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Manuscritos do Mar Morto

Em 1947, um jovem pastor beduíno à procura de uma cabra perdida no Deserto de Judean, entrou em uma caverna longa e intacta e achou alguns jarros cheio de antigos rolos de papel. Aquela primeira descoberta que na verdade eram apenas sete rolos de papel, iniciou uma procura que durou quase uma década e eventualmente achou-se milhares de fragmentos de rolo de papel em onze diferentes cavernas. Durante esses mesmos anos, arqueólogos procuravam um vestígio de habitação perto das cavernas o qual poderiam ajudar a identificam o povo que depositou os rolos de papel. Encontrou-se entre precipícios nos acidentes rochosos algumas construções.

Esse achado confirmou a crença de que os escritos da Bíblia são exatos, conforme foram copiados através dos séculos, a partir de uma época anterior ao nascimento de Cristo. Outras descobertas nos ensinam a respeito de costumes nos tempos bíblicos. Alguns nomes específicos e doutrinas mencionados na Bíblia, também foram identificados por meio dessas pesquisas.

Os rolos do Mar Morto que estão completos já foram publicados, como os dois com os manuscritos do profeta Isaías e parte de todos os livros do Antigo Testamento, excetuando-se o de Ester. A única porção ainda não publicada é composta de fragmentos de textos, que são difíceis de serem interpretados. Os eruditos estão idosos e muitas pessoas ficam aborrecidas porque o trabalho de interpretação tem sido vagaroso. Porém, esses fragmentos estão sendo transferidos para profissionais mais jovens, e esperamos que nos próximos anos todos eles sejam publicados. Existe a expectativa de que os resultados trarão novidades animadoras.

Os mais antigos manuscritos, os do Antigo Testamento, são do III século a.C. Os do Novo Testamento datam do II século d.C. Não há diferenças teológicas ou históricas entre os antigos textos e a Bíblia atual. Eles se correspondem exatamente.

Caverna 1
Descoberta por um pastor beduíno que perseguia uma ovelha perdida, os Rolos do Mar Morto achados aqui mudaram o estudo do Velho Testamento.

Foram descobertos Sete rolos: - Manual de Disciplina, Guerra dos Filhos da Luz, Rolo de Ação de graças, Isaias 1 e B, Gênesis Apócrifo e Comentário de Habakkuk.

Caverna 3
O Rolo de Cobre foi achado nesta caverna em 1952. Este era o único rolo que foi fotografado em situ.

O Rolo de de Cobre está em exibição no Museu de Amman na Jordania e lista 63 tesouros escondidos no deserto da Judeia entre a área do Mar Morto e Jerusalém.


Caverna 4
Esta é a mais famosa das cavernas do Mar Morto. Mais de 15.000 fragmentos de mais de 200 livros foram achados, 122 rolos bíblicos (ou fragmentos) foram achados, mais que todas as outras 11 cavernas de Qumran juntas, todos os livros do Velho Testamento estão representados menos Esther. Nenhum fragmento do Novo Testamento foi encontrado.

Caverna 4 (interior)
Os rolos encontrados nessa caverna foram preservados porque eles foram armazenados em jarros. A prática dos arqueólogos de pagar aos beduinos " por pedaço " encrontrado conduziu à criação de múltiplos fragmentos que originalmente eram pedaços únicos.

Caverna 5 (primeiro plano)
Esta corroída caverna foi descoberta pelos arqueólogos(também descobriram as cavernas 4, 7, 8, 9, e 10; os beduínos descobriram as cavernas 1, 2, 4, 6, e 11). Ela esta num terraço perto do Mar morto no local de Qumran,estima-se que originalmente havia entre 30 a 40 cavernasnesse terraço.

Caverna 6
Esta caverna não era usada para habitação,
servia apenas como depósito. Um único jarro foi
encontrado nesta caverna.

Hoje esta caverna é a mais acessível para
visitação (seguindo do aqueduto de Qumran
para as colinas ela está à esquerda.

Caverna 7 (à direita), 8 (à esquerda)

Todo material achado na Caverna 7 estava em Grego. A caverna desmoronou logo após os rolos terem sido escondidos.

Na caverna 8 foram descobertos 8QMezuzah, Gêneses, e cem tiras de couro pequeno com textos.

Caverna 10 (à direita de C4)

Havia muitos fragmentos nessa caverna, só foram encontrados rolos completos nas cavernas 1 e 11.
Em todas as 11 cavernas, alguns livros bíblicos foram achados em grande número:

34 cópias de Salmos
27 cópias de Deuteronômio
24 cópias de Isaias
20 cópias de Genesis

Caverna 11

Foram achados aqui os últimos Rolos do Mar Morto, totalizando trinta rolos, inclusive Levíticos e o Rolo do Templo.

O Rolo do Templo esteve sob a posse de um negociante de antiguidades (Kando) até 1967 quando ele concordou em vender o livro por $110.000 após ter sido preso por Yadin.

>>> Israel vai colocar íntegra dos manuscritos do mar Morto na internet

Equipe liderada por ex-pesquisador da Nasa deve recuperar trechos ilegíveis dos textos.
Obras incluem versões antigas da Bíblia, textos apocalípticos e orientações de religião judaica.
Fonte ... http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL737730-5603,00.html

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As Pragas do Egito


As pragas derramadas sobre o Egito foram a clara manifestação do poder de Deus. Os hebreus puderam ver que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó estava movendo a natureza para libertá-los da escravidão.
Alguns céticos duvidam da Bíblia simplesmente porque não encontram monumentos que descrevam todos os seus acontecimentos. Eles fazem isso com a história das dez pragas do Egito. Por não acharem ali nada que confirme a história do Êxodo, julgam que ela jamais aconteceu.

Ora, por que os egípcios iriam registrar para o mundo o vexame que passaram com a saída dos hebreus? É claro que eles ficariam calados a respeito disso. Contudo, outros povos, fora da Bíblia, testemunharam a ocorrência das pragas que Deus enviou através do profeta Moisés e mesmo dentre a correspondência particular de alguns egípcios é possível encontrar pistas do que aconteceu ali naquela época.

Vamos ver primeiro o que escreveu Deodoro Siculo, historiador grego do I século a.C., cujo testemunho dura até hoje:

“Nos tempos antigos houve uma grande praga no Egito e muitos a atribuíram ao fato de Deus estar ofendido com eles por causa dos estrangeiros que estavam em seu país... Os egípcios concluíram que, a menos que os estrangeiros fossem mandados embora de seu país, eles jamais se livrariam de suas misérias. Sobre isto, conforme nos informaram alguns escritores, os mais eminentes e estimados daqueles estrangeiros que estavam no Egito foram obrigados a deixar o país ... [portanto] eles se retiraram para a província que agora se chama Judeia  Ela não fica longe do Egito e estava desabitada na ocasião. Aqueles emigrantes foram pois conduzidos por Moisés, que era superior a todos em sabedoria e poder. Ele lhes deu leis e ordenou que não fizessem imagens de deuses, pois só há um Deus no Céu que está sobre tudo e é Senhor de tudo.”

Temos ainda o diário de um egípcio chamado Ipuwer que foi encontrado no Egito em 1820 e levado para o museu da Universidade de Leiden, na Holanda, onde permanece até hoje. Lá, o escritor antigo lamenta o estado do Egito e diz numa carta endereçada a faraó: “Os estrangeiros (hebreus?) vieram para o Egito ... [eles] têm crescido e estão por toda a parte [lit. ‘em todos os lugares, eles se tornaram gente’]... o Nilo se tornou em sangue ... [as casas] e as plantações estão em chamas ... a casa real perdeu todos os seus escravos ... os mortos estão sendo sepultados pelo rio ... os pobres (escravos hebreus?) estão se tornando os donos de tudo ... os filhos dos nobres estão morrendo inesperadamente... o [nosso] ouro está no pescoço [dos escravos?] ... o povo do oásis está indo embora e levando as provisões para o seu festival [religioso?].”

Essas palavras são muito parecidas com as pragas descritas em Êxodo 7:14-24, especialmente a primeira e a última. A referência aos escravos que agora se vão e ainda levam consigo algumas riquezas parece ecoar o testemunho bíblico de que os hebreus foram “e pediram aos egípcios objetos de prata e de ouro ... de modo que estes lhes davam o que pediam. E despojaram os egípcios” (Êxodo 12:35-36).

Mais uma vez a História confirma a Palavra de Deus.

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Dinossauros não tem milhões de anos!

Em 2005, Mary Schweitzer abalou a comunidade evolucionista ao anunciar que tinha descoberto vasos sanguíneos e proteínas num osso de um T-rex datado de 68 milhões de anos. Qual o espanto? Não é suposto material orgânico aguentar mais de 100.000 anos, sensivelmente, em material fossilizado. O redactor do artigo da Discover percebeu muito bem as implicações desta descoberta e deu-lhe o seguinte título: “A descoberta perigosa de Schweitzer“.
Por quê perigosa? Porque uma observação directa levar-nos-ia a concluir que os dinossauros não podem ter milhões de anos, caso contrário aquele material orgânico já teria desaparecido do fóssil há muito tempo. Sendo assim, a proposta do criacionismo bíblico, que diz que a Terra não tem mais de 10.000 anos, ganha outra importância.

Como seria de esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande cepticismo por parte da comunidade evolucionista. Também eles se aperceberam das implicações desta descoberta. E a coisa não era para menos. Será que “vasos sanguíneos que parecem ter sido recolhidos directamente de uma avestruz do zoo” podem ter milhões de anos?

Eis uma amostra do cepticismo em torno da descoberta (meu destacado):

Da própria Schweitzer:"Meu colega trouxe de volta e mostrou-me, e eu só tenho arrepios, porque todo mundo sabe que essas coisas não duram para 65 milhões ano."

Dos pares (peer-reviewers):"Eu tinha um revisor me dizer que ele não se importava o que os dados, disse, ele sabia que o que eu estava achado não foi possível. Eu escrevi para trás e disse: 'Bem, o que iria convencê-lo de dados? "E ele disse:" Nenhum."


A melhor maneira dos evolucionistas descartarem esta forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do género.

Uma nova descoberta

Enquanto todos gozavam do feriado do dia do trabalhador, a Science anunciava a descoberta de mais um dinossauro com conteúdo ainda mais espectacular do que aquele encontrado no T-rex. Num trabalho minucioso onde todas as providências foram tomadas para evitar contaminação da amostra, a equipa de Schweitzer retirou vasos sanguíneos, células (possivelmente com núcleos) e a matriz extracelular dos ossos (a “cola” orgânica que mantém as células unidas) de um hadrossauro. Mais impressionante é o facto de o dinossauro, supostamente, ser ainda mais antigo do que o controverso T-rex. Tem 80 milhões de anos.


Um comentário sobre o assunto na mesma edição da Science relembrava-nos o porquê da controvérsia em relação aos tecidos moles do T-rex:
"...proteínas no tecido normalmente degradam rapidamente após um animal morrer."

CONCLUSÃO

O cenário evolucionista está morto. Sem milhões de anos não há super-mutação que consiga salvar o dia. Este vai ser mais um dado científico que vai ser facilmente acomodado no conto de fada evolucionista. Os evolucionistas sabem que o tipo de material orgânico encontrado nestes dinossauros não pode durar milhões de anos. Mas como ele está aí e como os fiéis de Darwin não podem dispensar os preciosos milhões de anos (senão ficavam sem desculpa para não seguirem os mandamentos de Deus), a resposta deles agora vai ser: “afinal é possível este tipo de material resistir milhões de anos“.

A teoria da Evolução não pode ser refutada. Ela é muito importante para poder ser descartada. Ela serve como desculpa para não reconhecermos a existência de Deus e podermos viver de acordo com a nossa vontade.

Querido leitor, vais desprezar a salvação de Deus por causa de uma teoria que acomoda todos e quaisquer factos de maneira a não ser descartada? Jesus hoje fala contigo, através de mim, e diz-te que tem um lugar preparado no céu para ti. Cabe a ti aceitares ou não a Sua dádiva.

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O Sinete e o Selo de Adão e Eva

O sinete de “Adão e Eva” foi descoberto em 1932 pelo Dr. Speiser, do Museu da Universidade da Pensilvânia, em Tepe Gawra, 19 quilómetros a norte de Nínive, antiga capital assíria [*1].
Ele datou este sinete de cerca de 3500 A.C. e declarou que o mesmo sugeria nitidamente a história de Adão e Eva: nus, um homem e uma mulher andavam sob um profundo abatimento e de coração quebrantado, seguidos por uma serpente.

Encontra-se hoje no Museu da Universidade, em Filadélfia.

O selo de “Adão e Eva” foi descoberto na Mesopotâmia pelo arqueólogo George Smith, do Museu Britânico, e datado de 2200 a 2100 A.C.. A cena retratada no selo sugeria-lhe a história bíblica da tentação de Adão e Eva.

Um homem e uma mulher estão sentados ao pé de uma árvore. Uma serpente está atrás da mulher.


Nota: Não prova o capítulo 1 e 2 de Génesis, mas é bem sugestivo.

REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Halley, H. (1983) “Manual Bíblico”, São Paulo, S.P., Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, pág. 68

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Em Busca de Adão e Eva


Podemos considerar como real a narrativa que fala de uma serpente falando e enganando um casal desnudo num jardim paradisíaco? A história de Adão e Eva, tentados por uma serpente e que acaba numa mordida mortal no fruto proibido, vulgarmente chamado maça parece para muitos um relato simplório demais ou até mesmo infantil. Como podemos crer que um episódio assim justificaria o começo histórico da humanidade? Estariam os primeiros capítulos do Gênesis mais para uma fábula do que para um relato histórico das origens? Saiba a resposta assistindo aos vídeos do Dr. em Arqueologia Bíblica, Rodrigo silva.





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