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O TUMULO DE RAQUEL

Raquel em hebreu: Rachael רחל, é uma das personagens da Bíblia; filha de Labão, sobrinha de Rebeca, irmã mais nova de Léia, esposa favorita de Jacó e mãe de José e Benjamim. O seu nome tem origem hebráica cujo significado é rosa amorosa. Em (Tiberia/hebraico:Rāēl). Padrão do hebreu: Rael.

Raquel pertencia a uma família rica, de pastores e lavradores, homens e mulheres totalmente dedicados ao trabalho. A riqueza de sua família vinha através do único propósito "trabalhar e prosperar". Essa é uma das admirações que Deus tinha sobre essa família (Gênesis 2.15), apesar de não o conhecerem ainda, eles eram politeístas: adoravam vários deuses, Raquel também herdou a beleza da linhagem de Sara e Rebeca sua tia. Alguns copiadores "escribas" descreveram Raquel como "linda", sinônimo de máxima beleza já vista, no texto do original hebraico (בראשית-Bereshit) ela é descrita amorosamente como "bonita de forma e bonita de aparência" (em hebráico: וְרָחֵל הָֽיְתָה יְפַת־תֹּאַר וִיפַת מַרְאֶה). Nos dias de hoje, Raquel na verdade quer dizer "Rosa Amorosa", originalmente dos significados hebreus.
(Gen. 29:17). Como costume de seu povo, Raquel trabalhava na função de pastora de carneiros (Gênesis 29.9), que não era um serviço tão leve assim, além de dividir a tarefa doméstica com sua irmã, Léia

Morte e enterro de Raquel

Raquel morreu em parto no caminho da casa de Jacó. A parteira lhe fala no meio do nascimento que a criança é um menino, lhe saindo a alma, Raquel olhou e o chamou de Benoni (filho de minha dor), porque morreu, mas seu pai chamou-lhe de Benjamin. E foi enterrada por Jacó na estrada para Efrat, próxima a Belém (Cisjordânia). Hoje a Tumba de Raquel, situada entre Belém e o bairro de Jerusalém de Gilo, é visitada por milhares de pessoas cada ano. (Gen. 35-20).

O TUMULO ANTES
ATUALMENTE
ATUALMENTE

Uma jovem judia ascende uma vela no interior do Túmulo de Raquel em Bethlehem, Cisjordânia.


OUTROS TÚMULOS
José o filho favorito de Jacó foi vendido pelos seus irmãos como escravo no Egipto, mas ele veio a ser o vice Faraó! Depois de 400 anos Moisés, levou consigo os ossos de José cumprindo uma promessa feita a ele pelos israelitas.(Êxodo 13:19)

1865 Foto: Túmulo de José na Palestina


Arão irmão de Moisés ajudou a conduzir 2-3 milhões pessoas para fora do Egipto.
Números 20:28 “Moisés despiu Arão de suas vestes e colocou-as em seu filho Eleazar; e Arão morreu no alto do monte. Depois disso, Moisés e Eleazar desceram.”
Da montanha que cerca a grande taça de Pedra, nenhuma é mais comandada que Jabal Haroun, Montanha de Arão, ou Monte Hor da Bíblia. Com 1,350 metros acima do nível do mar é o mais alto pico da área; e é um local sagrado para as pessoas do lugar, porque eles acreditam que ali morreu e foi enterrado o irmão de Moisés.



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ARQUEOLOGIA DO POÇO DE JACÓ


O poço de Jacó está a 800 metros ao sul de Sicar, na estrada alta de Jerusalém, onde o caminho faz uma curva para entrar no vale situado entre o monte Gerizim e o monte Ebal.


Está situado perto da tumba de José, no terreno adquirido por Jacó, e é um dos lugares mais autênticos de todas as terras bíblicas. Os samaritanos, os judeus, os cristãos e os muçulmanos o veneram como o poço que Jacó cavou e a beira do qual Jesus se sentou quando conversou com a mulher samaritana que tinha vindo tirar água. A tradição samaritana remonta-se a mais de 23 séculos, e está refletida no comentário que a mulher samaritana fez a Jesus: “o nosso pai Jacó... nos deu este poço” (Jo 4.12). A tradição cristã data do ano 333 quando o Peregrino de Bordeaux visitou o poço. Aqui foi construída uma igreja cristã no século quarto. Os cruzados encontraram a igreja em ruínas e a reedificaram, mas esta foi destruída durante o século doze, e suas ruínas jazem como um montão de pedras pardas sobre o poço.

Ele ainda existe hoje, dentro de um complexo de paredes de um Mosteiro Ortodóxico Grego.


Em 1838 Robinson achou a entrada da boca do poço, e ao medi-lo, descobriu que tinha uma profundidade de 32 metros. Em 1881 o doutor C. A. Barclay realizou escavações em redor do poço, descobrindo escombros que tinham caído, ou haviam sido lançados nele, e haviam reduzido sua profundidade a só 20 metros. Mais tarde limparam o poço até o fundo (32 metros), mas devido aos muitos turistas que empurravam ou lançavam pedras no poço a fim de escutar quanto tempo à pedra demorava para chegar na água, sua profundidade foi reduzida pouco a pouco até chegar a 23 metros. Por essa época a Igreja Ortodoxa Grega adquiriu o lugar, e depois de muitos anos concluiu a construção de uma igreja sobre o local.


A antiga borda do poço está a muitos metros abaixo do nível atual, e mostram profundas fendas que foram produzidas pelas cordas com as quais puxavam os odres ou as vasilhas de água. O poço mede 2,3 metros de circunferência. Sua parte superior está revestida com obra de alvenaria, mas sua parte inferior foi cavada na pedra calcária. A água é fria e refrescante, já que o poço é profundo, e não é só uma cisterna, mas um manancial, ou seja, alimenta se tanto de água da superfície como de uma fonte subterrânea.

As memórias evocadas pelo poço nos transportam na história a épocas passadas de cenas pastorais e de costumes patriarcais. Também nos recorda o início do ministério de Jesus, quando nesse poço do lado do caminho ele revelou sua natureza divina a admirada samaritana, e onde pronunciou a profunda verdade que permanecerá através de todos os tempos: “mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Deverás, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna” (Jo 4.14).

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ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE BETEL

BETEL – CASA DE DEUS

HISTÓRIA
Cidade de Canaã, cerca de 19 km ao norte de Jerusalém. Betel é mencionada 65 vezes na Bíblia, menos apenas do que Jerusalém. Aparece primeiramente relacionado ao lugar onde Abraão armou sua tenda e edificou seu segundo altar (Gn 12.8; 13.3). Foi ali também que Jacó teve a visão dos anjos que subiam e desciam por uma escada celestial e aonde retornou após 20 anos para cumprir seu voto e erguer um altar. Chamou o lugar de “El-Bet-el”, porque ali Deus se manifestou a ele (Gn 35.2-7).

Tempos depois, durante a guerra de Israel com os benjamitas (Jz 20), os filhos de Israel foram até Betel para consultar a Deus, porque a Arca da Aliança estava naquela cidade (Jz 20.26-27). Em Betel eles levantaram um altar e ofereceram holocaustos e oferendas a Javé. Ao final da guerra, os israelitas retornaram novamente a Betel, construíram um altar e novamente ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas (Jz 21.1-4).

Depois da morte de Salomão e da divisão do reino, Jeroboão I, rei de Israel (o Reino do Norte) mandou forjar dois bezerros de ouro, colocando um em Betel e outro em Dã (1Rs 12.29-33), sendo, portanto, objetos de adoração. Isto transformou Betel na principal cidade-santuário de Israel, rivalizando com Jerusalém que era de Judá.

Os profetas Amós e Jeremias denunciaram Betel por sua idolatria (Am 5.5-6; Jr 48.13). Oséias denunciou a grande iniquidade praticada no lugar (Os 10.5-15), chamando de Bete-Aven (Casa dos Ídolos), porque havia um bezerro de ouro ali. Em uma reforma religiosa que buscava restaurar a adoração a Javé, o rei Josias destruiu o altar de Betel (2Rs 23.15). Na época da libertação da Babilônia, o povo judeu liderado por Zorobabel habitou em Betel (Ed 2.28; Ne 7.32). O lugar voltou ao controle dos benjamitas (Ne 11.31).

ARQUEOLOGIA
O doutor Albright, das Escolas Americanas de Investigação Oriental, realizou sondagens no local em 1927; o doutor J. L. Kelson, do Seminário Teológico Pttisburg-Xenia e outros jovens arqueólogos se uniram a ele em 1934. A escavação foi reiniciada pelo doutor Kelson em 1954.

Os achados revelam indícios de um povoado que se estabeleceu na região por volta do ano 2000 a.C., e foi destruído por um terrível incêndio no século XIII a.C., possivelmente durante o agitado e desorganizado período dos juízes de Israel, ou conforme alguns acreditam, durante a chegada dos israelitas sob o comando de Josué. O povoado foi reconstruído no nono século, e destruído pelos assírios entre 724-722 a.C., durante o cerco a Samaria. Reviveu, sendo destruído outra vez por um grande incêndio por volta do ano 597 a.C., possivelmente causado pelo exército de Nabucodonosor. Reconstruído na última parte do Império Persa, prosperou até ser mais uma vez destruído pelos romanos no ano 70 d.C., ao tempo em que destruíram Jerusalém.

Os primeiros muros da cidade estavam entre os melhores da Palestina dessa época. Havia um sistema de drenagem com pedras alinhadas, surpreendentemente bom construído, que corria sob dois pisos de gesso, e transportava a água da chuva e a água usada para fora do muro da cidade. Nos primeiros níveis das ruínas de Betel havia muitos objetos do culto cananeu. Todavia, depois que Israel se apoderou dela, não foram encontradas imagens nem monumentos a deuses falsos, nem sequer indícios do bezerro de ouro de Jeroboão.


A Batalha de Ai


A colina de et-Tell é identificada como sendo o local da cidade de Ai.

Neste foto, et-Tell está no centro, tendo a cidade de Betel acima, conforme a narrativa bíblica de Gn 12.8: “E moveu-se dali para a montanha à banda do oriente de Betel e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao SENHOR e invocou o nome do SENHOR”.


Abaixo, um mapa da batalha da conquista da cidade de Ai, indicando a localização de Josué e dos soldados da emboscada (linha vermelha).


Após a conquista de Ai, Josué fez algo impensável, sob o ponto de vista militar ou humano: ao invés de prosseguir na destruição dos inimigos, levou o povo a um momento espiritual, conforme tinha ordenado Moisés: “E deram ordem, Moisés e os anciãos, ao povo de Israel, dizendo: Guardai todos estes mandamentos que hoje vos ordeno: Será, pois, que, no dia em que passares o Jordão à terra que te der o SENHOR, teu Deus, levantar-te-ás umas pedras grandes e as caiarás. E, havendo-o passado, escreverás nelas todas as palavras desta lei, para entrares na terra que te der o SENHOR, teu Deus, terra que mana leite e mel, como te disse o SENHOR, Deus de teus pais. Será, pois, que, quando houveres passado o Jordão, levantareis estas pedras, que hoje vos ordeno, no monte Ebal, e as caiarás. E ali edificarás um altar ao SENHOR, teu Deus, um altar de pedras; não alçarás ferro sobre elas. De pedras inteiras edificarás o altar do SENHOR, teu Deus; e sobre ele oferecerás holocaustos ao SENHOR, teu Deus. Também sacrificarás ofertas pacíficas, e ali comerás perante o SENHOR, teu Deus, e te alegrarás” Dt 27.1-8.

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ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE CESARÉIA DE FILIPE


Era assim chamada para distingui-la da Cesaréia, porto do mar. Banias é seu nome atual. Estava localizada ao pé do monte Hermon, onde a fonte mais oriental do rio Jordão surge como um arroio resplandecente, saindo de uma gruta na base de um grande precipício, e prosseguindo para unir-se a outras fontes do rio Jordão. Devido ao fato de estar bem irrigado, o local tem uma grande variedade de árvores, de vinhedos e arbustos floridos, e é um dos lugares mais famosos da toda a Terra Santa. Nos tempo do Antigo Testamento, a cidade tinha um altar dedicado a Baal, e mais tarde os gregos construíram um altar a Pã, o deus da natureza, é chamada de Panias (a cidade de Pá).

Cesaréia de Felipe fora construída por Herodes Felipe na cabeceira do rio Jordão. Perto desta cidade é que se destaca esta grande história, onde por sua vez Jesus encaminha os discípulos a um lugar não muito frequentado por judeus por se tratar de um antigo e"grande centro pagão" daquela epóca.
Seu nome na antiguidade se chamava "Panias" ou "Banias", por que este local era devotado ao "deus pagão" por nome "pan" (metade homem metade bode), daí o emblema na entrada de Cesaréia de Felipe.

" deus pagão da grecia pan" (metade homem metade bode)

No ano 20 d.C., Herodes, o Grande, construiu ali um templo branco de mármore, e o dedicou a César Augusto. Quando Herodes morreu, a cidade ficou nas mãos de seu filho, Herodes Filipe, que a ampliou e embelezou, e a chamou de Cesaréia de Filipe, para alcançar graça diante de seu imperador, Tibério César.


Foi a este lugar de beleza natural que Jesus levou seus discípulos para um breve descanso e onde perguntou: “E vós quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro fez a grande confissão: “Tu és o Cristo, o filho do Deus Vivo” (Mt 16.15,16; Mc 9.18). Na época medieval os cruzados construíram ali um castelo, em uma ramificação da montanha, e o chamaram “Castelo de Subeibe”.


Atualmente vêem-se blocos de pedras das edificações, pedaços de colunas quebradas e arcos enterrados pela metade, espalhados sobre o lugar onde estava localizada a cidade. Na parte da frente do grande precipício, ao redor da gruta de onde sai o arroio, encontram-se vários nichos (cavidades onde se colocam imagens), e uma inscrição grega com os seguintes dizeres: “Pã e sua ninfas rondam por esse lugar.” Outra inscrição fala do “sacerdote do deus Pã”.

Têm sido encontrado ali muitas moedas. Uma delas apresenta o desenho da flauta de Pã; em outra, Pã se encontra apoiado em uma árvore tocando sua flauta; uma terceira apresenta a entrada da caverna, e Pã toca sua flauta no interior; em uma quarta moeda lê-se o nome da cidade: “Cesaréia-Paneio”.

Na parte alta da montanha, olhando-se para Cesaréia de Filipe, vê-se o castelo de Subeibe, rodeado de muros de três metros de espessura por 30 metros de altura, sustentado por numerosas torres redondas. O interior da antiga fortaleza é uma superfície desnivelada de uns dois hectares, onde se encontram espalhadas casas, cisternas, paredes enormes e pátios amplos. O castelo está velho e arruinado, devido ao tempo e a ação dos elementos, mas encontra-se em melhor estado do que outros muitos castelos da região.

Entrada de Cesaréia de Felipe

Talvez o maior centro pagão do Israel antigo, havia sacrifícios de bodes e os restos eram enterrados lá mesmo próximo do templo de pan, havia alí outro templo em homenagem a "deusa da vingança" (nemefis), e também um templo em homenagem ao "deus zeus" 

Enorme gruta onde eram oferecidos sacrifícios de bodes

É importante saber que, muitos judeus acreditavam que as portas do inferno se encontravam em Cesaréia de Felipe, pois, existe alí até hoje próximo do local onde ficava o templo de pan e suas ninfas uma enorme gruta que naquela época era considerada a "entrada do mundo das trevas" por isso essa área não era frequentada pelos judeus. Pan por sua vez era o guardião dessa entrada.

Este local não aparece na história do Velho Testamento, mas é identificado como Baal-Gad e provavelmente como Laish (Tel Dan) como é indicado. Este local era certamente uma grande local de culto a vários deuses, mas o local foi preparado originalmente para a adoração ao deus Pan, principalmente a caverna que alimentava com suas águas o Rio Jordão.


Jesus se revela dentro desse local com Cristo o Messias através da confissão de Pedro essa confissão foi como o próprio Cristo disse revelado pelo próprio Deus que, dentro desse enorme centro pagão exaltou seu Filho para que o mundo pudesse perceber que só existe uma forma de salvação, se achegando ao filho de Deus e nos alicerçando na verdadeira Rocha que é o Filho de Deus Jesus Cristo nosso Senhor.

Nascente do Banias, em Cesaréia de Felipe

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ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE CESARÉIA




Chamada hoje de Kaisarich, era a capital da Judéia na época de Jesus. Estava situada na costa do mar Mediterrâneo, a 51 quilômetros ao norte de Jope, e a uns 96 quilômetros a noroeste de Jerusalém.


Herodes, o Grande, começou a edificar essa cidade no ano de 25 a.C., e a concluiu em 13 a.C. Na dedicação realizada em 12 a.C., ele mesmo a chamou de Cesaréia em honra de César Augusto, e a transformou em capital romana da Judéia. Em pouco tempo ela se converteu em porto marítimo de grande importância, em um grande centro comercial e em uma das cidades mais atrativas dessa época. Tinha sido tão bem edificada e tão bem planejada que frequentemente a chamavam de “pequena Roma”.

Felipe, o evangelista viveu nela, e Paulo esteve prisioneiro ali por dois anos. No porto de Cesaréia Paulo embarcou para Tarso, quando foi obrigado a fugir de Damasco (At 9.30); também nessa cidade vivia o centurião Cornélio, onde se converteu (At 10. 1-34). Em Cesaréia Paulo desembarcou de sua segunda e terceira viagens missionárias (At.18.22; 21.8) e dali partiu para Jerusalém (At 21.15). Foi residência oficial dos reis herodianos, e de Felix, e de Festo, e de outros procuradores romanos. Foi nessa cidade que Herodes Agripa I, neto de Herodes, o Grande, foi ferido de repugnante enfermidade (At 12.19).

A cidade permaneceu à mercê de muitos povos até 1256 d.C. quando o sultão Bibars do Egito a conquistou e destruiu seus muros e a maior parte de seus edifícios. Durante os séculos sbsequentes permaneceu em ruínas, com suas peças de alvenaria quebradas, pedaços de portas, castelos e fragmentos de colunas de granito e de mármore que sobressaiam da areia ou se encontravam meio submersas nas águas pouco profundas do mar próximo.

O Departamento de Antiguidades do Governo de Israel tem empreendido a escavação de Cesaréia. Seus maiores achados até agora incluem um esplêndido castelo dos cruzados, o teatro e o anfiteatro, o hipódromo e o piso de uma sinagoga judaica. No teatro encontraram uma pedra na qual estavam escritos os nomes de Pilatos e Tibério. Essa foi à primeira vez em que se encontrou o nome de Pilatos em uma inscrição sobre uma pedra. Desenterram também um grande templo dedicado ao César de Roma, no qual havia uma estátua enorme do imperador.

anfiteatro de Cesareia


"Um anfiteatro para 3,5 mil pessoas marca Cesaréia, cidade portuária que Herodes fundou. Perto dali um porto para grandes embarcações foi construído num pontal fustigado pelos ventos. "O rei", escreveu no século 1 o historiador Flávio Josefo, "conquistou a própria natureza."



Durante muitos séculos, a única prova da existência do governador romano que comandou a Judéia Pôncio Pilatos era a Bíblia Sagrada. Em 1986, durante uma expedição arqueológica comandada pelo renomadíssimo arqueólogo italiano Antonio Frova na Cisjordânia, fora encontrada, na porta de um anfiteatro romano, na Cidade de Cesaréia, datado do séc.1, uma insrição cujos dizeres em latim são: PONTIVS PILATVS PRAEFECTUS IVDAEA (Pôncio Pilatos, Procurador da Judéia)

Em 1960, uma arqueológica a explorou e traçou a planta do grande porto construído por Herodes. Somente a parte superior dos sofisticados quebra-mares apareciam em todas as partes acima das águas. Todavia, as explorações submarinas contribuíram para confirmar a descrição de Josefo do enorme e grandioso porto de Cesaréia.

porto de Cesaréia






Esse era o maior e mais imponente porto do Império Romano, quando foi inaugurado em 10 a. C. Após 2.016 anos, o antigo porto de Cesaréia — na costa mediterrânea de Israel — foi reinaugurado, dessa vez como o primeiro museu subaquático do mundo.Mergulhadores arqueólogos provaram que se tratava do porto mais importante do império romano nessa época. A entrada era guardada por enormes estátuas e nele podiam atracar mais de cem navios. Tendo em conta o facto de que a costa da Palestina, a sul de Haifa, não tem portos naturais, a construção do porto artificial de Cesaréia foi uma verdadeira proeza.


algumas outras descobertas da cidade

Aqui ficava o castelo de Herodes, entrando no mar. Essa área sofreu inundação em tempos mais cercanos.

Detalhe do piso com mármore.

Detalhe do piso com pastilhas.

Uma construção conservada em que se nota trabalho de mármore e piso com detalhes.

Banho romano.os banhos eram todos ornamentados com ladrilhos bem pequenos, que lembram as atuais pastilhas, formando belos desenhos. Há também utilização de mármore muito bem polido.



Havia muito tempo que este lugar era conhecido pelo seu imponente teatro, que proporcionava uma vista para o mar e pelo seu notável aqueduto. Mas só quando se realizaram as escavações mais recentes é que se começou a trazer à luz do dia a vasta cidade herodiana.






aqueduto romano milenar de frente para o Mar Mediterrâneo e Akko (Acre)

A cidade na costa mediterrânea de Israel não contava com água potável suficiente nos tempos do Império Romano - problema resolvido com a construção do aqueduto que trazia água desde o Monte Carmelo. Hoje, o monumento é um dos mais bem preservados da região.

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