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babilônia


Babilônia (português brasileiro) ou Babilónia (português europeu) foi a capital da antiga Suméria e Acádia, no sul da Mesopotâmia (hoje no moderno Iraque, localiza-se a aproximadamente 80 km ao sul de Bagdá). O nome (Babil ou Babilu em babilônico) significa "Porta de Deus", mas os judeus afirmam que vem do Hebraico Antigo Babel ( בבל ), que significa "confusão". Essa palavra semítica é uma tradução do sumério Kadmirra.

História


O Império da Babilónia, que teve um papel significativo na história da Mesopotâmia, foi provavelmente fundado em 1950a.C. O povo babilônico era muito avançado para a sua época, demonstrando grandes conhecimentos em arquitetura, agricultura, astronomia e direito. Iniciou sua era de império sob o amorita Hamurabi, por volta de 1730 a.C., e manteve-se assim por pouco mais de mil anos. Hamurabi foi o primeiro rei conhecido a codificar leis, utilizando no caso, a escrita cuneiforme, escrevendo suas leis em tábuas de barro cozido, o que preservou muitos destes textos até ao presente. Daí, descobriu-se que a cultura babilônica influenciou em muitos aspectos a cultura moderna, como a divisão do dia em 24 horas, da hora em 60 minutos e daí por diante.

De entre os seus soberanos, o mais famoso foi Hamurabi (1792 a 1750 a.C.). O mais antigo e completo código de leis que a história registra foi de realização sua. Hamurabi também nomeou governadores, unificou a língua, a religião e fundiu todos os mitos populares em um único livro: a Epopéia de Marduk - que era lido em todas as festas de seu reino. Também cercou sua capital, fortificando-a. Ele criou o Código de Hamurabi, cujas leis, em resumo, seguem um mesmo princípio: Olho por Olho, Dente por Dente. Veja algumas leis:

218-Se um médico fizer uma larga incisão com uma faca de operações e matar o paciente, suas mãos deverão ser cortadas;

219-Se um médico fizer uma larga incisão no escravo de um homem livre, e matá-lo, ele deverá substituir o escravo por outro;

221-Se um médico fizer curar um osso quebrado melável do corpo humano, o paciente deverá pagar ao médico cinco shekels;

229-Se um construtor construir uma casa para outrem, e não fizer a casa bem feita, e se a casa cair e matar seu dono, então o construtor será condenado à morte;

230-Se morrer o filho do dono da casa, o filho do construtor deverá ser condenado à morte;
A expansão do Império se iniciou por volta de 1800 a.C., logo, o rei Hamurabi unificou toda a região que ia da Assíria (no norte), à Caldéia (no sul). A partir dessa unificação, surgiu o Primeiro Império Babilônico.

A Queda


Teve início com o declínio do império de Sargão I. Era a capital dos amoritas (semitas, vindos do deserto da Arábia), que até então, era uma pequena cidade do Eufrates. Graças ao enfraquecimento dos Acadianos e posteriormente dos Sumérios, a Babilônia cresceu e evoluiu, tornando-se então, um império e um cobiçado centro comercial.
O poder cai nas mãos dos cruéis assírios, que formavam um poderoso império que se iniciou em 1200 a.C., até 612 a.C. quando Nabopolasar (da Babilônia), aliado aos Medos (povo que vivia no planalto iraniano), atacou Nínive, capital do Império Assírio, retomando o poder para a Babilônia, e se iniciando assim o Segundo Império Babilônico (ou Caldeu), que se tornou a mais notável cidade do Oriente.
Os arameus, assírios e os caldeus lutaram durante séculos pelo controle da Babilônia. O Rei assírio Assurbanípal venceu a luta em 648 a.C., e foi sucedido por Nabucodonosor II.

A cerca de 90 km da capital do Iraque, Bagdá, encontram-se as ruínas da bíblica cidade da Babilônia, condenada, segundo a Bíblia, a permanecer em ruínas pela eternidade.

Os textos sagrados do cristianismo afirmam que nunca mais construiriam outra cidade sobre a antiga Babilônia, após sua destruição, em 322 a.C. Desde então, a paisagem teria mudado pouco, apesar de algumas tentativas frustradas do ex-ditador Saddam Hussein de reconstruir a cidade. Seria a maldição verdadeira? :)

Na antiguidade, Babilônia era conhecida por seu refinamento, beleza e poder. E os seus “Jardins Suspensos” eram considerados uma das Maravilhas do Mundo.

Da Babilônia também ficou muito conhecido o Código de Hamurabi, um dos conjuntos de leis mais antigos que existem, datado de 1700 a.C.).

veja o documentário


















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A Ciência Contida na Bíblia Inventos da Antiguidade







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A Epopeia de Gilgamesh e o Dilúvio



A epopeia de Gilgamesh é datada, segundo arqueólogos, de aproximadamente 2600 a.C., sendo desta forma, a obra, escrita, mais antiga do mundo, anterior, mesmo, a “Odisseia”e “Ilíada” de Homero.

O texto mais importante sobre o personagem é a chamada Epopeia de Gilgamesh, um longo poema cuja versão "padrão" foi compilada no último terço do segundo milênio AC em acádio, baseada em histórias mais antigas. Na obra, o rei é apresentado como filho de Lugalbanda e uma deusa, Ninsuna (ou Nimat Ninsun). Gilgamesh era, assim, um semi-deus, descrito como dois terços deus e um terço humano, dotado de força sobre-humana.


No início do poema, o herói é apresentado como o protetor de Uruk e construtor da magnífica muralha da cidade. Era, porém, um líder de personalidade arrogante e tirânica, que recrutava violentamente os jovens para o serviço militar e violava as virgens. Para contrabalançar o rei, os deuses criam Enkidu, um homem selvagem que torna-se inseparável amigo de Gilgamesh. Juntos os dois passam por várias aventuras como a viagem à Floresta dos Cedros, onde combatem e vencem o monstro Humbaba. Após retornar a Uruk com a madeira da floresta e a cabeça do monstro, a deusa do amor Ishtar tenta seduzir Gilgamesh. Este recusa-se, e Ishtar como vingança convence Anu - o deus sumério supremo - a enviar o Touro Celestial, que causa grande devastação. Gilgamesh e Enkidu matam o touro.
Enkidu é marcado pelos deuses para morrer, e adoece gravemente. Gilgamesh lamenta-se amargamente mas não pode ajudá-lo. Após a morte de Enkidu, Gilgamesh desespera-se ao tomar consciência de sua condição de mortal. Lança-se então numa busca pela imortalidade. Nesta busca o herói encontra Utnapishtim, sobrevivente de um grande dilúvio que acabou com toda a humanidade. Esta parte da história, com grande semelhança ao dilúvio narrado na Bíblia, é baseado no antigo épico acádio Atrahasis. Utnapishtim conta a Gilgamesh sobre uma planta que cresce sob o mar e que confere a imortalidade; com grande dificuldade o herói a consegue obter mas, num momento de descuido, a planta é roubada por uma serpente. Gilgamesh retorna a Uruk, encontrando as grandes muralhas construídas por ele, que seriam sua grande obra



Ela foi descoberta no século XIX, por um jovem inglês que fazia escavações em Nínive, na forma de doze placas de argila escritas em sumério acádico, contendo em torno de 300 versos cada uma. Sua tradução mais completa foi encontrada por volta do século VII a.C., pertencente a biblioteca de Assurbanipal - o último grande rei do Império Assírio - com cerca de 3000 a 3500 versos .


Na obra são contadas as aventuras vividas por Gilgamesh (significa "o velho que rejuvenesce"), rei e fundador de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. Reza a lenda, que ele possuía dois terços de origem divina, por ser filho da deusa Ninsun e do sacerdote Lugalbanda. Em suas aventuras ele tem a companhia de Enkidu, um homem selvagem criado pelos deuses para combater Gilgamesh, pois, como despótico, e com uma luxúria desenfreada, ele tomava qualquer mulher no qual desejasse, solteira ou casada, e isso, desagradava o povo que pediu a deusa para criar um ser capaz de derrotá-lo, assim,criou-se Enkidu, e que por ironia do destino acabou se tornando seu melhor amigo. Em suas missões, nas quais buscavam sabedoria e imortalidade, vão descontentando os deuses mesopotâmicos, começando suas aventuras pelas Montanhas de Cedro, onde têm um embate com Humababa, um monstruoso guardião, e depois matam o Touro dos Céus. A história transcorre com muitas aventuras até a parte final do épico que é centrada na reação de Gilgamesh pela morte de seu amigo, e desta forma, se sente mais compelido ainda, na busca da imortalidade.


Um ponto que desperta muito o interesse de pesquisadores, é o relato do dilúvio que possui uma certa similaridades ao descrito no Gênesis. É contado ni livro, que os deuses avisam Utnapishtim, que como Noé na Bíblia é poupado, sobre uma gigantesca onda que viria e com isso, deveria construir um barco, embarcar nele sua família, mulheres e crianças, alguns artesãos de todas as formas de arte, e levar, também, animais e sementes das mais variadas espécies.
As chuvas na Bíblia foram quarenta dias e quarenta noites, já na epopeia é descrito que foram sete dias de chuva e mais sete dias até a chuva parar. Depois, a deriva num mar sem fim, numa montanha o barco acabou encalhando e sete dias mais Utnapishtim soltou uma pomba, onde, não encontrando lugar para pousar, retornou; depois, também sem sucesso, ele soltou uma andorinha; e, até que numa outra tentativa, um corvo encontra terra.
Muitos estudiosos veem grande semelhança entre as duas histórias, mas não há um consenso de que uma derive de outra. Uns dizem que a história já existia na tradição oral de povos mais antigos, e que com o tempo esses povos foram esquecidos, mas alguns supõem que este evento citado na obra, pode ter tido origem no final da última era glacial, ou então, pelo tombamento do eixo da Terra, causado ou pela gravidade de um meteoro que passou perto durante a época, ou pela inversão do polo magnético do planeta que acontece de tempos em tempos.


veja também a explicação no vídeo:







veja também  O Épico de Atrahasis

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PERGUNTAS ACERCA DE JESUS CRISTO



Jesus é Deus?


Vários grupos negam a absoluta divindade de Cristo. Os testemunhas de jeová, por exemplo, negam que Jesus seja Deus com d maiúsculo. Segundo eles, ele é um deus, um arcanjo muito elevado, mas não é igual a Deus Pai. Os teólogos modernos muitas vezes ensinam que Jesus era um grande homem, um mestre maravilhoso e um grande profeta , mas não Deus na verdade. A Bíblia ensina que Jesus é Deus.

Há vários "porém" que devem ser ligados a essa afirmação. Quando Jesus se fez carne, passou a ser humano. Participou da nossa natureza; submeteu-se à experiência humana. Assim, experimentou a fome, a sede, o cansaço. Nas palavras de Paulo: "pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz" (Filipenses 2:6-8). É importante entendermos que, quando Jesus se fez homem, não deixou de ser Deus. Ele era Deus vivendo como homem. Mas restringiu-se a forma e a limitações muito diferentes da natureza de sua existência eterna. Ao afirmar que Jesus é Deus, então, não estamos tentando negar a realidade de Jesus ter-se tornado um ser humano verdadeiro.

Afirmar que Jesus é Deus não é afirmar que ele é o Pai.


Seria válido admitir já de início neste estudo que se acha revelada nas Escrituras uma nítida diferença entre o papel do Pai e o do Filho. Uma delas é que foi o Filho que se fez carne, não o Pai. Mas, o que é mais fundamental, o Pai parece ser revelado na Palavra como o planejador e diretor, e o Filho, como o concretizador. O Filho submeteu-se à vontade do Pai. Nesse sentido, Jesus afirmou: "O Pai é maior do que eu" (João 14:28). Entendemos que, de acordo com as Escrituras, o marido deve ser o cabeça da esposa, e ela deve submeter-se ao marido. Mas isso não significa que o marido seja superior em essência; simplesmente tem um papel de autoridade. Tanto marido quanto mulher são plena e igualmente humanos. Da mesma forma, a liderança do Pai e a submissão do Filho não implicam diferença de natureza. Ambos são plena e igualmente divinos.

O que a bíblia diz sobre a divindade de Jesus

A Bíblia deixa bem claro que Jesus é Deus. "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaías 9:6). O menino que haveria de nascer se chamaria "Deus Forte".1

Em João 1:1: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus". Aqui o Verbo é Jesus (veja João 1:14). Jesus não só estava com Deus, mas era Deus. Isso parece confuso a princípio. Mas analise este exemplo simples. Meu nome é Gary Fisher. O nome de minha esposa é Sandra Fisher. Se ela estivesse aqui comigo agora, seria possível dizer: "Sandra está com Fisher e Sandra é Fisher". No primeiro caso, Fisher refere-se a mim especificamente; no segundo, é usado como o nome da família em que (no meu caso) há quatro membros. Jesus estava com Deus (o Pai) e era ele mesmo Deus (também compartilhava da natureza de ser Deus).

"Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!" (João 20:28). Tomé dirigiu-se a Jesus dizendo: "Senhor meu e Deus meu". Tomé estava errado? Jesus não achou que estivesse, pois disse: "Porque me viste, creste? Bem-aventurados são os que não viram e creram" (João 20:29). Essa passagem é uma comprovação tão forte da divindade de Cristo, que já se inventaram inúmeras explicações para recusá-la. Por exemplo, Tomé estava apenas manifestando o seu espanto, como alguém hoje, que talvez dissesse: "Ó, meu Deus do céu". Mas isso implicaria dizer que Tomé estava usando o nome de Deus em vão. No entanto, Jesus o elogiou por isso. Outros acreditam que Tomé estava chamando Jesus seu Senhor e depois voltando-se ao Pai, dizendo "Deus meu". Mas o texto diz: "Respondeu-lhe Tomé". Tomé estava reconhecendo que Jesus era seu Deus.

Examine estes textos: "Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre" (Romanos 9:5). "Aguardando a bendita esperança e a manifestão da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tito 2:13). "Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo" (2 Pedro 1:1). Todos se referem a Jesus como Deus.

Jesus afirmou ser Deus em várias ocasiões. Em João 5:17, ele disse: "Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também". Os judeus entenderam devidamente a afirmação de Jesus como uma indicação de que ele era igual a Deus (João 5:18). Em João 10:30, Jesus declarou: "Eu e o Pai somos um". Jesus fez a ousada declaração em João 14 de que vê-lo significava ver o Pai: "Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (João 14:7-9).


Veja também as afirmações:



" Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?
Respondeu Deus a Moisés: eu sou o que sou. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SOU me enviou a vós." ( Exodo 3:13-14)

"Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia; viu-o, e alegrou-se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU. Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo." (João 8:56-59)


A atitude desses judeus em não aceitarem a divindade de Jesus se repete nos dias atuais


Créditos www.estudosdabiblia.net




Jesus é filho de José e Maria?

Jesus é o filho de Maria, gerado soberanamente pelo Espírito Santo, antes de seu casamento ter sido consumado (Mt 1:18-25; Lc 1:26-38; cf. Is. 7:14). Por causa do ser especial que Maria estava gerando, ela tem sido chamada por teólogos católicos e evangélicos de theotokos (mãe de Deus). Este vocábulo ensina, simplesmente, que a encarnação aconteceu na concepção de Jesus. Ele não se tornou Cristo mais tarde. José é pouco mencionado nos Evangelhos, mas estes mostram que ele agiu como um pai para Jesus (Lc 2.22, 41).


Jesus ora se apresenta como Filho do Homem, outras vezes como Filho de Deus. Afinal, de quem Ele é Filho?

A expressão “Filho do Homem” é uma expressão idiomática hebraica que significa “participante da natureza humana”. Jesus foi verdadeiramente homem. Mas Jesus também é verdadeiramente Deus. Os credos antigos confessaram unanimemente, seguindo as Escrituras (Jo 1.1-14; Rm 1.1-6; Fp 2.5-11), que Jesus Cristo é a pessoa única, tendo a natureza divina e humana, “em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, inseparáveis e indivisíveis”. Somente um Cristo que é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem pode salvar os homens (1Tm 2.5).


Jesus tinha doze anos quando conversou com os mestres do templo (Lc 2.46) e cerca de trinta quando começou o seu ministério (Lc 3.23). Nesse longo período de dezoito anos, o que se sabe a respeito dele?

A Bíblia não menciona nada do que ocorreu neste longo período. Um aspecto interessante das religiões orientais que tem entrado no ocidente pós-cristão (apoiando-se em documentação extra-bíblica, como o Evangelho de Tomé, ou interpretações esotéricas) é a noção de que Jesus gastou entre os doze e vinte e nove anos estudando misticismo no Tibet e na Índia, e que sua mensagem central era o ensino dos Vedas. Devemos notar que há vários relatos sobre estes supostos eventos – e todos eles têm se revelado fraudulentos, sem nenhuma base histórica ou arqueológica. Eles servem apenas para dar uma desculpa aos adeptos de religiões orientais para inventar um Jesus panteísta e reinterpretar o Novo Testamento em termos de pressupostos ocultistas.


Jesus é com certeza o Messias que havia de vir?


Messias, em hebraico, significa “o ungido” (Christos é a palavra grega com o mesmo significado). O Evangelho de Mateus parece ter sido escrito especialmente para este fim: demonstrar que Jesus era o messias prometido no Antigo Testamento. Daí a frase que ocorre dezesseis vezes: “tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta…” Jesus Cristo é apresentado neste Evangelho como o Rei Messiânico, Filho da casa real de Davi, o leão da tribo de Judá (Mt 1.6, 16, 20; 9.17; 12.23; 15.22; 20.30; 21.9, 15, etc).


Na época de João Batista o batismo significava arrependimento. Se Jesus não tinha de que se arrepender, por que procurou João para ser batizado (Mt 3.13)?

Para cumprir “toda a justiça” (frase que pode ser traduzida como “fazer tudo o que é direito”), identificando-se com seu povo, como aquele que leva seus pecados. Esta identificação incluiu seu batismo e morte, sua unção com o Espírito e sua vitória sobre a tentação. Submetendo-se ao batismo, Jesus estava aceitando seu destino – pois seu batismo aponta para sua morte como um “resgate por muitos” (Mt 20.28). Devemos notar que ele não se tornou Filho de Deus no batismo, como alguns mestres heréticos afirmaram no passado, antes, seu batismo marcou o começo do seu ministério terreno – é significativo saber que quando um sacerdote judeu começava seu ministério, com a idade de trinta anos, lavava-se com água.


Se Jesus sabia de antemão que Judas “estava destinado à perdição” (Jo 17.12 NVI) e que o trairia (Jo 13.21), por que o chamou para ser um dos doze apóstolos (Mc 3.13-19)?

O papel de Judas na morte de Jesus muitas vezes nos causa desconforto. Mas os discípulos entenderam, posteriormente, que a morte sacrificial de Cristo não foi obra do acaso, ou de mera permissão divina. Deus, o Pai, predestinou a morte de Seu único Filho, desde antes da fundação do mundo (Atos 2.22-24; 4.24-28), usando soberana e livremente, sem ser o autor do mal (Tg 1.12), a corrupção (do sinédrio), a covardia (de Pôncio Pilatos) e a traição (de Judas) de homens pecadores. Nos Evangelhos, tanto quanto nas Epístolas, a morte de Jesus é central para o propósito divino (Mc 10.45; Jo 3.16; Hb 2.9,14; 9.26; I Jo 3.5; Lc 9.31; Ap 5.8s) e ele mesmo disse repetidamente que iria morrer como o cumprimento de sua obra na terra (Mt 16.21; 17.22; 20.18s; Mc 9.31; Lc 9.44; ss.21s; Jo 10.18; 12.32s; 15.20).


O que João Batista queria dizer quando apresentou Jesus aos seus discípulos como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29)?

No Antigo Testamento, o sistema sacrificial exigia o contínuo sacrifício de cordeiros sem defeito e sem mancha pelos pecados do povo. Jesus é o sacrifício definitivo pelos nossos pecados (Hb 9.11-10.18). Este sacrifício é suficiente não apenas para João e sua comunidade imediata, mas é válido em qualquer lugar do mundo, para “homens de toda raça, tribo, língua e nação” (Ap 7.9-10). É um sacrifício que não precisa de qualquer acréscimo. Este foi o tema de um clássico cristão, escrito em 1648, por um puritano chamado John Owen. Este livro era intitulado “A morte da morte na morte de Cristo”.


Qual o significado desta declaração de João: “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado” (1Jo 1.7)?

Este texto ensina que Deus faz mais que nos perdoar: ele apaga a mancha do pecado. E este é um processo contínuo. A morte de Cristo é um sacrifício de valor infinito para perdoar os que crêem, pois satisfez completamente a ira de Deus contra o pecado – este é o significado da palavra “propiciação”, usada em 1Jo 2.2.


Parece que a ressurreição do Senhor foi uma enorme surpresa para os apóstolos e para as mulheres da Galiléia que o serviam com seus bens (Lc 8.1-3). Por quê?


Parece que os discípulos não entenderam todas as implicações dos ditos de Jesus. A ressurreição faz parte essencial da pregação da igreja em todos os tempos. A esperança da futura ressurreição corporal dos crentes depende da ressurreição corporal de Cristo (1Co 15.1-19).


A aparição de Jesus a mais de 500 irmãos de uma só vez, a Tiago e a Paulo (1Co 15.6-8) foi antes ou depois da ascensão?


Antes da ascensão. Neste texto Paulo demonstrou a veracidade da ressurreição corporal de Jesus Cristo, ao apelar para testemunhas oculares confiáveis, que viram nosso Senhor ressurreto. A expressão “por mais de quinhentos irmãos de uma só vez” é significativa, pois exclui qualquer idéia de que a ressurreição tenha sido uma mera alucinação pessoal. No caso específico de Paulo a aparição de Jesus Cristo foi depois da ascensão – a frase “e, afinal” indica que estas aparições já tinham cessado, sendo concedido ao apóstolo o privilégio de ver o Senhor ressurreto, por ocasião de sua conversão.


Paulo diz que Jesus está reinando e colocando, agora, todos os inimigos debaixo de seus pés (1Co 15.25). Que inimigos são esses?

Esta é uma referência ao Salmo 110.1. É significativo que, no contexto, o único inimigo mencionado é a “morte”, que ainda não foi derrotada. Talvez esta exceção indique que os inimigos que Paulo tem em mente não são homens maus, mas os poderes espirituais da maldade. Uma implicação é que muitas vezes parece aos cristãos que os ímpios irão triunfar, mas esta aparência é temporária, pois, no fim, no clímax da história, Cristo Jesus, e mais ninguém, terá que reinar.


A Epístola aos Hebreus ensina que Cristo “aparecerá pela segunda vez, não para tirar pecados, mas para salvar os que estão esperando por ele” (9.28 BLH). Trata-se de um acontecimento literal ou não?

Sua volta será literal, num tempo desconhecido e inesperado, vista por todos, com conseqüências extraordinárias. Seu propósito é ressuscitar os santos, julgar o mundo e os ímpios, destruir os poderes malignos e restaurar a criação – este ensino é tão importante que é mencionado cerca de duzentas e cinqüenta vezes no Novo Testamento.


Créditos http://creationsciencenews.wordpress.com


Read more: http://rochaferida.blogspot.com/p/sobre-jesus.html#ixzz1Sg982Ju9

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entrevista com "lúcifer"






11 perguntas feitas para lúcifer:
Esta é uma entrevista fictícia, baseada em passagens da bíblia, mais é algo bem próximo da realidade para que todos fiquem de olhos bem abertos.





QUEM O CRIOU?
lúcifer: Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem.
(Ezequiel 28:15)

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas.
(Ezequiel 28:12,13)

ONDE VOCÊ MORAVA?
lúcifer: No Jardim do Éden, e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus.
(Ezequiel 28:13)

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
lúcifer: Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando.
(Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4)
ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
lúcifer: (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada.
(Ezequiel 28:13)

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
lúcifer: Isso não aconteceu de repente. Um dia, eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei, então, a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus.
(Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17)

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
lúcifer: Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por consequência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei, então, os verdadeiros propósitos do meu coração. ([Isaías 14:12-14)

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. (Apocalipse 12:3,4)

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus.
(1Pedro 5:8)

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu os estimulo a praticar o mal e confundo suas ideias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, dinheiro, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho.
(1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 corintios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9)

E SOBRE O FUTURO?
lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco.
(Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15)
"COMO DIZ O ESPÍRITO SANTO: HOJE, SE OUVIRDES A SUA VOZ, NÃO ENDUREÇAIS OS VOSSOS CORAÇÕES."
(HEBREUS 3:7,8)

agora veja a verdade sobre quem é lúcifer, quem é satanás e diabo, você vai se surpreender. veja o estudo completo em 
Lúcifer não é satanás: a verdadeira origem do mal 





fonte: rocha ferida

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