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JESUS É O MESSIAS PROFETIZADO NAS ESCRITURAS JUDAICAS.


(Lucas 4.14-21).

As profecias bíblicas tratam, entre outros temas, de dois temas importantes e centrais nas Escrituras: Israel e a vinda do Messias. Sobre este segundo tema, elas são mais numerosas e detalhadas do que as que dizem respeito a Israel.

Várias profecias concernentes a primeira vinda de Jesus Cristo foram cumpridas em seu primeiro advento. Arthur T. Pierson (1837-1911) afirmou que há cerca de 332 referências a Cristo, no A. T. Que foram expressamente citadas no N. T. Apenas um Deus onisciente pode realizar tal feito.

JESUS CRISTO ATRAVÉS DE SUA VIDA PROVOU SER O MESSIAS PROFETIZADO NAS ESCRITURAS HEBRAICAS.


Nenhum dos discípulos de Jesus nem João Batista poderiam crer que Jesus, o Messias, seria crucificado. Na verdade, essas profecias eram ignoradas, pois a morte dele até parecia uma prova de que ele não era o Messias. As profecias referentes a sua morte como por exemplo Sl 22.16; Is 53.5,8-10; Zc 12.10, etc, eram evitadas pelos judeus, pois afinal como poderia o Messias subir ao trono de Davi e estabelecer um reino e uma paz sem fim (Isaías 9.7) e ao mesmo tempo ser rejeitado e crucificado pelo povo

A verdade é que a morte de Cristo segundo as profecias ocorreu para pagar a penalidade de nossos pecados. Porém existia uma maneira de reconciliar essas aparentes contradições: O Messias deveria vir duas vezes, sendo que na primeira vez ele viria para morrer pelos nossos pecados e a sua segunda vinda, para reinar assentado sobre o trono de Davi.

Porém essas verdades se tornaram claras para os discípulos apenas após a ressurreição de Jesus Cristo. Podemos vê-lo falando as seguintes palavras aos tristes discípulos que vinham pelo caminho de Emaús:

“Ó néscios e tardos de coração para crerem tudo que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? E começando por Moisés e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras”.(Lucas 24.25-27).

E ainda aos temerosos discípulos ele declarou, após se mostrar vivo:
“E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras”.(Lucas 24.44-45). Que ensinos maravilhosos, terem as Escrituras interpretadas pelo próprio Senhor!


Em suas pregações seguintes, vemos que os apóstolos pregavam baseados nestas interpretações das profecias dadas por Jesus a seu respeito, profetizadas nas Escrituras:


“Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; a este foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós o crucificaste e matastes pelas mãos de injustos (...) Deus o ressuscitou (...) por que dele disse Davi (...)” Atos 2.22-31. Nesta passagem, Pedro faz a citação de Salmo 16.8-11, como cumprimento de uma profecia sobre a ressurreição de Jesus Cristo.


Vemos principalmente na pregação de Paulo que ele, através das profecias do Antigo testamento referentes ao Messias, provava que Jesus era o Messias, o Salvador do mundo: “Paulo... por três sábados arrazoou com eles (os judeus em sua sinagoga) acerca das Escrituras... que o Cristo padecesse e ressuscitasse dentre os mortos... é o Cristo (Messias), Jesus, que vos anuncio”. (Atos 17.2-3).


Os judeus esperavam que o messias fosse “Filho de Davi”. Isaías 11.1 diz: “Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, e o Espírito de Sabedoria e de inteligência, e o Espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor”.


Também esperavam que ele fosse “Filho de Abraão. Gênesis 12.1-3, Deus diz a Abraão: “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Paulo afirma em Gálatas 3.8 que “Deus sabendo que havia de justificar pela fé, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.” Ver também Gálatas 3.16.


Mateus ao escrever para judeus o seu evangelho de Jesus Cristo, ele parte da seguinte verdade bíblica: “Livro da geração de Jesus Cristo, FILHO DE DAVI, FILHO DE ABRAÃO”.(Mt 1.1).
São muitas as profecias referentes a Jesus Cristo no Antigo Testamento, mas podemos citar algumas principais:


Gênesis 49.9,10: O cetro foi arredado de Judá depois do nascimento de Jesus Cristo, por volta do ano 7, quando os judeus perderam o direito de decretar a pena de morte por causa do domínio romano. Essa profecia diz que enquanto aquele a quem pertence o cetro não viesse, o cetro não seria tirado de Judá.


Por isso Jesus é chamado de o Leão da Tribo de Judá, ressaltando sua realeza (Ap.5.5).


Isaías 7.14 e 9.6,7: as palavras de abertura e encerramento de um simples oráculo predizendo que uma virgem geraria um filho cujo caráter seria divino (Mt. 1-18-25; Lc. 1.30-35).



Isaías 61.1-3: A unção do Messias e seu ministério de libertação (Lc. 4.17-21).


Daniel 9.25,26ª: A única previsão de uma data para a vinda do Messias. 69 semanas de anos, isto é 483 anos) a partir do decreto para a reconstrução dos muros de Jerusalém no reinado de Atarxerxes (Ed 7.11-13 e resultado Ne 2.1-8;3.1), até a chegada do messias em Jerusalém como Príncipe (cf. Jo 12.12-15).Em Zacarias 9.9 mostra como ele cumpriu esta profecia montado em um jumentinho, segundo alguns estudiosos no ano 32, em 6 e abril (10 de Nissan). Alguns dias depois disso, Jesus foi morto na cruz, exatamente como diz a profecia de Daniel: depois disso o Messias será tirado (Morto)!


Miquéias 5.2: fala do local de seu nascimento. Era muito difícil de se cumprir esta previsão do nascimento do Messias, levando-se em conta que sua mãe vivia mais de 150 Km ao norte em Nazaré (Mateus 2.4-6; Lucas 1.16; 2.1-7)


Isaías 52.13-53.12 Fala de seus sofrimentos e da sua morte pelos pecadores.



Essas e outras profecias cumpridas na primeira vinda de Jesus Cristo, comprovam que ele é o Messias prometido por Deus e que assim como estas profecias relacionadas a sua primeira vinda se cumpriram literalmente, sua segunda vinda é certa. Você já entregou seu coração para Jesus Cristo, convidando-o para perdoar o seu pecado, e ser o seu Senhor e Salvador?

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de cético a crente

ARQUEÓLGOS ESTÃO TRANSFORMANDO CÉTICOS EM CRENTES

Durante aquele verão escaldante, a equipe arqueológica estivera trabalhando na escavação das ruínas da antiga cidade israelita de Dan, na alta Galiléia. Com cuidado, Gila Cook, o topógrafo do grupo, desenhava as plantas das muralhas e da praça calçada em pedras, diante do que fora a entrada principal da cidade. Nesse momento, Cook notou algo estranho. Na ponta exposta de uma das pedras de basalto, viam-se letras gravadas. Cook chamou logo o chefe da equipe, Avraham Biran. Quando o arqueólogo veterano abaixou-se para examinar a pedra, seus olhos se arregalaram: "Meu Deus! Uma inscrição!"

A pedra fora identificada como parte de um monumento ou estela, datado do século IX antes de Cristo. Aparentemente comemorava a vitória do rei de Damasco sobre dois inimigos: o rei de Israel e a Casa de Davi.

A pedra fora identificada como parte de um monumento ou estela, datado do século IX antes de Cristo. Aparentemente comemorava a vitória do rei de Damasco sobre dois inimigos: o rei de Israel e a Casa de Davi.

A referência histórica a Davi caiu como uma bomba. O nome tão conhecido do antigo rei guerreiro de Israel, figura central do Velho Testamento e antepassado de Jesus, segundo o Novo, nunca fora encontrado em nenhum documento antigo além da Bíblia. Ele era considerado um personagem lendário pelos mais céticos mas, agora, por fim, estava numa inscrição feita não por um escriba hebreu, mas por um inimigo dos israelitas, pouco mais de um século após a suposta época em que Davi vivera. Essa descoberta, feita em 1993, parecia corroborar a existência da dinastia do rei e, por extensão, a dele próprio.

A descoberta de uma inscrição ou de um artefato pode comprovar, ou desmentir, determinada passagem das escrituras. Ainda que de formas extraordinárias, a arqueologia moderna vem confirmando o núcleo histórico do Velho e do Novo Testamento, sustentando partes centrais de histórias bíblicas importantes.

OS PATRIARCAS

O livro de Gênesis traça a linhagem de Israel até Abraão, o nômade monoteísta que, conforme Deus prometera, haveria de ser o pai de uma multidão de povos, cujos filhos herdariam a terra de Canaã. A promessa divina e a história étnica de Israel foram transmitidas de geração em geração, de Abraão, a Isaac e a Jacó. Jacó e seus filhos, progenitores das 12 antigas tribos de Israel, foram forçados a migrar para o Egito.

A arqueologia moderna não encontrou nenhuma prova direta que confirmasse o relato bíblico, mas isso não causou surpresa a estudiosos como Barry J. Beitzel, professor de línguas semíticas do estado americano de Illinois. Trata-se de uma história familiar de um nômade e de seus descendentes, desconhecidos na época pelos grandes povos da região, motivo pelo qual não se encontra nenhum registro correspondente nos anais destes reinos.


Kenneth A. Kitchen, egiptólogo e orientalista aposentado pela Universidade de Liverpool, sustenta que a arqueologia e a Bíblia se harmonizam quando descrevem o contexto histórico das narrativas dos patriarcas. Na passagem do Gênesis 37, 28 por exemplo, José, um dos filhos de Jacó, é vendido como escravo aos egípcios por 20 moedas de prata. Kitchen assinala que esse era o exato preço de um escravo naquela região no período compreendido entre os séculos XIX e XVII antes de Cristo, como ficou comprovado por documentos recuperados na região que hoje compreende a Síria e o Iraque. Outros documentos revelam que o preço dos escravos subiu de forma contínua nos séculos seguintes. Se a história de José fosse inventada por algum escriba judeu do século VI, como sugerido por alguns céticos, porque o valor citado não corresponde ao preço da época? "É mais razoável dizer que a história bíblica é real" diz Kitchen. Afinal, seria muito complicado explicar como alguém poderia supor com exatidão um valor praticado 23 séculos antes.

FUGA DO EGITO

Já foi dito que a dramática história do Êxodo (de como Deus libertou Moisés e o povo judeu do cativeiro no Egito e os guiou à terra prometida de Canaã) é a proclamação central da Bíblia hebraica, embora os arqueólogos ainda não tenham encontrados indícios que comprovem esse relato. Contudo, Nahum Sarna, professor de estudos bíblicos da Universidade de Brandeis, afirma que a história do Êxodo (que liga a história de uma nação à escravatura e à opressão) não pode, de forma alguma, ser uma obra de ficção. Nenhuma nação inventaria para si própria uma história assim tão inglória, que desonrasse tanto a tradição de seu povo, a menos que houvesse um núcleo verídico. Willian G. Dever, arqueólogo da Universidade do Arizona, observa: "Escravos, servos e nômades, costumam deixar muito poucos traços nos registros arqueológicos".


A data a ser atribuída ao Êxodo é outra fonte de controvérsias. Em I Reis 6, 1 encontramos o que parece um marco histórico para o fim da estadia israelita no Egito: "E sucedeu que no ano de 480, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano 4º do reinado de Salomão sobre Israel (...), começou a edificar-se a casa do Senhor." Mas, a data não coincide com a de outros textos bíblico nem com o que se sabe da história egípcia. Sarna e alguns estudiosos alegam que a data citada – ano 480 – não deve ser tomado ao pé da letra. "São 12 gerações de 40 anos cada uma" explica o professor. O número "40" é um número convencional da Bíblia, usado com freqüência para designar um longo período. Ao se ser a cronologia do 1º Livro dos Reis sob esta perspectiva, isto é, com a exposição teológica e não com a história pura, pode-se colocar o Êxodo no século XIII antes de Cristo, na época de Ramsés II, em que há forte sustentação circunstancial nos registros arqueológicos.

Ossuário de Caifás


Um outro achado aconteceu em 1990, quando trabalhadores que estavam construindo um parque aquático na Floresta da paz em Jerusalém, que fica ao sul do monte do templo, acidentalmente encontraram uma câmara mortuária com 12 ossuários de calcário. Um dos ossuários era bem ornamentado e decorado com rosáceas talhadas, mostrando que pertencia a alguém rico ou de alta posição. Em dois lugares lia-se: Qaifa e Yosef bar Qaifa (“Caifás, José, filho de Caifás”). O Novo testamento o chama apenas de Caifás, mas Josefo apresenta o seu nome completo: “José, que era chamado Caifás do sumo sacerdócio”. Dentro havia os ossos de seis pessoas diferentes, inclusive de um homem de 60 anos, que provavelmente seja os de Caifás. Caifás é conhecido nos relatos dos evangelhos como aquele que profetizou que Jesus morreria pela nação, pondo em andamento o plano de matá-lo e presidindo o julgamento de Jesus, condenando-o após Jesus ter afirmado ser o Messias (João 11.49-53; 18.14; Mt 26.57-68).


Em 1968, foi descoberto os restos mortais de um homem crucificado em regiões de em subúrbio do norte de Jerusalém, em um ossuário da época de Jesus. O seu nome “Yohanan bem Ha’galgol” foi baseado na escrita em aramaico do ossuário. A evidência significativa da crucificação deste homem foi um osso de tornozelo ainda perfurado por um cravo de crucificação, tendo 17,7 cm de comprimento e ligado a um pedaço de madeira de cruz encontrado neste ossuário.



Osso de calcanhar encontrado em 1968, que comprova a pratica da crucificação pelos romanos nos dia de Jesus, conforme relato dos evangelhos.

Esses e outros achados arqueológicos comprovam a veracidade do Novo Testamento, assim como a realidade histórica de Jesus Cristo. A partir da verdade da realidade histórica de Jesus, conforme narrada nos evangelhos, podemos afirmar que este Jesus é o Messias prometido através das profecias contidas nas Escrituras Sagradas.

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porque o dedo anelar é o dedo da aliança?


Esse costume é baseado em uma lenda chinesa que explica de uma maneira bonita e muito convincente, então vamos a ela:
Partindo de um principio que cada dedo de nossas mãos siguinificam membors de nossas famílias, então a mão é a nossa família de acordo com a lenda, cada dedo tem seu significado.

Polegares representam os pais.
Indicadores representam teus irmãos e amigos.
Dedo médio representa a você mesmo.
Dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
Dedo mindinho representa seus filhos.
Feito as apresentações, vamos ao ritual que explicara como essa lenda funciona, vamos passo a passo
Junte suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a você mesmo, de maneira q as costas dos dedos médios de ambas as mãos se toquem. Como na imagem:

Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com você até o dia da sua morte, una os dedos novamente.

Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós se vão, una os dedos novamente.

Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida, e é por isso que o anel se usa neste dedo.

Essa lenda toma por base a seriedade e a eternidade que deve ter um casamento, porem essas coisas são esquecidas nos dias atuais, mas esta ai a explicação dessa tradição que vem de milhares de gerações atrás e é usada em todo o mundo.

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O pai não desiste

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O nome de Deus

Muitas vezes somos abordados pelos chamados "Testemunhas de Jeová". Eles procuram nos convencer de que o Nome de Deus é Jeová, e que é muito importante tratá-l'O por este nome. Além disso, eles têm outras doutrinas exóticas, que não cabe neste artigo tratar; entre outras coisas, eles dizem que Jesus não é Deus...



De onde veio este nome, "Jeová"?

Quando Deus Se revelou a Moisés, este perguntou a Ele qual o Seu nome. Deus respondeu: Eu sou O que sou (tradução da Vulgata pelo Pe. Mattos Soares). Este nome, traduzido como "Eu sou O que sou", é uma tradução do hebraico, do chamado Tetragrama, o Nome Inefável de Deus. É uma palavra hebraica com quatro letras: Yud-Hei-Vav-Hei. Esta palavra é uma forma arcaica do verbo "Ser" em hebraico. Devemos notar que o hebraico normalmente não apresenta o verbo "ser" no presente, já que apenas Deus É. Assim, em hebraico, dizemos "eu brasileiro", não "eu sou brasileiro", "Maria linda moça", não "Maria é uma linda moça".

Os judeus sempre tiveram um saudável respeito ao nome de Deus. O Tetragrama nunca é pronunciado pelos judeus; apenas o Sumo-Sacerdote, uma vez por ano (no dia de Yom Kippur), entrava no Santo dos Santos do Templo e sussurrava o nome. Isto era visto como algo extremamente perigoso, e na verdade o era. O Sumo-Sacerdote entrava no Santo dos Santos com uma corda amarrada no pé, para ser puxado para fora em caso de morrer lá dentro, o que certamente ocorreria se ele estivesse impuro. Foi esse aliás o fim de muitos Sumo-Sacerdotes judeus.

Para evitar pronunciar o nome de Deus, os judeus, ao lerem as Escrituras, pronunciam no lugar do Tetragrama a palavra "Adonai", que significa "Senhor". Aliás esta também é a Tradição católica; qualquer tradução católica mais antiga da Bíblia usará "O Senhor" quando no texto hebraico encontramos o Tetragrama, e "Deus" quando encontramos o Nome "Elohim" (outro nome de Deus, designando a Sua Misericórdia, como o Tetragrama designa a Sua Justiça).

Mas o respeito dos judeus vai mais longe; eles não usam a palavra "Adonai", ou sequer a palavra "Elohim" ao falar de Deus fora da oração. Se for necessário traçar a diferença entre uma e outra (como ao comentar a oração ou um texto bíblico), eles dizem "Adokai" ou "Elokim". Ao tratar de Deus em outras ocasiões, normalmente são usadas as expressões "Cadoch Barurrú" (que pode ser traduzida como "O Santo, louvado seja Ele") ou simplesmente "Rachem", que significa "O Nome". Estas pronúncias são transliterações para o sotaque carioca, com "R" soando aspirado, como o "H" em inglês.

O resultado disso é simples: a verdadeira pronúncia do Nome de Deus foi perdida. Como a língua hebraica não tem vogais (elas são escritas apenas em textos bíblicos, não em jornais ou livros, e são sinais parecidos com nossos acentos, colocados embaixo, em cima e ao lado das letras), qualquer tentativa de pronunciar o Nome de Deus é apenas uma suposição. Pode ser uma suposição educada, lendo-se o Tetragrama como normalmente seriam lidas as sílabas que o compõem em outras palavras, mas será sempre uma suposição.

Para evitar que alguém lesse por engano o Nome de Deus na oração (ao invés de substituí-lo por "Adonai"), os judeus normalmente escrevem as vogais da palavra "Adonai" com as consoantes do Tetragrama. Assim, o Tetragrama aparece cercado por sinais que são as vogais de "Adonai".

O heresiarca Martinho Lutero, ao fazer a sua tradução da Bíblia no século XVI, pegou um texto hebraico que continha justamente estas vogais em torno das consoantes do Tetragrama, e criou uma palavra que é na verdade composta pelas vogais de "Adonai" combinadas com as consoantes do Tetragrama: Jeová.

Assim, pela ignorância dos costumes judeus, foi introduzido como sendo o nome de Deus algo que na verdade é apenas uma mistura de duas palavras, sendo uma delas o Nome de Deus e a outra uma expressão que significa "O Senhor". Lutero foi o fundador do protestantismo, e seus discípulos diretos e indiretos levaram adiante este nome falso, que acabou por ser aceito por muitos como sendo a pronúncia correta do Nome de Deus. Os "Testemunhas de Jeová" são simplesmente um ramo do protestantismo que levou às últimas consequências este engano, e dedica-se a propagar pelo mundo este erro de tradução.

Surge então a questão: como deveria ser pronunciado o Nome de Deus?

Se procurarmos a suposição mais bem fundada, pronunciaríamos "Iavé", ou "Javé" (a maior parte das palavras que começam com um som de "I" em hebraico têm som de "J" em outras línguas, como "Irruchaláim", em português Jerusalém). Mas o melhor mesmo é nos atermos à tradição da Igreja e dizer sempre "O Senhor", ou, melhor ainda, Jesus, o Nome acima de qualquer outro nome.

O importante não é pronunciarmos corretamente O Nome, mas sim O glorificarmos por nossos atos e palavras:

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