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Túmulo do Apóstolo Felipe foi encontrado

Hierapólis é uma antiga cidade perto da cidade de Denizli, na Turquia. Foi fundada por Eumenes II, rei de Pérgamo, no século II a.C.. Nesta cidade residiram Papias, discípulo de São João, e Epíteto, filósofo estóico. Lá ficam, entre outros monumentos, o Martírio de São Felipe, túmulo construído no século V, segundo um complexo plano da época bizantina (quarto octogonal, formando uma cruz dupla, rodeado por uma praça), o Teatro Romano e as fontes termais (ver Pamukkale) que atraem milhares de doentes a esta área.
A cidade foi, em conjunto com o Pamukkale, declarada Património Mundial da UNESCO.

Rua e bizantina Portão

Hierapolis, a "Cidade Sagrada", está localizado na atual Pamukkale no centro-sul da Turquia. No primeiro século era parte da área tri-cidade de Laodicéia, Colossos, e Hierápolis. Esta ligação entre as cidades está por trás de referência de Paulo a Hierápolis e Laodicéia em sua epístola aos Colossenses (Col 4,13). Antes de 70 AD Felipe (tanto o apóstolo ou evangelista) mudou-se para Hierápolis, onde se acreditava ter sido martirizados.

O Templo de Apollo

No primeiro plano da imagem são os restos do templo de Apolo. Sua data de fundações para o período helenístico, mas a estrutura foi construída no século 3 dC Apollo foi pensado para ser divino fundador da cidade. O templo foi construído ao lado do plutônio, uma caverna subterrânea a partir do qual surgiu gases venenosos. Teatro da cidade fica em segundo plano.

o Teatro

Após um terremoto em 60 AD, um teatro foi construído contra a encosta de uma colina. Este teatro contém um dos melhores exemplos da decoração do teatro romano original. O palco estava ornamentado, decorado com relevos diversos. Um assento para os espectadores ilustres estava localizado no centro da área de assento (cavea). Aproximadamente trinta fileiras de assentos são preservadas.

A Necrópole

Outro aspecto de destaque arqueológico de Hierapolis é a necrópole, localizada do lado de fora das muralhas da cidade do norte. Aqui reside um dos cemitérios maiores e mais bem preservada em toda a Turquia. Ele contém sarcófagos, muitos tipos diferentes de túmulos e monumentos funerários que datam do helenístico até que os tempos dos primeiros cristãos. Há também numerosas inscrições aqui, mais de 300 dos quais foram traduzidos e publicados.


Os escombros da igreja onde foi descoberto o túmulo

Uma equipe de arqueólogos, dirigida pelo italiano Francesco d’Andria, afirmou ter encontrado na cidade turca de Pamukkale, o túmulo de São Felipe, um dos doze apóstolos de Jesus Cristo.

“Finalmente a encontramos entre os escombros de uma igreja que escavamos há cerca de um mês”, explicou o arqueólogo, acrescentando que a tumba ainda não foi aberta.



Teatro romano de Hierápolis



Produção de azeite

portão do anfiteatro.

O texto sobre pedra.







banheiros coletivos para homens


os portões da cidade


sarcófago

plutônio

rua principal

fonte monumental

sarcófago


Túmulo de quarto




canal de água

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A VERDADE DIVINA

No Evangelho de São João Pilatos pergunta a Jesus: "És, portanto, Rei?" E, Jesus responde: "Sim, Eu sou Rei! É para dar testemunho da verdade que eu nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade, ouve a minha voz". "-O que é a verdade?", retrucou Pilatos (Jo 18, 38).


Permanecendo calado, Jesus não teria sido indelicado com Pilatos, que num jogo de cena, parecia vivamente interessado em saber o que é a Verdade. Ou, de maneira zombeteira, estaria insinuando que a Verdade não existe? Não existe verdade... Não é possível vislumbrar nenhuma medida de juízo universalmente válida para todos. Em certo sentido podemos "negociar" nossas verdades.

Mas, a questão sobre a verdade, naquele momento, pareceu ficar no ar... Não seria a Verdade uma falsa realidade? Uma situação passageira, que pudesse ser mudada com o passar do tempo e das conveniências? Esse tipo de verdade, a que muitas vezes preferimos, tem, sabemos, fortes ingredientes humanos e foi construída ao longo do tempo, de maneira emocional, tendenciosa, e seus argumentos, mesmo escamoteados, revelam-se frágeis, inconsistentes, se parecendo, algumas vezes, como "um negócio" entre partes, onde se sobressaem os interesses individuais.

Existindo desde o início da história do homem, e hoje, mais do que nunca, apregoada e ensinada pela "modernidade", a verdade é descartável, fora de moda, inconveniente, inadequada e, na gama de suas variações, é melhor ignorá-la, bani-la de nossas vidas, descaracterizando-a, como Pilatos tentou na ocasião.

Uma leitura mais atenta desse trecho do Evangelho sugere que Pilatos, de maneira enganosa, não estava perguntando para Jesus nada do que ele, Pilatos, já não soubesse em seu coração. Pilatos sabia - que sabia - o que era a Verdade!

É oportuna a observação oferecida pelo Concílio Vaticano II, ao reconhecer que, "na intimidade da sua consciência, o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo, mas a ela deve obedecer. Chamando-o sempre a amar e fazer o bem, evitando o mal, no momento oportuno a voz dessa lei lhe soa aos 'ouvidos do coração'", dizendo-lhe: "Faze isto, evita aquilo".

O homem tem uma lei escrita por Deus em seu coração. Obedecer a ela é a própria dignidade do homem - equilibra-o, dá-lhe significado e o ajusta existencialmente. Como êmulo ético e moral, a verdade nos possibilita conhecer outra: o amor - e é por este amor que seremos julgados, intuímos.

"A consciência é, pois, o núcleo secretíssimo, o sacrário do homem onde ele está sozinho com Deus, e onde ressoa Sua voz" (Gaudium Spes 16). "O homem participa da soberania e da bondade do Criador, que lhe confere o domínio de seus atos e a capacidade de governar, em vista da Verdade e do bem. A lei natural exprime o sentido moral original, que permite ao homem discernir, pela razão, o que é o bem e o mal, a verdade e a mentira" (Catecismo Católico 1954).


Essa lei - divina e natural - mostra e indica para o homem o caminho que ele deve seguir, fazendo a opção correta entre a verdade e a mentira.

Não há motivos para perguntar, como se não soubéssemos: "Onde se acham escritas essas leis? Elas estão escritas no livro desta luz que se chama verdade" (Santo Agostinho - Trin. 14,15,21).

São Tomás de Aquino - nesse particular - nos ensina, quando diz: "A lei natural, outra coisa não é, senão a luz da inteligência, posta em nós por Deus. Por ela conhecemos o que se deve fazer e o que se deve evitar. Esta luz, ou esta lei, deu-a Deus à criação".


Como político de carreira, Pilatos sabia formular perguntas e era hábil no jogo com as palavras. Não porque desejasse aprender novas realidades, mas usava seus dotes para embaralhar as coisas, um tipo de "estratégia", de evasiva tão comum quando desejamos desviar o assunto que nos incomoda, desnudando-nos. Isso ocorre quase sempre! Isso, porque estamos comprometidos com o jogo do poder, com o egoísmo, com os privilégios de classe, com o crime, com a espoliação, com o uso de drogas, com a intemperança da sexualidade, com a preguiça, com os nossos "gostinhos de estimação", com nosso emocional incontrolável, com nossa necessidade de aparecer, escondendo-nos atrás de "nossas verdades", em detrimento da Verdade que mora em nosso coração. Que pena! Como fica difícil e mesmo impossível experimentar a sugestão de Jesus: "Conhecereis (degustareis) a verdade e ela vos libertará" (João 8,32).



Não raro gostamos de admitir - muitos até fazendo poses: "Possuo a verdade!" Nessas ocasiões estamos procedendo como Pilatos, esquecidos de que na melhor das hipóteses "a Verdade é que nos possui e nos convoca". Não a nossa, mas a Dele, do Senhor!


creditos ao meu amigo Mário Eugênio Nogueira

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Arqueólogos descobrem fábrica de vinho de Noé.

Arqueólogos descobrem fábrica de vinho em área próxima onde Noé cultivou uvas após o Dilúvio


Figura 1. Primeiro centro de vinificação conhecido, situado em uma caverna na Armênia, próximo à fronteira sul com o Irã (Fonte: BibArch).
Em um recente artigo no Journal of Archaeological Science, arqueólogos, a partir de uma expedição conjunta entre armenios, americanos e irlandeses, anunciaram a descoberta do primeiro centro de operação de vinificação conhecido em uma caverna perto da fronteira sul da Armênia com o Irã. Este sítio encontra-se bem preservado graças a temperatura seca e a uma cama de fezes de ovelhas que acabou protegendo os artefatos. O mais interessante é que este achado fica a apenas 97 km de distância do Monte Ararat na Turquia, local onde o relato histórico-bíblico da vida de Noé relata que seu barco repousou quando as águas daquela catástrofe global baixaram.
É possível supor, portanto, que Noé foi o primeiro fabricante de vinho na era pós-diluviana.
“Sendo Noé lavrador, passou a plantar uma vinha” (Gênesis 9:20).

A palavra hebraica utilizada no verso acima é כּרם (kerem) que significa literalmente atividade de campo com videiras. O relato acima, infelizmente, levou a uma história triste que demonstra a realidade do ser humano quando, mesmo num simples descuido, se afasta de Deus, a famosa nudez de Noé quando estava embrigado.
“Bebendo vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda” (Gênesis 9:21).

A palavra original utilizada para vinho acima dá a entender que não era simplesmente o suco da uva, mas o suco da uva acrescentado de um processo de fermentação, tornando-o alcoólico. Tanto que, a palavra embriagado (heb: shâkar) remete a uma pessoa que saciou-se com bebida estimulante e a consumiu em abundância permitindo sua influência.
E embora muitos acadêmicos possam ser tentados a negar a historicidade das vinhas de Noé, a descoberta de evidências arqueológicas nas proximidades da mesma área onde a Bíblia registra que Noé também exerceu as mesmas atividades pode não ser tanta coincidência assim.


A mais antiga unidade de produção de vinho jamais encontrada tem cerca de 6 mil anos. Ela foi desvendada na Armênia segundo noticiou o diário de Paris “Le Monde”.

Os arqueólogos até identificaram a safra de vinho tinto seco ali produzida, utilizando técnicas bioquímicas. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Archaeological Science.

O estudo foi realizado em conjunto por órgãos acadêmicos e científicos dos Estados Unidos, Irlanda e Armênia.

“Essa é a mais antiga instalação para fabricação de vinho já conhecida no mundo”, explicou Gregory Areshian, responsável pelos trabalhos e vice-diretor do Instituto de Arqueologia Cotsen, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA).

Cavernas de Areni, Armênia, local da descoberta


As escavações foram feitas num complexo de cavernas, conhecido como Areni-1, na província armênia de Vayots Dzor, Pequeno Cáucaso, perto da fronteira da Armênia com o Irã. O vinho se destinava para o culto.

Perto de uma prensa de vinho foi também identificada uma videira desidratada, cultivada em torno de 4.000 a.C.

A mais antiga produção vinícola até então conhecida era a encontrada no túmulo do rei egípcio Scorpion I, antiga de 5.100 anos.

Na mesma caverna da Armênia, a equipe desenterrou em 2009 o sapato de couro mais antigo do mundo, com aproximadamente 5.500 anos.

As uvas eram esmagadas numa bacia de argila rasa com cerca de 1 metro de diâmetro. Em volta dela foram recolhidas sementes e uvas secas. O suco era obtido pisando descalço sobre as frutas, disse Areshian.

Foram recolhidos equipamentos de cobre para processar o vinho, vasos impregnados do vinho e até uma taça e um bol.

“Essa foi uma instalação relativamente pequena, relacionada a um ritual dentro da caverna. Para o consumo diário, os moradores teriam prensas muito maiores em estabelecimentos normais”, acrescentou Areshian, que também foi primeiro-ministro adjunto do primeiro governo da República da Armênia independente, em 1991.

Na região dessas cavernas a cultura do vinho é muito antiga e são produzidos bons vinhos tintos das cepas Merlot e Cabernet Sauvignon.

Patrick McGovern, diretor científico do Laboratório de Arqueologia Biomolecular do Museu da Universidade de Pensilvânia, e autor de livros sobre a origem do vinho, mostrou que o tipo de semente recolhida —Vitis vinifera vinifera — continua sendo aproveitada na região.

McGovern lembrou que “até nas regiões baixas como o antigo Egito onde reinava a cerveja, se exigia vinhos especiais nos oferecimentos funerários; e grandes volumes de vinho eram consumidos nas maiores festas religiosas e reais”.

Num livro, McGovern defende que a “cultura do vinho” se desenvolveu primeiro nas regiões montanhosas da Armênia, a partir das quais se espalhou para as planícies do sul, e posteriormente para o mundo todo.

A descoberta arqueológica sugere uma interessante aproximação.
Provavelmente, ali também teria acontecido o fato descrito na Bíblia em que Noé bebeu do vinho e perdeu os sentidos.

Esta nova descoberta fornece um apoio científico colateral ao relato bíblico.

Aproximação ou apoio colateral não é prova linear, mas ajuda a compor o quadro do acontecimento histórico. E, nesse sentido, fala em favor dos fatos narrados na Bíblia.

O fato de a outra fábrica de vinho mais antiga se encontrar no Egito, mil anos mais nova, nos leva a perguntar se nesse milênio ‒ quer dizer entre o ano 6.000 a.C. da fábrica de vinho armênia e 5.100 a.C. da egípcia ‒ não teria acontecido a dispersão dos povos.

Após a dispersão dos povos, estes teriam partido levando os conhecimentos que eram comuns a todos eles. O fabrico e consumo do vinho, entre eles.

Entretanto, a datação do dilúvio, referência histórica anterior a Babel, e a dispersão apresentam dificuldades que tomariam o espaço de outro post. A existência e as características do dilúvio são as mais universais das tradições recolhidas nos povos mais afastados, inclusive entre os índios do Brasil.

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ARQUEOLOGIA DA CAVERNA DE ADULÃO

No vale de Elah, onde a Bíblia diz que Davi matou Golias, escavações na cidade de Khirbet Qeiyafa encontraram em 2008 uma entrada com várias câmaras e artefatos datados da época de Davi, por volta de 1000 a.C.

A gruta que com freqüência serviu como sede secreta a Davi e seus 400 ou 600 de seus homens, tem sido situada tradicionalmente no deserto da Judéia, sobre o inclinado precipício sul de Wadi Khareitun, a 1,2 quilometro ao sul do Herodium, e a cinco quilômetros a noroeste de Tecoa.

Há uma rusticidade oculta e rara nas proximidades do lugar, com fragmentos maciços de rocha espalhados na gruta, que está situada em um penhasco comprido e estreito na parte de cima da base do barranco. Uma enorme pedra rachada de muitas toneladas de peso, quase obstrui a entrada da gruta. Perto dali, há um manancial de água corrente, clara e fresca.

O Único acesso à cova é através de uma abertura circular de uns 2,2 metros de altura. Na parte de dentro há uma passagem sobre o estreito que conduz a uma cova pequena, e partindo dela uma passagem serpenteando leva a um grande quarto, que mede aproximadamente 473 metros quadrados. Existem passagens estreitas que se ramificam e conduzem a outros quartos de grande tamanho, alguns dos quais se encontram em níveis mais baixos, e com espaço suficiente na parte interior para 1000 homens. O lugar parece reunir as características que lhe são dadas nos relatos bíblicos, onde Davi se ocultava com freqüência do rei Saul.


(Descoberta cidade que provaria existência do reino de Davi)
No verdejante vale de Elah, onde a Bíblia diz que Davi derrotou Golias, arqueólogos estão escavando uma cidade fortificada de três mil anos de idade

Ethan Bronner
Em Khirbet Qeiyafa, Israel

No verdejante vale de Elah, onde a Bíblia diz que Davi derrotou Golias, arqueólogos estão escavando uma cidade fortificada de três mil anos de idade que pode mudar as idéias quanto ao período em Davi reinou sobre os israelitas. Cinco linhas inscritas em cerâmica, localizadas em Khirbet Qeiyafa, podem representar o mais antigo texto em hebraico já encontrado, e é provável que tenham forte impacto sobre a história da alfabetização e do desenvolvimento do alfabeto.

Apenas uma pequena porção do sítio foi escavada, e as descobertas ainda não foram publicadas ou avaliadas publicamente. Mas a escavação, comandada por Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, já causa interesse entre seus colegas e entusiasmo entre aqueles que pretendem usar a Bíblia como guia histórico e confirmação de sua fé.

O século 10 a.C. é o período mais controverso na arqueologia bíblica, porque foi então, de acordo com o Velho Testamento, que Davi uniu os reinos de Judá e Israel, abrindo caminho para que seu filho Salomão construísse seu grande templo e reinasse sobre uma extensa área que se estendia do rio Nilo ao rio Eufrates.



Fonte:
Bíblia Thompson, suplemento arqueológico
Dicionário Bíblico - Editora Betânia

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ARQUEOLOGIA DE ACÉLDAMA – (CAMPO DO OLEIRO)


Em aramaico, a língua que a maioria dos judeus falou no início do século primeiro, hagel dema significa "campo de sangue". Esta foto retrata o mosteiro grego-ortodoxos de São Onophrius e os restos de um edifício chamado Aceldama (Aceldama), que foi usado como um local de sepultamento para os estrangeiros (e não-judeus), até o início do século XIX.

Alguns estudiosos acreditam que este é o "campo de oleiro", que as autoridades comprados com o "sangue dinheiro" Judas deu para trás depois que ele estava cheio de remorso por ter traído Jesus.

Também chamado de campo do oleiro, traz a nossa memória a ocasião trágica quando Judas vendeu o Senhor por trinta moedas de prata, e em seguida, já em desespero, devolveu o dinheiro e se enforcou. “E os principais dos sacerdotes... compraram com elas o campo do oleiro, para sepultura dos estrangeiros. Por isso aquele campo até o dia de hoje tem sido chamado Campo de Sangue”. (Mt 27:6-8).


No extremo leste da ladeira sul do vale de Hinom existe uma área desértica e pedregosa, de quase um hectare, conhecida como o campo do oleiro desde os tempos de Jerônimo (400 d.C.). Ali, em uma cova natural e extensa tem sido sepultados os estrangeiros e indigentes através dos séculos.

A tradição insiste que este é o mesmo local da “casa do oleiro” que Jeremias visitou (Jr 18:1-4), e que tempos depois os sacerdotes compraram com o dinheiro da traição, para servir de cemitérios aos estrangeiros. A atual localização desse lugar pode estar certa, pois satisfaz os requisitos bíblicos e é aceita por muitas autoridades.

Os Amuletos de Ketef Hinnon

Os chamados Amuletos de Ketef Hinnom são, na realidade, dois rolos de papel de prata minúsculos provavelmente usados como amuletos em volta do pescoço, achados na câmara funerária 25 da caverna 24 de Ketef Hinnom (em hebraico: 'ombro de Hinom', um sítio arqueológico localizado numa colina com vista para o Vale de Hinom, a sudoeste da Cidade Velha de Jerusalém). Foto abaixo:


O Vale de Hinom é citado pelo menos 11 vezes na Bíblia nos livros de Josué (15.8; 18.16), 2 Reis (23.10), 2 Crônicas (28.3; 33.6), Neemias (11.30), e Jeremias (7.31,32; 19.2, 6; 32.35).

Entre 1975 e 1980, Gabriel Barkay descobriu alguns sepulcros em Ketef Hinnom com uma série de câmaras fúnebres de pedras talhadas apoiadas em cavernas naturais. O local parecia ser arqueologicamente estéril e tinha sido usado para armazenar armamento durante o período otomano. A maior parte daqueles sepulcros havia sido saqueada, mas felizmente o conteúdo de Câmara 25 foi preservado devido a um aparente desabamento parcial do teto da caverna, ocorrido muito tempo antes.

O sepulcro 25 continha restos de esqueletos de 95 pessoas, 263 vasos de cerâmica inteiros, 101 peças de joalheria, entre elas 95 de prata e 6 de ouro, muitos objetos esculpidos em osso e marfim, e 41 pontas de flechas de bronze ou de ferro. Além disso, havia dois pequenos e curiosos rolos de prata.


Admitiu-se que esses rolos talvez contivessem alguma inscrição. Ao serem cuidadosamente desenrolados por especialistas do Museu de Israel, foi encontrado um texto com antiga escrita hebraica, decifrada com alguma dificuldade. O processo ultradelicado, desenvolvido para abrir os rolos de papel sem que o mesmos se desintegrassem, levou três anos. Quando os rolos foram finalmente abertos e limpos, descobriu-se que a inscrição continha porções de Números 6:24-26: "O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o seu rosto, e te dê a paz."


A maior placa contém 18 linhas de escrita legível e mede 97 x 27 mm, a menor apenas 39 x 11 mm (imagem abaixo): A bênção citada no Livro de Números era recitada pelos sacerdotes do templo, quando a congregação se reunia, mas aqui encontra-se em formato para uso individual.

Esta inscrição é uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome do Deus Israelita: YHWH ou Jeová. Breve como são, eles classificaram como os mais antigos textos preservados da Bíblia, datando cerca de 600 anos a.C.

Caso mais antigo de lepra é descoberto em Israel

O corpo foi encontrado nesta câmara selada em uma caverna no vale de Hinom

Vestígios de lepra foram identificados no DNA de um homem sepultado em uma tumba de Jerusalém datada do século 1º, o que faz do esqueleto a prova mais antiga desta doença, informou nesta quarta-feira (16) a Universidade Hebraica, em Israel.
Com o esqueleto também foi encontrado o mais antigo fragmento de sudário já identificado em Jerusalém, datado da época de Jesus Cristo, destaca a universidade.

Testes: análise de DNA das fibras do Sudário de Jerusalém, revelaram que remonta ao tempo da morte de Cristo. Especialistas dizem que lança dúvidas sobre a autenticidade do Sudário de Turim

Segundo o historiador Orit Shamir, especialista de tecidos antigos, o sudário encontrado agora tem uma técnica de fiação muito simples, bem diferente da textura complexa do sudário de Turim, que muitos pensam ter envolvido o corpo de Jesus após seu martírio.

"Se considerarmos que este é um sudário comum aos utilizados na época de Jesus, é possível concluir que o sudário de Turim não foi fabricado em Jerusalém na época de Jesus", destaca a Universidade Hebraica.

Evidência: O arqueólogo Shimon Gibson, centro, disse que testes revelaram que o homem sofria de lepra e morreu de tuberculose

O corpo, que data da primeira metade do século 1º, foi descoberto em uma tumba próxima à Cidade Velha de Jerusalém, na mesma zona onde Judas teria se suicidado, segundo a tradição cristã.
Outra curiosidade é que o corpo foi enterrado apenas uma vez, e não duas, como era a tradição na época.

Histórico: Um diagrama do local onde o corpo foi encontrado na câmara funerária. A câmara foi selada, pois ele sofria de tuberculose


Segundo Mark Spigelman, especialista em biologia molecular, além da lepra o homem sofria de tuberculose, a causa direta de sua morte.




Fonte:
Bíblia Thompson, suplemento arqueológico
Dicionário Bíblico - Editora Betânia

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