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CRISTÃOS TORTURADOS / PERSEGUIDOS por amor a Deus no Oriente Médio

Enquanto muitos "pregadores" não pregam outra coisa que não seja prosperidade... enquanto muitos "crentes" dormem nas igrejas enquanto a palavra está sendo pregada... enquanto muitos "cristãos" pulam e dançam em encontros e shows gospel...
Os verdadeiros servos do Senhor estão morrendo e sofrendo perseguições por amor as almas que padecem. Levante-se noiva do Senhor, é tempo de despertar



500 Cristãos Mortos na Nigéria



Perseguição DE MORTE aos Cristãos(CENAS FORTES)



igreja perseguida


Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros;
Mateus 24:9-10

Realmente na nossa atualidade estamos contemplando uma incansável batalha de religiões, onde todas querem provar que são as verdadeiras enquanto as outras são todas falsas. A grande diferença está nas armas que cada uma tem usado. enquanto a maioria usa de violência e submissão à força, os cristãos usam como arma "amor ao próximo" pois são essas as armas que nosso general Jesus nos confiou.
Logo virá alguém dizendo que os cristãos mataram e torturam muitas pessoas na durante a inquisição. Mas permita-me lembrá-los que os verdadeiros cristãos nunca perseguiram ninguém. Pois se dizem cristãos quando na verdade são escravos do diabo.

Ser cristão não é apenas dizer de crê em Deus.
Ser cristão é seguir os passos de Cristo. E Cristo nunca ensinou seus seguidores usarem de violência muito menos de morte. O grande foco da mensagem cristã é o "amor ao próximo"

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arqueologia da cidade de jericó


Heb. Yerichô, “cidade do (deus) lua”, ou “lugar da fragrância”; Gr. Iericho.
Uma cidade importante no vale do Jordão, por vezes apelidada de “a cidade das palmeiras” (Dt 34:3; Jz 1:16; Jz 3:13; 2Cr 28:15). Localiza-se cerca de 8 km a oeste do rio, cerca de 13 km a norte do Mar Morto e 24 km a nordeste de Jerusalém em linha recta, na base das montanhas da Judeia, na zona mais alta do Vale do Jordão. Situa-se 250 metros abaixo do nível do mar mas a 140 metros acima do leito do rio. Possui um clima quase tropical. Por isso crescem ali palmeiras e actualmente também bananeiras.

Embora as escavações efectuadas mostrem que Jericó é uma das mais antigas cidades do mundo, não é mencionada em nenhum registo antigo, para além da Bíblia. Quando os israelitas invadiram Canaan, Jericó, que se situava na principal estrada que ligava o Este ao Oeste, foi o seu primeiro obstáculo na invasão da Palestina Ocidental.


Uma vez que foi a primeira cidade a ser conquistada na Terra Prometida, Josué declarou que os seus tesouros seriam dedicados a Deus como oferta (Js 6:17-19). A história da sua queda é bem conhecida. Foram enviados homens para espiar a terra.

Raabe mostrou-se hospitaleira para com eles, protegendo-os e ajudando-os a escapar quando foram perseguidos pelos habitantes de Jericó. Como recompensa por tê-los ajudado e também pela sua fé no Deus dos israelitas, os espiões prometeram salvar-lhe a vida e os bens, uma promessa que foi fielmente cumprida (Js 2:1-22, Js 6:22, 23, 25). Depois que os israelitas atravessaram o Jordão, acamparam em Gilgal, perto de Jericó (Js 5:10) e marcharam à volta da cidade uma vez por dia durante seis dias.


No sétimo dia marcharam à volta da cidade sete vezes e depois, ao sinal das trombetas, gritaram. Nesse momento, os muros da fronteira ruíram (Js 6:8-21). Os israelitas entraram na cidade, destruíram os seus habitantes, com excepção de Raabe e da sua família e queimaram tudo, excepto determinados objectos que seriam usados no santuário (Js 6:1-21, 24). Josué, então, pronunciou uma maldição sobre todo aquele que tentasse reconstruir Jericó no futuro (Js 6:26).

Embora a cidade, como tal, não fosse reconstruída até aos dias de Acabe, houve quem morasse nas suas proximidades, pois o nome continuou a ser usado (ver 2Sm 10:5). Na divisão do país, Jericó encontrava-se na fronteira entre Efraim e Benjamim, tendo sido atribuída a Benjamim (Js 16:1, 7; Js 18:12, 21). Eglom, o rei de Moabe, oprimiu os israelitas no início do período dos juizes e tomou Jericó para si (Jz 3:13).

Os mensageiros de David, ao voltarem do encontro com o rei amonita, que os insultou, rapando-lhes metade das suas barbas, permaneceram em Jericó até estas voltarem a crescer (2Sm 10:5; 1Cr 19:5). No tempo de Elias, Hiel reconstruiu a cidade e, de acordo com a maldição pronunciada por Josué, perdeu dois dos seus filhos (1Rs 16:34).

Ainda no tempo do profeta Elias, viveu em Jericó uma comunidade de profetas (2Rs 2:4, 5, 15, 18) e mais tarde, Eliseu sarou a fonte das águas ali existente (2Rs 2:19-22). Um século mais tarde, Jericó foi o cenário da libertação de cativos de Judá, capturados pelo exército do rei Peca, de Israel (2Cr 28:15). Nos últimos dias do reino de Judá, o exército babilónico capturou Zedequias nas proximidades de Jericó (2Rs 25:5; Jr 39:5; Jr 52:8).

A população de Judá deve também ter sido levada cativa porque 345 descendentes dos seus antigos habitantes voltaram do exílio babilónico com Zorobabel (Ed 2:34; Ne 7:36). Algumas pessoas de Jericó ajudaram Neemias a reconstruir o muro de Jerusalém (Ne 3:2).


Jericó volta a ser mencionada no período dos macabeus, quando Baquides, o general sírio, recuperou as suas fortificações (I Mac 9:49, 50). António deu a cidade a Cleópatra como estância de Verão. Quando Herodes, o Grande, mais tarde a recebeu
como presente de Augusto, embelezou-a, construiu lá um palácio e erigiu uma fortaleza por trás da cidade chamada Cypros.
Herodes, o Grande, morreu em Jericó.

Jesus passou pela Jericó do NT (Lc 19:1), que se situava a Sul e a Este da cidade do VT, à entrada do Wâdi Qelt, pelo qual passava a estrada que se dirigia a Jerusalém. Jericó era a cidade natal de Zaqueu, de cuja hospitalidade Jesus gozou e cuja conversa se encontra registada nos vers. 1-10. Foi perto da Jericó do NT que Jesus curou o cego Bartimeu e o seu companheiro (Mt 20:29-34; Mc 10:46-52; Lc 18:35-43).

A actual cidade de Jericó, chamada Erîkha, foi fundada no tempo das cruzadas e situa-se a este da Jericó do NT e a sudeste da Jericó do VT.

Por causa da sua grande importância bíblica e histórica, Jericó tem recebido a atenção de várias expedições arqueológicas. A cidade do VT tem sido identificada com Tell es-Sultân, na extremidade norte da actual Jericó. Em 1868, Charles Warren realizou algumas explorações preliminares que não aumentaram materialmente o nosso conhecimento sobre a história antiga da cidade. Entre 1907 e 1909, Ernest Sellin e Carl Watzinger escavaram partes do monte mas viram as suas ruínas confundidas e perturbadas por construções posteriores e pela erosão.

DESCOBERTAS ARQUEOLÓGICAS

Uma vez que a arqueologia palestiniana ainda se encontrava no seu início, as conclusões destes eruditos foram insatisfatórias e mais tarde tiveram que ser revistas, quando algumas explorações levadas a cabo noutros locais mostraram que as suas interpretações de determinadas provas não poderiam ser mantidas.

Uma antiga gruta-cemitério de Jericó.

John Garstang que realizou algumas escavações em Jericó durante seis épocas, entre 1930 e 1936, descobriu um cemitério do final da Idade do Bronze, o local onde eram sepultados os habitantes de Jericó até 1350 AC, tal como indicam as inscrições de determinados selos egípcios. O que restou das fortificações da cidade era tão confuso, que algumas muralhas foram mal identificadas, tal como mostram escavações posteriores.



A interpretação que Garstang faz da história arqueológica da cidade está agora desactualizada e não necessita de ser repetida aqui. Entre 1952 e 1957, Kathleen M. Kenyon realizou escavações em Jericó, usando os últimos métodos científicos.


Descobriu outro cemitério, túmulos de meados da Idade do Bronze, incluindo equipamento funerário, tais como mesas de madeira, bancos e pratos, víveres em vasilhas, roupas, cestos, etc., tudo espantosamente preservado, devido à infiltração de gases letais que mataram os germes, evitando, assim, a desintegração daquele material antigo que, de outro modo, nunca se preservaria na Palestina.

As escavações realizadas no próprio local puseram a descoberto níveis de ocupação de tempos primordiais. Mostraram que Jericó já era uma cidade muito antes de existir qualquer tipo de cerâmica. Na realidade, parece que as muralhas da cidade e as suas torres são as mais antigas alguma vez descobertas no Próximo Oriente.


A cidade foi destruída várias vezes, tendo sido posto a descoberto o que restou de sete muralhas sucessivas do início da Idade do Bronze (3º milénio AC). A última destas muralhas foi destruída por um tremor de terra. Nessa altura, a “cidade” tinha cerca de 230 metros de extensão e não mais de 76 metros de largura.

Em meados da Idade do Bronze, o período Hiksos, foi alargada para uma extensão de cerca de 260 metros e uma largura de cerca de 130 metros, sendo rodeada por uma grande muralha de pedra com uma ribanceira levemente escarpada. Esta cidade foi destruída por um dos reis egípcios da 18ª dinastia no século XV AC.



Nada foi encontrado das muralhas do final da Idade do Bronze. Estas muralhas terão sido as que foram destruídas no tempo de Josué. Infelizmente, as forças do homem e da natureza parecem ter desnudado os níveis superiores do monte numa tal extensão, que praticamente nada restou deles. As escavações de Kenyon puseram a descoberto somente uma pequena parte da cidade, uma porção superficial que datava da Jericó de Josué. No sopé da encosta, algumas das últimas estruturas construídas em Jericó (na Idade do Ferro, por volta de 1200 AC) foram postas a descoberto.

Embora os resultados das escavações tenham tido bastante interesse para os arqueólogos e tenham lançado alguma luz sobre a história e sobre os primórdios desta importante cidade, pouco contribuíram com algo de interessante para o estudante da Bíblia.


Contudo, os cemitérios de Jericó mostraram que, como locais de sepultamento, deixaram de ser usados no século XIV, o que poderá ser considerado como prova de que a cidade não poderia ter sido destruída muito depois desse período.

Uma porção da Jericó do NT, nomeadamente Tulûl Abu el-‘Alâyiq, foi escavada entre 1951 e 1952 pela Escola Americana de Investigação Oriental de Jerusalém, sob a direcção de J. L. Kelso e J. B. Pritchard e novamente por E. Netzer da Universidade Hebraica de Jerusalém, entre 1972 e 1974. As escavações puseram a descoberto partes do magnífico palácio de inverno de Herodes, que tinha uma fachada de 100 metros de extensão e uma piscina, provavelmente a mesma em que Herodes mandou que afogassem o seu cunhado Aristóbulo III, o sumo sacerdote


JERICÓ: Jericó vista de Cypros
A " Cidade das Palmeiras " no lado ocidental do Rio Jordão, a 825 pés abaixo do nível do mar. O local, segundo o Velho Testamento foi uma cidade que Josué destruiu. Nos dias de Jesus um novo centro foi construído no primeiro plano por ordem de Herodes o Grande.



ESCAVAÇÃO: Com base nesta descoberta, os arqueólogos reivindicam que Jericó é a " cidade mais velha no mundo ". Claramente tal construção monumental reflete organização social e autoridade central e sua função principal era de uma fortificação defensiva.







PAREDE DE PEDRA: Nas escavações dos arqueólogos Sellin e Watzinger, foi descoberta a existência de uma grande parede de pedra que apóia uma rampa datada na Idade do Bronze Mediana. Esta parede composta de grandes pedras apoiou uma parede de tijolos sobre ela. Esta porção meridional da parede estava exposta em 1997.



PAREDE DESMORONADA: Sellin e Watzinger e mais recente Kenyon acharam restos de um muro de tijolos desmoronado à base da parede de pedra. Bryant Wood aponta a base da parede de tijolos. As conclusões de Wood datam a destruição da parede no tempo de Josué (1400 A.C.)




JARROS DE GRÃOS: Garstang e Kenyon acharam dúzias de jarros cheios de grãos da última cidade de Cananaíta de Jericó. A conclusão óbvia: eles eram do tempo de colheita quando a cidade foi queimada por Josué. Como tal, o registro arqueológicos o registro bíblico coincidem com a mesma época.



ÁRVORE DE SICÔMORO: Quando Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade um homem chamado Zaqueu estava lá; ele era um dos principais coletores de imposto e era rico. Ele estava tentando olhar Jesus, mas sendo um homem pequeno ele não conseguia ver acima da multidão. Assim ele correu à frente e escalou uma árvore de sicômoro para ver Jesus passar (Lucas 19:1-4)




base das muralhas de Jericó

Torre circular em Jericó

Crânio tratado com gesso, sítio arqueológico neolítico de Jericó


veja o vídeo documentário sobre jericó

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Manuscritos do Mar Morto

Em 1947, um jovem pastor beduíno à procura de uma cabra perdida no Deserto de Judean, entrou em uma caverna longa e intacta e achou alguns jarros cheio de antigos rolos de papel. Aquela primeira descoberta que na verdade eram apenas sete rolos de papel, iniciou uma procura que durou quase uma década e eventualmente achou-se milhares de fragmentos de rolo de papel em onze diferentes cavernas. Durante esses mesmos anos, arqueólogos procuravam um vestígio de habitação perto das cavernas o qual poderiam ajudar a identificam o povo que depositou os rolos de papel. Encontrou-se entre precipícios nos acidentes rochosos algumas construções.

Esse achado confirmou a crença de que os escritos da Bíblia são exatos, conforme foram copiados através dos séculos, a partir de uma época anterior ao nascimento de Cristo. Outras descobertas nos ensinam a respeito de costumes nos tempos bíblicos. Alguns nomes específicos e doutrinas mencionados na Bíblia, também foram identificados por meio dessas pesquisas.

Os rolos do Mar Morto que estão completos já foram publicados, como os dois com os manuscritos do profeta Isaías e parte de todos os livros do Antigo Testamento, excetuando-se o de Ester. A única porção ainda não publicada é composta de fragmentos de textos, que são difíceis de serem interpretados. Os eruditos estão idosos e muitas pessoas ficam aborrecidas porque o trabalho de interpretação tem sido vagaroso. Porém, esses fragmentos estão sendo transferidos para profissionais mais jovens, e esperamos que nos próximos anos todos eles sejam publicados. Existe a expectativa de que os resultados trarão novidades animadoras.

Os mais antigos manuscritos, os do Antigo Testamento, são do III século a.C. Os do Novo Testamento datam do II século d.C. Não há diferenças teológicas ou históricas entre os antigos textos e a Bíblia atual. Eles se correspondem exatamente.

Caverna 1
Descoberta por um pastor beduíno que perseguia uma ovelha perdida, os Rolos do Mar Morto achados aqui mudaram o estudo do Velho Testamento.

Foram descobertos Sete rolos: - Manual de Disciplina, Guerra dos Filhos da Luz, Rolo de Ação de graças, Isaias 1 e B, Gênesis Apócrifo e Comentário de Habakkuk.

Caverna 3
O Rolo de Cobre foi achado nesta caverna em 1952. Este era o único rolo que foi fotografado em situ.

O Rolo de de Cobre está em exibição no Museu de Amman na Jordania e lista 63 tesouros escondidos no deserto da Judeia entre a área do Mar Morto e Jerusalém.


Caverna 4
Esta é a mais famosa das cavernas do Mar Morto. Mais de 15.000 fragmentos de mais de 200 livros foram achados, 122 rolos bíblicos (ou fragmentos) foram achados, mais que todas as outras 11 cavernas de Qumran juntas, todos os livros do Velho Testamento estão representados menos Esther. Nenhum fragmento do Novo Testamento foi encontrado.

Caverna 4 (interior)
Os rolos encontrados nessa caverna foram preservados porque eles foram armazenados em jarros. A prática dos arqueólogos de pagar aos beduinos " por pedaço " encrontrado conduziu à criação de múltiplos fragmentos que originalmente eram pedaços únicos.

Caverna 5 (primeiro plano)
Esta corroída caverna foi descoberta pelos arqueólogos(também descobriram as cavernas 4, 7, 8, 9, e 10; os beduínos descobriram as cavernas 1, 2, 4, 6, e 11). Ela esta num terraço perto do Mar morto no local de Qumran,estima-se que originalmente havia entre 30 a 40 cavernasnesse terraço.

Caverna 6
Esta caverna não era usada para habitação,
servia apenas como depósito. Um único jarro foi
encontrado nesta caverna.

Hoje esta caverna é a mais acessível para
visitação (seguindo do aqueduto de Qumran
para as colinas ela está à esquerda.

Caverna 7 (à direita), 8 (à esquerda)

Todo material achado na Caverna 7 estava em Grego. A caverna desmoronou logo após os rolos terem sido escondidos.

Na caverna 8 foram descobertos 8QMezuzah, Gêneses, e cem tiras de couro pequeno com textos.

Caverna 10 (à direita de C4)

Havia muitos fragmentos nessa caverna, só foram encontrados rolos completos nas cavernas 1 e 11.
Em todas as 11 cavernas, alguns livros bíblicos foram achados em grande número:

34 cópias de Salmos
27 cópias de Deuteronômio
24 cópias de Isaias
20 cópias de Genesis

Caverna 11

Foram achados aqui os últimos Rolos do Mar Morto, totalizando trinta rolos, inclusive Levíticos e o Rolo do Templo.

O Rolo do Templo esteve sob a posse de um negociante de antiguidades (Kando) até 1967 quando ele concordou em vender o livro por $110.000 após ter sido preso por Yadin.

>>> Israel vai colocar íntegra dos manuscritos do mar Morto na internet

Equipe liderada por ex-pesquisador da Nasa deve recuperar trechos ilegíveis dos textos.
Obras incluem versões antigas da Bíblia, textos apocalípticos e orientações de religião judaica.
Fonte ... http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL737730-5603,00.html

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As Pragas do Egito


As pragas derramadas sobre o Egito foram a clara manifestação do poder de Deus. Os hebreus puderam ver que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó estava movendo a natureza para libertá-los da escravidão.
Alguns céticos duvidam da Bíblia simplesmente porque não encontram monumentos que descrevam todos os seus acontecimentos. Eles fazem isso com a história das dez pragas do Egito. Por não acharem ali nada que confirme a história do Êxodo, julgam que ela jamais aconteceu.

Ora, por que os egípcios iriam registrar para o mundo o vexame que passaram com a saída dos hebreus? É claro que eles ficariam calados a respeito disso. Contudo, outros povos, fora da Bíblia, testemunharam a ocorrência das pragas que Deus enviou através do profeta Moisés e mesmo dentre a correspondência particular de alguns egípcios é possível encontrar pistas do que aconteceu ali naquela época.

Vamos ver primeiro o que escreveu Deodoro Siculo, historiador grego do I século a.C., cujo testemunho dura até hoje:

“Nos tempos antigos houve uma grande praga no Egito e muitos a atribuíram ao fato de Deus estar ofendido com eles por causa dos estrangeiros que estavam em seu país... Os egípcios concluíram que, a menos que os estrangeiros fossem mandados embora de seu país, eles jamais se livrariam de suas misérias. Sobre isto, conforme nos informaram alguns escritores, os mais eminentes e estimados daqueles estrangeiros que estavam no Egito foram obrigados a deixar o país ... [portanto] eles se retiraram para a província que agora se chama Judeia  Ela não fica longe do Egito e estava desabitada na ocasião. Aqueles emigrantes foram pois conduzidos por Moisés, que era superior a todos em sabedoria e poder. Ele lhes deu leis e ordenou que não fizessem imagens de deuses, pois só há um Deus no Céu que está sobre tudo e é Senhor de tudo.”

Temos ainda o diário de um egípcio chamado Ipuwer que foi encontrado no Egito em 1820 e levado para o museu da Universidade de Leiden, na Holanda, onde permanece até hoje. Lá, o escritor antigo lamenta o estado do Egito e diz numa carta endereçada a faraó: “Os estrangeiros (hebreus?) vieram para o Egito ... [eles] têm crescido e estão por toda a parte [lit. ‘em todos os lugares, eles se tornaram gente’]... o Nilo se tornou em sangue ... [as casas] e as plantações estão em chamas ... a casa real perdeu todos os seus escravos ... os mortos estão sendo sepultados pelo rio ... os pobres (escravos hebreus?) estão se tornando os donos de tudo ... os filhos dos nobres estão morrendo inesperadamente... o [nosso] ouro está no pescoço [dos escravos?] ... o povo do oásis está indo embora e levando as provisões para o seu festival [religioso?].”

Essas palavras são muito parecidas com as pragas descritas em Êxodo 7:14-24, especialmente a primeira e a última. A referência aos escravos que agora se vão e ainda levam consigo algumas riquezas parece ecoar o testemunho bíblico de que os hebreus foram “e pediram aos egípcios objetos de prata e de ouro ... de modo que estes lhes davam o que pediam. E despojaram os egípcios” (Êxodo 12:35-36).

Mais uma vez a História confirma a Palavra de Deus.

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Dinossauros não tem milhões de anos!

Em 2005, Mary Schweitzer abalou a comunidade evolucionista ao anunciar que tinha descoberto vasos sanguíneos e proteínas num osso de um T-rex datado de 68 milhões de anos. Qual o espanto? Não é suposto material orgânico aguentar mais de 100.000 anos, sensivelmente, em material fossilizado. O redactor do artigo da Discover percebeu muito bem as implicações desta descoberta e deu-lhe o seguinte título: “A descoberta perigosa de Schweitzer“.
Por quê perigosa? Porque uma observação directa levar-nos-ia a concluir que os dinossauros não podem ter milhões de anos, caso contrário aquele material orgânico já teria desaparecido do fóssil há muito tempo. Sendo assim, a proposta do criacionismo bíblico, que diz que a Terra não tem mais de 10.000 anos, ganha outra importância.

Como seria de esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande cepticismo por parte da comunidade evolucionista. Também eles se aperceberam das implicações desta descoberta. E a coisa não era para menos. Será que “vasos sanguíneos que parecem ter sido recolhidos directamente de uma avestruz do zoo” podem ter milhões de anos?

Eis uma amostra do cepticismo em torno da descoberta (meu destacado):

Da própria Schweitzer:"Meu colega trouxe de volta e mostrou-me, e eu só tenho arrepios, porque todo mundo sabe que essas coisas não duram para 65 milhões ano."

Dos pares (peer-reviewers):"Eu tinha um revisor me dizer que ele não se importava o que os dados, disse, ele sabia que o que eu estava achado não foi possível. Eu escrevi para trás e disse: 'Bem, o que iria convencê-lo de dados? "E ele disse:" Nenhum."


A melhor maneira dos evolucionistas descartarem esta forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do género.

Uma nova descoberta

Enquanto todos gozavam do feriado do dia do trabalhador, a Science anunciava a descoberta de mais um dinossauro com conteúdo ainda mais espectacular do que aquele encontrado no T-rex. Num trabalho minucioso onde todas as providências foram tomadas para evitar contaminação da amostra, a equipa de Schweitzer retirou vasos sanguíneos, células (possivelmente com núcleos) e a matriz extracelular dos ossos (a “cola” orgânica que mantém as células unidas) de um hadrossauro. Mais impressionante é o facto de o dinossauro, supostamente, ser ainda mais antigo do que o controverso T-rex. Tem 80 milhões de anos.


Um comentário sobre o assunto na mesma edição da Science relembrava-nos o porquê da controvérsia em relação aos tecidos moles do T-rex:
"...proteínas no tecido normalmente degradam rapidamente após um animal morrer."

CONCLUSÃO

O cenário evolucionista está morto. Sem milhões de anos não há super-mutação que consiga salvar o dia. Este vai ser mais um dado científico que vai ser facilmente acomodado no conto de fada evolucionista. Os evolucionistas sabem que o tipo de material orgânico encontrado nestes dinossauros não pode durar milhões de anos. Mas como ele está aí e como os fiéis de Darwin não podem dispensar os preciosos milhões de anos (senão ficavam sem desculpa para não seguirem os mandamentos de Deus), a resposta deles agora vai ser: “afinal é possível este tipo de material resistir milhões de anos“.

A teoria da Evolução não pode ser refutada. Ela é muito importante para poder ser descartada. Ela serve como desculpa para não reconhecermos a existência de Deus e podermos viver de acordo com a nossa vontade.

Querido leitor, vais desprezar a salvação de Deus por causa de uma teoria que acomoda todos e quaisquer factos de maneira a não ser descartada? Jesus hoje fala contigo, através de mim, e diz-te que tem um lugar preparado no céu para ti. Cabe a ti aceitares ou não a Sua dádiva.

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