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o túmulo do sacerdote Zacarias


Essa foto foi tirada da Cidade Velha mostrando, o que se acredita ser, o Túmulo de Zacarias no Vale de Cedrom, também conhecido como Vale de Josafá.

Zacarias (em árabe: زكريا - Zakariya) foi, segundo a Bíblia, um sacerdote do Templo de Jerusalém, pai de João Baptista e esposo de Isabel. É considerado um dos profetas no Alcorão, onde é mencionado como o protetor de Maria, mãe de Isa (como Jesus é conhecido no islamismo).

Este é um marco interesante na história de Israel. O Senhor Jesus pronunciou palavras muito duras contra à sua geração quando mencionou a morte do sacerdote Zacarias narrada em 2 Crônicas 24. O túmulo é o local que marca o fim da vida de alguém e a história que envolveu aquela vida. O túmulo de Zacarias está relacionado com as duras palavras do Senhor Jesus registradas pelo evangelista Lucas.

Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; Desde o sangue de Abel, até ao sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo; assim, vos digo, será requerido desta geração." Lucas 11:50-51.


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Encontrado o túmulo do profeta Zacarias

Descoberta igreja da época bizantina em Hirbet Madras, região que abrigou uma importante comunidade judaica na época romana

Arqueólogos israelenses apresentaram nesta quarta-feira (2) as ruínas de uma basílica da época bizantina descoberta recentemente, em um local onde poderia estar o túmulo do profeta bíblico Zacarias.



Foi descoberta em Hirbet Madras, em Israel, as ruínas de uma basílica da época bizantina onde poderia estar o túmulo do profeta Zacarias que viveu cerca de 740 anos a.C. A igreja foi descoberta recentemente e foi apresentada pelos arqueólogos israelenses no último dia 2 fevereiro.


Um comunicado o departamento israelense de Antiguidades informou detalhes sobre o achado: os mosaicos do piso estavam bem conservados e eram decorados com motivos florais, de animais, em especial pássaros, e geométricos; e a nave da basílica tinha oito pilares de mármore.
Investigadores tentam descobrir se o túmulo de Zacarias estaria dentro da rede de grutas encontrada sob o edifício, depois da segunda camada de mosaicos.

Os arqueólogos contam que no local existiu uma comunidade judaica na época da revolta de Bar Kokhba, chefe do último levante judeu contra o império romano em 135 a.C.. As escavações tornaram possível exumar um “complexo subterrâneo” e os restos de edifícios desta época, salas e instalações para a água, assim como grutas e túneis onde os rebeldes judeus teriam se escondido.
Também foram encontradas moedas judaicas, lâmpadas e cerâmica dos primeiros séculos depois de Cristo.

A igreja, com mosaicos do piso bem conservados, foi descoberta em Hirbet Madras, local onde existia uma comunidade judaica na era romana, no centro do país, informou em um comunicado o departamento israelense de Antiguidades. As escavações começaram após a prisão de um grupo de saqueadores que exploravam o local.


A nave da basílica tinha oito pilares de mármore. Os mosaicos estão decorados com motivos florais, de animais, em especial pássaros, e geométricos. Serão recobertos nos próximos dias para sua preservação.



Sob o edifício há uma segunda camada de mosaicos deste período, e mais abaixo uma rede de grutas onde poderia estar o túmulo de Zacarias.

"Investigadores que visitaram o local consideram que seja o local de residência e do túmulo de Zacarias", segundo um comunicado da Autoridade de Antiguidades, que considera que esta hipótese ainda deva ser verificada.







As escavações tornaram possível exumar um "complexo subterrâneo" e os restos de edifícios desta época, salas e instalações para a água, assim como grutas e túneis onde os rebeldes judeus teriam se escondido, informou o comunicado da Autoridade de Antiguidades.

Os arqueólogos encontraram no local moedas judaicas, lâmpadas e cerâmica dos primeiros séculos depois de Cristo.


Foi considerada de grande importância excepcional pela Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) a descoberta de obras públicas e mosaico que realmente impressionam, nas escavações de recuperação realizadas pela instituição em ruínas de Horbat Midras, na segunda metade do ano de 2010.

O mosaico está sendo considerado um excepcional achado da arqueologia e chama a atenção não apenas pelo tamanho, mas também pela rara beleza: a construção de uma igreja e de edifício público foi revelada nas escavações da IAA nas várzeas Horbat Midras na Judéia, sendo que vários pesquisadores j estiveram no local no decorrer da escavação e foram unânimes em dizer que naquele lugar foi enterrado o profeta Zacarias, hipótese que ainda está sendo verificada.

Conhecido por seu livro, Zacarias - que não deve ser confundido com Zacarias, pai de São João Batista - é o número 11 dos 12 profetas menores da Bíblia e teria vivido antes de Cristo.

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encontrado um mapa com 2700 anos

Descoberto o Mapa mais antigo do Mundo


Babilónia, cerca de 700-500 AC – provavelmente de Sippar, sul do Iraque
Um Mapa Antigo, sem paralelo, do mundo da Mesopotâmia

Esta tábua contém, simultaneamente, uma inscrição cuneiforme e um mapa sem igual do mundo da Mesopotâmia. Babilónia é mostrada ao centro (retângulo na metade superior do círculo), bem como Assíria e Elam, centros do Império. A área central é circundada por uma inscrição aquática, “Mar Salgado”. A parte exteriro do círculo é rodeada pelo que, provavel e originalmente, foram oito regiões, cada uma identificada por um triângulo, designado “Região” ou “Ilha‘’, e marcadas com a distância entre si. O texto cuneiforme que descreve estas regiões (semelhante a uma criatura mítica) está incompleto.

A cartografia é considerado arte e tem feito parte da história de toda humanidade há muito tempo. Prova disso é a descoberta do Mapa de Ga-Sur, o mais antigo do mundo. Ele foi encontrado em uma região próxima de Harran, a nordeste do Iraque. Trata-se de uma estela feita de argila cozida, que mede aproximadamente cerca de 7 x 8 cm, cabendo na palma de uma mão, sua data é de aproximadamente 2400 a.C.. Nele encontra-se a representação dos rios Tigre e Eufrates. Nele pode ser visto o local onde o Sol nasce e se põe, indicando também algumas montanhas.


Esta é uma das peças de visita obrigatória, no British Museum.

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O LIVRO DE DANIEL HISTORICAMENTE CONFIAVEL


Há pelo menos três bons motivos para acreditarmos que o livro de Daniel é confiável do ponto de vista histórico e que de fato foi escrito no 6º século antes de Cristo:

1) A arqueologia tem reconstruído as informações históricas do livro de Daniel.
a) Toda a história desse profeta hebreu se passa na cidade de Babilônia. Os críticos da Bíblia afirmavam que se Babilônia realmente houvesse existido, não passaria de um pequeno clã. A arqueologia demonstrou o oposto. Os resultados dos estudos do arqueólogo alemão Robert Koldewey, feitos entre 1899 e 1917, provaram que Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C.).


b) Outro ponto de questionamento era sobre a existência ou não de Nabucodonosor, rei de Babilônia na época do profeta Daniel. Mais uma vez a arqueologia resolveu a questão trazendo à luz muitos tabletes que foram encontrados nas ruínas escavadas por Koldewey com o nome Nabu-Kudurru-Usur, ou seja, Nabucodonosor! Não é incrível como um tablete de 2.600 anos consegue esmiuçar teorias fundamentadas no silêncio?


Tijolo babilónico que traz nome de Nabucodonosor – O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilónia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogénito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilónia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor.




A Crônica de Nabonido é um tablete de argila que se encontra na posse do Museu Britânico, e sumariza os principais eventos de cada um dos 17 anos do governo de Nabonido, pai de Belsazar, desde sua ascensão até a queda da Babilônia.

O texto original se encontra bastante danificado e contém várias lacunas. A crônica ressalta que Nabonido estava fora da Babilônia durante boa parte de seu reinado, a saber, desde seu 7º ano de governo, e desta forma, ausente dos festivais religiosos durante os quais a presença do rei era essencial.

c) Assim como a opinião dos críticos teve que ser radicalmente mudada a respeito de Babilônia e de Nabucodonosor, o mesmo aconteceu com Belsazar, o último rei da Babilônia. Críticos modernos não concordavam com essa informação. Novamente a arqueologia refutou essa opinião. Vários tabletes cuneiformes confirmam que Nabonido, o último rei de Babilônia, deixou seu filho Bel-Shar-Usur (Belsazar) cuidando do Império enquanto ele estava em Temã, na Arábia. Você pode confirmar em Daniel 5:7 que Belsazar ofereceu para Daniel o terceiro lugar no reino, já que o pai, Nabonido, era o primeiro e ele, Belsazar, o segundo.


d) Até os amigos de Daniel estão documentados nos tabletes cuneiformes da antiga Babilônia. Foi descoberto um prisma de argila, publicado em 1931, contendo o nome dos oficiais de Nabucodonosor. Três nomes nos interessam: Hanunu (Hananias), Ardi-Nabu (Abed Nego) e Mushallim-Marduk (Mesaque). Incrível! Os mesmos nomes dos companheiros de Daniel mencionados nos capítulos 1, 2 e 3 de seu livro! Um grande defensor dessa associação é o adventista e especialista em estudos orientais William Shea, em seu artigo: “Daniel 3: Extra-biblical texts and the convocation on the plain of Dura”, AUSS 20:1 [Spring, 1982] 29-52. Hoje esse artefato encontra-se no Museu de Istambul, na Turquia.

Resumindo: as informações históricas do livro de Daniel são confirmadas pela arqueologia bíblica.

2) Por muitos anos os defensores da composição do livro de Daniel no 2º século a.C. se valeram das palavras gregas do capítulo 3 para “confirmar” a autoria da obra no período helenístico. Essa opinião apresenta dois problemas sérios:

a) Há ampla documentação do relacionamento entre os gregos e os impérios da Mesopotâmia antes mesmo do 6º século a.C. Nos registros do rei assírio Sargão II, por exemplo, fala-se sobre cativos da região da Macedônia (Cicília, Lídia, Ionia e Chipre). Se os judeus em Babilônia eram solicitados para tocar canções judaicas (Salmo 137:3), por que não imaginar o mesmo com os gregos? Um poeta grego chamado Alcaeus de Lesbos (600 a.C.) menciona que seu irmão Antimenidas estava servindo no exército de Babilônia. Logo, não nos deve causar espanto algum o fato de termos na orquestra babilônica instrumentos gregos.

b) Se o livro de Daniel foi escrito durante o período de dominação grega sobre os judeus, por que há apenas três palavras gregas ao longo de todo o livro? Por que não há costumes helenísticos em nenhum dos incidentes do livro numa época em que os judeus eram fortemente influenciados pelos filósofos da Grécia? Esse fato parece negar uma data no 2º século a.C.

Resumindo: o fato de existirem palavras gregas no terceiro capítulo de Daniel não prova sua composição no 2º século a.C., pelo contrário, intercâmbio cultural entre Babilônia e Grécia era comum antes mesmo do 6º século a.C.

3) Daniel foi escrito em dois idiomas: hebraico (1:1-2:4 e 8:1-12:13) e aramaico (2:4b-7:28).

Diversos nomes no estudo do aramaico bíblico (Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr, Franz Rosenthal, por exemplo) afirmam que o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judéia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas “cortes” por volta do 7º século a.C.

Resumindo: o aramaico utilizado por Daniel corresponde justamente àquele utilizado em meados no 6º século a.C. nas cortes reais.

Qual a relevância dessas informações para um leitor da Bíblia no século 21? Gostaria de destacar dois pontos para responder esta questão:


1) Como foi demonstrado acima, Daniel escreveu seu livro muito antes do cumprimento de suas profecias. Logo, isso nos mostra a Soberania e Autoridade de Deus sobre a história da civilização. Se Deus é capaz de comandar o futuro, Ele é a única resposta para os problemas da humanidade.

2) A inspiração das Escrituras. O livro de Daniel se mostrou confiável no ponto de vista histórico e, consequentemente, profético. Essa é a realidade com toda a Bíblia, que graças a descobertas de cidades, personagens e inscrições, mostra-se verdadeira para o ser humano.

O livro de Daniel, longe de ser uma fraude, é um relato fidedigno. Ao escavarmos profundamente as Escrituras e estudarmos a História, podemos perceber que a Bíblia é um documento histórico confiável.

Luiz Gustavo Assis é formado em Teologia e atua como Capelão no Colégio Adventista de Esteio, RS.

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ARQUEOLOGIA DE BELÉM (DE JUDÁ)


A cidade de Davi está localizada a oito quilômetros ao sul de Jerusalém. Nela ocorreram, entre outros o seguintes fatos bíblicos: o sepultamento de Raquel, o encontro de Rute com Boaz, a unção de Davi como rei de Israel, e o nascimento de Jesus Cristo. Para lá viajaram os magos do oriente em busca do salvador.


O Túmulo de Raquel se encontra atualmente ao lado da estrada, a entrada da cidade. Belém é venerada por judeus, cristãos e muçulmanos, e considerada um dos cenários mais autênticos da Terra Santa.

A Igreja da Natividade foi edificada por Helena (mãe do imperador Constantino) durante os anos 328-330 d.C., sobre o lugar onde teria estado à manjedoura. Nessa época, assim como agora, acreditava-se que este era o local do nascimento de Jesus. O imperador Justiniano (527-565 d.C.) reconstruiu a igreja no século seis. Essa igreja ainda permanece em pé em Belém, embora em mal estado de conservação.




antigo batisterio

Em 1943, William Harvey realizou ali algumas escavações, e a uns 46 centímetros sob o piso das atual igreja descobriu porções de mosaico da igreja original, que havia sido construída por Helena e Constantino. Alguns mosaicos estavam ornamentados de flores, frutas e pássaros. Outros mostravam desenhos geométricos. Não foram usadas cenas religiosas nessas decorações, já que se caminhavam sobre elas.


Debaixo da área do côro, seis metros abaixo, há um lance de degraus que conduz até a Gruta da Natividade. Essa capela em forma de cova mede quatro por treze metros. As paredes estão completamente cobertas de tapetes, e o teto adornado de belas luzes. No extremo oriental da capela há uma pequena cripta em cujo piso de mármore uma estrela de prata iluminada por 16 lâmpadas de prata e rodeada por uma inscrição simples em latim, anuncia o maior evento de toda a história: “Aqui nasceu Jesus Cristo da Virgem Maria”. Perto dali existe um presépio que completa o marco dessa profunda afirmação: “Ela deu a luz a seu filho primogênito, envolveu-o em panos, e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2.7).



FONTE:
Bíblia Thompson, suplemento arqueológico.

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