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O Monte Ebal junto a Siquém na Bíblia: É este fato altar de Josué?

O Altar de Josué sobre o Monte Ebal
No início de fontes israelitas Siquém é considerado um lugar central sagrado para as tribos que vem para tomar a terra. Além disso, a santidade de Siquém também encontra expressão nas histórias dos Patriarcas. Quando Abraão e os seus emigraram da Mesopotâmia para a terra de Canaã, Siquém apareceu em primeiro:

"E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até o carvalho de Moré. E estavam então os cananeus na terra. E o Senhor apareceu a Abrão, e disse: "À tua descendência darei esta terra", e edificou ali um altar ao Senhor, que lhe apareceu"(Gênesis 12:6-7).

Esta tradição foi continuada por Jacó: "E chegou Jacó em paz à cidade de Siquém, que está na terra de Canaã, quando veio de Padã-Arã, e acamparam em frente da cidade. E ele comprou a parte do terreno, onde ele tinha a sua tenda, ao lado dos filhos de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata. E ele ergueu ali um altar, e invocou a Deus, o Deus de Israel "(Gênesis 33:18-20) .


O livro de Josué descreve o desempenho deste mandamento: "Então, Josué edificou um altar ao Senhor, o Deus de Israel, no monte Ebal, como Moisés, servo do Senhor, ordenara aos filhos de Israel, como está escrito no livro da lei de Moisés, um altar de pedras brutas, sobre o qual ninguém tinha levantado qualquer ferramenta; e ofereceram sobre ele holocaustos ao Senhor, e sacrificaram ofertas. E ele escreveu ali em pedras uma cópia da lei de Moisés, que ele escreveu diante dos filhos de Israel "(Josué 8:30-32).

Nenhum estudioso contesta o fato de que esta é uma tradição extremamente importante e autêntica que trata de um acontecimento central na vida das pessoas daquele povo. Todos concordam que este evento teve lugar no Monte Ebal. Quanto à data do evento e a data em que foi gravado, no entanto, há pontos de vista diferentes. Outra tradição, em Joshua 24, atribui especial importância a Siquém. Josué fez uma aliança com o povo ", e definiu-lhes um estatuto e direito em Siquém" (Josué 24:25). De acordo com o relato bíblico, Siquém e seus arredores foram de grande importancia para a união emergente das tribos de Israel. O altar central foi erguida no monte. »Ebal, e então Israel tornou-se um povo para o Senhor teu Deus "(Deuteronômio 27:9) e o estatuto e ordenança"(seja lá isso significa expressão obscura) foi dada ao povo em Siquém.


Até agora, a pesquisa arqueológica não foi abundante no período da colonização israelita. Na maioria dos lugares importantes mencionados nas histórias conquista, como Jericó, 'Ai', Arad, e outros, nenhum não foi encontrado sinais da destruição no final da Idade do Bronze, que estaria de acordo com o relato bíblico.

Pesquisas arqueológicas intesas e recentes na região montanhosa central, porém, revelam claramente o processo de colonização israelita como um movimento de conquista importante da época (1250-1100 aC). Centenas de recém-fundadas colônias, pequenos povoados que foram estabelecidas em curto prazo, loteamentos na região montanhosa das tribos de Manassés, Efraim e Benjamim. Os colonizadores usaram um tipo de cerâmica característica da época e as suas casas eram geralmente construídas em três ou quatro planos de sala. Apesar da cerâmica israelita e a arquitectura terem sido influenciadas pelos cananeus, eles apresentam algumas características importantes e originais. Em nossa pesquisa da região montanhosa de Manassés, fomos capazes de estudar a ecologia da colonização israelita e, utilizando novos métodos de investigação, conseguimos reconstruir o processo pelo qual o povo penetrou na região montanhosa central da Transjordânia oriental.

Evidentemente, o início da penetração ocorreu em algum momento do século 13 AC, e foi feito por grupos de pastores semi-nômades a partir da fronteira do deserto, por meio de um canal "ecológico" de Wadi el Far'a (Nahal Tirza). Muitos locais com cerâmica antiga típica do período de conquista foram descobertos ao longo do fértil e bem regado vale deste riacho, que é cercada por pasto amplo. Na próxima fase os israelitas se estabeleceram ao longo das bordas dos vales internos na região montanhosa de Manassés, Tebes, Tubas (bíblico), Zebabdeh, Sanur, Dothan, e outros. Com uma economia baseada na cultura da oliveira e uva, que doravante iria caracterizar habitação dos israelitas da região montanhosa, não surgiu até o processo final de conquista, ao fim no final do século XII AC. Como este processo é complexo e fascinante e era desenvolvimento, as pessoas religiosas e práticas rituais tomavam sua forma. O local de culto no Monte Ebal cumpria os três critérios necessários para identificar um local bíblico: cronológico (início da colonização israelita), geográfica, bem como a natureza do local (centro de um culto com um altar de holocausto). Perante esta análise, a identidade da história bíblica e este local como o primeiro inter-tribal centro das tribos israelitas não se pode ter duvida alguma.

Esta é a primeira vez que um centro de culto israelita completo, incluindo um altar para holocaustos, está disponível para estudo. Graças ao rei Josias e atividades do rei Ezequias para acabar com a "lugares altos", apenas dois pequenos altares para holocausto foram descobertos em Israel, um em 'Arad e outro (descoberto não intacto) em Berseba, e ambos datam de um período relativamente tardio.

O altar do Monte Ebal não é apenas o mais antigo e completo, como também o protótipo do altar israelita para oferta queimada nos períodos do Primeiro e do Segundo Templo. A influência mesopotâmica arquitetônica(Abraão vei da Mesopotâmia) sobre a estrutura do altar também é muito interessante, tanto na sua construção e reforço como na orientação de seus cantos para o norte, sul, leste e oeste.

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Pai, o que é uma Sarça?

Estes dias eu estava contando a história de Moisés para meu filho, ele constantemente me interrompia fazendo perguntas as vezes lógicas e outras vezes absurdas.

Uma destas perguntas foi;

_ Pai, o que é uma Sarça?

Eu respondí que era uma espécie de espinheiro. E então ele me perguntou o que era um espinheiro, e me fez ainda mais umas três perguntas ligadas a este tema.

Bom, para ele e para os blogueiros que tem um filho curioso como o meu, vai aí algumas informações sobre a tal da Sarça.


A Sarça ("Seneh" em hebraico, origem do topônimo "Sinai") é uma planta espinhosa da família das fabáceas, gênero Acácia, o mesmo das árvores conhecidas genericamente no Brasil pelo vernáculo "Jurema" .

Esta árvore, também conhecida pelo nome de "Shittim", é citada na Bíblia várias vezes.

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O bezerro de Ouro ( Êxodo 32:2-5 )


V:2
Se o irmão de Moisés tivesse tido fé e firmeza de caráter, este triste incidente da história de Israel poderia ter sido evitado.

Durante sua permanência no Egito, os hebreus tinham se acostumado com as formas materiais da deidade.

Por isso era tão difícil para eles confiar num Deus invisível.

Alarmado pela loucura desenfreada do povo, e vendo em perigo sua própria segurança, Arão se rendeu diante as exigências da multidão ao invés de defender, com toda nobreza e valor, a honra de Deus.

_ Tudo bem, agora escutem todos! Vocês querem deuses? Então tirem os brincos de ouro que as suas mulheres, os seus filhos e as suas filhas estão usando e tragam para mim.

V:3
Então os israelitas tiraram das orelhas os brincos de ouro e os trouxeram a Arão.

V:4
Ele pegou os brincos, derreteu, derramou o ouro dentro em um molde e fez um bezerro de ouro.

O bezerro era algo natural aos israelitas, pois estavam acostumados ao culto ao deus Apis no Egito.


Também os cananeus representavam Baal (Senhor), ou Moloque, como um touro, símbolo para eles de força e fertilidade, em cujo culto eles praticavam atos de imoralidade sexual.

Então alguns disseram:
_Estes sim é o nosso deus, que nos tiraram do Egito!

A foto abaixo mostra o altar do bezerro de ouro feito por Arão (Êxodo 32.5) que foi reconhecido pelas autoridades árabes como um tesouro arqueológico, sendo vigiado por guardas.


Muitos desenhos (petroglífos) de vacas e touros no estilo egípcio foram encontrados no altar. Os árabes ficaram admirados com a descoberta pelo fato deste estilo não ter sido achado em qualquer outro lugar na Arábia Saudita. Aqui estão alguns deles:




Todo esse tesouro arqueológico foi encontrado conservado e praticamente intacto devido ao fato da região ser no meio do deserto, longe de oásis como o de Elim, ainda existente.

V:5
pois bem, então Arão construiu um altar diante do bezerro de ouro e anunciou ao povo:

_ Amanhã haverá uma festa em honra de Deus, o SENHOR que nos tirou do Egito.

Sentindo a aprovação popular, Arão se identificou ainda mais com esta apostasia declarando do que fariam "festa", vejam só.

Note neste versículo que a festa era para ser dedicada ao SENHOR (Jeová).

Israel não estava planejando abandonar Deus totalmente.

Eles simplesmente desejaram uma imagem visível dEle.

Arão deu um lamentável espetáculo quando vacilou tão rapidamente diante da multidão.

Os por sua vez, israelitas acharam natural fazer a estátua de um novilho, para representar o Deus que os havia levado até ali.

Mas, ao fazer isso, eles se esqueceram dos primeiros dois mandamentos do SENHOR.

Eles podiam ter boas intenções, podiam ser sinceros, podiam mesmo pensar que estavam cultuando a Deus, mas isso não desculpava a sua desobediência.

Mesmo se não fazemos ídolos, podemos ser culpados de procurar moldar nosso Deus à nossa imagem para ajustá-lo às nossas expectativas, desejos e circunstâncias.

Devemos sempre recorrer à sua Palavra para nos lembrar de como Ele realmente é, qual é a Sua vontade, como devemos nos aproximar dEle, com que espécie de sacrifícios Ele se agrada e de que forma Ele deve ser adorado.

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O santo graal ( mito ou verdade)

O Cálice Sagrado em que Jesus teria bebido é um mistério muito maior do que uma simples leitura de romances arthurianos pode revelar. Ele teria realmente existido? Resistiu ao tempo? Quem eram seus guardiões?


Em um país de maioria católica como o Brasil, a figura do Graal é tida, comumente, como a da taça que serviu Jesus durante a Última Ceia e na qual José de Arimateia teria recolhido o sangue do Salvador crucificado proveniente da ferida no flanco provocada pela lança do centurião romano Longino ("Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados perfurou-Lhe o lado com uma lança e logo saiu sangue e água" - João19:33-34). A Igreja Católica não dá ao cálice mais do que um valor simbólico e acredita que o Graal não passa de literatura medieval, apesar de reconhecer que alguns personagens possam realmente haver existido. É provável que as origens pagãs do cálice tenham causado descontentamento à Igreja. Em Os mistérios do Rei Artur, Elizabeth Jenkins ressalta que "no mundo do romance, a história era acrescida de vida e de significado emocional, mas a Igreja, apesar do encorajamento que dava às outras histórias de milagres, a esta não deu nenhum apoio, embora esta lenda seja a mais surpreendente do ponto de vista pictórico. Nas representações de José de Arimateia em vitrais de igrejas, ele aparece segurando não um cálice, mas dois frascos ou galheteiros". Alguns tomam o cálice de ágata que está na igreja de Valência, na Espanha, como aquele que teria servido Cristo mas, aparentemente, a peça data do século XIV. Independente da veneração popular, esta referência é fundamental para o entendimento do simbolismo do Santo Graal já que, como explica a própria Igreja em relação à ferida causada por Longino, "do peito de Cristo adormecido na cruz, sai a água viva do batismo e o sangue vivo da Eucaristia; deste modo, Ele é o cordeiro Pascal imolado".


Origem - A etimologia da palavra Graal é um tanto duvidosa, mas costuma-se considerá-la como oriunda do latim gradalis - cálice. Com o brilho resplandecente das pedras sobrenaturais, o Graal, na literatura, às vezes aparece nas mãos de um anjo, às vezes aparece sozinho, movimentando-se por conta própria; porém a experiência de vê-lo só poderia ser conseguida por cavaleiros que se mantivessem castos. Transportado para a história do Rei Arthur, onde nasce o mito da taça sagrada, encontramos o rei agonizante vendo o declínio do seu reino. Em uma visão, Arthur acredita que só o Graal pode curá-lo e tirar a Bretanha das trevas. Manda então seus cavaleiros em busca do cálice, fato que geraria todas as histórias em torno da Busca do Graal. É interessante notar que a água é uma constante na história de Arthur. É na água que a vida começa, tanto a física como a espiritual. Arthur teria sido concebido ao som das marés, em Tintagel, que fica sob o castelo do Duque da Cornualha; tirou a Bretanha das mãos bárbaras em doze batalhas, cinco das quais às margens de um rio; entregou sua espada, Excalibur, ao espírito das águas e, ao final de sua saga, foi carregado pelas águas para nunca mais morrer. Certo de que sua hora havia chegado, Arthur pede a Bedivere que o leve à praia, onde três fadas (elemento ar) o aguardam em uma barca. "Consola-te e faz quanto possas porque em mim já não existe confiança para confiar. Devo ir ao vale de Avalon para curar a minha grave ferida", diz o rei. Avalon é a mítica ilha das macieiras onde vivem os heróis e deuses celtas e onde teria sido forjada a primeira espada de Arthur - Caliburnius. Na Cornualha, o nome Avalon - que em galês refere-se à maçã - é relacionado com a festa das maçãs, celebrada durante o equinócio de outono. Acreditam alguns que Avalon é Glastonbury, onde tanto Arthur quanto Guinevere teriam sido enterrados. A abadia de Glastonbury, onde repousaria o casal, é tida também como o lugar de conservação do Graal.


José de Arimateia era assim conhecido por ser de Arimateia, cidade da Judeia. Homem rico, senador da época, era membro do Sinédrio, o Colégio dos mais altos magistrados do povo judeu. Também conhecido como `Sanhedrin´, formava a suprema magistratura judaica. A Bíblia relata que ele era discípulo de Cristo, mesmo que secretamente (Joao 19:38)




Segundo os evangelhos, José de Arimateia, juntamente com Nicodemos, providenciou a retirada do corpo de Cristo da cruz após solicitação feita a Pôncio Pilatos. Era o dono do sepulcro onde Jesus Cristo, seu amigo, foi embalsamado, numa esplanada a cerca de 30 metros do local da crucificação e de onde ressuscitou três dias depois da morte. Após a retirada do corpo de Jesus, foi preso por seguir a doutrina dele; ficou muitos anos preso. Caifás queria que ele ficasse preso até morrer, mas como José era muito inteligente para negócios lucrativos , o governador depois de Pôncio Pilatos, conversou com os membros do Sinédrio e convenceu a soltá-lo; ambiciosos pelos lucros que ele traria, libertaram Arimateia. José de Arimateia além de trazer riquezas para a sua região, aproveitou as viagens para divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo. Atribui-se também a José o lençol de linho em que Jesus foi envolvido, conhecido como Santo Sudário.



De acordo com algumas lendas, José de Arimateia, , teria ficado de posse do cálice da Santa Ceia, levando-o para a Europa. Este cálice ficou conhecido como o Santo Graal, tão mencionado nas Lendas Arturianas.

Diz-se que durante sua permanência na Cornualha, Jesus havia recebido em dádiva um cálice de um druida convertido ao cristianismo (isto entendido como "o que era pregado por Cristo"), e por aquele objeto Jesus tinha um carinho especial. Após a crucificação, José de Arimatéia quis levá-lo, santificado pelo sangue de Cristo, ao seu antigo dono, o druida, que era Merlin, traço de união entre a religião celta e a cristã. É na obra de Robert de Boron, José de Arimatéia, que o mito retrocede no templo até chegar a Cristo e à última Ceia. José de Arimatéia era um judeu muito rico, membro do supremo tribunal hebreu - o Sinédrio. É ele que, como visto nos evangelhos, pede a Pilatos o corpo de Jesus para ser colocado em um sepulcro em suas terras.



José de Arimateia, um "judeu-cristão"
Robert de Boron conta que os judeus, ao descobrirem José de Arimateia  prendem-no em uma cela sem janelas onde todos os dias uma pomba se materializa deixando-lhe uma hóstia, seu único alimento durante todo o cárcere, graças ao qual sobrevive. José esconde a taça que Jesus usou na Última Ceia, a mesma que ele próprio usou para recolher o sangue de Cristo antes de colocá-lo na tumba. Ao ser libertado, viaja para a Inglaterra com um grupo de seguidores e funda a Segunda Mesa da Última Ceia, ao redor da qual sentam doze pessoas (conforme a Távola Redonda). No lugar de Cristo é colocado um peixe. O assento de Judas Escariotes fica vazio e quando alguém tenta ocupá-lo é "devorado pelo lugar" de forma misteriosa.

A partir desse momento esse assento é conhecido como a Cadeira Perigosa (mesmo nome do assento da Távola Redonda que também ficava vazio e só poderia ser ocupado pelo "cavaleiro mais virtuoso do mundo". Em algumas versões, é o assento de Lancelot que sempre fica vazio. Lancelot, o mais dedicado cavaleiro, que assim como Judas em relaçao a Jesus, era o que mais amava Arthur e também o que o traiu).


José de Arimateia fundou sua congregação em Glastonbury. No lugar onde teria edificado sua igreja com barro e palha há os restos de uma abadia muito posterior. A mesma onde se diz estarem enterrados Arthur e Guinevere e onde estaria o Santo Graal.




José de Arimateia foi, portanto, o primeiro custódio do Graal. O segundo teria sido seu genro, Bron. Algumas seitas sustentam que o ciclo do Graal não estará fechado enquanto não aparecer o terceiro custódio. Esta resposta parece vir com A Demanda do Graal, de autor desconhecido, que coloca Galahad como único entre os cavaleiros merecedor de se tornar guardião do Graal.



Até século 12, cálice da Santa Ceia não era famoso; poetas deram início à saga.
Trama de 'Código da Vinci' envolvendo Graal mistura fraudes e erros históricos.



Recipientes de cerâmica usados na Judéia durante o século 1 da Era Crista Graal usado na Santa Ceia teria aspecto parecido. 



A lenda do Santo Graal virou, nos últimos tempos, uma espécie de ímã para quase todo tipo de lixo cultural e teorias estapafúrdias. Por isso, é bom colocar as coisas em pratos limpos: o famoso objeto não tem absolutamente nada a ver com Maria Madalena, com os Cavaleiros Templários ou com a sociedade secreta fictícia conhecida como Priorado de Sião. E, aliás, o Graal também não tem nada a ver com Jesus Cristo.

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A lança do destino, a lança que furou o lado de Jesus






"Um soldado tomou uma lança e furou-lhe o lado, e saiu sangue e água. Novamente Jesus clamou com alta voz e entregou seu fôlego. E eis que a cortina do Santuário rasgou-se em dois, do alto a baixo, e a terra tremeu, e as rochas se fenderam"

(Mateus - Cap. 27, Vs. 49/51)


"A Lança do Destino - O Poder Oculto Por Trás da Lança que Feriu o Lado de Cristo" - é o título que absolutamente não aborda uma ficção ou lenda. A História tem, de fato, não só as suas sutilezas como também as suas mais estranhas nuances. Que mistério guardaria a lança que um centurião romano cravou no peito de Jesus durante os momentos da sua crucificação?



Impiedosamente, o centurião romano cujo nome era Gaius Cassius Longinus, capitão da guarda do templo, cravou a sua lança no peito de Jesus. O sangue e a água que verteram do ferimento espirraram nos seus olhos - que eram virtualmente cegos devido às cataratas que lhe tolhiam quase que completamente a visão. Como um milagre, Longinus limpou os olhos e imediatamente recuperou totalmente a faculdade da visão! Sabe-se que, mais tarde, o centurião, profundamente arrependido do seu ato insano e cruel, convertera-se ao Cristianismo.


Nesta antiga tapeçaria medieval, datada do ano 1175, vemos uma cena alusiva ao fato.












Os romanos, interventores e governantes de quase todo o mundo antigo, foram os primeiros a se apoderarem da lança que feriu Jesus, pelo fato de a considerarem dotada de poderes mágicos, guardando-a como um valioso troféu.








A lança que feriu o peito de Jesus (foto), conhecida pelos nomes de "A Lança do Destino", "A Lança Sagrada", ou ainda "A Lança de Longinus", transformou-se através dos tempos, juntamente como o Santo Graal, a Coroa de Espinhos e o Sudário de Turim, em um dos símbolos místicos máximos do Cristianismo. Diziam as antigas Tradições que aquele que a possuísse tornar-se-ia o senhor do mundo, invencível e dotado dos mais ilimitados poderes. Porém, não é mesmo verdade que todas as coisas têm o seu preço?





Detalhes da ponta e de parte do corpo da Lança. Mais apropriadamente um gládio, era um temível artefato bélico romano, extremamente cruel e letal, elaborado de modo a causar severas lesões e graves hemorragias nas suas vítimas.









Herodes, cognominado "O Grande", rei da Judéia entre 37 A.C e 4 D.C, é tido como um dos seus primeiros proprietários. Em 570 D.C., os registros históricos dizem que ela esteve exposta na Basílica de Mont Sião - em Jerusalém - juntamente com a coroa de espinhos. Justamente por isso, pelo caráter considerado sagrado da Lança, os Cruzados receberam a missão de recuperar esse valioso tesouro, levando-o desde a Terra Santa diretamente aos domínios da Igreja Católica, em Roma.




Através dos tempos, a Lança do Destino despertou a cobiça e a ambição de várias personalidades históricas (aqui não necessariamente dispostas na ordem cronológica). Os Imperadores Constantino e Justiniano (mosaico, acima) foram algumas delas.






O Papa Inocêncio VIII foi um outro detentor da Lança Sagrada. Não se conhece a exata razão, e tampouco os obscuros motivos, de ela ter saído dos domínios e também da posse do Vaticano, vindo a cair posteriormente nas mãos de vários governantes, guerreiros e soberanos leigos. Dizem que a Lança do Destino, pelo fato de ter tocado o corpo e o sangue sagrado de Cristo, possuía a faculdade de curar. Mas, infelizmente, somente veio a cair em mãos erradas e ambiciosas que assim possivelmente perverteram a sua maior e mais sublime característica.




...... Assim como Carlos Magno (ilustração) que a transportou como talismã mágico por 47 batalhas, e também Otto "O Grande"; Theodosius; Alarico (o rei visigodo que saqueou Roma);.











o general Charles Martel Frederick Barbarossa e também muito outros. Contudo, a Lança do Destino parecia levar consigo uma espécie de maldição. Todos aqueles que a possuíram, de fato obtiveram a glória e o poder - porém extremamente temporários - vindo a morrer misteriosamente um pouco depois de obtê-la. Alguns deles morreram imediatamente após tê-la deixado cair ao chão. Sabe-se também que ela desapareceu misteriosamente da Biblioteca Nacional de Paris, durante a Revolução Francesa.



Napoleão Bonaparte foi mais um daqueles que tudo fizeram para se apoderar da Lança Sagrada. Não se sabe se foi graças ao místico poder por ela dispensado que o Corso quase dominou o mundo com os seus poderosos exércitos, vindo, contudo, repentinamente a sofrer uma grande derrocada - morrendo exilado, desprezado, debilitado e além de tudo totalmente louco.





O Kaiser Wilhelm, igualmente um outro governante que se apoderou da Lança. Teve o mesmo trágico destino dos outros. E assim, por cerca de mil anos, pelo menos 45 imperadores detiveram a sua posse.











De mão em mão, a Lança de Longinus finalmente chegou à propriedade dos Hapsburgs, na Áustria, tendo passado por vários dos seus soberanos, os quais abriram mão da sua posse e guarda......






.... Até finalmente ter sido cuidadosamente guardada no Hofsburg Treasure Museum, em Viena.








Contudo, mais modernamente, a tradição mágica e oculta da Lança do Destino chegou ao conhecimento de mais alguém:












Richard Wagner, era um dos compositores nacionalistas favoritos de Hitler. A sua música ardente promovia os ideais de uma nova sociedade e fortemente insinuou as bases do Partido Nacional Socialista. E foi exatamente na sua ópera denominada "Persival" que o tema da Lança de Longinus foi enfocado, despertando assim a atenção do jovem Adolf Hitler. Sabe-se que Hitler fez inúmeras visitas ao Museu Hofsburg, detendo-se fascinado por longos períodos de tempo diante daquele sagrado artefato. Segundo aquilo que escreveu:


- "Eu percebi de imediato que este era um momento importante em minha vida.... Fiquei lá, silenciosamente contemplando-a por vários minutos alheio a tudo ao meu redor. Ela me pareceu conter um significado secreto e profundo que fugiu a minha compreensão, um significado que senti em meu íntimo que ainda não poderia fazê-lo vir à tona de meu inconsciente... Senti como se eu próprio a tivesse segurado em minhas mãos há alguns séculos atrás e que eu próprio uma vez a reclamei como meu talismã do poder e mantive o destino do mundo em minhas mãos. Que espécie de loucura era essa que invadia a minha mente e crescia como um tumor em meu peito?".



E não tardou muito para que Hitler ascendesse ao poder supremo da Alemanha, tornando-se um líder - um ditador poderoso e plenipotenciário.







Heinrich Himmler, membro da Gestapo e, por assim dizer, um dos "mestres espirituais de Hitler", era um profundo estudioso das Ciências Ocultas. Por sua vez, Hitler, mantinha um grande interesse por artefatos e relíquias religiosas e logo não tardou a ambicionar a posse da Lança de Longinus. E foi por forte influência sua, que a primeira providência de Hitler ao invadir com os seus exércitos a Áustria, em abril de 1938, foi exatamente determinar a apreensão e o imediato confisco da Lança do Destino.


O Dr. Walter Stein, relembrando os momentos de setembro de 1912 em que Hitler constantemente visitava Casa do Tesouro em Viena, declarou: - - "Naquela ocasião em que primeiro ficávamos de um lado para outro na frente da Lança do Destino, me pareceu que Hitler se encontrava num transe tão profundo que passava por algum tipo de catarse e um total eclipse de seu subconsciente". E justamente referindo-se a esses acontecimentos, o próprio Hitler revelou durante uma entrevista à Imprensa: - "Vaguei como um sonâmbulo por onde a Providência me conduziu".


O fato é que, obtendo o poder da Lança do Destino - e assim como todos os outros que ambicionavam por seu intermédio a força ilimitada e a conquista do mundo - Hitler tornou-se um dos maiores guerreiros da História e os seus exércitos tornaram-se tão ou mais poderosos do que o antigo Império Romano, chegando mesmo a quase conquistar o poder temporal do globo. Uma fantástica tecnologia súbita e inexplicavelmente lhes foi concedida e assim a Alemanha nazista prosseguia implacável nos seus sonhos ilimitados de conquista e glórias.


E assim, mais uma vez, a águia, a marca dos conquistadores - tanto nos velhos tempos do Império Romano quanto nos dias de hoje - percorreu o mundo invadindo países e expandindo a sua sombra atemorizante. Por trás de tudo, porém, existia uma seita hermética voltada para seus rituais mágicos de iniciação, tendo como suporte certos objetos e simbolismos originários dos mais recuados tempos e das perdidas civilizações do planeta Terra. A Lança de Longinus era, também, um elevado objeto de culto do nazismo!



Contudo, assim como aconteceu a todos os demais conquistadores detentores da Lança, após vários e inexplicáveis revezes, subitamente o poder de Hitler lhe foi implacavelmente retirado. Em 30 de abril de 1945, as tropas aliadas invadiram, arrasaram e tomaram Nuremberg e Berlim - a outrora toda poderosa capital da Alemanha nazista. O General George S. Paton (na foto, à direita) comandante norte-americano, era também um fascinado pela Lança do Destino e imediatamente providenciou o seu confisco, diretamente em uma espécie de santuário subterrâneo, em Nuremberg, altamente protegido e onde Hitler zelosamente a guardava. A partir de então, os Estados Unidos tornaram-se os seus provisórios guardiães.


Neste mesmo dia, a maldição da Lança do Destino parece ter se cumprido. Hitler e a sua esposa, Eva Braun, teriam, segundo consta, cometido o suicídio. Essa foto supostamente mostraria o cadáver do führer, sendo nitidamente visível o orifício na testa, causado por um projétil de arma de fogo. Essa foto é a única coisa que sobrou, pois os corpos de ambos oficialmente teriam sido incinerados pelos aliados. Existem, todavia, controvérsias, uma vez que o rosto acima mostrado em NADA se parece com Hitler. Há, por outro lado, suspeitas que isso tenha sido uma farsa - uma bem montada manobra de propaganda - forjada pelas forças aliadas e seus respectivos governos, de modo a dar uma satisfação à opinião pública mundial.


A Lança do Destino finalmente chegou aos EUA, transformando-os repentinamente em uma das maiores potências mundiais. Em poucos meses desenvolveram e utilizaram a sinistra bomba atômica e, de fato, se tornaram uma espécie de "governantes" do planeta. A saga se repetia. Contudo, uma decisão final (e talvez muito sábia) do General Dwight D. Eisenhower, tomada em 1946, fez com que todas as jóias da Casa Real dos Hapsburg, aí incluída a Lança de Longinus, retornassem ao seu local de origem - a Casa de Tesouro de Hofsburg, em Viena.....



..... Onde até hoje permanece (foto), cuidadosamente preservada da ambição dos loucos e dos megalomaníacos - mesmo após a passagem de quase dois milênios, guardando consigo um mistério profundíssimo. A lança que de maneira blasfema profanou o corpo de Jesus, em contrapartida e APENAS UMA VEZ, concedeu o dom de um milagre àquele que a com ódio a empunhou. Contudo, ela também guarda consigo uma suprema lição, uma grande e severa advertência: NADA, nem ninguém nos pertence! Não se pode jamais ambicionar aquilo a que todos têm direito - a morada universal, a Terra que somente a Deus pertence, e da qual somente Ele poderá verdadeiramente dispor e governar. Todo o poder e toda a glória do mundo jamais serão dados aos homens. Essas coisas são, por sua vez, extremamente fugazes, transitórias. Por conseguinte, a cegueira jamais virá novamente a ser curada. Todo gládio será inapelavelmente ineficaz na mãos dos fracos. A César o que é de César! E, assim sendo, a Suprema Lei, pregada pelo próprio Mestre, invariavelmente e para sempre se cumprirá: toda mão que o empunhar para ferir, um dia - e forçosamente - virá a ser ferida!

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