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Os altos e baixos da vida



Observem comigo estas duas passagens que têm como o mesmo autor o rei Davi:

Em paz me deito e logo pego no sono, porque só tu Senhor me faz repousar com segurança.” Salmo 4.8 - Nesta passagem, o rei Davi rende graças a Deus por se deitar e logo pegar no sono.

Agora, observem o contraste que encontramos dois salmos depois:

“Já estou cansado do meu gemido, toda a noite faço nadar a minha cama; molho o meu leito com as minhas lágrimas.” Salmo 6:6

Da noite de paz e sono tranquilo, Davi agora está comparando a sua cama como uma piscina de lagrimas, e a sua noite como períodos angustiantes.

É interessante ressaltar que não existem "super-crentes", que estão imunes as dificuldades da vida. Salomão nos diz que "tudo sucede igualmente a todos; o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro..." (Ec 9:2). A diferença em relação ao ímpio e ao justo é que o justo possui Deus como o seu refúgio e fortaleza, como o seu "socorro bem presente na angústia." Sl 46:1

Se assim como Davi você vem enfrentando momentos de turbulência e de grande tristeza, não desamine, o mesmo Davi que enfrentou estes altos e baixos da vida, nos deixou um belo texto e um grande exemplo. Este mesmo Davi que escreveu o salmo 4 e o salmo 6, também escreveu o salmo 30, que no verso 5 nos diz que:

"O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã."

Davi termina o salmo 30 com as seguintes palavras:



"Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te darei graças para sempre." Salmos 30:11-12

E no salmo 6, que é o mesmo salmo onde Davi compara a sua cama como um leito de lágrimas, ele termina da seguinte maneira:

"O Senhor ouviu a minha súplica; o Senhor aceitou a minha oração. Serão humilhados e aterrorizados todos os meus inimigos; frustrados, recuarão de repente." Salmos 6:9-10

Dito isto, encerro este texto na certeza da soberania divina sobre todas as coisas. Como bem disse o pastor John Piper: "Os cristãos nunca se encontram em determinado lugar por acidente. Existem razões para as quais somos levados onde estamos."


Se animem, pois Ele mesmo prometeu estar conosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. Mateus 28:20

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Bíblia rabínica do sec. XVI



PAGINA DA BÍBLIA RABITNICA DO SEC, XVI - Suposta Base para a Tradução King James (1611)

* Reza a lenda que a epístola de Tiago (Yakov) recebeu o nome de "James" na versão inglesa das biblias atuais, e homenagem ao rei que patrocinou a a primeira tradução das escrituras para o referido idioma....

Em grifo, o texto do "Shemah Israel" (Ouve israel, o Eterno é o nosso D-us, o Eterno é UM)


A Mikraot Gedolot (Grandes escrituras) é o texto massorético hebraico, que se acredita ter sido usado como o texto de origem pelos tradutores da Bíblia King James para o Antigo Testamento. As margens contém anotações sobre o texto em hebraico. Yaakov benHayyim (também conhecido como Jacob ben Hayyim ibn Adonias ou Chayyim Ben), um estudioso Massorético, que se tornou um cristão, ajudou a compilar os textos e notas. Os quatro volumes foram publicados pela primeira vez por Daniel Bombergem Veneza.

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Não julgueis? ou julgueis corretamente e justo?



Quando Paulo apareceu, os judeus que tinham chegado de Jerusalém se aglomeraram ao seu redor, fazendo contra ele muitas e graves acusações que não podiam provar.

Então Paulo fez sua defesa:
"Nada fiz de errado contra a lei dos judeus, contra o templo ou contra César".

Festo, querendo prestar um favor aos judeus, perguntou a Paulo:

"Você está disposto a ir a Jerusalém e ali ser julgado diante de mim, acerca destas acusações?

Paulo respondeu:

"Estou agora diante do tribunal de César, onde devo ser julgado. Não fiz nenhum mal aos judeus, como bem sabes".

Se, de fato, sou culpado de ter feito algo que mereça pena de morte, não me recuso a morrer.

Mas se as acusações feitas contra mim por estes judeus não são verdadeiras, ninguém tem o direito de me entregar a eles. Apelo para César!

(Atos 28:7-11)

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Muitos cristãos sofreram e até morreram pela causa do cristianismo e seus testemunhos estão registrados na história, mas hoje em dia a exortação parece estar proibida e todo tipo de correção é rejeitada com base na deturpação do "Não Julgueis"..


Que Deus tenha misericórdia!!

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Batalhas, morte e sangue em nome de Deus



 As 3 grandes religiões monoteístas - cristianismo, judaísmo e islamismo - pregam a paz, a tolerância, a compaixão e o amor ao próximo. Mesmo assim, elas deixaram suas marcas em guerras e banhos de sangue ao longo da história. Para alguns pesquisadores, uma explicação estaria na própria lógica do monoteísmo: se apenas o "meu" Deus é verdadeiro, os "outros" certamente são falsos - e seus seguidores, infiéis. "As religiões são diferentes, mas todas elas exigem a mesma exclusividade", diz o historiador britânico Christopher Catherwood, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Foi assim com os judeus, os primeiros monoteístas, que reivindicaram uma aliança especial com Deus há 4 mil anos. Sua noção de "povo eleito" foi atacada por João Crisóstomo e outros patriarcas da Igreja Católica, que no século 4 qualificaram os seguidores do judaísmo de filhos do Diabo e inimigos da raça humana. Em 325, o 1º Concílio de Nicéia culpou-os pela morte de Jesus - uma acusação só retirada em 1965, no Concílio Vaticano 2º, e que insuflou 2 mil anos de injúrias e matanças. Durante a Inquisição, por exemplo, milhares de judeus foram parar na fogueira; outros tantos se converteram em massa à fé cristã, já que o batismo era a única chance de salvação.

No século 7, foi a vez de o islã tentar impor a primazia de seu Deus sobre os demais. Os exércitos de Maomé partiram da Arábia para invadir o Oriente Médio, o norte da África e a Espanha. "O objetivo da expansão não era tanto econômico ou político, como no imperialismo ocidental do século 19, mas a conquista em nome da fé, que eles acreditavam ser a verdadeira", diz Catherwood. Reconhecidos como "povos do livro", judeus e cristãos puderam manter sua fé desde que pagassem altos tributos - e, dependendo do governo em exercício, sofriam perseguições.



Assim, quando o papa Urbano 2º lançou as cruzadas para tentar recuperar a Terra Santa, em 1096, os espanhóis já vinham lutando contra os muçulmanos havia quase 400 anos. Urbano prometeu apagar para sempre os pecados de quem embarcasse na empreitada, que fracassou depois de transformar Jerusalém em um cemitério a céu aberto. "Cabeças, mãos e pés se amontoavam nas ruas", escreveu Raymond de Aguiles, um dos cruzados.

Em 1215, o 4º Concílio de Latrão proibiu os judeus de exercer funções públicas e os obrigou a usar um distintivo de identificação sobre as roupas - medidas que seriam reeditadas no século 20 por Adolf Hitler e o regime nazista. É certo que o Holocausto foi executado no auge da sociedade moderna e racional. Mas a força motriz do genocídio - o antissemitismo - se nutriu dos mitos religiosos arraigados durante séculos na Europa.

Da mesma forma, só é possível entender os conflitos dos anos 90 nos Bálcãs tendo em conta as heranças religiosas do passado. No século 14, a região foi invadida pelos turcos-otomanos - o último império muçulmano, que determinava a identidade das pessoas pela religião a que pertenciam. A maioria delas pôde continuar acreditando no Deus do cristianismo, sem os mesmos direitos dos "fiéis". Muitos, no entanto, se converteram ao islamismo - e veio o problema. "Os atuais bósnios muçulmanos descendem daqueles que se converteram durante a conquista turca", diz Catherwood. "Para os sérvios, eles são traidores."

Cristãos ortodoxos, os sérvios até hoje celebram o ano de 1389 - quando Lazar, chefe das tropas sérvias, morreu enfrentando os muçulmanos e virou mártir. O líder sérvio Slobodan Milosevic invocou esse sacrifício em seus discursos de 1989, acendendo a chama dos confrontos que levariam a uma matança desenfreada.

Nas palavras do historiador americano Mark Juergensmeyer, da Universidade da Califórnia, a linguagem religiosa tem o poder de "trasladar o conflito humano a uma dimensão cósmica". Traduzindo: no dia-a-dia, não matamos gente; mas, se Deus ordena, podemos. Nesse caso, a violência não seria um ato selvagem, mas o cumprimento da vontade divina.



Fundamentalismos

O século 20 viu crescer uma devoção militante nas principais religiões, chamada popularmente de fundamentalismo. "Alguns fundamentalistas não hesitam em fuzilar devotos numa mesquita ou matar médicos que fazem aborto. A maioria não é violenta, mas rejeita conquistas da modernidade, como a democracia, o pluralismo, a tolerância religiosa e a separação entre religião e Estado", diz a pesquisadora inglesa Karen Armstrong, autora do livro Em Nome de Deus.

Para esses radicais, nossa sociedade racional e pecadora tem levado a uma crise moral. "O fracasso da modernidade seria causado pela ausência de Deus", diz o sociólogo francês Jean-Louis Schlegel. Essa reação ocorre não apenas nas religiões monoteístas mas também no hinduísmo e no budismo.

Apesar das enormes diferenças entre os grupos fundamentalistas, eles geralmente buscam reconduzir sua religião ao caminho "puro e verdadeiro" de seus ancestrais. Por isso, os alvos principais são os seguidores moderados de sua própria crença. Foi o caso dos protestantes americanos que, no início do século 20, quiseram se distinguir dos protestantes liberais e se denominaram "fundamentalistas" - daí o nome. Eles queriam voltar aos fundamentos da tradição cristã, o que incluía interpretar a Bíblia da forma mais literal possível e parar de ensinar a Teoria da Evolução nas escolas - uma campanha que ainda divide os EUA.

Dentro do judaísmo foi criado o grupo ultraortodoxo Naturei Karta, que é contra a existência do moderno Estado de Israel. Para esse grupo, o regime israelense é herético porque sua ideologia fundadora - o sionismo - rejeitaria Deus e a Torá (o livro sagrado). Rabinos do Naturei Karta apoiam o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que prega a destruição de Israel.

Já o fundamentalismo islâmico vem do grupo Irmandade Muçulmana, fundado em 1928 no Egito. Para ele, o islã entrou em decadência ao adotar o modo de vida ocidental. Portanto, é preciso derrubar os governos moderados e substituí-los por regimes baseados na sharia - a lei islâmica. São essas ideias que inspiram terroristas como os da Al Qaeda.

Mas o radical islâmico que joga um avião contra um prédio não acredita no mesmo Deus que um muçulmano moderado? Como o Deus de um pode condenar esse crime, se o Deus do outro promete transformá-lo em herói? Aí é que está: o Deus é o mesmo, mas as interpretações de sua mensagem são distintas. O suicídio, por exemplo, sempre foi pecado na tradição islâmica. Hoje, no entanto, é interpretado como martírio pelos fundamentalistas - e usado como arma por terroristas.



Pomos da discórdia
Um resumo de 4 conflitos recentes, sanguinários e de fundo religioso

CONFLITO - Judeus x Muçulmanos
ONDE - Oriente Médio
QUANDO - Em curso desde 1947
RESULTADO - Mais de 7,5 mil mortos de 2000 para cá
O conflito começou como disputa territorial, por causa da criação do Estado de Israel, mas assumiu caráter religioso. Hoje, fundamentalistas judeus e islâmicos são o maior entrave para a paz. Um não aceita a existência do outro e quer varrer o oponente do mapa para sempre.

CONFLITO - Hindus x Muçulmanos
ONDE - Índia e Paquistão
QUANDO - Fim da década de 1950
RESULTADO - 500 mil mortos
A violência eclodiu com o fim do domínio colonial britânico sobre a Índia, em 1947. Os muçulmanos se negaram a integrar um país com os hindus, foram à guerra e criaram o Paquistão. De lá para cá, outros dois conflitos já ocorreram, por causa da disputa pela região da Caxemira.

CONFLITO - Católicos x Protestantes
ONDE - Irlanda do Norte
QUANDO - Décadas de 1960 a 1980
RESULTADO - Quase 4 mil mortos
A rixa histórica entre cristãos irlandeses descambou para a violência embalada por um componente político: de um lado, a maioria protestante (chamada unionista) quer continuar ligada ao Reino Unido; do outro, a minoria católica (nacionalista) almeja pôr fim ao domínio britânico.

CONFLITO - Cristãos x Muçulmanos
ONDE - Bálcãs
QUANDO - Décadas de 1980 e 1990
RESULTADO - Mais de 100 mil mortos

Durante décadas, o ditador comunista Josip Tito manteve as províncias da Iugoslávia unidas à força. Com sua morte, em 1980, o nacionalismo religioso explodiu numa espécie de luta de todos contra todos - incluindo sérvios (ortodoxos), bósnios (muçulmanos) e croatas (católicos).

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Ichthus e peixe



Ichthys ou Ichthus (do grego antigo ἰχθύς, em maiúsculas ΙΧΘΥΣ ou ΙΧΘΥC, significando "peixe") é o símbolo ou marca do cristão. Trata-se de um acrônimo, utilizado pelos cristãos primitivos, da expressão "Iēsous Christos Theou Yios Sōtēr", que significa "Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador" (em grego antigo, Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ ͑Υιός, Σωτήρ). Foi um dos primeiros símbolos cristãos, juntamente com o crucifixo e continua a ser usado principalmente pelas denominações evangélicas.


O Ichthys também era utilizado para marcar catacumbas cristãs na época da perseguição aos cristãos, pois era um símbolo que não era tão explicitamente cristão (como a cruz, por exemplo). Outra utilidade era o uso para comunicação: um cristão marcava um lugar com uma meia-lua para baixo, se o outro também fosse cristão, marcava a meia lua para cima, formando o símbolo.


A ortografia é grego para ichthus  - Estas são as primeiras letras das palavras gregas Iesous (Iota), Christos (Chi), Theou (teta), Uios (Upsilon) e Sotor (Sigma). A tradução é IXOYE. Os cinco palavra grega representam as palavras em que significa "Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador" ou "Filho do Salvador Jesus Cristo, Deus".

Este símbolo foi utilizado principalmente entre os cristãos dos anos da igreja primitiva (1 º e 2 º século dC) O símbolo foi introduzido a partir de Alexandria, Egito, que, na época, era um porto muito densamente povoada. Era o porto em que muitos bens foram trazidos do continente europeu. Devido a isso, foi utilizado pela primeira vez pelos povos do mar como um símbolo de uma divindade familiar, neste caso, Jesus Cristo.

O símbolo foi usado mais tarde como um meio de identificar ou reconhecer um companheiro crente em Cristo, sem a necessidade de qualquer comunicação verbal sendo trocadas. Por que isso foi necessário?

Durante o reinado do imperador Nero (54 dC-68 dC), e durante todo o reinado dos imperadores maus subsequentes do Império Romano, os cristãos eram comumente perseguidos, torturados e condenados à morte por causa de sua fé em Cristo Jesus. Imperador Nero pessoalmente desprezava os cristãos. Ele culpou-os pelo grande incêndio de 64 dC, que queimou cerca de metade de Roma. 


Para evitar essa captura e perseguição desnecessária, cristãos, muitas vezes desenhar um ichthus na sujeira, lama, areia ou nas paredes das cavernas para deixar outro cristão sabe que ele também era um irmão de Cristo e que era seguro falar sobre sua fé.


Por volta de 307 dC durante o reinado de Constantino, que os cristãos não eram mais perseguidos. Durante o seu reinado (307 dC - 337 dC) declarou o cristianismo como religião oficial do Estado, que foi um resultado direto de sua própria conversão ao cristianismo, embora sua perspectiva do cristianismo foi um pouco poluído com ideologia pagã. No entanto, os cristãos, em geral, foram poupados da perseguição - pelo menos por enquanto. Logo após a dinastia Constantino acabou, um sucessor, Juliano, o Apóstata (360 dC - 363 dC), viria a restabelecer as religiões pagãs de Roma como a religião do Estado e a proteção dos cristãos foi anulado.

Hoje, todos os cristãos em todo o mundo têm trazido de volta à vida este símbolo mais interessante e histórico. Os cristãos de hoje exibem orgulhosamente o símbolo que os seus antepassados ​​espirituais, uma vez ousada e corajosamente mostrou-companheiros de fé séculos atrás. Então, da próxima vez que você passar por um veículo exibindo orgulhosamente o ichthus, reconheça como seu irmão ou irmã. Afinal eles são família!



O grego Ichthus letras combinadas como uma roda (que podem ser vistas em seis ou oito raios)

As letras gregas ichthus combinados como uma roda




As letras ichthus gregos, as letras combinadas como uma roda,
o sinal ichthus, e a cruz de Malta

As fotos acima foram enviadas para nós por Ernst, um companheiro cristão que vive na Holanda . Ele teve a maravilhosa oportunidade de visitar a cidade de Éfeso na Turquia .

Ernst diz: "Não me disseram sobre o sinal Ichthus. Que eu já sabia alguma coisa sobre isso, e eu estava procurando na internet para a explicação completa para usar em nossa brochura comunidade local. Obrigado por explicá-lo na internet. Então eu posso usá-lo com mais facilidade. Mas há outra questão, o sitio não está completo, de fato, em Éfeso muitos lugares são marcados com um símbolo secreto, às vezes simples e, por vezes, mais escondido. Ele é mostrado como uma velha roda de um ônibus.

Coloque todas as letras gregas em cima uns dos outros e com o sinal aparece. IXOYE o E deve ser como Σ e as linhas horizontais um pouco curvadas.

Em Éfeso você pode encontrar diversas variantes., e se você gostar, eu vou te enviou uma das minhas fotos. "





Ernst diz:. "Eu fui para a casa da minha mãe para jantar na outra noite e ela pegou um pedaço de madeira e vi um projeto estranho nele eu olhei para ele mais de perto antes que ela jogou-o no fogo e disse "wow que se parece com o Ichthus". Tirei uma foto dele e eu não sabia o que fazer com a imagem, assim que eu vi o seu site e percebi que vocês podem gostar dele. Divirta-se! "


Muito obrigado Ernst para compartilhar isso com a gente! É sempre bom saber mais sobre a história cristã.

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A benção dos Patriarcas


Vemos na Bíblia que D-us abençoou Avraham (Abraão) diversas vezes: em Bereshit (Gênesis) 12:2, 13:14-17, no capítulo 15 e em 17:5-9.
Essa benção especial consistia em duas promessas: uma sobre a descendência de Avraham, e oura sobre a Terra que seria herdada.

E darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Kena’an (Canaã) para possessão perpétua, e serei para eles o seu D-us.

Bereshit (Gênesis) 17,9


No capítulo 27 de Bereshit (Gênesis) vemos que Yitzchak (Isaque) decide abençoar a seu filho Essav (Esaú). Sua esposa, Rivka (Rebeca) convence armar um plano para que Yaakov (Jacó) receba a "benção de Avraham", que promete descendência e a terra de Kena'an (Canaã). Mas será que a intenção de Yitzchak era mesmo dar essa benção para Essav? A benção que Yitzchak dá a Yaakov, pensando que se trata de Essav, é uma benção material, e não a "benção de Avraham". Quando Essav chora e lhe pede uma benção, seu pai lhe responde:

E a ti, então, que farei meu filho? Bereshit (Gênesis) 27,37


Se a intenção de Yitzchak era dar a "benção de Avraham" a seu filho Essav, por que ele não o faz? Por que ele diz que não tem nenhuma benção para lhe dar?



Já para Yaakov, ele dá a seguinte benção:

E D-us, cheio de bençãos, te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, e sejas uma multidão de povos. E te dê a bênção de Avraham (Abraão), a ti e à tua descendência contigo, para herdar a terra de tuas peregrinações, que D-us deu a Avraham. Bereshit (Gênesis) 28,3-4

Se a intenção de Yitzchak era dar a "benção de Avraham" a seu filho Essav, por que ele não o faz? A resposta parece ser que, desde o início, Yitzchak pretendia passar a benção de Avraham a seu filho Yaakov.

E Isaque chamou a Jacó, e abençoou-o, e ordenou-lhe, e disse-lhe: Não tomes mulher de entre as filhas de Canaã;
Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe;
E Deus Todo-Poderoso te abençoe, e te faça frutificar, e te multiplique, para que sejas uma multidão de povos;
E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão.

Gênesis 28:1-4

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ekklesia e sua etimologia "chamados para fora"



Você sabia que foi apenas no ano 190 d.C. que a palavra grega ekklesia, que traduzimos como igreja, foi pela primeira vez utilizada para se referir a um lugar de reuniões dos cristãos?

Sabia também que esse lugar de reuniões era uma casa, e não um templo, já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV, após a conversão de Constantino?

Você sabia que os cristãos não chamavam seus lugares de reuniões de templos até pelo menos o século V?

Ecclesia é uma palavra grega, que quer dizer "igreja", atualmente, mas que significou, originalmente, "curral" ou "abrigo de ovelhas". Trata-se de uma palavra muito difundida no Cristianismo, em que os fiéis são chamados de "ovelhas", que são cuidadas pelos "pastores". O conjunto dos cristãos que se reúnem regularmente em uma igreja também é chamado de igreja, assim como o total dos cristãos de uma mesma seita.

A palavra Igreja tem origem no grego [ekklesia]. Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa (para fora) e klesia que significa (chamados).

Logo podemos traduzir como chamados para fora, ou, em minhas palavras, voltados para fora (não voltados para o mundo, e sim para os que estão no mundo a fim de levar as boas novas a estes.

A palavra “igreja” traduz o vocábulo grego ekklesia, que se deriva de ek, “para fora”, e de kaleo, “chamar”. Entretanto, na Bíblia, é usada para indicar qualquer assembleia. O uso, e não a derivação, lhe determina o sentido. O uso bíblico mostra que se havia perdido o sentido de “chamados”. “Assembleia” é a melhor tradução.


Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas.
Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram.
Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
João 10:7-9

O termo EKKLESIA sintetiza de forma impressionante o ser Igreja: São os chamados para fora. No entanto, na história cristã preponderou o caminho inverso, aquele que torna os discípulos em gente ‘chamada para dentro’, para deixar o mundo, para só considerarem ‘irmãos’ os membros do ‘clube santo’, e a não buscarem relacionamentos fora de tal ambiente. E nesse contexto, ironicamente, passamos a experimentar uma existência cada vez menos interiorizada, cada vez menos atenta para o que se dá no íntimo, e cada vez menos reflexiva.

“Ao sair Jesus do templo(...)”
Marcos 13.1

Com sua atitude Jesus demonstra na prática como a Igreja deve atuar. É algo que passa despercebido, mas, repare que Jesus estava saindo do templo. Esta simples ação indicava a função da Igreja, o seu chamado para fora. A Igreja deve sair do templo, direcionar seus esforços ao perdido, ao desviado, aos sedentos por Deus ao redor da terra.

Enquanto Jesus saía, direcionava o seu olhar, sua atenção e o seu foco para os que estavam fora do templo, fora do aprisco.


“Porque o filho do homem veio salvar o que se havia perdido.” 
Mt 10.11


O segredo não estar no sentido entrar no curral para sua salvação, segurança e alimento. mas ao contrario. estávamos preso e jesus nos liberta pela porta e por ele saímos em liberdade, segurança do bom pastor, e teremos alimento. a paz eterna com a segurança dele e no nome dele e com o dever de levar consigo as boas novas aos outros perdidos.

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O escaravelho e o coração de pedra



Na cultura egípcia tbm tem o juízo final, representado por uma balança que de uma lado ficava o coração do individuo e do outro a pena da justiça, o coração tinha que ser sincero (mar haruth) mas eles tinha como bular isto. na hora da mumificação eles tiravam o coração de carne e colocavam um de escaravelho de pedra no lugar.

e pedra não fala nada é muda, ela não denuncia, ai não entregaria seus pecados. independente da sua vida de erros e pecados, ele ficaria bem no dia do juízo final.

por isso Deus de maneira irônica falou no êxodo, que endureceria o coração de faraó. não que ele fez este ato, mas ele estava dizendo que respeitaria sua decisão, ideia, teimosia, a sua falta de arrependimento.

ai você entende que tantas vezes DEUS não queria que tivéssemos um coração de pedra, mas um coração de carne.

Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei.
E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.
Ezequiel 36:25-26

e paulo novamente replica sobre isso:
Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz,
Não endureçais os vossos corações, Como na provocação, no dia da tentação no deserto.
Hebreus 3:7-8


um coração de pedra poderia ser garantia para os egípcios, mas é perdição para os que conhece a palavra de DEUS.

A Santidade e o Coração
A palavra coração em é hebraico é לב (Lev). Toda vez que na Bíblia Sagrada fala de coração, é Deus falando que quer que nós guardemos toda a Sua palavra e vivamos tudo o que Ele tem ensinado. 

Quando observamos os cincos primeiros Livros da Bíblia que são chamados de Torah (Ensinamentos, Lei – no sentido de orientação para uma vida que agrada a Deus): בראשית Bereshit (Gênesis) / שמות Shemot (Êxodo) / ויקרא Vayicrá (Levítico) / במדב Bemidbar (Números) e דברים Devarim (Deuteronômio), vemos uma revelação de Deus para as nossas vidas.

Quando lemos a primeira palavra do primeiro Livro de Gênesis, vemos a palavra que traz o nome do Libro: בראשית (Bereshit). A primeira letra desta palavra é ת (Beit ou Veit).

O último livro da Torah é chamado no hebraico de דברים Devarim, que na versão grega traz o nome de Deuteronômio. A última palavra do último capítulo de Deuteronômio é ישראל – Yisra’el (Israel). A última letra desta palavra é ל (Lamed).

O hebraico é escrito e lido da direita para a esquerda, e quando juntamos estas duas letras, temos a palavra revelada: לב (Lev) Coração.

Para entendermos melhor este propósito divino para a santificação de nossas vidas, leremos o seguinte versículo da Palavra de Deus:

Hebreus 8:10 - Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo.

Logo, descobrimos que a santificação de nossas vidas, virá somente a partir do momento em que decidimos guardar toda a Palavra de Deus em nossas vidas.

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O que é o Hissopo na bíblia.



Então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo.
Levítico 14:4

O hissopo é utilizado para criar as águas de purificação. Essa planta que absorve bem os líquidos eram usadas na purificação do leproso (Lv 14) e nessa porção é usada como ingrediente na águas de purificação para a limpeza no contato com a morte (Nm 19). O hissopo (אֵזוֹב) é mencionado pela primeira vez na aplicação do sangue do cordeiro nas ombreiras da portas durante o Pessach. Nesse Salmo 51:7 , o rei Davi clamou ao Eterno para a purificação. Um ramo de hissopo foi usado também para oferecer vinagre para Yeshua (Jesus) durante o tempo de sua crucificação (João 19:29).


 [hebr.: ʼe·zóhv; gr.: hýs·so·pos].
Não há certeza da identificação exata do hissopo. Os termos hebraico e grego, na realidade, podem abranger diversas espécies de planta.

Alguns peritos modernos dizem que o hissopo das Escrituras Hebraicas provavelmente é uma variedade de manjerona (Origanum maru). Esta planta, da família da hortelã, é comum na Palestina. Em condições favoráveis, atinge de 50 a 90 cm de altura. Seus ramos e suas folhas grossas são pilosos, e, conforme indicado em 1 Reis 4:33, pode ser encontrada em fendas de rochas e em muros.


O hissopo foi usado pelos israelitas no Egito para aspergir o sangue da vítima pascoal nas duas ombreiras e nas vergas das suas casas. (Êx 12:21, 22) Na inauguração do pacto da Lei, Moisés usou hissopo para aspergir o livro da Lei e o povo. (He 9:19) O hissopo figurava também na cerimônia de purificação de pessoas ou casas anteriormente infectadas de lepra (Le 14:2-7, 48-53; veja LIMPO, LIMPEZA [Lepra]) e na preparação das cinzas a serem usadas na “água da purificação”, bem como para se espargir esta água em certos objetos e pessoas. (Núm 19:6, 9, 18) Assim, Davi orou apropriadamente para ser purificado de pecado, com hissopo. — Sal 51:7.

O hissopo mencionado em relação com Jesus Cristo, quando estava pregado na estaca (Jo 19:29), é considerado por alguns como referindo-se à durra, ou painço-da-índia, uma variedade de sorgo comum (Sorghum vulgare). Trata-se duma planta alta, de grãos pequenos, com folhas longas e largas. Visto que esta planta costuma atingir na Palestina a altura de pelo menos 1,8 m, pode ter fornecido uma haste, ou “cana”, de comprimento suficiente para levar a esponja ensopada de vinho acre até a boca de Jesus. (Mt 27:48; Mr 15:36) Outros acham que mesmo neste caso o hissopo talvez fosse a manjerona e sugerem que um molho de manjerona talvez fosse amarrado à “cana” mencionada por Mateus e por Marcos. Ainda outros acham que João 19:29 rezava originalmente hys·soí (pique, dardo [azagaia]), não hys·só·poi (hissopo); motivo da tradução por “num pique” (AT) e “num dardo” (BJ n).

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O Mezuzá, mais uma heresia de um cristianismo judaizante



Mezuza é a palavra hebraica que significa o que é colocado no batente da porta. Estas palavras são escritas e colocadas dentro de uma caixa, a qual é fixada no patente da porta. Perto do Muro das Lamentações em Jerusalém você pode ver a maior Mezuza do mundo.

Confesso que estou assustado com a quantidade de aberrações relacionadas as práticas da lei mosaica. Senão bastassem a proliferação de kipás, shofás, e outros utensílio mais, parte da chamada Igreja Evangélica brasileira recosturou o véu, fabricando doutrinas sincréticas, heréticas e absolutamente antagônicas as verdades bíblicas. As heresias do Cristianismo Judaizante se multiplicam a olhos vistos.


Uma das últimas invenções dos judaizantes é afirmação de que o crente está protegido ao fixar nos umbrais de suas portas a "mezuzá".
A Mezuzá é um artefato inteiramente judeu, que contem um pequeno rolo de pergaminho, com textos bíblicos. A prática somente recai para o judeu, nada haver com cristianismo. Segundo a Igreja Renascer em Cristo, o objeto em questão deve ser introduzido nos umbrais das portas, simbolizando a proteção de Deus e sua aliança com o homem e ainda sendo vendido por uma oferta de 300 reais para ter a proteção do altíssimo.

Caro leitor, Como já escrevi inúmeras vezes esse pessoal está fabricando um evangelho que em muito se contrapõe ao Evangelho de Cristo. Por favor, alguém responda em que lugar na B'rit Hadasha ( Novo Testamento) nosso Senhor orientou aos discípulos a usarem a Mezuzá? Ou em parte dos escritos Paulino observamos Paulo dizendo que o uso deste utensílio livra o individuo do mal? Sinceramente tem horas que bate um desânimo, sabe...

Vamos seguir o evangelho por inteiro e completo e vivido, se é judeu, siga o judaísmo de verdade em todo seu esplendor da torah, se é cristão, siga o cristianismo reformado e puro e simples, pois as escrituras atestam isso. Mas não os misturem achando que ta fazendo uma obra maior e mais redentora.
À luz do surgimento de tantas heresias resta-nos chorar e clamar a Deus que tenha misericórdia do seu povo!


Simples assim: idolatria gospel!

Quando esse povo vai aprender a entender as coisas, diz quer ler as escrituras mas não a compreende. Quando vai entender que não precisa desses artifícios, algo que foi feito em alusão a presença do altíssimo e já completado no messias.


Quando vão entender que o véu ja foi rasgado, nós temos acesso direto ao pai.

No período do Velho Testamento, a "PRESENÇA DE DEUS" durante um longo período foi representada pela ARCA DA ALIANÇA (Nm 10.33), este era o utensílio mais importante do tabernáculo, simbolizava a Aliança de Deus com seu povo e também a Presença de Deus.
Nos dias de hoje, até o dia o fim dos tempos (1 Te 4.16-17) a "PRESENÇA DE DEUS" é representada pela comunhão com Deus através do Espírito Santo (2 Co 13.14).



Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chama. Um pouco de fermento leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação”. (Gl 5:10)

Apenas uma dica:
Crente gospel precisando de um carro:
Eu não aceito essa situação! Meu pai é dono do ouro e da prata, ele me constituiu por cabeça e não calda, portanto eu determino agora a ti satanás, todo espírito de pobreza, toda coisa ruim, tudo que esta
amarrando minha benção, caia por terra agora! Eu exijo minha vitória! Aleluias!

ESQUECE DE LER E VIVER DEUTERONÔMIO 28:
E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra.
E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus:
Deuteronômio 28:1-2......

Crente sem demência mental:
precisando de um carro:
Senhor me ajuda a ter cada dia mais disposição para estudar, trabalhar e a reunir as condições para que eu consiga adquirir um carro para minha família. Eu te declaro que ainda que
nada aconteça, Tu és Deus, e eu Te amo e Te servirei eternamente. amem.


fonte: Hebreu Messiânico (aqui)

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Quando Jesus nasceu e o natal, o que tem haver? part-2



Muitos cristãos, inocentemente, aderem a práticas religiosas sem ao menos se atentarem que, na realidade, repetem alguns dos mesmos atos e 'rituais' de culturas pagãs passadas. A comemoração do Natal e o 'culto' à sua árvore são exemplos de como muitos conseguem ser iludidos pela religião.

Semíramis e a farsa do Natal e sua árvore

Para falar do NATAL, é preciso voltar ao tempo de NOÉ, após o dilúvio,



Quando um de seus filhos, CAM, o viu dormindo embriagado e nu. Ele começou a rir de seu pai e correu para contar aos seus outros dois irmãos, SEM e JAFÉ.



Estes, ao contrário, foram de costas e cobriram a nudez do pai. NOÉ, quando soube do acontecido, amaldiçoou seu filho CAM, para que este e seus descendentes servissem a seus outros dois filhos. E toda a geração após ele se tornou maldita.



CAM casou-se com SEMÍRAMIS (esta é a mulher da nota de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais; a mulher da Estátua da Liberdade; a mulher da balança da justiça; da Columbia Pictures, etc.)



e ambos geraram um filho, NINRODE. Ele matou seu pai CAM e casou-se com sua mãe.



Foi o fundador da Babilônia, Nínive e outras cidades pagãs. Tentou levantar a torre de BABEL, e DEUS o impediu.



Seu tio SEM o matou, pois ele estava se opondo muito contra DEUS. SEMÍRAMIS, sua mãe e esposa, espalhou a mentira de que ele não havia morrido, e sim que havia ido para o céu, pois ele se dizia deus - o deus sol.



SEMÍRAMIS engravidou e dizia ser um presente dos deuses, que era a reencarnação de NINRODE; mas, na verdade, era fruto de uma traição, pois seu marido, e filho, já estava morto. E nasceu TAMUZ, no dia 25 de dezembro, deus sol dos egípcios, babilônicos, gregos, persas, romanos e, hoje, das S.S. (sociedades secretas).



Ele morreu durante uma caça, provavelmente por um animal selvagem, e seu corpo ficou caído sobre um tronco apodrecido de árvore. Sua mãe dizia que neste tronco nasceu um pinheiro, e todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comum as pessoas levarem um pinheiro para dentro de casa e o enfeitarem com ouro e prata, como símbolo do renascimento de TAMUZ.



As sacerdotisas jejuaram e choraram por 40 dias e 40 noites a morte de TAMUZ ao pé do pinheiro e, no final desse período, elas agradeciam umas às outras fazendo trocas de presentes, os quais eram depositados aos pés desse pinheiro. Todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comemorado o Natal (nascimento de Tamuz).



Quando os PERSAS dominaram essa região, eles levaram todas as idolatrias para a PERSIA, inclusive os deuses TAMUZ, NINRODE E SEMÍRAMIS, que apenas mudaram de nome. O domínio, em seguida, passou para os GREGOS, e estes fizeram a mesma coisa, mudando apenas os nomes; eles passaram a ser ZEUS, AFRODITE E EROS.



Em seguida, os EGÍPICIOS dominaram e mudaram os nomes também, passando a se chamar OSIRIS, ISIS E HORUS.



Já nos tempos de JESUS CRISTO, o domínio era ROMANO, e ROMA mudou também os nomes. Passaram a se chamar apenas VÊNUS E CUPIDO, caindo a figura do pai. E no Século IV, depois de CRISTO, o imperador CONSTANTINO, para agradar aos CRISTÃOS que eram em grande número em ROMA, decidiu oficializar o CRISTIANISMO como religião oficial de ROMA. E para agradar ainda mais a eles, pegou os nomes mais fortes dentro do CRISTIANISMO e passou a chamar os ídolos por nomes CRISTÃOS.




TAMUZ e SEMÍRAMIS passaram a se chamar MENINO JESUS e VIRGEM MARIA. Assim, o Natal continuou a ser comemorado como sendo o nascimento do menino JESUS, mas, na verdade, esse menino seria TAMUZ, o deus pagão.

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Quando Jesus nasceu e o natal, o que tem haver? part-1




A Bíblia nos dá algumas "pistas" para que, por inferência, cheguemos aproximadamente à possível data do nascimento de Jesus. Primeiramente ressalto que, para chegarmos a tal data, devemos "lançar mão" do Calendário Judaico, que é lunar (baseado nos ciclos da Lua), diferente do nosso, o Calendário Gregoriano, que é solar (baseado nos movimentos terrestres em relação ao Sol). Além disso, o Calendário Judaico é, grosso modo, dividido em dois, um religioso e outro civil; o religioso começa no mês de Nissan (ou Abib), já o civil no mês de Tishrei (ou Etanim). Outrossim, os meses são truncados com relação ao nosso calendário. 

Exemplificando: o mês de Abib inicia na segunda quinzena de Março e finda na primeira quinzena de Abril. Pois bem, para continuarmos a "contagem" faremos menção à concepção de João Batista. A Bíblia diz que Zacarias (pai de João Batista) era sacerdote:
"Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; o nome dela era Isabel." (Lc 1.5)

Os sacerdotes foram divididos pelo rei Davi em 24 turnos ao ano (1Cr 24, o ano usado nessa passagem é o religioso), ou seja, cada sacerdote deveria ministrar no Templo de Jerusalém durante 15 dias no ano, 2 turmas por mês, uma a cada quinzena, 24 no total dos 12 meses, sendo a turma de Abias a oitava:
"a sétima, a Hacoz; a oitava, a Abias;" (1Cr 24.10)

Fazendo a conta a partir do início do ano (lembrando que o primeiro mês do ano religioso hebreu é Abib, da segunda quinzena de Março à primeira quinzena de Abril), pode-se afirmar que Zacarias ministrava na segunda metade do mês de Tamuz, na primeira quinzena de Julho. Quando o anjo Gabriel aparece a Zacarias e anuncia-lhe que sua esposa iria engravidar, Zacarias estava ministrando no Templo, exercendo o sacerdócio no período destinado à sua ordem (na primeira quinzena de Julho). Acabando o tempo de exercer o seu sacerdócio, Zacarias volta para casa (Lc 1.23), poucos dias depois Isabel, sua esposa, engravidou (Lc 1.24). Isso ocorreu na segunda quinzena de Julho (primeira metade do mês Ab), 9 meses depois nasceu João Batista, entre a segunda quinzena de Março e a primeira quinzena de Abril (no mês de Abib). Jesus era 6 meses mais novo que João, é o anjo Gabriel quem confirma isso quando aparece a Maria para anunciar que ela iria conceber a Jesus:
"E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril." (Lc 1.36)

Sendo assim, 6 meses após o nascimento de João, nasce Jesus, entre a segunda quinzena de Setembro e a primeira quinzena de Outubro (no mês de Tishrei). No próximo texto traremos mais evidencias sobre essa possível data do nascimento de Jesus Cristo.
Continuando nossa "busca" pela real data do nascimento de Jesus, encontramos outra "pista" que a Bíblia nos dá. É a forma como o Apóstolo João se expressa ao falar sobre a encarnação de Cristo:
"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (Jo 1.14)
O termo que João usou para "habitou", deriva da palavra grega σκηνή (skené), que significa tabernáculo, ou seja, Cristo "tabernaculou", habitou num tabernáculo (um corpo humano). Paulo, o apóstolo dos gentios, se refere ao nosso corpo físico como um tabernáculo:
"Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial." (2Co 5.1,2)

A metáfora do tabernáculo em relação ao corpo humano, faz menção a transitoriedade do corpo. No caso de Cristo, o fato Dele assumir temporariamente uma forma humana (encarnação):
"antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana" (Fp 2.7)

Em Israel comemorava-se a Festa dos Tabernáculos (ou Sucot) período onde o povo habitava em tabernáculos (um tipo de tenda) durante 7 dias, para lembrar dos 40 anos do êxodo no deserto (Lv 23.34,42). Tipologicamente, a Festa dos Tabernáculos apontava para a habitação do Verbo temporariamente em um tabernáculo, ou seja, a encarnação de Cristo. Interessante é que essa festa começava no dia 15 de Tishrei, o mesmo mês que de acordo com a nossa "conta" (no texto anterior) Jesus teria nascido. Podemos deduzir então, que provavelmente Jesus nasceu durante uma celebração da Festa dos Tabernáculos, entre a última semana de Setembro e a primeira semana de Outubro.

Este argumento tem coerência, por 3 motivos. Primeiro motivo, a obrigatoriedade de todo homem comparecer no Templo na Festa dos Tabernáculos:
"Três vezes por ano todos os seus homens se apresentarão ao Senhor, seu Deus, no local que ele escolher, por ocasião da Festa dos Pães Asmos, da Festa das Semanas e da Festa dos Tabernáculos..." (Dt 16.16)

José (esposo de Maria) pode ter aproveitado o circunstância de ter que recensear-se, para também participar da festa, pois Belém é próxima de Jerusalém (apenas 10 km de distância). Segundo motivo, a Festa dos Tabernáculos é uma das 3 festas essenciais de Israel (Dt 16.16). Provavelmente existiu um propósito divino no fato das principais festas judaicas serem justamente essas 3, época em que havia um número maior de pessoas transitando em Jerusalém, para presenciarem tais acontecimentos. Jesus morreu na Páscoa (Festa dos Pães Asmos), o Espírito Santo desceu no Pentecostes (Festa das Semanas), restando a dos Tabernáculos, o que indica que Jesus nasceu nesta festa. Terceiro motivo, a Festa dos Tabernáculos é comemorada em Tishrei, o mês do Ano Novo civil para os judeus (Lv 23.24), e também nesse mês (no dia 10) é celebrado o Dia da Expiação (Lv 23.27). Simbolizando que o nascimento de Cristo seria um novo começo para o mundo e que Ele traria expiação à humanidade.

Então, Jesus nasceu no mês de tishrei, o sétimo mês do calendário judaico lunar, em um período em que o povo se preparava para a festa de Sucót (Festa das Cabanas). Tshirei é o mês que em nosso calendário daria entre o mês de setembro e outubro. Ele nasceu em período de festa, só que foi na Festa das Cabanas, a chamada Hag Sucot, em hebraico. Acontece cinco dias após a festa de Yom Kipur, com duração de sete dias.
25 de dezembro em nosso calendário se comemora o nascimento da deidade solar, o nascimento do sol, em um sentido mais profundo histórico, seria o nascimento de Tamuz.


Concluo, ressaltando que toda a argumentação deste texto está no campo das possibilidades, entretanto, fundamentada somente em versículos bíblicos.


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A revelação de Cesareia de Filipe



Banias é um sítio arqueológico localizado aos pés do Monte Hermon, nas Colinas de Golan, a cerca de 150 km ao norte de Jerusalém e c. 60 km a sudoeste de Damasco. Ali havia uma cidade chamada, à época do Império Romano, Cesareia de Filipe, situada junto às Fontes de Banias, uma das nascentes do Rio Jordão.

era uma cidade fonte conhecida como Fanium ou Panias (de Pan, o deus grego dos pastores e rebanhos). No passado havia uma grande fonte oriunda de uma caverna na pedra calcária, abastecida pelo ribeiro conhecido como Nahal Senir. O Rio Jordão se abastece desta fonte e de mais outras duas que nascem nas bases do Monte Hermon. 

Literalmente as Portas do inferno

Banias teve o seu primeiro período durante o Helenismo, sob a dinastia dos Ptolomeus, no século III a.C. , construindo aqui uma local para culto ao sul de Dã.
Este local não aparece na história do Velho Testamento, mas é identificado como Baal-Gad e provavelmente como Laish (Tel Dan) como é indicado. Este local era certamente uma grande local de culto a vários deuses, mas o local foi preparado originalmente para a adoração ao deus Pan, principalmente a caverna que alimentava com suas águas o Rio Jordão.


Se vocês conhecem geografia bíblica, saberão que na parte norte de Israel há um monte muito alto chamado Hermom. Todos podem ver este monte da terra de Canaã. Quando a Bíblia se refere a ele sempre se refere a uma vida ascendente, à vida em um plano superior. E sempre é associado com os lugares celestiais. O distrito de Cesaréia de Filipe se encontra aos pés do monte. É uma área preciosa. Ali havia muitos cervos. O Salmo 42 foi escrito aqui: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim clama por ti, Oh Deus, a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando virei, e me apresentarei diante de Deus?”. Esses cervos desejavam águas vivas, onde podiam achá-las? 

Esta área está muito próxima do Mar da Galiléia, para o norte. Em Isaías 9:1 lemos: “Mas não haverá sempre escuridão para a que está agora em angústia, tal como a aflição que lhe veio no tempo que levianamente tocaram a primeira vez à terra de Zabulom e à terra de Naftali; pois ao fim encherá de glória o caminho do mar, daquele lado do Jordão, na Galileia dos gentios”.

Esta é uma profecia maravilhosa. Um dia, o Messias viria, e ele faria deste lugar –o mar da Galileia– o centro da sua obra. “O povo que andava em trevas viu grande luz; os que moravam na terra da sombra de morte, luz resplandeceu sobre eles”. Por que diz “terra de sombra”? Porque essa era uma zona de vulcões. Toda a terra nesse lugar é de uma cor escura, e por isso absorve muito a luz solar. Por essa razão, também o trigo cresce muito rapidamente, porque recebe muita energia do sol. Por isso, quando os sacerdotes ofereciam as primícias no templo, eles tinham muito claro que os primeiros frutos vinham da terra da Galiléia. Se você olhar à distância todas as casas estão construídas com rocha escura. Quando o Senhor estava em Cafarnaum, ou no mar da Galiléia, olhando à distância via uma terra escura. É a “terra de sombra”.

Agora entendemos por que “o povo que andava em trevas viu grande luz”, e “os que moravam na sombra da morte, luz resplandeceu sobre eles”. Esta profecia em particular se cumpriu quando o Senhor veio ao mundo. A Palavra se fez carne. Por um ano e meio ele caminhou naquele lugar da terra.

Isto é o que estava por trás da passagem de Cesaréia de Filipe. Se vocês forem a essa região, irão a uma zona de vulcões, o qual fala de uma tragédia que ocorreu há muitos anos. Muitas vidas foram destruídas. No entanto, o que ficou disso foi uma boa terra. E é por isso que podiam ter as primícias ali. A melhor terra é a que está naquele lugar.

Mas mais que isso: em Cesaréia de Filipe encontramos o nascimento do rio Jordão. Todos sabem que esse rio flui do norte para o sul. Pelo lado oriental, flui do monte até o Mar da Galiléia, e depois continua avançando até o Mar Morto.

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas.
Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:13-18

Então de dentro do inferno Ele declara, o poder e autoridade da igreja. mas o que é igreja? é templo? não
No contexto bíblico, o termo igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associado a uma edificação ou a uma doutrina específica. Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados.

e do meio do inferno é dado a palavra, que - "as portas do inferno não prevalecerão contra ela", a palavra prevalecer não é algo que forçar de fora para dentro, mas de dentro para fora. eles estavam no centro da adoração a outros deuses e o povo tava cego e preso. ai ele chama a (igreja: chamados para fora) porque os que estavam na escuridão resplandeceu a luz, porque o cristo é a luz do mundo.

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. 
joão 8:12

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
João 11:25-26

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Recalcitrar Contra os Aguilhões



Recalcitrar Contra os Aguilhões quer dizer:
Não adianta resistir a quem é mais forte e maior que você!

"E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões."
Atos 26:14

Convém primeiro entender o significado: "recalcitrar" significa confrontar, resistir, e "aguilhão" é uma espécie de espeto de ferro, de bronze ou até de prata, com o qual os carroceiros prendem o gado para puxar a carroça. Porém quando o boi era muito bravo ele se debatia contra os aguilhões e acabava se ferindo.


Paulo era como esse "boi bravo" que estava lutando contra algo que para ele era errado, como um boi bravo ele lutava contra a nova religião que estava surgindo, porém Jesus estava lhe ensinando que não adiantaria ele lutar contra aquele aguilhão, pois era mais forte do que ele. Quem sabe se Paulo considerando em seus pensamentos talvez já não tivesse alguma dúvida acerca da autenticidade divina daquela nova religião.


Deus Nunca Tira Algo de Sua Vida...
Sem Substituir por Algo MELHOR!

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