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Jesus teria celebrado a Santa Ceia com Pôncio Pilatos



Decifrado recentemente, um texto egípcio de 1,2 mil anos conta que Jesus teria celebrado a Santa Ceia com Pôncio Pilatos (o juiz que autorizou sua crucificação, de acordo com os Evangelhos Canônicos), numa terça-feira e não numa quinta, e que Jesus era capaz de mudar sua aparência (uma explicação para a maneira que Judas teria usado para ajudar soldados romanos a identificá-lo na hora da prisão).
De acordo com o pesquisador Roelof van den Broek, que publicou a tradução em seu livro “Pseudo-Cyril of Jerusalem on the Life and the Passion of Christ” (“Pseudo Cirilo de Jerusalém sobre a Vida e a Paixão de Cristo”, sem edição no Brasil), é importante ressaltar que, embora a existência do relato não possa garantir que as coisas ocorreram dessa maneira, poderia haver pessoas na época que acreditavam nele.


 Há pelo menos duas cópias do texto, escrito na linguagem copta (do povo egípcio do período helenístico e do período sob dominação romana): um na Biblioteca e Museu Morgan em Nova York e outro no Museu da Universidade da Pensilvânia (ambos nos EUA). Boa parte da tradução foi feita a partir da cópia que se encontra em Nova York, mais conservada.


Café com Pilatos

Sem maior tumulto, Pilatos preparou a mesa e comeu com Jesus no quinto dia da semana. E Jesus abençoou Pilatos e toda a sua casa (…) [depois, Pilatos disse a Jesus] bem, observe, a noite chegou, levante-se e bata em retirada, e quando a manhã chegar e eles me acusarem por sua causa, eu devo dar a eles o único filho que tenho para que eles possam matá-lo em seu lugar”.
De acordo com o texto, Jesus teria agradecido a Pilatos por sua boa vontade, mas recusado a oferta e mostrado que, se desejasse, poderia escapar de outras formas, desaparecendo em seguida.
Van den Broek lembra que, na Igreja Copta e em igrejas da Etiópia, Pilatos é considerado um santo, e isso explicaria o retrato mais amigável que ele recebeu nesse e em outros textos.


Jesus metamorfo

Então os judeus disseram a Judas: como vamos prendê-lo [Jesus], pois ele não tem uma única forma, sua aparência muda. Às vezes ele é corado, às vezes ele é branco, às vezes ele é vermelho, às vezes ele tem cor de trigo, às vezes ele é pálido como um asceta, às vezes ele é um jovem, às vezes um velho…

Se Jesus era capaz de mudar radicalmente de aparência, uma simples descrição física não bastaria para que os guardas romanos o identificassem, o que teria motivado Judas a escolher um sinal (um beijo no rosto, de acordo com os Evangelhos Canônicos).
Embora muitos leitores possam ter achado a ideia curiosa, ela é ainda mais antiga do que o texto egípcio. “Essa explicação do beijo de Judas foi encontrada primeiro em Orígenes [um teólogo que viveu de 185 a 254]“, explica o pesquisador. Na obra Contra Celsum, Orígenes escreveu que “para aqueles que o viam, [Jesus] não aparecia da mesma forma para todos”.


(Tipo) São Cirilo

O autor do texto assina como São Cirilo de Jerusalém, um santo que viveu no Século 4 – da mesma forma que ocorre com diversos outros textos antigos, segundo van den Broek. Além disso, o autor alega que teria encontrado em Jerusalém (atualmente no território de Israel) um livro com relatos feitos pelos apóstolos sobre a vida e a morte de Jesus.
Van den Broek considera que essa alegação seria um recurso para “aumentar a credibilidade das visões peculiares e dos fatos não canônicos que ele vai apresentar, atribuindo-os a uma fonte apostólica”, estratégia que seria encontrada “frequentemente” na literatura copta.
Outro aspecto intrigante do texto é o fato de ele apontar que a “Última Ceia” teria ocorrido com Pilatos e, além disso, em um dia da semana diferente do que é celebrado há quase dois mil anos. “[...] É fora do comum que Pseudo-Cirilo relate a história da prisão de Jesus na noite de terça-feira, como se a história canônica de sua prisão na noite de quinta não existisse”, diz van den Broek.
Van den Broek explicou que “no Egito, a Bíblia já havia se tornado canônica no quarto/quinto século, mas histórias apócrifas e livros permaneceram populares entre cristão egípcios, especialmente entre monges”.

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Templo com mais de 2500 anos descoberto por acaso no Iraque.


 São restos de um passado muito longínquo que nos transportam à Idade do Ferro. A descoberta aconteceu no Iraque. Um grupo de estudantes encontrou, por acaso, um templo com mais de 2500 anos.
Dlshad Zamua Marf viajou até ao Iraque sem qualquer expectativa, quando ainda era um jovem estudante de doutoramento na Universidade de Leiden, na Holanda. Estávamos em 2005. Era uma viagem exploratória a uma zona montanhosa no Curdistão, no norte do país.

Sem fazer uma única escavação encontrou um património valioso. Os restos de um templo construído na Idade do Ferro, numa altura em que vários grupos disputavam aquele território, que corresponde agora ao norte do Iraque.
Numa antiga aldeia encontrou as bases das colunas do templo. Mais a sul, onde as fronteiras com o Irão e a Turquia se cruzam, avistou uma estatueta de uma cabra selvagem em bronze.



Mas a descoberta que este arqueólogo destaca é outra. «Um dos melhores resultados da minha pesquisa de campo foi a descoberta da base de uma coluna do templo dedicado ao deus Haldi». Zamua Marf, em entrevista ao site LiveScience explicou que «Haldi era o deus supremo do reino de Urartu. O seu templo era tão importante que o rei Rusa I admitiu ter-lhe tirado a coroa antes de o matar».

Do conjunto de peças descobertas fazem, ainda, parte estátuas humanas de calcário e basalto, com mais de dois metros de altura, comuns na época dominada pelos nómadas. Apesar dos resultados obtidos, o local do templo continua envolto em mistério. A descoberta deste arqueólogo é a ponta de um iceberg, garante Dlshad Zamua Marf.

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Descoberto Capacete de Guerreiro Grego no Fundo do Mar



Um capacete de bronze grego, coberto com folha de ouro e decorado com cobras, leões e a cauda de um pavão (ou palmeta), foi descoberto nas águas da Baía de Haifa em Israel. Mas como este capacete acabou no fundo da baía é um mistério.

O capacete remonta cerca de 2.600 anos e, provavelmente, pertencia a um mercenário grego rico que participou de uma série de guerras, imortalizadas na Bíblia, que assolaram a região na época. Os arqueólogos acreditam que ele provavelmente lutou por um faraó egípcio chamado Neco II.

O capacete foi descoberto acidentalmente em 2007, durante as operações de dragagem no porto comercial. Depois que foi descoberto, os conservadores com a Autoridade de Antiguidades de Israel começaram a trabalhar para limpá-lo e arqueólogos começaram a analisá-lo.

Eles descobriram que é muito semelhante a outro capacete encontrado em 1950 perto da ilha italiana de Giglio, cerca de 1.500 milhas (2.300 quilômetros) de distância. Esse capacete foi datado de cerca de 2.600 anos atrás, algo que ajudou os pesquisadores chegar a uma data para o capacete achado na baía de Haifa.

"Os ornamentos dourados e as ilustrações fazem deste um dos mais ornamentados elementos de armadura grega descobertos", escreve Jacob Sharvit, diretor da Unidade de Arqueologia Marinha e da Autoridade de Antiguidades de Israel, e John Hale, professor da Universidade de Louisville, em um resumo de sua pesquisa que foi apresentado em uma reunião.

Este guerreiro grego provavelmente teria sido um indivíduo muito rico, como poucos soldados poderiam pagar por um capacete ornamentado. Os pesquisadores não têm certeza de onde o capacete foi feito, apesar de suspeitar que o guerreiro podia ser de uma das colônias gregas na Jônia, na costa oeste da Turquia moderna.



Guerreiro grego perde capacete


Na época do capacete, por volta de 600 AC, as colônias gregas se espalhavam pelo costa do Mediterrâneo, que se estende desde o Mar Negro ao sul da França. Mesmo assim, não há evidências de colônias gregas em Israel, indicando o guerreiro que se aventurou em baía de Haifa foi provavelmente o líder de um grupo de mercenários gregos.

Este guerreiro era provavelmente um dos soldados do faraó egípcio Necho II, que ele enviou através de Israel acompanhado por uma frota de navios antigos. O faraó estava muito envolvido em campanhas militares na região por quase uma década, as operações em que este guerreiro e seu grupo provavelmente foram envolvidos.



"Eles não estavam lutando para os gregos, estavam lutando para o Egito", disse Sharvit em uma entrevista.

A série de guerras envolviam o Egito, Judá (o reino judeu), Assíria e Babilônia, com Neco II do Egito vindo a intervir ao lado da Assíria.

O resultado final desses conflitos foi a conquista de Judá e da ascensão de um ressurgimento da Babilônia liderada pelo rei Nabucodonosor II. Estes acontecimentos foram imortalizados na Bíblia.

Em algum ponto, no meio de toda essa história, o capacete do guerreiro de elite grega acabou no fundo da Baía de Haifa.

A explicação mais simples (embora mais embaraçoso) é a forma como o capacete acabou no fundo da Baía de Haifa é que alguém deixou cair, enquanto o navio guerreiro estava navegando no porto.

Outra possibilidade é que o navio que transportava o guerreiro afundou, sugerindo que um velho navio havia naufragado aguarda para ser identificado. "Estamos planejando para voltar ao mesmo local e tentar localizar mais material arqueológico lá", disse Sharvit.

Ainda há outra possibilidade (de novo, embaraçosa para o guerreiro) é que o capacete foi perdido durante a retirada, depois que os exércitos de Necho II foram derrotados pelos babilônios.

Os resultados do trabalho dos pesquisadores foi apresentado em janeiro na reunião anual do Instituto Arqueológico da América. O capacete em si está agora em exposição no Museu Nacional de Arqueologia Marítima, em Haifa.




Tags: Arqueologia, Arqueologia Bíblica, Descobertas Arqueológicas

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Imagem de Jesus encontrado no Egito


Descoberta feita no Egito pode ser uma das primeiras imagens retratando Jesus Cristo

Egiptólogos catalães encontraram uma estrutura enigmática com uma possível imagem primitiva de Jesus. O achado ocorreu em Oxirrinco, uma cidade no Alto Egito, localizada aproximadamente 160 km a sul-sudoeste do Cairo, na província de Al-Minya. É uma planta quadrada, com quatro pilastras e uma dimensão de 8 metros de largura por 3,75 metros de profundidade. “Ela é toda de pedra, com placas muito bem encaixadas e alcovas onde certamente havia estátuas”, comentou o egiptólogo Padró.

As paredes estão cobertas com cinco ou seis camadas de tinta, sendo a última correspondente ao período copta dos primeiros cristãos. Há decoração vegetal e inscrições copiadas que ainda não foram traduzidas. A descoberta mais significante é a figura de um jovem, com cachos, vestindo uma túnica curta e com a mão levantada, como se estivesse benzendo. “Poderia se tratar de uma imagem muito primitiva de Jesus Cristo”, disse Padró. No momento, a representação permanece protegida e espera-se que os escritos possam dar mais alguma luz.

A tumba, intacta e muito bem conservada, continha seu pequeno tesouro – os ricos se enterravam com suas joias e os pobres com suas ferramentas de trabalho. Os arqueólogos da missão resgataram um tinteiro metálico cheio de tinta; “ele é preto e poderíamos analisá-lo para conhecer sua composição”, contou Padró. O próprio ministro de Antiguidades do Egito, Mohamed Ibrahim, se encarregou de adiantar alguns resultados dessa última campanha de escavações na antiga cidade egípcia, que é dirigida pela Societat Catalana d’Egiptologia e a Universidade de Barcelona.


Sobre a falta de inscrições na tumba, sabe-se apenas do escriba. Seu cadáver e restos arqueológicos evidenciam que ele tinha 16 anos. A escavação da estrutura resultou em um trabalho faraônico, já que estava coberta de escombros muito pesados que, sem dúvida, foram colocados propositadamente. “Queremos realizar testes com as pinturas para ver se as camadas inferiores nos dão mais informação sobre o que pode ser essa estrutura. Não sabemos o que podemos encontrar”, admitiu Padró.

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12 Máscaras Misteriosas em Israel



Doze máscaras datadas com 9 mil anos foram desenterradas nos Montes da Judeia e estão expostas, pela primeira vez, no Museu de Israel.

Há nove mil anos, uma aldeia de agricultores do Neolítico estabeleceram-se no Deserto da Judeia na Antiga Terra de Israel. Usando instrumentos primitivos de pedra fizeram máscaras de pedra cujo intuito é ainda hoje desconhecido. Será deste insólito achado que vai nascer a exposição "Face to Face: The Oldest Masks in the World" que se prolonga, aliás, até dia 13 de Setembro.

O Director do Museu, James Snyder, explica que as máscaras "representam as primeiras tentativas do homem para fazer moda com suas mãos, a partir de material físico, algo que era um reflexo de si mesmo ou em relação a algo exterior a si próprio."


Originárias das montanhas da Judeia Hills e das proximidades do Deserto da Judeia, as doze máscaras partilham características estilísticas marcantes. Grandes buracos nos olhos e bocas abertas criam a expressão de um crânio humano. As perfurações na periferia podem ter sido feitas para usá-las, para a fixação do cabelo, o que darias a estas máscaras uma aparência mais humana.



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Arqueólogos encontram local da consagração de Salomão como rei


Foram 15 anos de escavação para achar a cidade bíblica de 3.800 anos em Israel


Uma das pesquisas arqueológicas mais complexas já realizadas em Israel resultou no descobrimento da chamada “Cidade da Primavera”. O local, famoso quando Davi e seu filho Salomão eram reis de Israel foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que tentavam dominá-la.

Ao mesmo tempo era usada para proteger os cidadãos que voltavam para suas casas após irem buscar água no local. O local é descrito no livro bíblico de Reis, sendo protegida pela fonte de Giom. Foi ali que Salomão foi ungido pelo sacerdote Zadoque como rei, por ordem de Davi, seu pai. O local foi escolhido pois Davi sabia que seus inimigos políticos tinham um plano para tomar a sucessão do reinado.


A escavação aconteceu na Cidade de Davi, no Parque Nacional de Davi, em Jerusalém. Foram necessários 15 anos de trabalho. O trabalho foi coordenado pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e Eli Shukrun, integrante da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Eles acreditam que a Cidade da Primavera tem pelo menos 3800 anos, sendo a maior fortaleza cananeia que resistiu ao tempo. Também seria a maior fortaleza conhecida na região antes do reinado de Herodes, após a conquista romana.



A revelação da descoberta tem um significado duplo. O primeiro é científico, já que existe uma forte corrente dentro da arqueologia a qual afirma que Salomão nunca existiu, pois não há nenhum documento histórico que fale sobre ele além da Bíblia. 

A descoberta da Cidade da Primavera é a terceira nos últimos anos que comprova relatos bíblicos sobre partes da vida de Salomão.

A segundo á profética, pois a ideia de reconstrução do templo de Salomão, um antigo sonho dos judeus ortodoxos, é fortalecida toda vez que se mostra que os relatos bíblicos sobre ele são verdadeiros. Tanto judeus liberais quanto os muçulmanos que dominam o monte do Templo afirmam que jamais houve um templo naquele local construído por Salomão, pois não existem “comprovação arqueológica” disso. 



Uma enorme fortaleza canaanita dos dias do rei David foi completamente escavada e descoberta por dezenas de arqueólogos liderados pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e por Eli Shukrun, da Autoridade para as Antiguidades de Israel.

"A Cidadela da Fonte foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que vinham para a conquistar, bem como para proteger as pessoas que desciam à fonte para buscar água e levá-la para a cidade" - afirmou um responsável pelo sítio arqueológico.
Acredita-se que a cidadela protegia a nascente de água de Giom, descrita no Livro dos Reis como o local onde Salomão foi ungido como rei de Israel - 1 Reis 1:38-40.




A Cidadela é a maior fortaleza canaanita até agora descoberta em Israel, e acredita-se ser também a maior fortaleza anterior ao rei Herodes.
Este sítio arqueológico está agora reaberto ao público e oferecerá um maior acesso a todos aqueles que querem explorar um pouco da História bíblica.






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Rei Salomão – Inscrição traduzida comprova seu reinado descrito na Bíblia



Descoberta feita por arqueólogos confirma o reinado de Salomão descrito na Bíblia. Trata-se de uma inscrição de 3 mil anos que foi traduzida, e evidencia a passagem bíblica do reinado do Rei Salomão. Pesquisadores dizem que terão mais provas do reinado de Davi e Salomão em breve.  A mais antiga inscrição alfabética encontrada em um sítio arqueológico já registrada em Jerusalém, que data do tempo do reinado do Rei Salomão e leva a conclusões interessantes.

A inscrição foi encontrada no sitio arqueológico de Ofel ao sul do Monte do Templo, em uma escavação dirigida pela Dra. Eliat rei-salomao-inscriçao-comprova-seu-reinadoMazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade de Jerusalém.

A inscrição foi descoberta há seis meses, e contém um texto registrado nos restos do que foi um grande pote de barro, composto por oito letras. É datado da segunda metade do século X aC, ou seja, nos dias de Salomão.

Primeiros estudos indica que a escrita atesta uma administração organizada de um sistema em que pessoas eram alfabetizadas e tinha um sistema de classificação para vinhos de qualidades, os quais eram armazenados em vasos.


Gershon Galil, do Departamento de História Bíblica e Estudos Judaicos da Universidade de Haifa, em Israel disse que conseguiu a “única tradução razoável” do texto até agora. A escrita hebraica inicialmente parece ser um rótulo de vinho, de acordo com a sua interpretação, embora três das letras na peça esteja incompleta.
Há arqueólogos que não concordam com a interpretação dada ao texto por Galil , mas, no entanto, concordam que a existência desta escrita precoce é tão ou mais importante do que o que o texto em si.
Assim, a inscrição sugere que eram de escribas em Jerusalém, na segunda metade do século 10 aC, o que significa que havia pessoas que poderiam ter escrito textos históricos e literários, além de textos administrativos, como foi descoberto.


“Isso é de grande importância para reconstruir o processo de cristalização da Bíblia, e ainda mais para a compreensão da história de Israel e Jerusalém nos tempos bíblicos”, disse Galil.

O professor também disse que espera encontrar mais evidências dos reinados de Davi e Salomão, que acredita verá a tona nos próximos anos. “As evidencias que temos hoje e que a cada ano se obtém mais, demostra que Davi e Salomão foram reis reais e não só um relato mítico da Bíblia.” – acrescentou.


fonte: inforgospel

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Descoberta igreja do sexto século em Israel

Arqueólogos israelitas escavaram as ruínas de uma igreja cristã da época bizantina. há cerca de 1.500 anos atrás.



A equipe da "Autoridade para as Antiguidades de Israel" descobriu a igreja durante os trabalhos de escavações para a construção de casas - conforme uma lei que Israel impõe sempre que se fazem novas construções.
Os arqueólogos descobriram as ruínas do que pensam ser uma grande basílica do século sexto, com um comprimento de cerca de 22 metros e uma largura de 12 e que serviria como centro regional para o culto cristã.


"Já escavámos diversos sítios bizantinos na região e em nenhum tínhamos encontrado uma igreja" - afirmou a arqueóloga Davia Dagan à CBN News. "E aqui parece termos descoberto a primeira igreja que pode ter sido uma igreja regional para onde as pessoas das aldeias próximas vinham para orar."
O edifício agora encontrado consiste de um salão central  com dois corredores laterais divididos por pilares em mármore.
Esta igreja do sexto século está situada entre a cidade costeira de Ashkelon e a capital Jerusalém, e fazia parte de uma importante comunidade existente em toda aquela região.


Os arqueólogos afirmam que os artefactos encontrados no local mostram que a área tinha uma cultura florescente e uma comunidade dinâmica.
Desenvolvia-se ali uma florescente produção e comercialização de vinho e de vasos de cerâmica. O vinho era dali exportado por mar para toda a região do Mediterrâneo.
Segundo eles, o mosaico encontrado no pavimento é magnífico, uma vez que inclui videiras formando medalhões ao centro, com imagens de animais (zebra, leopardo, tartaruga, javali, aves), inscrições, e símbolos cristãos.


"Temos aqui um histograma que parece uma monografia do nome de Jesus, o que é pouco habitual"
- prosseguiu Dagan - "É muito grande, e temos ali pássaros segurando-o com uma grinalda de flores."




Os corredores têm também mosaicos coloridos exibindo temas botânicos e geométricos e também símbolos cristãos.
O mosaico principal será meticulosamente preservado, removido do local e depois exposto ao público num museu da região. O resto do sítio será coberto, uma prática habitual dos arqueólogos para preservação dos achados para gerações futuras.


Interessante notar nestas imagens de simbologia cristã a ausência de qualquer figura humana, mas a abundância de imagens de animais e de plantas e flores, uma clara demonstração do respeito que os primeiros cristãos tinham pela Palavra de Deus e seus mandamentos.

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Um zodíaco na bíblia e em uma sinagoga

UM ZODÍACO EM NÚMEROS 2,2-3?
Depois de uma releitura do Antigo Testamento. A partir de Ex 25, diante das tão detalhadas descrições do tabernáculo e das vestes sacerdotais, peguei um lápis e me pus a representá-los num pedaço de papel. E assim foi. Quando cheguei ao livro de Números fui despertado por uma descrição um tanto curiosa: Doze tribos (cada qual com sua bandeira) reunidas ao redor do tabernáculo, que por sua vez era rodeado por quatro grupos: Meraritas (norte), Coatitas (sul), Arão/Moisés/levitas (leste) e Gersonitas (oeste).  O rascunho, agora melhorado num editor de imagens, me fez pensar num... veja você mesmo:




É, um zodíaco. Quem escreveu Números parece ter se inspirado em elementos da cultura mesopotâmica ou egípcia. Abaixo um antigo zodíaco egípcio reproduzido na tampa do sarcófago da deusa Nut (início do II séc.). A deusa no centro, os signos ao redor. Coincidência?



UM ZODÍACO NA SINAGOGA

No final de dezembro 1928 uma equipe estava cavando um canal de drenagem no vale de Jezreel (norte de Israel) quando uma pá começou a arrancar pedaços de um mosaico. Quando foi completamente exposto o mosaico (28 x 14 metros) revelou uma roda dividida em 12 partes, cada qual com uma figura e um nome identificando-o como um sinal do zodíaco. No centro, aparecia o deus Helios dirigindo uma quadriga (carro de quatro cavalos), através da lua e das estrelas. Ocorre que mais tarde descobriram que o zodíaco pertencia a uma sinagoga datada para 520 d.C. Surpreso?



fonte: Aqui

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Desiderata



Mensagem encontrada na velha igreja
De Saint Paul em Baltimore, USA. E datada de 1.692

D E S I D E R A TA
do Latim desiderato: aquilo que se deseja aspiração.
Caminha placidamente em meio ao ruído e à pressa e pensa na paz que pode existir no silencio. Mantém boas relações com todas as pessoas, a qualquer preço menos o da tua abdicação. Fala a tua verdade com serenidade e clareza; e escuta os outros, mesmo os enfadonhos e os ignorantes, pois eles também tem a sua história.

Evita as pessoas espalhafatosas e agressivas; elas causam vexames ao espírito. Se te comparas com os outros, podes tornar-te vaidoso ou amargo; porque encontrarás sempre pessoas de mais e de menos importância do que tu. Deleita-te com as tuas realizações, bem como com os teus planos. Conserva-te interessado em tua própria carreira, por mais humilde que ela seja; é um bem real em meio às fortunas transitórias do tempo. Sê cauteloso em teus negócios; porque o mundo está cheio de trapaças.

Mas não permitas que isso te faca cego às virtudes; muitas pessoas lutam em prol de altos ideais; e por toda parte a vida está plena de heroísmo. Sê tu mesmo. Especialmente, não finjas afeiçoes. Nem sejas cínico no amor, porque, apesar de toda aridez e desencanto, ele é perene como a relva. Aceita com indulgência o conselho da idade, renunciando com graça às coisas da mocidade. Alimenta a fortidão de espírito para que ela te sirva de escudo contra uma súbita desventura. Não te angusties, porém, ante coisas imaginarias.


Muitos medos nascem da fadiga e da solidão. À parte uma saudável disciplina, sê bondoso contigo mesmo. És um filho do universo, não menos que as árvores e as estrelas; tens o direito de estar aqui. E, quer compreendas isso quer não, o universo se vai expandindo como deve. Vive, portanto em paz com Deus, seja qual for a idéia que d’Ele tenhas e, sejam quais forem teus labores e aspirações na ruidosa confusão da vida, procura ficar em paz com a tua alma. Com todas as suas imposturas, lidas servis e sonhos desfeitos, este é ainda um belo mundo. Sê cauteloso. Esforça-te por ser feliz.

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Localização secreta do "castelo do rei David" vai ser revelada na sexta feira dia 17/01



Até agora tinha sido mantida em segredo a localização daquilo que se supõe ter sido o "castelo do rei David". A razão deste secretismo tem a ver apenas com questões políticas, uma vez que o mesmo se encontra em "território palestiniano", e Israel não queria a todo o custo abrir mais uma frente de polémica, como sempre acontece com os palestinianos, completamente alheios e desinteressados de tudo quanto tenha a ver com cultura e história de Israel. Aliás, para os palestinianos todos os achados e revelações de sítios arqueológicos que provem a ligação dos judeus à Terra de Israel são mais um problema que eles querem combater e apagar a todo o custo.

A pedra lavrada e decorada que foi encontrada relacionada com este palácio que se supõe ter pertencido ao grande rei de Israel é chamada de "capitel proto-eólica" e estava ligada a uma coluna. Até agora só foram encontrados uns 30 desses capitéis, e apenas cinco em áreas onde o rei David viveu.

Tendo sido encontrado numa gruta a sul de Israel, este capitel revela a forte possibilidade de ali se encontrar soterrado um templo ou um grande castelo dos dias do rei David. 
Na próxima sexta-feira, dia 17, o segredo do local será revelado, podendo causar ondas de choque com consequências imprevisíveis, especialmente por se encontrar numa região controlada pela Autoridade Palestiniana.

Segundo os investigadores, este achado pode ser algo de notável, uma vez que poderão ser escavados e descobertos os restos de um grande castelo ou palácio que prova a presença dos reis da Judéia naquela região. Quando esta descoberta foi feita pela primeira vez há quase 2 anos, as ordens foram para "tapar o buraco e esquecer o assunto", obviamente por questões de sensibilidade política.


Shalom, Israel!

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Tumba de cervejeiro é encontrado do Egito


Túmulo de cervejeiro dos faraós é descoberto no Egito

 Pesquisadores encontraram tumba de mais de 3 mil anos.
Desenhos nas paredes mostram a vida cotidiana do antigo Egito.

Uma equipe de arqueólogos japoneses descobriu a tumba de um produtor de cerveja da dinastia Ramsés, que governou o Egito há 3.200 anos, indicou nesta sexta-feira (3) o Ministério de Antiguidades egípcio.

A descoberta do túmulo de Khonso Em Hebreus "é uma das mais importantes (...) na necrópole de Tebas", em Luxor, cidade do sul do país famoso por seus templos faraônicos do Nilo, considerou o ministro Mohamed Ibrahim em um comunicado.



Jiro Kondo, à frente da missão da Universidade japonesa de Waseda, explicou que sua equipe tinha descoberto o túmulo "ao limpar o pátio de uma tumba pertencente a um alto funcionário durante o reinado de Amenhotep III".

O ministro Ibrahim destacou a presença de 'paisagens desenhadas e várias inscrições nas paredes e teto (...) que revelam muitos detalhes da vida cotidiana no antigo Egito, incluindo a relação entre o marido e sua esposa e seus filhos, e os rituais religiosos.

"Uma parede mostra o chefe dos cervejeiros, também chefe das reservas reais, fazendo oferendas aos deuses, cercado por sua esposa e filha", de acordo com o comunicado do ministério.


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Por que razão a Pedra Moabita foi quebrada?


FA Klein era pastor anglicano, nascido na Alsácia, que viajou para a Terra Santa como médico-missionário em meados de 1800. Embora vivesse em Jerusalém, ele viajou muito em ambos os lados do Jordão, buscando aliviar a dor e ganhar convertidos. Como resultado do seu trabalho na Palestina, ele falava árabe fluentemente e tinha muitos amigos entre os árabes.

Na verdade, ele era o único ocidental que podia viajar sem perigo em determinadas áreas a leste do Jordão, onde os beduínos tinham uma lei muito restritiva a estranhos. O governo turco, embora oficialmente no controlo do território, não podia garantir a segurança dos viajantes. Desde as Cruzadas, menos de meia dúzia de europeus tinham viajado nas áreas desérticas áridas do Transjordânia. No verão de 1868, Klein viajou a cavalo para tratar os doentes na área da antiga Moabe, a leste do Mar Morto.

Por esses tempos todos os objetos importantes eram motivos de saque arqueológico, entre eles a Estela de Mesa, ou a Pedra Moabita. Pode-se por esta Estela perceber o valor dos objetos bíblicos de procedência desconhecida, ou seja, artefatos bíblicos encontrados extra-escavação profissional.

Embora o Instituto Arqueológico da América (AIA) e as Escolas Americanas de Pesquisa Oriental (ASOR) tenham políticas rígidas em relação à publicação de artigos e apresentação de trabalhos sobre objetos de procedência desconhecida e artefatos bíblicos numa tentativa de conter a pilhagem arqueológica e falsificação de artefatos bíblicos encontrada em Israel e na Jordânia, outros estudiosos acreditam que os artefatos bíblicos encontrados sem um contexto científico merecem, ainda assim, estudo acadêmico.



Esta Estela de 3 metros de altura em basalto negro chamou atenção de estudiosos 1868 estando na posse de beduínos vivendo a leste do rio Jordão e ao norte do rio Arnon.  Estes eram acessíveis ao Dr. FA Klein, que deixou vários testemunhos sobre a Pedra Moabita. Depois de várias negociações fracassadas para a comprar, a Estela de Mesa foi dividido em dezenas de pedaços e espalhados entre os beduínos. Na década de 1870 vários dos fragmentos foram recuperados por estudiosos e reconstruídos, compreendendo apenas dois terços da pedra original moabita. A marca de papel (chamado de squeeze) que tinha sido redigida pelo FA Klein permitiu aos estudiosos preencher o texto em falta.

Mesmo na sua condição fragmentada, as 34 linhas de escrita fenícia (também chamados de paleo-hebraico) da Stela constituiu a mais longa inscrição monumental num artefato sobre a Bíblia encontrados na Palestina. Sendo a Estela um exemplo chave do valor de artefatos bíblicos saqueados e que dão uma dimensão alargada nas escavações profissionais. A inscrição, que data do século IX aC, relata a história vitoriosa dos moabita do vassalo rei Messa sobre o rei israelita e seus exércitos (daí o nome Estela de Mesa ou Pedra moabita). A Bíblia regista um episódio semelhante em 2 Reis 3.


A Estela de Mesa é um dos artefatos bíblicos mais valiosos encontrados devido à pilhagem arqueológica, também ajudou a esclarecer os estudiosos dos loteamentos tribais entre as tribos do norte de Israel.

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Encontrado em Israel pano com de côr púrpura dos dias de Jesus



Foi descoberto em Israel um tecido com 2 mil anos tingido com a enigmática tintura azulada "púrpura" descrita na Bíblia.
Desde os dias de Jesus que tinha sido encontrada apenas 1 amostra desta "cor sagrada" descrita no Antigo Testamento com o nome hebraico "tekhelet", cujo significado é: turquesa, ou azul.
A primeira foi encontrada em Massada, mas o azul dessa amostra de pano era mais escuro. Este actual achado é muito mais próximo da cor original, daí a importância do mesmo.
Esta cor azulada era usada na vestimenta do sumo sacerdote de Israel, só que foi-se perdendo ao longo do tempo, permanecendo sempre um enigma ao longo de muitas gerações.
Durante séculos se discutiu qual seria a verdadeira tonalidade deste "azul púrpura" que, no entender de muitos, simboliza a cor dos céus.
O tecido encontrado e em que foi tingida esta cor poderá ter pertencido a refugiados judeus do tempo da revolução de Bar-Kokhba dos anos 132 - 135 d.C.
O pano agora achado contém alguns dos únicos resquícios jamais encontrados desta antiga coloração, cujo tingimento era feito através de um caramujo (caracol do mar) chamado Murex trunculus.

A glândula deste caramujo libera um fluído amarelo que, quando exposto à luz solar, torna-se azul-púrpura e pode ser utilizada para tingir tecidos.
Esta recente descoberta foi feita por Naama Sukenik, da Autoridade para as Antiguidades de Israel, e deu-se após a investigação de um pequeno têxtil de lã encontrado nos anos 50.

Pesquisadores e rabinos têm tentado desde há muito encontrar esta cor enigmática que a Bíblia ordenava que os judeus usassem na orla das suas vestes.
"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que, nas bordas dos seus vestidos, façam franjas, pelas suas gerações; e, nas franjas das bordas, porão um cordão de azul." (Números 15:38)

O Livro das Crónicas revela-nos por exemplo que o véu do Templo de Salomão era tingido de azul-púrpura.
Já no tabernáculo construído por Moisés o véu tinha também de ser tingido de "azul púrpura" - Êxodo 26:31.


O sacerdote tinha também que usar paramentos em azul púrpura, como o "manto de éfod" e as mantas do mesmo (Êxodo 28:31, 33).
Essa coloração tinha no entanto sido perdida ao longo do tempo.
Milhares de fragmentos de panos datando da época romana têm sido já encontrados no deserto da Judeia, mas até ao momento apenas dois deles foram descobertos com tintura extraída do caramujo.


Além do pano azul descoberto, Sukenik encontrou ainda dois outros tecidos com a cor púrpura que poderão ter sido usados no tempo dos romanos.
Esta descoberta foi feita nas grutas de Wadi Murabba, localizadas a sul de Qumran, e envolveu a análise de colorações feitas em 180 tecidos.
De todas as cores utilizadas para tingir tecidos na época helenística e romana e nos dias de Jesus, a púrpura era considerada a de maior prestígio. Houve até ocasiões em que o povo era proibido de usar roupas tingidas de cor púrpura, uma vez que era permitida apenas ao imperador e seus familiares.

Estas medidas serviram para aumentar o prestígio da cor púrpura, cujo preço atingiu os níveis do próprio ouro.
Sendo um prestigiado rabino, certamente que o Messias Jesus também usou esta coloração de púrpura na "orla do Seu manto". Alguns textos do Novo Testamento descrevem o desejo de muitos enfermos e necessitados de tocar na orla do vestido de Jesus: "...trouxeram-Lhe todos os que estavam enfermos. E rogavam-Lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla do Seu manto; e todos os que a tocavam, ficavam sãos." (Mateus 14:35, 36. Confira também 9:20 - 22).

É natural que este achado venha a acrescentar algo de muito desejado e importante pelos judeus que estão recriando todas as peças, utensílios e ornamentações para o Terceiro templo de Jerusalém.
Mais um sinal dos tempos? Certamente!




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As Construções em Hasor

As Construções em Hasor – Taxa imposta por Salomão

           Também conhecido como Tel Hazor , Tell al- Qadah , Tell el- Qedah , Tel Khuraibeh , Hazzur

A parte Sudeste de Hasor
Conhecido na época de Josué como "a cabeça de todos estes reinos ", o planalto de Hasor é hoje o maior em Israel com 200 hectares.
No seu auge no período cananeu, a cidade abrangia toda a superfície. Mais tarde, quando foi habitada por israelitas, a cidade fortificada incluída apenas a Cidade Alta.




Portão Salomónico
Arqueólogos descobriram um portão e seis câmaras em Hasor, que é quase idêntico em tamanho e design das portas em Megido e Gezer .
A melhor explicação para isso é que esses portões foram todos construídos pelo mesmo governo. Estas portas são um testemunho notável da atividade de construção de Salomão, conforme descrito em 1 Reis 9:15.

Sistema de água em Hasor
Um século após a época de Salomão, os israelitas construíram um furo no maciço de 40 metros de profundidade no planalto, atingindo o lençol freático.
A 19 m de eixo vertical era de cerca de 15 m quadrados e terminava num grande túnel em degraus, em declive, que tinha mais de 25 metros . Este sistema é semelhante aos que estão em Megido e Gabaón .



Construção feita pelos Cananeus
Alguns dos restos mais impressionantes a partir da data Hasor da Idade do Bronze média e tardia, quando os cananeus viviam na cidade.
Muitas estruturas na Cidade Baixa eram estruturas cultuais e incluíam figuras religiosas ou pedras de pé. Alguns edifícios foram revestidos com esteios de basalto.




Edifício cananeu dos inícios da cidade de Hasor
Este tipo de construção, mais conhecido como um edifício em pilares tripartidos israelita, foi encontrado em inúmeros lugares em todo o país.
Muitas funções para este tipo de estrutura foram sugeridas. Alguns arqueólogos acreditam que estes foram usados ​​para o armazenamento de alimentos, mais provavelmente, a principal função deste edifício era para abrigar a cavalaria real.




A Casa e com quatro divisões

Este edifício de estilo popular, seria mais conhecido como a " casa dos pilares " do que pelo número de quartos na mesma. Encontrado em todo o Israel a partir do momento da saída dos israelitas, o número de quartos na casa podem variar, mas sempre se caracteriza por uma linha ou duas colunas que separam o pátio central da sala ao lado.

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Descoberta de inscrição relata ataque assírio contra Israel.

Nova descoberta arqueológica confirma profecia de Isaías

Arqueólogos da Universidade de Tel Aviv afirmam ter descoberto as ruinas de fortificações construídas cerca de 2.700 anos atrás, em torno de um antigo porto da Assíria, numa região que hoje pertence a Israel. O achado confirma o relato bíblico sobre o assunto presente no capítulo 20 do Livro de Isaías.

“As fortificações parecem proteger um porto artificial”, explica Alexander Fantalkin, líder das escavações no Ashdod-Yam, em um comunicado oficial. “Ao ser confirmado, será uma descoberta de importância internacional, o primeiro porto conhecido deste tipo no nosso canto do Levante”.

A descoberta foi feita em um sitio arqueológico na cidade costeira de Asdode, ao sul da capital Tel Aviv. No centro das fortificações há uma parede de tijolos de barro medindo mais de 3 metros e meio de largura, chegando a 4,5 metros de altura em alguns pontos. A parede está coberta por camadas de lama e areia.

Quando foram construídas no século 8 a. C, as fortificações em forma de meia-lua defendiam uma área interior com cerca de sete hectares.

Segundo os relatos históricos, rei assírio Sargom II governou toda a parte sudeste da bacia do Mediterrâneo, incluindo o Egito e o Oriente Médio. Inscrições falam sobre um rei filisteu em Asdode, chamado Yamani, que tentou organizar uma revolta contra o Império Assírio. Os assírios responderam com força, assumiram o controle de Asdode, no ano 711 a. C e destruiu a cidade. Depois disso, o centro de poder foi estabelecido na área vizinha de Asdode-Yam, o local que está sendo escavado atualmente.

Baseado em escavações anteriores, o finado arqueólogo israelense Jacob Kaplan concluiu que os rebeldes construíram as fortificações em preparação ao ataque. Contudo, Fantalkin disse que a construção é grande demais para ter sido feito sob tais circunstâncias.

O ataque de Sargom II contra Asdode é mencionado em Isaías 20, como um aviso para aqueles que apoiaram a rebelião. “Naquele dia o povo que vive deste lado do mar dirá: ‘Vejam o que aconteceu com aqueles em quem confiávamos, a quem recorremos para nos ajudar e livrar do rei da Assíria!”

Ezequias, rei de Judá, ficou fora da luta, provavelmente a pedido do profeta Isaías, que nessa época andava nu e sem sandálias como uma forma de chamar atenção do povo para suas profecias.
Fantalkin e sua equipe dizem que os edifícios e paredes encontrados aparentemente são a reconstrução das fortificações anteriores, que provavelmente foram destruídas por um terremoto na segunda metade do século 2 a.C. Moedas antigas, vasos e outros artefatos dessa época foram encontrados entre as ruínas.

Durante a época bizantina, o local era conhecido como Azoto Paralus. Uma cidadela chamada Kal’at Al Mina foi construída no local durante o período de dominação islâmica, em algum período entre os séculos 8 e 11. Em 1033, essa fortaleza foi seriamente danificada por um terremoto. É surpreendente que a parede com as inscrições achada agora tenha permanecido de pé depois de tanto tempo, tendo “sobrevivido” a tantos acontecimentos.


A última descoberta do tipo ocorreu em 1843, quando Paul Emile Botta escavou as ruinas do Palácio de Sargom II, o mesmo que é mencionado na parede encontrada agora. Durante muitos séculos grande parte dos relatos do Livro de Isaias foram considerados “não-históricos” por causa da falta de comprovações arqueológicas. Com informações NBC News.


fonte: Gospel prime

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Os Montes de Golã

Vacas e carvalhos de Basã

Também conhecida como terras de Betânia.
As vacas tinham nesta área um lugar propício nos tempos antigos, assim como hoje. Ainda hoje a carne de gado leiteiro está bem implementado nas Colinas de Golã. Nos tempos bíblicos, esta área (chamada Basã) era conhecida pelo gado e as suas árvores de carvalho. Amós 4:1-2 (NVI) "Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã ..." (cf. Sl 22:12) Zacarias 11:2 "Geme, ó cipreste, porque o cedro caiu, porque os mais poderosos são destruídos; gemei, ó carvalhos de Basã, porque o bosque forte é derrubado. "(cf. Is 2:13).


Antas
Centenas de dolmens foram encontrados nas Colinas de Golã. Usados para o enterro nas áreas de basalto onde túmulos de escavação é difícil, dolmens foram usados ​​para o sepultamento tanto durante o Bronze Inicial I e ​​períodos intermediários de bronze. O dólmen foi provavelmente concebido como uma câmara mortuária para o chefe de um clã, ou um outro membro da elite nómada. Uma anta é construída de duas grandes lajes de pedra verticais cobertas por uma pedra horizontal, que pode pesar até 30 toneladas.



Fortaleza de Nimrode
Conhecida em árabe como Subebe (do nome Crusader L'Asibebe), este nome em Inglês para castelo equivocadamente é associado com Nimrode, uma figura antiga de grande força mencionada em Génesis 10:8-9. Este é um dos castelos que foi construído pelos muçulmanos, mas mudou de mãos várias vezes no século 12. A fortaleza foi reforçada no século 13 e a maior parte permanece visível, estes vestígios são desse período. A montanha é superior a 400 m de comprimento, e em certos locais a sua largura chega a 150 m. A cúpula eleva-se a uma altitude de 800 m acima do nível do mar. O castelo também é conhecido como a Cidadela dos Mosquitos em enxames tendem a subir, por vezes a cobrir toda a área.


Território sírio
O Monte Golan pertencia ao país da Síria até 1967. Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel tomou este território elevado com vista para a Bacia do Huleh e o Mar da Galileia. Hoje as evidências de habitações sírias, incluindo bases militares e mesquitas (direita) estão em ruínas por toda a área. A região agora é habitada por drusos (que lá se instalaram antes da guerra) e israelitas que se mudaram depois da guerra. A Síria insiste na devolução das Colinas de Golã, como parte de qualquer acordo de paz.



As Colinas de Golã
As colinas de Golã  situam-se a 16 km a leste do Mar da Galileia. Quatro círculos concêntricos cercam um marco central. O círculo maior mede 150 m de diâmetro. As paredes medem até 3,5 m de largura e foram preservadas até 2,5 m de altura. A sua última utilização foi no final da Idade do Bronze (1500-1200 aC). A função de Rogem hiri (Salcá e Edrei) não é conhecida. As sugestões incluem que ele era um complexo defensivo, um complexo funerário, um centro de observação astronômica  ou o túmulo de Ogue, gigante, rei de Basã (Dt 3:11).


As Quedas de Água do Golã
O Golã é um planalto de basalto, que nasce no nordeste a uma altitude média de 900 m acima do nível do mar. Os Altos de Golã fazem fronteira com Monte Hérmon, ao norte e do Rio Yarmuk no sul. No canto nordeste há uma cadeia inativa de cones vulcânicos. A sua atividade no passado criou camadas grossas de basalto, resultando em terreno rochoso impróprio para a agricultura intensiva. Em vez disso, ele é usado principalmente para pastagem. A situação das alturas Golã, propicia uma quantidade significativa de chuvas no inverno, com grande escoamento na Primavera através de numerosos barrancos drenagem da Bacia Huleh e o Mar da Galileia.



Panorama das Colinas de Golã e do Monte Hérmon - Transfiguração de Jesus
Monte Hermon é a ponta sul da cordilheira anti-Líbano. O pico mais alto do Monte Hérmon é 9.230 pés O ponto mais alto dentro das fronteiras de Israel hoje é Mizpe Shelagim, o "observatório de neve", com 7295 pés. Na Bíblia, ele é conhecido como Baal Hermon, Sirion, e Sion. Salmo 133 dá uma imagem da agradabilidade e da fecundidade desta montanha. Ela fala da generosidade da água, um lugar que recebe muita chuva. Hérmon, em média, recebe 60 centímetros de precipitação por ano (em 1992, recebeu 100). É bem possível que a transfiguração de Jesus tenha acontecido nalgum lugar, nas encostas do Monte Hérmon, como Jesus e os seus discípulos foram previamente anotado para ser na "região de Cesareia de Filipe." Cesareia de Filipe fica na base do Monte Hérmon e, portanto, o Monte Hérmon poderia ser a montanha onde Jesus levou os discípulos.





fonte: bíblia e arqueologia

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