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ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE CESARÉIA DE FILIPE


Era assim chamada para distingui-la da Cesaréia, porto do mar. Banias é seu nome atual. Estava localizada ao pé do monte Hermon, onde a fonte mais oriental do rio Jordão surge como um arroio resplandecente, saindo de uma gruta na base de um grande precipício, e prosseguindo para unir-se a outras fontes do rio Jordão. Devido ao fato de estar bem irrigado, o local tem uma grande variedade de árvores, de vinhedos e arbustos floridos, e é um dos lugares mais famosos da toda a Terra Santa. Nos tempo do Antigo Testamento, a cidade tinha um altar dedicado a Baal, e mais tarde os gregos construíram um altar a Pã, o deus da natureza, é chamada de Panias (a cidade de Pá).

Cesaréia de Felipe fora construída por Herodes Felipe na cabeceira do rio Jordão. Perto desta cidade é que se destaca esta grande história, onde por sua vez Jesus encaminha os discípulos a um lugar não muito frequentado por judeus por se tratar de um antigo e"grande centro pagão" daquela epóca.
Seu nome na antiguidade se chamava "Panias" ou "Banias", por que este local era devotado ao "deus pagão" por nome "pan" (metade homem metade bode), daí o emblema na entrada de Cesaréia de Felipe.

" deus pagão da grecia pan" (metade homem metade bode)

No ano 20 d.C., Herodes, o Grande, construiu ali um templo branco de mármore, e o dedicou a César Augusto. Quando Herodes morreu, a cidade ficou nas mãos de seu filho, Herodes Filipe, que a ampliou e embelezou, e a chamou de Cesaréia de Filipe, para alcançar graça diante de seu imperador, Tibério César.


Foi a este lugar de beleza natural que Jesus levou seus discípulos para um breve descanso e onde perguntou: “E vós quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro fez a grande confissão: “Tu és o Cristo, o filho do Deus Vivo” (Mt 16.15,16; Mc 9.18). Na época medieval os cruzados construíram ali um castelo, em uma ramificação da montanha, e o chamaram “Castelo de Subeibe”.


Atualmente vêem-se blocos de pedras das edificações, pedaços de colunas quebradas e arcos enterrados pela metade, espalhados sobre o lugar onde estava localizada a cidade. Na parte da frente do grande precipício, ao redor da gruta de onde sai o arroio, encontram-se vários nichos (cavidades onde se colocam imagens), e uma inscrição grega com os seguintes dizeres: “Pã e sua ninfas rondam por esse lugar.” Outra inscrição fala do “sacerdote do deus Pã”.

Têm sido encontrado ali muitas moedas. Uma delas apresenta o desenho da flauta de Pã; em outra, Pã se encontra apoiado em uma árvore tocando sua flauta; uma terceira apresenta a entrada da caverna, e Pã toca sua flauta no interior; em uma quarta moeda lê-se o nome da cidade: “Cesaréia-Paneio”.

Na parte alta da montanha, olhando-se para Cesaréia de Filipe, vê-se o castelo de Subeibe, rodeado de muros de três metros de espessura por 30 metros de altura, sustentado por numerosas torres redondas. O interior da antiga fortaleza é uma superfície desnivelada de uns dois hectares, onde se encontram espalhadas casas, cisternas, paredes enormes e pátios amplos. O castelo está velho e arruinado, devido ao tempo e a ação dos elementos, mas encontra-se em melhor estado do que outros muitos castelos da região.

Entrada de Cesaréia de Felipe

Talvez o maior centro pagão do Israel antigo, havia sacrifícios de bodes e os restos eram enterrados lá mesmo próximo do templo de pan, havia alí outro templo em homenagem a "deusa da vingança" (nemefis), e também um templo em homenagem ao "deus zeus" 

Enorme gruta onde eram oferecidos sacrifícios de bodes

É importante saber que, muitos judeus acreditavam que as portas do inferno se encontravam em Cesaréia de Felipe, pois, existe alí até hoje próximo do local onde ficava o templo de pan e suas ninfas uma enorme gruta que naquela época era considerada a "entrada do mundo das trevas" por isso essa área não era frequentada pelos judeus. Pan por sua vez era o guardião dessa entrada.

Este local não aparece na história do Velho Testamento, mas é identificado como Baal-Gad e provavelmente como Laish (Tel Dan) como é indicado. Este local era certamente uma grande local de culto a vários deuses, mas o local foi preparado originalmente para a adoração ao deus Pan, principalmente a caverna que alimentava com suas águas o Rio Jordão.


Jesus se revela dentro desse local com Cristo o Messias através da confissão de Pedro essa confissão foi como o próprio Cristo disse revelado pelo próprio Deus que, dentro desse enorme centro pagão exaltou seu Filho para que o mundo pudesse perceber que só existe uma forma de salvação, se achegando ao filho de Deus e nos alicerçando na verdadeira Rocha que é o Filho de Deus Jesus Cristo nosso Senhor.

Nascente do Banias, em Cesaréia de Felipe

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ARQUEOLOGIA DA CIDADE DE CESARÉIA




Chamada hoje de Kaisarich, era a capital da Judéia na época de Jesus. Estava situada na costa do mar Mediterrâneo, a 51 quilômetros ao norte de Jope, e a uns 96 quilômetros a noroeste de Jerusalém.


Herodes, o Grande, começou a edificar essa cidade no ano de 25 a.C., e a concluiu em 13 a.C. Na dedicação realizada em 12 a.C., ele mesmo a chamou de Cesaréia em honra de César Augusto, e a transformou em capital romana da Judéia. Em pouco tempo ela se converteu em porto marítimo de grande importância, em um grande centro comercial e em uma das cidades mais atrativas dessa época. Tinha sido tão bem edificada e tão bem planejada que frequentemente a chamavam de “pequena Roma”.

Felipe, o evangelista viveu nela, e Paulo esteve prisioneiro ali por dois anos. No porto de Cesaréia Paulo embarcou para Tarso, quando foi obrigado a fugir de Damasco (At 9.30); também nessa cidade vivia o centurião Cornélio, onde se converteu (At 10. 1-34). Em Cesaréia Paulo desembarcou de sua segunda e terceira viagens missionárias (At.18.22; 21.8) e dali partiu para Jerusalém (At 21.15). Foi residência oficial dos reis herodianos, e de Felix, e de Festo, e de outros procuradores romanos. Foi nessa cidade que Herodes Agripa I, neto de Herodes, o Grande, foi ferido de repugnante enfermidade (At 12.19).

A cidade permaneceu à mercê de muitos povos até 1256 d.C. quando o sultão Bibars do Egito a conquistou e destruiu seus muros e a maior parte de seus edifícios. Durante os séculos sbsequentes permaneceu em ruínas, com suas peças de alvenaria quebradas, pedaços de portas, castelos e fragmentos de colunas de granito e de mármore que sobressaiam da areia ou se encontravam meio submersas nas águas pouco profundas do mar próximo.

O Departamento de Antiguidades do Governo de Israel tem empreendido a escavação de Cesaréia. Seus maiores achados até agora incluem um esplêndido castelo dos cruzados, o teatro e o anfiteatro, o hipódromo e o piso de uma sinagoga judaica. No teatro encontraram uma pedra na qual estavam escritos os nomes de Pilatos e Tibério. Essa foi à primeira vez em que se encontrou o nome de Pilatos em uma inscrição sobre uma pedra. Desenterram também um grande templo dedicado ao César de Roma, no qual havia uma estátua enorme do imperador.

anfiteatro de Cesareia


"Um anfiteatro para 3,5 mil pessoas marca Cesaréia, cidade portuária que Herodes fundou. Perto dali um porto para grandes embarcações foi construído num pontal fustigado pelos ventos. "O rei", escreveu no século 1 o historiador Flávio Josefo, "conquistou a própria natureza."



Durante muitos séculos, a única prova da existência do governador romano que comandou a Judéia Pôncio Pilatos era a Bíblia Sagrada. Em 1986, durante uma expedição arqueológica comandada pelo renomadíssimo arqueólogo italiano Antonio Frova na Cisjordânia, fora encontrada, na porta de um anfiteatro romano, na Cidade de Cesaréia, datado do séc.1, uma insrição cujos dizeres em latim são: PONTIVS PILATVS PRAEFECTUS IVDAEA (Pôncio Pilatos, Procurador da Judéia)

Em 1960, uma arqueológica a explorou e traçou a planta do grande porto construído por Herodes. Somente a parte superior dos sofisticados quebra-mares apareciam em todas as partes acima das águas. Todavia, as explorações submarinas contribuíram para confirmar a descrição de Josefo do enorme e grandioso porto de Cesaréia.

porto de Cesaréia






Esse era o maior e mais imponente porto do Império Romano, quando foi inaugurado em 10 a. C. Após 2.016 anos, o antigo porto de Cesaréia — na costa mediterrânea de Israel — foi reinaugurado, dessa vez como o primeiro museu subaquático do mundo.Mergulhadores arqueólogos provaram que se tratava do porto mais importante do império romano nessa época. A entrada era guardada por enormes estátuas e nele podiam atracar mais de cem navios. Tendo em conta o facto de que a costa da Palestina, a sul de Haifa, não tem portos naturais, a construção do porto artificial de Cesaréia foi uma verdadeira proeza.


algumas outras descobertas da cidade

Aqui ficava o castelo de Herodes, entrando no mar. Essa área sofreu inundação em tempos mais cercanos.

Detalhe do piso com mármore.

Detalhe do piso com pastilhas.

Uma construção conservada em que se nota trabalho de mármore e piso com detalhes.

Banho romano.os banhos eram todos ornamentados com ladrilhos bem pequenos, que lembram as atuais pastilhas, formando belos desenhos. Há também utilização de mármore muito bem polido.



Havia muito tempo que este lugar era conhecido pelo seu imponente teatro, que proporcionava uma vista para o mar e pelo seu notável aqueduto. Mas só quando se realizaram as escavações mais recentes é que se começou a trazer à luz do dia a vasta cidade herodiana.






aqueduto romano milenar de frente para o Mar Mediterrâneo e Akko (Acre)

A cidade na costa mediterrânea de Israel não contava com água potável suficiente nos tempos do Império Romano - problema resolvido com a construção do aqueduto que trazia água desde o Monte Carmelo. Hoje, o monumento é um dos mais bem preservados da região.

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Os relatos da cura dos cegos em Jericó se contradizem?


Os relatos da cura dos cegos em Jericó se contradizem?

Antes de ler o resto deste artigo, seria bom ler três relatos da cura dos cegos em Jericó: Mateus 20:29-34; Marcos 10:46-52 e Lucas 18:35-43. Como naturalmente acontece em relatos paralelos mas independentes, há diferenças nos relatos. Mas, antes de concluir que estas diferenças constituem contradições (assim questionando ou negando a credibilidade da Bíblia), tome o tempo necessário para avaliar as diferenças.

A primeira diferença envolve o número de cegos. Mateus, a única testemunha ocularque relata a cura, cita dois, mas não menciona seus nomes. Lucas fala de um cego, e também não cita seu nome. Marcos menciona apenas um, e especificamente identifica o cego pelo nome Bartimeu.

Esta diferença é uma contradição? É claro que não. Vamos ilustrar. Eu frequentemente viajo acompanhado pela minha esposa. Três pessoas poderiam falar a verdade sobre determinada viagem com relatos diferentes mas não contraditórios. Uma pessoa poderia dizer que “um casal veio aqui”, enquanto outra daria destaque à minha mulher e diria “uma mulher nos visitou”. Uma outra pessoa poderia até dizer: “A Benita passou aqui”. Todas estariam falando a verdade, mas relatando fatos de uma maneira diferente. Jesus curou dois cegos, um deles conhecido pelo nome Bartimeu.

A segunda diferença é um pouco mais difícil, mas ainda não chega a provar uma contradição. Onde foi feito a cura - na chegada ou na saída de Jericó? Mateus e Marcos dizem que Jesus estava saíndo de Jericó quando encontrou o(s) cego(s), mas Lucas diz: “Aconteceu que, ao aproximar-se ele de Jericó...” (18:35). Para negar uma contradição, precisamos apenas achar uma explicação plausível dos fatos relatados. Neste caso, há, pelo menos, duas:

(1) Alguns sugerem que o problema vem na tradução aqui da palavra grega usada por Lucas (eggizo). Dizem que esta palavra pode significar o ato de chegar perto de um local, ou pode significar simplesmente estar próximo. Neste caso, se ele acabou de sair de Jericó, estaria próximo.

(2) Uma outra sugestão envolve um fato histórico de existirem na época de Jesus a antiga cidade de Jericó e, ao mesmo tempo, uma nova Jericó construída por Herodes o Grande. Assim, Jesus teria saído da cidade antiga (conforme Mateus e Marcos) enquanto aproximou-se da nova cidade (conforme Lucas).

Mateus, Marcos, Lucas e João escreveram relatos confiáveis e complementares da vida de Jesus Cristo. Devemos estudar todos estes livros para conhecer o Filho de Deus!

–por Dennis Allan

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Arqueologia da Cidade de Éfeso

HISTÓRIA DE ÉFESO


Éfeso, cidade fundada pelos gregos na região central da costa ocidental da Anatólia, situada na região que hoje se chama Ásia Menor, entre Mileto e Esmirna, próximo ao lugar onde os rios Caiester e Meandro desembocam no mar Egeu. Plínio o Jovem, dizia que “nos tempos antigos o mar lavava o templo de Diana”. Essa cidade foi junto com Esmirna, Priene, Mio e Mileto, uma das que se desenvolveram na época do domínio dos reis Lídios de Sardes, nos séculos VII-VI a.C.

Era uma cidade livre administrativamente na época dos ptolomeus, mas dependente política e militarmente, tendo de acolher militares e pagar tributos, o que aconteceu durante o período do domínio selêucida. Durante o Império Romano, Éfeso tornou-se um centro administrativo romano, habitado por muitos judeus. No século II a.C. constituía um importante centro de comércio, o que continuou durante o período inicial do cristianismo.





Quanto ao contexto sócio-religioso, em Éfeso estava o famoso templo de Diana, um local especificamente consagrado àquela divindade; esse templo possuía imensos tesouros, sendo considerado uma das sete maravilhas do mundo. Esse lugar de culto tinha 130 metros de cumprimento por 67 de largura e achava-se adornado com pinturas e estátuas. Foi incendiado segundo a lenda no dia em que nasceu Alexandre Magno e esteve em ruínas por algum tempo. Alexandre se ofereceu para reconstruí-lo desde que os efésios aceitassem colocar no edifício uma inscrição indicando que ele era o reconstrutor. O oferecimento foi recusado, e os próprios habitantes reedificaram o templo, e com maior magnitude que o anterior. A reconstrução levou trinta anos. As mulheres de Éfeso venderam suas joias para arrecadar fundos para serem utilizados na construção. O reis doaram colunas e deram presentes de ouro, enquanto mobiliários de todas as classes vinham de muitas nações. O templo tornou-se amplamente conhecido por causa da imagem de Diana, a qual os crédulos diziam que havia baixado do céu.

À medida que o cristianismo avançou, o culto a Diana entrou em declínio. Em 262 d.C. seu templo foi saqueado e incendiado pelos godos, e finalmente abandonado após o edito de Teodósio, que fechou os templos pagãos. A cidade diminui de tamanho em consequência de epidemias de paludismo.

Éfeso é uma das sete Igrejas da Ásia a que se refere o Apocalipse de João (Ap 1.11; 2.1).

DESCOBERTAS ARQUEOLOGICAS


Teatro de Éfeso (capacidade para cerca de 24.000 pessoas).

As ruínas da cidade jazem em uma planície baixa a seis ou oito quilômetros do mar.

As escavações em Éfeso começaram em 2 de maio de 1863, por encargo do Museu Britânico e sob a direção do arquiteto J. T. Woody, e se estenderam até 1874. O principal objetivo de Woody era localizar o templo de Diana, mas trabalhou durante seis anos sem nenhum resultado significativo. Porém ao escavar no teatro, encontrou uma inscrição que narrava como as imagens de Diana eram levadas do templo ao teatro em cada aniversário da deusa, e como a procissão entrava na cidade pela porta Magnésia e saia pela porta Corésia. Wood encontrou essa portas e assim pôde descobrir a rua que conduzia ao templo. Este foi descoberto e escavado durante cinco anos. Davi C. Hogarth continuou o trabalho no templo durante os anos de 1904-1905. O Instituto Austríaco de Arqueologia começou a escavar em 1908, e por mais de trinta anos realizou minuciosas escavações que lhe permitiram uma ideia global da cidade.

Os escavadores constataram que os muros da cidade de Éfeso mediam quase oito quilômetros de cumprimento, e encerravam uma extensão de mais de 400 hectares. Esses muros eram altos, e algumas ruas estavam calçadas de mármore. A mais importante dessas ruas conduzia do teatro ao porto, situado a 800 metros de distância. A rua media 11 metros de largura e estava flanqueada por colunas, atrás das quais existiam armazéns e outros edifícios esplêndidos. Em cada extremo havia entradas monumentais.

O lugar do templo da “Grande Diana dos Efésios” estava localizado a quase um quilômetro e meio a noroeste do muro da cidade. O muro tinha sido construído sobre uma enorme plataforma de concreto de 71 por 127 metros. Seu teto se destacava sobre 127 colunas jônicas de 1,8 metros de diâmetro e 18 de altura. Wood encontrou entre as ruínas o que acreditou ser um altar, porém mais tarde Hogarth deu um golpezinho sobre esse “altar” e ouviu um som oco. Resolveu abri-lo e encontrou dentro dele uma grande e importante coleção de joias, moedas e outros objetos de arte. Muitos concluíram que aquele suposto altar era um depósito de oferendas realizadas durante a colocação da pedra angular ou inaugural nos alicerces, quando templo começou a ser construído.

Portal da saída do mercado da cidade de Éfeso.

No meio da cidade foi encontrado a Ágora (praça do mercado), uma área retangular de 110 metros de cumprimento rodeada com colunas, armazéns e quartos. Em meio do espaço aberto havia um relógio de água e de sol.


A noroeste do Ágora, na ladeira ocidental do monte Pion, os escavadores desenterraram um anfiteatro cujas fileiras de assentos tinham capacidade de acomodar pelo menos 24.000 pessoas. Nas cidades gregas da época o anfiteatro era o local habitual de reunião do povo, e este anfiteatro em particular apresenta uma das mais vívidas cenas do Novo Testamento, já que foi o lugar onde Demétrio e seus companheiros lideraram a multidão no grande distúrbio contra Paulo, devido ao culto à Diana e a diminuição da venda das miniaturas do templo, que os ourives faziam e comercializavam (At 19.23-41).


Ao nordeste deste anfiteatro, perto da porta de Corésia, foi encontrado o antigo estádio, onde eram realizados jogos, combates de gladiadores e lutas com animais selvagens.



Outras descobertas incluíam uma bela casa de banho, de mármore com muitos quartos, uma magnífica biblioteca, uma grande basílica dedicada a “São João, o Teólogo”, a “Catacumba dos Sete Adormecidos”, onde foram encontradas centenas de locais de sepultura, e um templo dedicado a adoração do Imperador. Ali havia uma estátua de Domiciano, o Imperador que exilou João na Ilha de Patmos e perseguiu os cristãos no tempo em que Cristo revelava o Apocalipse ao evangelista.


Nenhuma cidade tem sido escavada tão minuciosamente como foi Éfeso. Essas escavações lançam considerável luz sobre as epístolas de Paulo e os escritos de João, especialmente no que se refere às sete igrejas do Apocalipse

Biblioteca de Celso, em Éfeso

Portal da saída do mercado da cidade de Éfeso.

Estrada romana de Éfeso


Estrada romana de Éfeso

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