ainda está sendo verificada.

Conhecido por seu livro, Zacarias - que não deve ser confundido com Zacarias, pai de São João Batista - é o número 11 dos 12 profetas menores da Bíblia e teria vivido antes de Cristo.

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encontrado um mapa com 2700 anos

Descoberto o Mapa mais antigo do Mundo


Babilónia, cerca de 700-500 AC – provavelmente de Sippar, sul do Iraque
Um Mapa Antigo, sem paralelo, do mundo da Mesopotâmia

Esta tábua contém, simultaneamente, uma inscrição cuneiforme e um mapa sem igual do mundo da Mesopotâmia. Babilónia é mostrada ao centro (retângulo na metade superior do círculo), bem como Assíria e Elam, centros do Império. A área central é circundada por uma inscrição aquática, “Mar Salgado”. A parte exteriro do círculo é rodeada pelo que, provavel e originalmente, foram oito regiões, cada uma identificada por um triângulo, designado “Região” ou “Ilha‘’, e marcadas com a distância entre si. O texto cuneiforme que descreve estas regiões (semelhante a uma criatura mítica) está incompleto.

A cartografia é considerado arte e tem feito parte da história de toda humanidade há muito tempo. Prova disso é a descoberta do Mapa de Ga-Sur, o mais antigo do mundo. Ele foi encontrado em uma região próxima de Harran, a nordeste do Iraque. Trata-se de uma estela feita de argila cozida, que mede aproximadamente cerca de 7 x 8 cm, cabendo na palma de uma mão, sua data é de aproximadamente 2400 a.C.. Nele encontra-se a representação dos rios Tigre e Eufrates. Nele pode ser visto o local onde o Sol nasce e se põe, indicando também algumas montanhas.


Esta é uma das peças de visita obrigatória, no British Museum.

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